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Já que me perguntaram, dou a mó força pra todo mundo ler o texto na íntegra. Sigam aquele taxi, digo, link.
Mas voltem logo 
Olivia |
Homepage |
06.14.03 - 3:42 am | #
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Puxa, gente! Ninguém teve a curiosidade de ler o texto? Ou não gostaram dele? Se não gostaram, por que não comentar? 
Alba |
06.15.03 - 2:44 pm | #
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Eu digo o seguinte: é realmente uma questão cultural grave. O brasileiro não aprende a pensar por si só, não aprende que tem direito a questionar as coisas, não aprende a respeitar os outros. Pq? Pq é esse relacionamento unilateral que ele vê na escola e em casa (de um modo geral). Só aprende a acordar de manhã cedo, ir para a escola, sentar na carteira, abrir o caderno e esperar a hora de copiar a matéria ditada pelo professor - matéria esta que será devidamente decorada para a prova e esquecida para a vida. Depois ele aprende a fazer o que os pais mandam, mesmo que ele tenha certeza de que aquilo não é o melhor para ele.
Para um jovem estar preparado para interagir na sociedade, principalmente como agente de mudanças positivas, é preciso que ele também seja ouvido. Ele tem que se envolver e não apenas copiar. E os professores precisam ouví-los, não apenas ditar.
Desde o começo, não há diálogo. O ensino continua sendo técnico e não tem acompanhado as mudanças da sociedade, que avançam a passos largos.
Os jovens estão aí gritando suas necessidades para quem quiser ouvir. Mas ninguém ouve porque ninguém aprende a ouvir neste país. Aliás, estão gritando porque sua maior necessidade é a de serem ouvidos.
Fala-se muito em quantidade da educação, em construção de escolas e alocação de verbas. Mas esses recursos vão continuar desperdiçados, preparando jovens despreparados até o dia em que se cuidar também da qualidade da educação, que é quase sinônimo de diálogo!
Realmente, não tem nada mais estéril do que pessoas que só enxergam seu prórpio umbigo e só sabem falar de si. E ao dizer isso, me questiono seriamente se sou assim! Artigos como esse do Alcino Leite Neto são um grande toque construtivo, nénão?
Pronto, Alba 
Olivia |
Homepage |
06.15.03 - 4:10 pm | #
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Boa, Oly! Também achei o artigo interessante porque é a visão de alguém que passou anos fora.
Por outro lado, acho que o artigo peca por uma certa superficialidade, a começar pelo uso no sentido plural da expressão "o brasileiro", "o brasileiro é isso, aquilo..." Isso é uma generalização confortável demais e reducionista, como todas as generalizações..
Por outro lado, acho que o que você aponta tem sentido sim. Nada pior como a escola como centro de "adestramento" e a maioria faz isso mesmo. Os padrões sociais são impostos principalmente pela família, também é verdade, embora os controles sociais sejam necessários. Mudar esse quadro é difícil e requer um tesão que muita gente não sente hoje, ainda mais numa situação de desemprego generalizado, medo do futuro e tal.
Mas não acho que essas coisas sejam privilégio só do Brasil. As coisas novas, a criatividade, a reflexão precisam de estímulo. Posso estar muito enganada, mas não vejo tanta coisa diferente acontecendo pelo mundo nesse sentido...
Alba |
06.15.03 - 6:52 pm | #
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Falando em comunicação, lembrei-me de ontem de uma festa junina que fui.
Uma colega minha de trabalho tinha me convidado, mas disse que iria até o Shopping Santa Cruz ver se tinha mensagens que me interessavam no momento. Após isso fui a festa. Sabia o nome da escola. E como ir, soube do onibus por causa do pessoal que estava entrando nele. e onde era por a maioria dos passageiros desceram no ponto.
A festa estava bacana para quem estava lá, tinha mais de mil pessoas. E eu andando para lá e para cá, só encontrei um conhecido meu de trabalho além da colega que me convidou. A música junina tocando, muita, mas muita gente mesmo de todas as idades. De criancinha a idoso. vindo também do interior, do sul do brasil e outras regiões. Saí logo e fui comer no pizza hut. A festa ficaria mais legal se eu compreendesse a linguagem. Sim, eu sou portador de deficiência, mas falo normalmente. Só não aprendi a linguagem dos sinais. O Colégio em questão é o Santa Terezinha na Saúde.
