...
esperança
e tragédia
marcas
que não se apagam
fincam presença
e ausência.
Ontem, hoje, sempre.

Beijãozinho. Amor. Carinho. Gratidão.
Afilhada.


Fico me perguntando o qto nós, os filhos, contribuimos pra que a mãe deixasse de ser acolhedora. Eu acho que em muito!
Os Josés de Cocal e tantos outros Josés que hoje estão abandonados - em qualquer sentido - merecem nossa solidariedade e o nosso grito.
O seu está belo e sensibiliza pra caramba, viu?
Beijocas


Gravatar falvi! falvi!


Gravatar putz, delita...
fiquei sem voz.
sabe que essa tragédia aconteceu aqui no meu quintal, né? tô de volta ao Piauí. Vai no blog pra tu ver onde "estão me levando..."
bj e carinho.
p.s.: me dá notícia da Loba! onde a encontro aqui na blogosfera?




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