ao longe os barcos de flores

"E ferido o amor no cérebro, e ferido no coração, como pode viver?" (Pe. António Vieira, Sermão do Mandato, 1643)

Querida Amélia
Já aqui lhe tinha dito como gosto de alguns dos Sermões de Vieira. Obrigada por o trazer de novo à nossa companhia!
Beijo


Texto como os de Vieira são como uma pausa nessa vertigem veloz em que se vive, como um passeio na madrugada pelo campo - um repouso para o espírito e o coração.
Saudade de você. Beijo.


Vieira sempre me faz pensar,
quando não co-move.Beijo,
Carmen




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