Chubby |
06.15.03 - 8:17 pm | #
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Não sou desse tempo, mas era pequeno na época. Na ditadura, tinha-se reuniões estudantis secretas onde se reinvindicavam alguma coisa, os jovens tinham um ideal, um objetivo. Nossa Alba aqui sabe disso.
Hoje já não há greves como antigamente, passeatas e afinidades por receio ao desemprego que é cada vez mais crescente.
Quanto a educação, não sei se é para a maioria ser professor já não é um sonho assim tão estimulante. Os jovens já entram na escola com aquela perspectiva de que o futuro é incerto.
Sabendo que lá fora não está fácil assim.
As crianças (os jovens) aprendem cada vez menos, e absorvem mais inutilidades.
Quanto há não se ter quase assuntos a falar. Fica no pouco tempo para se ler noticias, pouco a se compreender das pessoas em geral. Uma minoria mais instruiada.
Pra finalizar, alguém aqui poderia colocar nos proximos dias sobre a diversidade sexual e a parada de domingo para a gente discutir.
Chubby |
06.15.03 - 8:31 pm | #
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Licença.
Eu já havia lido o texto e, confesso, tenho algumas restrições.
Entendi o sentido e o objetivo, mas eu leio, levanto as sobrancelhas e penso cá com a gola da minha hering: "péra lá...".
A forma como o Alcino coloca o texto dá a impressão de que se resolvêssemos o modo como conversamos, resolveríamos todos os problemas do "brasileiro isso, brasileiro aquilo" (concordo com vc, Alba), e à mim parece exatamente o contrário. Resolvendo antes tantos outros problemas, conversaríamos mais substancialmente, como "reclama" o colunista.
A Alba falou em desemprego, medo do futuro. É por aí: como é que alguém que foi mal-educado na escola, teve poucas oportunidades e estímulos sociais e nem sabe se vai chegar vivo em casa pode sentar numa mesa de bar no final do expediente (ou da falta dele) pra relaxar, tomar um chopinho, falar besteira filosofando? não estou me referindo às classes menos favorecidas, não. Tem muita gente que, apesar da boa escola e igual condição social, não assimila o que poderia ter aprendido, observado, vivido, sequer no convívio familiar.
Como diz Fox Mulder: " a verdade está lá fora". Leia-se "lá fora" como aquilo que nos cerca num ponto de ônibus, na programação de uma rádio, num programa de TV, na impunidade, na corrupção de grana e valores. Tudo prontinho pra fazer os menos pacientes - ou persistentes - desistirem.
os programas de TV insistem numa programação de baixíssima qualidade (há excessões) fazendo suco de coitados mal-informados diante das câmeras porque querem resultados rápidos (ibope) e resultados rápidos levam à crer que trarão mais dinheiro.
Cadê a preocupação com a informação e a formação do cidadão? Não há lugar neste país que não tenha uma televisão ligada. Alguma coisa poderia já estar sendo feita.
Qual é a substância da conversação que fala Alcino? Ele "falou' e falou bonito, mas ao mesmo tempo foi vago. Posso interpretar da maneira que eu quiser:
"é, o povo não tem vocabulário mesmo...", ou "é, o povo brasileiro não vai pra frente porque nem se preocupa com o que fala", ou ainda: "a gente sempre peca pela falta de interesse".
Mas, não é isso, não é só isso. Não temos "educação social".
Há pouquíssimo tempo a regra era "levar vantagem em tudo,
cerrrto?", coisa que sinceramente, não sei se mudou tanto. Escola? Educação? Saúde? Cadê?
Talvez esteja enganada, mas o que percebi no texto foi uma queixa pela falta de cultura geral do povo. Nossa eterna queixa também. Nem por isso deve-se deixar de falar besteiras, rir do nada e ser bobo.
Existe coisa mais chata que falar sério o tempo todo? E, "fala sério", só falaríamos de problemas, injustiças sociais, falta disso, falta daquilo porque também não fomos educados à apreciar o belo.
