se funcionarem já não é nada mau

Gravatar a catasfiore nao te dizia nada? hum ...

(a comanche independente? arrasada pelo red dust, qual menina de Tara)

(As pitas abandonadas pelo Alix sao um monumento heroico, perdao, erotico)

ja percebi que recebeste mal o pratt, mais o buddy longway e etc, na grande polemica que abalou os alicerces do tintin - havia uma balzaquiana pos-nuclear no simon du fleuve que nao ia mal (lamento mas a minha coleccao COMPLETA do tintin esta noutro continente, nao posso consultar) - mas esse teu conservadorismo refuta a Esmeralda de corto, mais a pandora, mais ....

tanguy et laverdure tinham uma enfermeira missionaria, loura e fragil, apaixonada claro, morta em combate, que ainda hoje choro

e, e, e...

(mas a catasfiore, essa sim, imortal. e ate ressuscitada em ecrans actuais, nao?)


Gravatar posso colocar o teu blog nos links lá da minha barraca?


Gravatar grande heroína, sim senhora...


Gravatar Na Banda Desenhada francófona, rareavam as heroínas. No entanto, a acompanhar os heróis sempre houveram senhoras.

A Castafiore já foi referida.
Há ainda ume velhota - Prudence Petitpas, duas heroínas, a hospedeira de vôo Natasha, e a Yoko Tsuno (esta julgo que foi publicada no Spirou e nunca apareceu no Tintin). Há a musa inspiradora de Obélix (Falballa). Há algumas figuras femininas no Lucky Luke (Calamity Jane, Mã Dalton, por exemplo). Há uma também nessa BD de eleição (e de gaijo, há que dizê-lo), que é o Tenente Blueberry, onde aparece muitas vezes a xôra Dona Chihuahua Pearl e ainda a Guffie Palmer. Há a governanta do xôr Clifton. Há a mulher do Xerife de Nothingham. Há mulheres profundamente estéreis e apagadissimas nas aventuras de Michel Vailant. Corto Maltese sempre teve figuras femininas com cóçidade, por exemplo.

Como nota final, e como eu também cresci a ler essas coisas, que ía pedindo emprestadas a um vizinho meu (nunca coleccionei os volumes semestrais que existiam), descobri há bem pouco tempo que num sistema de partilha de ficheiros, que tem 5 letras, começa por "e", termina por "e" e no meio, perfeitamente ao acaso tem as letras "mul", há ficheiros com todos os albuns de quase toda a Banda Desenhada Francófona. Obviamente que já os tenho no meu PC e tenho passado algum tempo ultimamente a ler inclusivé, certos albuns que não passaram no Tintin.

Bem catita, ou então somente deprimente e saudosista.


Gravatar eu era mais Mafalda, minha guia espiritual na época :p


Gravatar bem, no galo-eros a falbala não vale um caracol comparada com a mulher do agecanonix (?). a chinook de buddy longway é o arquétipo da companhia desejada. e no lucky luke prefiro o jolly jumper, confesso.

uma das coisas porreiras da bd de então era ser coisa de homens, depois vieram os desvarios semiológico-gender, a dar cabo daquilo

(existiam ao tempo tres coleccoes engraçadissimas - apache, combate e pop. para atrevimentos curvilineos era consultar a colecção pop, indigna de ler pois coisa de miudas.)


Gravatar Também cresci envolvido nesse mundo infinito a duas dimensões. Tão reais eram as personagens e situações que muitas vezes me apeteceu desenhar-me junto a eles mergulhando num quadradinho.
E por falar na anafada e lírica cantora que estava em digressão por todo o mundo e que por estranhos sortilégios se cruzava nos destinos de Tintim, não podemos esquecer o incontornavel Haddock mais a sua garrita e a sua incorrigivel linguagem....&@%7*"@X(..%O(--*«, assim como o Português Oliveira da Figueira...




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