Diz aí :-)

Gravatar Bom, Oly, eu li quando estava semi-imobilizada, um livro maravilhoso de uma americana chamada Donna Tartt, que me era completa desconhecida. O título é "A História Secreta". Também é um livro volumoso, de mais de 400 páginas, mas que me manteve acordada até as 4:30 da manhã.
Fiquei surpresa com a qualidade do texto. Soube depois, que ela acaba de publicar o segundo livro, dez anos depois do primeiro, também festejado pela crítica, chamado "O amigo de infância", que ainda não comprei, mas está na minha lista.


Gravatar É bom saber que há outra autora que parece tão boa quanto Donna Tartt. Anotei o nome, viu?
A propósito, "A História Secreta" foi publicado pela Cia das Letras, mas eu li na edição da Planeta De Agostini, vendida em bancas. Uma boa encadernação, em preto e laranja. Aliás, comprei vários dessa coleção e são sempre bons livros..


Gravatar Oba!

A Anne-Marie MacDonald é canadense, filha de irlandês com libanesa, atriz, já tinha escrito peças de teatro mas nunca um romance. Eu também não conhecia. O livro é de 2001, editora Record e por enquanto é filho único.

O livro conta uma saga de família que se inicia com James, um irlandês de 18 anos, e Materia, uma libanesa, que aos 13 foge da casa dos pais e de sua cultura para se casar com ele. Os personagens são de uma complexidade ímpar que os torna quase palpáveis.

Que mais?


Gravatar Alba, dessa leva de autoras fabulosas há ainda a Isabel Allende, que escreve uma literatura fantástica sul-americana, tanto no sentido de estilo literário quanto no de qualidade. Nunca vi tamanha imaginação numa pessoa. As histórias mais fantásticas jorram como se fossem água numa cachoeira! E a gente acredita e passa a viver aquilo como se fosse tudo verdade.

Coloque então Eva Luna na sua lista! Também é de não largar.


Gravatar Eu li Eva Luna e outros também da Isabel Allende. PAtrícia Mello é um nome que tem recebido boas críticas, mas não gostei tanto assim de Acqua Tofana, acho que seu romance de estréia..

Em compensação, adorei o livro do José Roberto Torero, sobre a Ira, na série Plenos Pecados. O nome é Xadrez, Truco e outras guerras. Bem escrito, cheio de humor e sacadas muito finas.


Gravatar Já a História Secreta, começa com a história de um crime. O curioso é que se passa numa turma pequena de estudantes de grego clássico numa universidade pequena de Vermont, EUA. Há muitas referências clássicas, claro. Mas o que envolve é a dimensão dos personagens, que fogem do padrão best seller. São mais complexos, mais próximos de gente real. E a autora é muito hábil


Gravatar Nossa! Vendo o post descobri que não leio nada interessante faz muito tempo; só tenho lido livros de direito (arghh)...vergonhoso


Gravatar Então, aproveite as dicas, Di! A propósito, daquela coleção da Planeta De Agostini, também recomendo "Pastoral Americana" de Phillip Roth. É um romance sobre a incomunicabilidade e os papéis que as pessoas acham que devem desempenhar.
Pra ler com calma, pq não alivia, acreditem. Mas descobri pq dizem que o Phillip Roth é o melhor escritor americano atual.
E já que estou fazendo propaganda da coleção, parece, n/ào deixem de ler a Mulher que escreveu a Bíblia, do Moacyr Scliar. Uma delícia!


Gravatar Alba, eu nao consegui ler o xadrez, trucos...tentei por umas tres vezes mas o comeco do livro nao me prendeu e larguei. Ja Aqua Toffana, li fazem uns dez anos ou mais e lembro de ter gostado muito. A Mulher que escreveu a biblia eh um must...uma delicia mesmo!
Pra quem gosta de arte (e pra quem nao se importa tambem), sugiro "Agonia e Extase" , que eh a historia romanceada da vida de Michelangelo. Sao quase cem anos da historia do renascimento, magistralmente bem contados em umas 500 paginas.


Gravatar Diana, recomeça por então por A Mulher que escreveu a Bíblia, do Moacyr Sclyar. É divertidíssimo!

Alba, eu gosto de tudo do Phillip Roth. Não são sagas de perder o fôlego, mas todos os livros dele são muito bons e têm densidade psi.

Da coleção Plenos Pecados, não consegui ler foi o da Preguiça, Canoas e Marolas, do João Gilberto Noll. Parecia poesia em prosa, lindíssimo, mas tão arrastado, tão arrastado, que morrí de depressão e tédio. Ou seja, ele atingiu o objetivo que era falar da preguiça!