Também não concordo em "levar um carão" do autor pela falta de cultura geral. Só não sou mais vítima por puro interesse. Leio porque gosto, aprendo porque quero, descubro porque vou atrás. Não podemos esperar de toda uma populaç
taw |
06.15.03 - 8:49 pm | #
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affe.
falei tanto que o holoscan cortou o final. Tava tão bunitinho... agora, não lembro e vai ficar assim mesmo.
taw |
06.15.03 - 8:54 pm | #
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Chubby, acho uma boa sugestão a gente discutir a parada Gay. A questão da sexualidade é sempre interessante e acho que se pode incluí-la nas outras preocupações, porque faz parte delas, claro!
Taw, acho que o Alcino deixou de levar em conta tudo o que voce mencionou, mas também a queixa dele não é só sobre padrão cultural, mas sobre a facilidade com que as pessoas repetem slogans. Meio preguiça de pensar, sabe? E você, como tem experiência em TV sabe como funciona essa máquina que tem mais influ6encia no Brasil que qualquer outra.
Bom, também acho que nos falta, aos brasileiros (e aí, no plural mesmo) a experiência sedimentada da liberdade. Foram muitos anos de ditadura, né? 
Alba |
06.15.03 - 11:04 pm | #
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Boa, Chubby. Concordo com a Alba: discutir sexualidade é sempre bom. E reeeeeeende, ô como rende! 
taw |
06.15.03 - 11:25 pm | #
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O texto é generalizado e tem que dar um desconto a isso. Concordo com ele e com todo mundo aqui também. Aliás, o Alcino ia ficar feliz de ver que o desabafo que escreveu gerou esse debate!
Acho que o Alcino não quis dizer que se soubermos conversar, todos os problemas estarão resolvidos, só que é muito importante saber trocar idéias. E acho também que ele se refere a solidão, tão comum nos dias de hoje.
Meu pai costumava dizer que uma pessoa que só fala e não escuta é neurótica. O que a pessoa tem a dizer ela já sabe e mesmo assim insiste em ser o centro das atenções. O que ela não sabe ainda, poderia aprender ouvindo...
Olivia |
Homepage |
06.15.03 - 11:35 pm | #
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Alba: não sei com quem o Alcino anda conversando, mas não concordo com ele não; tem conversa pra todo tipo de lugar e pessoas;acho que a maioria das pessoas procura evitar confrontos e desgastes desnecessários com "papos cabeça"em locais inadequados;concordo com quem disse lá em cima "o brasileiro isso...o brasileiro aquilo"...de que povo ele tá falando? sei lá quantos milhoes de analfabetos, outros tantos de famintos, outro tanto de desesperados...ele quer que essas pessoas discutam a "dialética Hegeliana"como diria o Millor? 
Diana Palmer |
06.15.03 - 11:36 pm | #
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Chubby: ótima idéia! Quer escrever o texto para o próximo post? Manda para o meu e-mail que eu publico 
Olivia |
Homepage |
06.15.03 - 11:41 pm | #
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Fui eu que disse, Diana.. Mas estou com a Oly, saber ouvir é essencial. E nem toda conversa tem que ser papo cabeça, nem chata. Mas poderia ser menos superficial e repetitiva, não é?
Eu pelo menos, fico muito incomodada com algumas pessoas (acho que todos conhecemos algumas) que exibem sempre o mesmo repertório e quase sempre é de lamentação e queixa e também , quase sempre em torno dos próprios umbigos e responsabilizando outros.
Sei lá, como disse a Oly também ~me preocupo em não ser chata..
Alba |
06.16.03 - 12:02 am | #
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Aliás, nós somos uma boa amostragem de papos. Um dia se faz campanha para salvar o Brad Pitt, noutro se discute a situação sócio-econômica do país. Como bem disse a Diana, tem hora pra tudo. E como disse aquele um, faz parrrte! Chamemos o Alcino para o nosso convívio 
Olivia |
Homepage |
06.16.03 - 12:11 am | #
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Aí a coisa muda um pouco de figura.
Pessoas com o mesmo discurso devem ter essa postura nas atitudes também, não só na conversa. E são sim, desagradáveis e não nos levam à lugar algum.
