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Afinal é mesmo parvo!
sara monteiro |
12.05.05 - 6:19 pm | #
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pa, espero que este posted tenha sido a brincar...mesmo partindo desse principio não teve piada...open your mind...é o unico conselho que te posso dar...
Anonymous |
12.05.05 - 7:23 pm | #
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Eu cá acho que a da nanny teve muita piada.
"Open your mind" é boa ideia. A minha primeira pista é assim: se o Estado tem de pagar as contas da burrice, então a burrice devia pagar imposto...
(era piada, um dois três, façam o favor de rir agora)
Ah, e o Ministério dos Negócios Estrangeiros devia facultar aos cidadãos portugueses a tradução do que vem escrito nos copos de café do McDonald's, aquela frase "atenção, o café pode estar quente". (...um dois três...)
Esta lembra-me um caso que aconteceu nos EUA, penso que no ano passado: um tipo conduziu um camião sem reparar que tinha uma corrente a arrastar pelo chão, que ia fazendo faíscas. O resultado foi um incêndio descomunal, e os donos das casas que arderam a exigir indemnizações, por não terem culpa da burrice alheia...
Helena |
Homepage |
12.05.05 - 8:47 pm | #
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Agora a sério, por causa deste último parágrafo da Helena e da nossa própria responsabilidade. Isso asusta-me. Passou-se de um extremo em que tudo era acidente e ninguém tinha culpa de nada para o oposto: somos responsáveis até pelas coisas que desconhecemos.
Aqui há uns tempos entrei em parafuso: e se um vaso cair da minha varanda em cima da cabeça de alguém e a deixar paraplégica para o resto da vida? E se for um bocado da minha varanda a cair? E se qualquer coisa que eu não tiver previsto, acontecer? etc, por aí fora. Resultado: fui a correr fazer um seguro caríssimo, tenho até seguradas coisas que não tenho, como quadros e jóias. A voz dizia: " e não quer isto?" E eu respondia: "sim, ponha".
Depois passou-me, foi num Verão muito quente, mas de vez em quando ao ler histórias destas, arrepio-me. E se...
sara monteiro |
12.05.05 - 10:18 pm | #
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Caro Lutz,
Subescrevo e penso que deve "vender" a sua ideia ao MNE.
Já agora as agências de viagem devem informar os passageiros que é proibido matar nos paises para os quais viajamos.
E a pobreza da "conferência de imprensa " ( ??) do Sr. Ivo ferreira no aeroporto de Lisboa ? Nem um agradecimento às autoridades diplomáticas nem um pedido de desculpa !!!
Só me lembrei do Obikwelu quando pediu desculpa aos portugueses por não ter conseguido uma medalha nos 200 m em Atenas.
serão diferenças de carácter ?
Cumprimentos
António P. |
12.05.05 - 10:55 pm | #
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António P.
Há quanto tempo não me cruzava consigo! Será que ainda estamos zangados? 
sara monteiro |
12.05.05 - 11:12 pm | #
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Viva Sara,
Zangado ?? Se assim foi ainda... bem pois só me zango com amigos!
Cumprimentos
António P. |
12.05.05 - 11:30 pm | #
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Fico contente, então! 
Cumprimentos para si também.
sara monteiro |
12.05.05 - 11:46 pm | #
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Sara,
se bem entendi, na Alemanha é obrigatório fazer um seguro para vasos que caem de varandas e outras eventualidades do género (como partir um copo caríssimo na festa dos amigos - este já nos deu jeito algumas vezes).
Se cai um vaso da sua varanda e uma pessoa fica paraplégica para o resto da vida, como ficamos? A Sara diz "olhe, desculpe, não foi por mal" e o outro responde "não tem importância, deixe lá, a minha nora adora dar-me a comida na boca e mudar-me as fraldas, até largou o emprego e tudo para poder tratar de mim".
Estamos a falar de filosofia do Direito - o melhor é ir perguntar ao bloguista Vital Moreira...
Lembra-se de uma história de europeus feitos reféns no Sahara? Na altura discutiu-se que o MNE alemão devia dizer categoricamente: quem decidir fazer turismo nessas regiões é obrigado a pagar do seu bolso todas as eventuais despesas que provocarem ao Estado. E é lógico: ninguém os manda fazer férias em regiões de risco, ou ter comportamentos de risco nessas regiões.