Estou louca pra ler esse que você está indicando, parece interessante e já dei uma olhada no Submarino. Só que esse mês já estrapolei a cota de compras, então vai pra listinha de desejos

Alguém já leu o Perdas e Ganhos da Lia Luft que está em primeiro lugar nas paradas há semanas? Esse eu posso pegar emprestado... mas será muito pesado psicologicamente?


Gravatar Pois é, Branka, que seria do amarelo etc e tal.. Pelo menos o Scliar é uma unanimidade!

Aliás, de outra coleção da Objetiva, aquela dos autores e seus ídolos, recomendo o do Luís F. Veríssimo, sobre Borges e de novo, do Moacyr Scliar sobre Kafka. Eu li o Doente Moliere do Rubem Fonseca, mas os outros dois são bem melhores, na minha opinião..


Gravatar Oly, pra falar a verdade, não li nada da Lia Luft, mas vou anotar!


Gravatar Alba, o livro da vez na imprensa é O Código Da Vinci. Alguns dizem que é uma bobagem e não entendem o estardalhaço; outros dizem que não dá pra parar de ler. Quando é assim, eu geralmente estou mais pra me identificar com os que não entendem o estardalhaço!

Obs: Parei de ler Rubem Fonseca no Doente Moliere. Nem cheguei ao meio; enjoei do estilo.


Gravatar Alba, A Mulher que escreveu a biblia eh incrivel e eu leio Scliar desde menina...ja ouviu falar de um livro dele chamado " um centauro no jardim"?
Ha uns 10/15 anos atras minha mae se apaixonou pela Lya Luft e ia comprando os livros dela compulsivamente...acabei lendo todos eles na epoca - uns 5- e me lembro de ter adorado quase todos mas nao lembro nada sobre eles hoje. Buaaaaaaaaa


Gravatar anotando para um futuro próximo....espero


Gravatar Cara.... que delícia ler livros assim.... poxa quero ler, quero ler!!!


Gravatar Ai esqueci.... meninas... o Moacyr Scliar está em campinas-sp hj ministrando uma paletra na Unicamp... venham pra k.... vai ser legal...

Mais informações: http://www.unicamp.br/unicamp/ un...ju253pag09.html


Gravatar Taw, voltando às traduções de títulos de filmes: vi Crepúsculo dos Deuses hoje pela primeira vez e depois fiquei a pensar. Parece estranho trocar Sunset Boulevard por Crepúsculo dos Deuses, mas nós tupiniquins não identificamos Sunset Boulevard como os americanos imediatamente o fazem. Assim sendo, é preciso explicar o filme todo no título em português e quem o fez só pode ter sido um poeta, no mínimo um mestre. Crepúsculo dos Deuses está à altura do filme: grandioso, duro, sombrio, amargo e triste.

Agora, fala sério, como é que eu pude viver esses anos todos sem ter visto esse filme??? A bonequinha aqui aplaudiu de pé!



Gravatar Hoje verei um Hitchcock do qual nunca ouvi falar: Agonia de amor (The Paradine case). Alguém conhece?


Ah, vi também essa semana O homem do ano. Murilo Benício, Claudia Abreu, etc etc. Do mesmo gênero de O invasor e O homem que copiava.

Olha a onnnndaaaaaaaaa!


Gravatar Mani Maria, obrigada pela dica!


Gravatar Bem vinda, Mani Maria. Estive em SP, mas nem pensei em ir a Campinas. Também, não sabia, né?

OLy, Sunset Boulevard é glorioso! E vc viu os extras do dvd? O filme passa quase todo de novo, comentado!

Quando conheci o Márcio pessoalmente, por puro acaso estava passando o Crepúsculo no Centro cultural da Vergueiro. Fomos, mais a Kit e outros amigos e só eu tinha visto o filme. Eles saíram mudos, depois foi uma falação!É um filme extraordinário. O melhor que já fizeram sobre cinema..Taí um que serei obrigada a comprar


Gravatar Ah, ainda sobre livros. Tô lendo um que comprei na Bienal, numa oferta da Ediouro. Chama-se o Mundo das Múmias.
Esquisito, né? Mas é fascinante: a autora é uma jornalista que fala sobre os arqueólogos e conta "causos" sobre escavações em vários lugares, fala das aventuras das pessoas fascinadas pelas múmias e tal.. Muito interessante!


Gravatar Oly, ainda sobre Billy Wilder: você viu Irma La Douce?


Gravatar Você tem razão, Oly. Tanto que Crepúsculo dos Deuses não é o meu título traduzido "impreferido". Amor, Sublime Amor continua ocupando o primeiro lugar do pódio.

Filmaço, né? Tô contigo, Alba... maravilhoso! Não sabia que tinha o making of no DVD, vou ter que comprar também!
E não é o Billy Wilder que está em cartaz no Cine Belas-Artes recentemente reinaugurado com a presença da nata artística brasileira?
Acho que é "Quanto Mais Quente, Melhor". Tõ doida pra ir ver!
São poucas as vezes que me lembro de gostar tanto de uma coisa como foi ver "E O Vento Levou" e todos os filmes do Hitchcock no cinema, na telona...

