Diz aí :-)

Gravatar Alba darling, saudades!


Gravatar Altura do número 13.000 da Marginal (Nações Unidas) é Itaim (onde está fincada a bandeirinha vermelha).

Para chegar na Loefgreen, tem que subir esta Av. Roberto Marinho que cai na Ruben Berta (próximo ao Aeroporto). A Ruben Berta chega na Loefgreen. Trânsito razoavelmente tranquilo, se for antes da Paulista, (Domingos de Morais) deve dar para chegar em meia hora.

Já a Novo Horizonte, é em Perdizes, próximo ao cemitério da Consolação e ao começo da Avenida Paulista (como disse, a Domingos de Morais é continuação da Paulista, na outra ponta).

Tudo vai depender dos horários e seu meio de locomoção.

Av.Nações Unidas, 13.000

Rua Loefgreen

Rua Novo Horizonte


Gravatar tks! o meio é taxi.
vou a sp semana que vem, mas é só pra reuniões e de volta imediata ao rio
a primeira é às 10hs no endereço das nações unidas. as outras duas vou tentar marcar conforme a melhor logística.


Gravatar Com certeza a segunda deveria ser na Loefgreen. Depois dá até para usar metro da Loefgreen para a estação consolação, economizando tempo e valor no taxi.

Aí é um Taxi rápido da Paulista (estação consolação) para a Novo Horizonte (melhor inclusive pegar na Bela Cintra que é a rua que sobe Jardins em direção há Paulista e depois ela uma travessa que cruza a Consolação e chega nas Perdizes.

PS. Vou estar no Sul de novo, então tudo bem vc não querer me ver DE NOVO !


Gravatar íh!



Gravatar eu vou te visitar no sul, vou até o espaço! pego carona com o marcos pontes no próximo foguete


Gravatar eheheh...Pegar carona com o Marcos Pontes foi original.

Olha, pena que tive de quicar um dos sócios do negócio, porque ele tem negócisos paralelos "informais" demais, para quem vai depender de BNDES. A casa que ele ia me emprestar por um ano, era cinematográfica (mais pela localização do que pela mesma ou o tamanho).

Mas vou ter de achar um apartamentinho qualquer, assim...


Gravatar sdorsi, esse negócio de estar indo morar no "sul" tá muito vago. desenvolve melhor esse tema


Gravatar Então vamos lá:
No Reveillon 2004/2005 a convite de amigos, fui passar o Reveillon na região de Balneário Camboriú (a própria, Itapema, Bombinhas, Portobelo etc...).

Lá pelo décimo dia de estada num lugar maravilhoso, talvez não com praias tão belas como Rio ou Nordeste, mas de uma civilização inacreditável, fomos a um apartamento deslumbrante de frente para o mar, mas fiquei horrorizado com o conjunto 3 em 1 da década de 70, a televisão 16 polegadas com bombril na antena.

Isto em meio a whisky 12 anos, Prosecco de primeiríssima e na temperatura certa etc. me encafifou...

Deste "esquenta", fomos para um churrasco lual numa praia semi-deserta onde, depois do whisky e do Prosecco, mandei ver nas caipirinhas.

Bom, já estava bem calibradinho, naquele estado de desandar a fazer discursos e loações, quando gritei:

- Tá decidido ! Vou me mudar para cá.

- Ô consultor paulista, e vai fazer o que por aqui ? Não tem trabalho para engravatados aqui não - disse alguém.

Maquinei rapidinho; juntei o que tinha acabado de ver no apartamento que visitei com minha experiência em Campos do Jordão e soltei:

- Vou fazer um Armazém para guardar móveis de casas de praia.

Ouve um coro de "Ohh !", mas alguém ainda susurrou:

- Caramba, paulista vem ra cá e em uma semana descobre jeito de ganhar dinheiro.

Lógico que na ressaca do dia seguinte, já nem me lembrava (nem levava a sério) o que tinha dito.

Uma semana depois estava de volta a Sampa. Renovado com os 15 dias maravilhosos botei as caras no mercado para ser um ano de muitas e muitas consultorias. Conversa aqui, conversa ali e me apresentaram a um americano radicado no Brasil (ele era reposta na Fábrica de Jogos !!! Presidente da Intelig: Marcos França).
Fomos almoçar e combinar parcerias. Ele fazia gestão de umas 3 empresas e eu queria encaixar meus trabalhos.
Fechamos várias idéias de parcerias, já estávamos na terceira hora de almoço, quando começamos a falar de passado e futuro e soltei, lembrando, o projeto para o sul. Lógico que estava mais tentando mostrar minha polivalência falando de projetos que já criei (e nunca implantei, como os mais recentes de Bijuteria e Reciclagem), mas o cara ficou facinado.

