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(é mentira, aquilo lá do dia bonito, mas não conta pra ninguém)
Mirella |
Homepage |
07.26.06 - 3:42 pm | #
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Minha linda, meu amor, meu pedacinho.
tu fez uma teia de saudade em mim.
Mirella |
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07.27.06 - 3:40 pm | #
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tem gente que tá igual a pinto em merda!
[eu sei, eu sei]
amo. sau. muita.
beijo
candie |
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07.27.06 - 3:41 pm | #
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éoque?tendinada.beijo.curió.
Anonymous |
07.27.06 - 10:58 pm | #
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lua, tu tem que voltar logo, mozim, que a lella tá só um trisquim, já.
Mirella |
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07.30.06 - 7:29 pm | #
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Às vezes ele demora tanto a passar, né?
Vanessa |
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07.31.06 - 12:31 pm | #
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Ruas da Aldeota
perfeitas de carro
essas ruas não são
nada, a não ser o
branco do olho
Mas se vistas
à pé, à sombra
espessa de oitis
o olho a seguir
na luminosa tarde
as velhas fachadas
as formas da história
uma senha de noite
cai sobre as palavras
( ruy vasconcelos)
aldir brasil jr |
08.01.06 - 11:37 am | #
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adoro óquê's 
sirrr |
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08.01.06 - 10:32 pm | #
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ooh.. tem um arrasta pé bem ali. tu vai com o teu de trancinha que eu vou com o meu de oncinha. chique no último! saudades :*
lôra porto |
08.02.06 - 8:05 pm | #
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Ficaram prontos, os dias?
Vanessa |
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08.03.06 - 11:10 am | #
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oh, pequena, essa teia dói, eu sei, mas é linda. e é já que tu chega.
beijos cheios da saudade que não passa.
mariella |
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08.04.06 - 12:15 am | #
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eu vê a lua hoje, vê?
Mirella |
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08.04.06 - 10:47 am | #
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garooooooooota de deus!!! quêde tu, lua?
[tá ali deitadiha na rede e filiz!]
beijo e mando beijo de longe,
daqui do cratim.
chego já.
candie |
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08.04.06 - 12:52 pm | #
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povo sumido, barão.
diana |
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08.04.06 - 4:47 pm | #
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Oi! Venho aqui há um tempo ler seu blog e agora decidi fazer o meu. Coloquei um link do seu lá, tem problema?
Dê uma olhada no meu blog. Só não repare, a casa ainda não está em ordem já que é uma casa nova, mas já tem morador.
Um grande beijo!
Ísis |
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08.08.06 - 2:21 am | #
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O INFERNO
Quando somos crianças, o inferno não é outra coisa senão o nome do diabo posto na boca de nossos pais. Depois, essa noção se complica, e então reviramos no leito, nas intermináveis noites da adolescência, tratando de apagar as chamas que nos queimam – as chamas da imaginação! Mais tarde, quando já não nos olhamos nos espelhos porque nossos rostos comecam a se parecer com o do diabo, a noção do inferno resolve-se em um temor intelectual, de maneira que, para escapar a tanta angústia, nos pomos a descrevê-lo. Já na velhice, o inferno se encontra tão à mão que o aceitamos como um mal necessário, e até deixamos ver nossa ansiedade por sofrê-lo. Mais tarde ainda (e agora, sim, estamos em suas chamas), enquanto queimamos, começamos a entrever que talvez poderíamos nos aclimatar. Passados mil anos, um diabo nos pergunta com cara circunspeta se sofremos ainda. Respondemos que a parte da rotina é muito pior que a parte do sofrimento. Por fim chega o dia em que poderíamos abandonar o inferno, mas energicamente rechaçamos tal oferecimento, pois quem renuncia a um costume querido?
Virgílio Piñera , Cuentos Frios, ed.Iluminuras, 1991.
( aldir brasil)
aldir brasil jr |
08.08.06 - 12:48 pm | #
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