Vamo, Alba?


Gravatar o plantão do professor Bartolomeu de Gosmão informa: "tô doida pra ir ver" ficou feio", mas vai assim mesmo.


Gravatar Camôni, Taw! Não vi quanto mais quente no cinema. Na próxima ida a SP, na minha peregrinação médica..

A propósito meu pai é que tem o hábito de dizer CAmôni, bói!, o que é engraçado. Quando falo isso pra por os alunos pra dentro da sala, eles me corrigem. É Come on! Pode?


Gravatar Podemos falar de Crepúsculo pra sempre! Já tem lugar cativo no topo da minha listinha. E a primeira cena do cara morto na piscina? Inesquecível. E o chimpanzé morto no quarto dela? Lembram disso? Creepy! E o texto? "Eu sou grande, os filmes é que ficaram pequenos!" Muita coragem e genialidade do Billy Wilder!

Tem mais... muito mais.

Branka, se você não viu ainda, não perca. Além de tudo, a direção de arte é primorosa! Uma aula de cenografia gótica.


Gravatar Deixa eu tentar comentar tudo que essa conversa tá ótima:

Alba, sempre esqueço de ver os extras do dvd! Mas vou ver depois, o filme ainda está aqui. Vi Irma mas isso foi em 1920, já não lembro mais Quanto a livros de arqueologia, adoro. Mas múmias, camôni, Alba, tô fora!

Taw, no Rio a gente diria: vamo ir?

(cont.)


Gravatar Pra Branka, que está sempre à procura de um filme de tribunal: pode pegar Agonia de amor (The Paradine case). É um Hitchcock menor, mas mesmo um Hitchcock menor é um Hitchcock e não se discute. Ótimas cenas de interrogatórios em tribunal. P&B.


Gravatar Ah, e com o Gregory Peck.


Gravatar eu tambem faz tempo que nao leio nada novo, talvez porisso tenha apreciado mais programas de entrevistas na TV..
ou melhor, nao programas de entrevistas,e sim qualquer coisa que tenha gente falando! eh mais comodo pra um preguicoso como eu!
assim, indicacoes de livro, so bem passados! rss


Gravatar Falando em filmes de tribunal, vai uma sugestão pra Branka:

"Quero Viver", com a Susan Hayworth (não a Rita, a Susan). Acho que é de 1962 ou um pouco antes, não lembro.

Ela faz uma mulher, rebelde, cheia de problemas, bêbada que frequenta a noite, os bares e toda aquela coisa que acontece com quem frequenta as noites e os bares. Um crime acontece e ela é condenada à morte. Na cela, ou no corredor da morte, ela vai revendo sua vida e atitudes.

Não é um filme sobre crises existenciais, não. É um filme sobre a pena de morte mesmo, lááááá na década de 60; propondo uma discussão sobre.

É muito bom. Denso, é verdade, mas muito bom.


Gravatar Pensando um pouco mais, ainda sobre títulos, o ideal é que sejam sempre o mais fiel ao original possível, não é? Rebel without a cause seria Rebelde sem causa e não Juventude Transviada. Não entendo porque fizeram essa troca. Pq The sound of music virou Noviça rebelde? Mudou totalmente o sentido! O original falava sobre música - afinal, é um musical sobre o poder da música - do que sobre a noviça.

Pensando assim, Crepúsculo é realmente exagerado, de um tradutor que quis superar o autor. Ficou bonito, imponente, porém deu um peso que o original não tinha. Que outro nome poderia ter Sunset Boulevard? Qual vocês dariam?


Gravatar E o que me dizem da inutilidade dos subtítulos quando o original não tem? Forrest Gump, o contador de histórias.

E o pior, quando o original é mantido junto com a tradução, resultando em tremenda redundância: Jurassic park, parque dos dinossauros!

Um assunto inesgotável!


Gravatar Tenho uma sugestão pra gente brincar: vamos estragar alguns filmes contando o final no título? Tipo a piada de Psicose ser, em Portugal, "O homem que matou sua mãe"


Gravatar Oly, eu já tinha lido em outro lugar, antes, mas a cena inicial de Crepúsculo foi mudada. Era pra ser uma conversa entre defuntos no necrotério, com o Joe contando a história dele. Os produtores passaram o filme pra uma platéia anônima primeiro, pra sentir a reação do público antes da estréia. E o B. Wilder ficou profundamente chocado e desgostoso com a raça humana, porque a platéia riu!