O Almoço durou mais hora e pouco só falando nisso e no final, Marcos queria por que queria montar isso no litoral Paulista, que já tinha visto algo semelhante em Miami etc.

Bom, disse que seria inviável fazer no litoral paulista, já que um terreno para Armazém lá inviabilizaria qualquer projeto. Segundo que o litoral paulista tem por característica seus frequentadores "descerem" muitos fins de semana e todos os feriados e ninguém ficaria pagando para um tira-e-põe constante.

Santa Catarina tem um diferencial de todo o resto do litoral brasileiro. Pela ausência de uma metrópole perto (exceto Curitiba há 200 kms. Floripa, por exemplo é menor que Joinville em renda e população), os donos de casas neste litoral moram longe (Oeste Catarinense que é


Gravatar SEGUNDA PARTE

....(Oeste Catarinense que é mais de 400 kms, Mato Grosso, Argentina...) e costumam frequentar a região nos três meses do verão, depois o imóvel ou fica fechado ou é alugado. Isto foi um dos aspectos que me fizeram pensar neste projeto.

Fato é que nos últimos 16 meses, já fui para lá 9 vezes, sendo que só este ano, já vai ser a terceira vez.

Num daqueles momentos em que os planetas se alinham, numa consulta ao BRDE leia-se BNDES), descobri que eles estão desesperados por falta de projetos, com dinheiro em caixa e por ser final de mandato, véspera de eleições isto é ruim. O projeto já têm recursos pré-aprovados para sua segunda estapa (a espansão, já que eles só financiam na base do 2 para 1: Se tenho um armazém eles financiam o segundo ficando os dois de garantia).

Ainda na linha da conjunção dos astros, a cidade ao lado de Balneário Camboriú, Itapema (onde por sinal localizava o apartamento embrião da história), estava criando um parque Industrial e consegui um terreno de 10.000 m2. Tudo dava certo, a maior imobiliária da região topou ser sócia e ainda reclamou que só dei 20%. Me dei até ao luxo de quicar a primeira construtora que consultei, que quis ser sócia entrando com meio armazém, porque era uma empresa informal demais (para não dizer 100%) e gosto de pagar impostos (ainda mais tendo a benção do BRDE).

Aliás o dono desta construtora que tinha me oferecido a tal casa para morar (pena :/ ).

Bom, esta é a história de eu mudar para o sul. Nem devia escrever tudo isto, pois estou na reta final de tudo e daqui um mês tudo pode ter sido pura ilusão ou fato mesmo. Mas estou empolgadão e tenho o teclado solto.

Mas pode falhar. Eu tenho 15% do capital, a imobiliária vai entrar com 20%. 65% seria a família e eles mal sabem ainda o que tenho tanto ido fazer lá no Sul.

Semana que vem todos os sócios recebem o Business Plan. Meus grandes argumentos são:

a) pegando apenas 3% dos imóveis flutuantes (de veraneio) apenas das duas principais cidades, BC e Itapema, seriam 4.000 clientes (o negócio dá lucro com menos de 1.000).

b) para se guardar um Jet Sky por ali, paga-se R$ 200 por mês. O Container que vou oferecer para guardar coisas (que imagino mais na linha de eletrônicos e eletrodomésticos), cabem 2 Jet Sky's e custa menos. De quebra ainda tem proteção contra maresia.

Bom, a história toda é esta. Se vou virar Catarinense, devemos saber nos próximos capítulos.


Alguém teve paciência de ler ?


Gravatar acho que entendi!
suspende a vodka do sdorsi! vai que ele tá conversando com um russo e dá de empreender algum negócio em vladivostok!


Gravatar queridos, amanhã estarei em são paulo numa reunião e volto correndo (correndo não, voando!) pro Rio. De qualquer forma, se der pra tomar pelo menos um cafezinho, ligo pra vocês. Mandem seus números de celulares por e-mail, tá?
Oly


Gravatar vamos combinar, gente, o andré é o filho da bia. é pra ela que ele liga misteriosamente! não é?




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