Não é só o Ivo. Aqui houve um processo de uma família, vítima de um ataque terrorista (na Tunísia, se bem me lembro), que exigia uma indemnização da agência de viagens, que não os alertou para o perigo fundamentalista...
Também há o caso inverso: em 1993 desistimos de uma viagem com o transsiberiano numa altura em que a União Soviética (ou seria já a Russia?) entrou em profundas convulsões políticas. A agência de viagens queria que nós pagássemos a viagem, alegando que o MNE não desaconselhava a viagem àquela região. O tribunal deu-nos razão (e como não? No dia em que estava previsto chegarmos a Moscovo houve um banho de sangue nas ruas da cidade).
Helena |
Homepage |
13.05.05 - 7:27 am | #
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Cara Sara:
Uma licao sobre risco.
Este e composto pelo impacto e probabilidade, normalmente graduados entre 1 e 3 (1 baixo, 3 alto, 2 quando nao encaixa nas outras duas) multiplica um pelo outro, habitualmente resultados de 4 para cima necessitam de ser resolvidos mas se voce for maniaca da seguranca pode baixar o limiar.
Para se lidar com risco usa-se a estrategia TRAP: Terminate, Reduce, Acomodate ou Pass on.
Terminate: eliminar a fonte de risco (ex. deixe de ter vasos na varanda)
Reduce: Reduzir o impacto e ou a probabilidade.
Acomodate: Quando nada de razoavel pode ser feito, sao os chamados marcadores de risco. Tera de adaptar o seu negocio ou vida ao risco em questao.
Pass-on: em bom portugues passar a batata quente a outro. (ex. tipico: o "outsourcing" tao em voga, pagamos aos outros para fazerem as coisas bem).
Highlander |
13.05.05 - 8:44 am | #
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Uma nota muito importante. Antes de analisar o risco e necessario defenilo correctamente. Uma definicao deve ser uma causa e efeito que nao inclui nem probabilidade ou impacto. Ou seja:
"O risco de um vaso da minha varanda cair em cima de um transeunte na rua causando a sua morte."
Repare que nao estou a referir a probabilidade de isso suceder (sera feito depois) a morte em si nao e um impacto so o sera se lhe causar dano a si.
Highlander |
13.05.05 - 9:11 am | #
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Hihhlander, Helena,
O vaso foi um exemplo infeliz, porque de facto não tenho vasos na minha varanda em perigo de cair, logo eu!
Imagine que eu dou um jantar em minha casa e que, as ostras(?) a lata do feijão(?) estão estragadas, Cinquentas pessoas vão para o hospital, duas morrem, a família pede indemnizações. Acho que não tenho seguro para isso. A responsabilidade é de quem? Já nada fica entregue ao acaso. Onde anda Deus? 
Helena, essa do copo é boa: é o que eu digo! (Também não tenho seguro para uam eventualidade dessas)
Uma amiga minha não viaja para países onde haja pena de morte, por exemplo. Diz que nunca sabe o que pode acontecer e , nese caso a resposabilidade de ser condenada à morte seria dela. Pela estupidez de ter querido pisar tal solo.
E por aí fora...
sara monteiro |
13.05.05 - 10:11 am | #
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Estou completamente de acordo com o Lutz. Cada vez as pessoas são mais desresponsabilizadas dos seus actos.
O MNE fez muito bem em ter ido salvar o "jovem" ( com 30 anos)daquela Terra sem Leis.A sua libertação prova a caracteristica do país (se chega a ser isso..).Mas ele deve pagar todas as despesas.
Já agora : os tipos que se atiram ao mar com bandeira vermelha, e depois o socorrista com risco de vida vai salvá-lo ?
a)acho que o socorrista não se devia meter á água,
b)se for e salvar o tipo, este devia ser condenado a pagar o salvamento e talvez uns dias de cadeia não lhe fizessem mal á recordação.
C. Indico |
13.05.05 - 10:33 am | #
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Helena,
Voltando à vaca fria: essa do copo é extraordinária! É caso para perguntar: a responsabilidade é de quem lhe escorrega o copo das mãos, ou dos donos da casa que põem nas mãos de terceiros bens caríssimos, que eventualmente eles não podem pagar?
sara monteiro |
13.05.05 - 11:47 am | #
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E eu percebo alguma coisa de Direito?!...
Só sei que tenho um seguro (obrigatório) para impedir que outros sofram prejuízos por minha causa, que me deixa pegar descansada num copo, sem pensar primeiro quanto custa...