Alba, conheço algumas pessoas assim. Uma, em particular, é o típico exemplo que o pai da Oly citava. e sabe o que é o pior? Acha que "convesa conteúdo", como discutimos aqui sobre o texto, mas só fala, fala, fala... e fala alto, pra não dar chances de interrupção.
Oly: concordo em gênero, número e grau sobre a necessidade de trocar idéias, não há nem o que discutir. Mas, continuo achando que ele não deixou essa mensagem clara no texto. Podemos interpretar a solidão como a ausência de comunicação, não apenas o fato de termos uma conversa consistente, eu acho.
Quando ele diz da facilidade que conduzimos as conversas para "o latifúndio dos sentimentos e manias pessoais", entendo mais como sendo falta de repertório dos interlocutores. Somos repetitivos, não evoluímos na conversa. E ainda fazemos gracinha e falamos mal dos outros. Foi o que entendi.
taw |
06.16.03 - 12:19 am | #
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Antes de tudo, o que é aquele "30 online" que tá aparecendo ali no canto?
billsac |
06.17.03 - 1:30 am | #
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bill: não sei, mas é melhor todos colocarem uma roupinha decente e pentearem os cabelos (os que têm)!

Olivia |
Homepage |
06.17.03 - 1:49 am | #
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Diana :
Fechei contigo. Tem intelectualez demais nesse texto. E não é só pelo nível cultural das pessoas não. Tem hora pra tudo.
Depois de 12 horas de trabalho quero mais é ouvir e contar piada do que qualquer outra coisa. Gosto também da falar mal - descer o cacete mesmo - naqueles que tornaram meu dia de trabalho mais difícil (o chefe, o geverno, o subordinado, o mensageiro, etc.).
Tem que saber identificar o assunto a ser abordado com o interlocutor, e o momento adequado de fazê-lo. Não vou analisar a pinta que a Angélica tem na perna com o pároco....muito menos discutir futebol com americano.
Para mim não existe assunto "proibido". Em conversa vale tudo, inclusive palavrão e xingamento quando necessário.
Beijo,
Sergio
Monarca |
06.17.03 - 12:19 pm | #
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Gente, agora tá escrito "UPDATE online" no "indicador de pessoas online".
Só tá doido aqui em casa?
billsac |
06.17.03 - 5:49 pm | #
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É um aviso de que o código foi alterado e eu tenho que ir lá no site desse serviço pegar o novo código pra mudar no meu template. Eu já fiz isso mas o aviso ainda não saiu. Daqui a pouco eles validam...espero. )
Olivia |
Homepage |
06.17.03 - 7:15 pm | #
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(sotaque Macaco simão)
Buemba! Buemba!
Adoráveis e Sedutoras faz tanto sucesso que (sotaque Galvão Bueno) trraaaaaaaaaava o blogspot!
Fala-se à tecla pequena que (sotaque Galvão Bueno) milhaaaaaaaaaares de pessoas tentavam desesperadamente participar de um certo "debate" sobre um certo artigo de um certo Alcino, mas ao acessarem simultâneamente, congestionaram o caminho!!
(sotaque lesmático do Galvão Bueno)
Eu sabíííííííía! Eu sabíííííííía!!!
Ufanismos à parte, a coisa tá dando problema com frequência, nénão Oly?
Anonymous |
06.17.03 - 7:58 pm | #
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Anonymous = taw
ttaw |
06.17.03 - 7:59 pm | #
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O problema é que os "sirviços" são "di grátis" e os usuários crescem em progressão geométrica, aí esse pessoal não dá conta e têm que atualizar os códigos e fazer manutenção nos servidores toda hora.
A-DO-REI (sotaque afetado de Danusa Leão) a narração a la Galvão 
Olivia |
Homepage |
06.17.03 - 8:49 pm | #
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Update do update: o site fastusersonline também está marcando "update online" como quantidade de usuários online. Assim, confirma-se que não é problema do meu template. Ufa, menos um pobreminha técnico pra resolver!
Aguardemos o update do update do update 
Olivia |
Homepage |
06.17.03 - 9:58 pm | #
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oba 
O MOnarca voltou ao nosso convívio!
Beijos também 
Diana Palmer |
06.18.03 - 1:39 am | #
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