Aliás, essa história está num livro delicioso, acho que do Ruy castro, que devorei (de biblioteca), mas que pretendo comprar, chamado Saudades do Século 20. Conta milhoões de casos dos ídolos dele, todos ícones do cinema, música e literatura. Aprendi à beça sobre Billie Holiday, Frank Sinistro, o próprio Wilder, Doris Day, a inustiçada,Dashiell Hammett, enfim... Grande livro, que recomendo


Gravatar Taw, "Quero Viver" me impressionou tanto que comprei a trilha, maravilhosa - puro jazz! E a Susan Hayward era grande atriz. Outra injustiçada, talvez.. Tem em Dvd? Bom saber..( se bem que haja verba pra comprar tudo que me encanta)


Gravatar Branka, tem um filme bom de tribunal, com a Glenn Close. Chama-se O fio da suspeita, mas nào sei se tem em Dvd.

A propósito, talvez eu fique uns dias sem aparecer pq finalmente vou substituir a carroça por uma máquina nova, mas talvez demore um tempinho pra trazerem e essa eu vou dar pro meu sobrinho do interior e preciso aproveitar que meu irmão tá aqui pra levar..


Gravatar Oly, vou pensar na brincadeira..


Gravatar Sugestão: A vida privada do Camarada Mao, escrito pelo médico particular de Mao. É um retrato da China do século passado, a grande fome, o apetite sexual de Mao por garotinhas, o fato de o líder chinês jamais tomar banho... é legal.

Beleza.

Chuac do Chuv


Gravatar Beleza, Chuv! Parece super interessante


Gravatar Plantão blog informa:

Assuntei com uma amiga que fez curso para legendar filmes e ela esclareceu o seguinte: não é o tradutor do filme que traduz o título. O título é traduzido separadamente pela distribuidora. Está TOTALMENTE relacionado ao marketing.


Gravatar Oly, e "daunbáiló"?

"tradução" de Down by law...???

Que marketing terá sido esse??



Gravatar Ah, esse aí considerou que somos todos debis e loides!


Gravatar E Debi e Lóide? Quantos anos será que tinha o tradutor da distribuidora? Heim? Heim?



Gravatar Então, CQD!


Gravatar Voltando aos livros, escrevi um post sobre isso de novo, mas estou com preguiça de postar e vou colocar aqui mesmo, já que o assunto é esse ainda. Segue...


Gravatar "Lembro-me hoje de uma velha história, em que um dos personagens, obviamente em Jerusalém -- onde mais seria? --, está sentado num pequeno café e há uma pessoa idosa a seu lado. Eles iniciam uma conversa, e acaba que a pessoa idosa é Deus em pessoa. Bem, o personagem não acredita nisso imediatamente, mas após alguns sinais de presságios ele se convence de que quem está sentado do outro lado da mesa é Deus. E ele tem uma pergunta para fazer a Deus, uma pergunta muito urgente, é claro. Diz: "Caro Deus, por favor, diga-me, de uma vez por todas, quem tem a fé certa? Os católicos romanos, os protestantes, ou talvez os judeus, ou serão os muçulmanos? Quem tem a fé correta?" E Deus responde, nesta história: "Para lhe dizer a verdade, meu filho, não sou religioso, nunca fui religioso, nem sequer interessado em religião."

(cont)


Gravatar Ámos Oz, em seu recém-lançado (no Brasil) livro Contra o Fanatismo. É da Ediouro, baratinho (R$22,40 na Saraiva); é um livro simples, pequeno, mas diz muito e sem peso algum, muito pelo contrário, tem um senso de humor apuradíssimo. É daquelas coisas boas que a gente quer muito dividir com os amigos. Quem for do Rio, pegue senha para ler emprestado, mas aviso que já têm 4 candidatos na fila.

Tentei dar uma palinha do texto, mas foi muito difícil escolher um só parágrafo. Cada um parecem ser o mais interessante de todos! Amo esse homem!


Gravatar Não deixem de ler. Leiam mesmo, vai ser bom pra vocês como foi pra mim

Alba, estive com o segundo livro da Donna Tartt em mãos hoje e fiquei com a maior vontade de comprar (não tinha o primeiro, o que você leu), mas era tão caro que acabei levando o Ámos Oz, que lí lá mesmo, sentada no café da livraria.

Os preços dos livros têm que baixar. Como é possível um país falar em crescimento e educação quando um livro em paperback custa quase 30% de um salário mínimo?


Gravatar Alguém já leu o "Código Da Vinci"?

Dizem que está abalando a Igreja Católica. Estão preocupadíssimos!

Tô pensando em comprar... algum comentário?


Gravatar Então, Taw, eu li duas críticas sobre esse livro, uma boa e outra muito ruim.

A boa é da Cora Rónai, que disse que era um livro pipoca, que nada era válido literariamente, mas que era ótimo mesmo assim!

A ruim é do Pedro Doria, que escreveu que o livro era um engodo e não valia meio Harry Potter

E agora? hahahahha




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