Não é caro.
Também não me dava jeito que os amigos escondessem as coisas valiosas antes de eu entrar na casa deles, já imaginou o tapete Arraiolos enrolado e escondido, a mesa da cozinha na sala e a da sala debaixo da cama?
Ah, mas tem de ser um copo alheio. Se partir um copo meu, o seguro não paga.
Aqui há milhentos seguros contra toda e qualquer eventualidade.
Vamos comprar agora uma casa que tem, entre outros, seguros contra incêndios, inundações... e graffiti. Hehehehe.
Helena |
Homepage |
13.05.05 - 1:23 pm | #
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Sara,
vou averiguar se o seguro também cobre ostras estragadas, e depois vejo se aceitam o seu caso, em Portugal... 
Helena |
Homepage |
13.05.05 - 1:25 pm | #
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res perit domino - o dono do copo é quem fica a suportar o dano;
só não é assim se:
a) os convivas partiram voluntariamente o copo;
b) os convivas partiram o copo com uma falta de cuidado inaceitável;
c) os convivas estavam a fazer uma demonstração das habilidades do seu cão no meio da sala de jantar por puro exibicionismo ...
claro que pode sempre dizer-se que se o copo se partir, deve ser a comunidade, solidária, a suportar o prejuízo (através de colecta, mecanismo pré-estabelecido ou ... MNE eh eh)- e isto quer tenha havido, ou não, intervenção de alguém no acidente
ou, numa sociedade não tão solidária, mas razoavelmente atenta aos dissabores de cada um, pode impor-se que cada um tenha obrigatoriamente seguro para, à cabeça, amortecer estes azares da vida... - com ou sem repercussão sobre eventuais causadores
concordo inteiramente com o post do Lutz
e, já agora, não são só os alpinistas estúpidos nos Alpes que devem suportar as despesas de salvamento (não devendo, obviamente, as acções de salvamento depender dos seus meios para suportar essas despesas): também em Portugal devemos pagar aos bombeiros cada vez que nos socorremos deles para resolver situações que estupida ou negligentemente provocámos, tal como fechar a porta de casa deixando lá dentro as chaves
é a consequência directa de NÃO termos estabelecido que a solidariedade da comunidade é o modo-regra de ultrapassar QUALQUER "desconforto"
podemos - e devemos, na minha opinião - estabelecer que, no caso de certos "azares" com expressão não puramente patrimonial, a comunidade assegura, sem o fazer depender de mais nada, uma intervenção benfazeja e logo se vê, depois, quem fica a suportar os custos
um consumidor de haxixe sensato há-de fazer ideia de se esse consumo é ou não permitido nos países para onde se desloca; e se não sabe, que pergunte
houve nesta estória toda uma sugestão de conflito entre o mundo "iluminado" (europeu urbano cosmopolita bla bla) e o mundo "das trevas" (esess países, coitados, menos bla bla bla que o nosso) que não me agradou; muito à la bush...
hiparchia |
13.05.05 - 1:48 pm | #
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Tenho uma certa pena que esse levíssimo Ivo não tivesse sido apanhado ele e mais a sua ganza em Singapura, ou na Malásia, ou na Arábia Saudita, ou mesmo na China. Aí sim, ele teria o tempo necessário para quando e se fosse solto, exprimir uma verdadeira gratidão pelos que se ocuparam desse "nobre menino que ajudámos a criar".
Isto é a irresponsabilidade libertária no seu esplendor...
Pegando na boa ideia do Lutz, havia de se fazer uma petição para o MNE cobrar ao Ivo, ou mais previsivelmente, à sua família,os honorários e custas dos bons serviços prestados.
josé |
Homepage |
13.05.05 - 1:54 pm | #
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Concordo inteiramente com o Lutz. Só faltava o Ivo dizer que a culpa foi do estado!
O Ivo até deve ser um gajo fixe, uma boa companhia para dar umas passas. Agora, isso não o livra de ser um idiota. Um pouco de humildade não lhe ficava mal: perante o Estado português, que melhor ou pior livrou-o da cadeia, e perante a comunicação social, que com mais ou menos "telenovela venezuelana" fez pressão para que o seu caso não esmorecesse na opinião pública.
Ao Ivo, só ficava bem reconhecer o disparate que cometeu (ah, e não me incomoda nada que ele tenha fumado haxixe) e agradecer todo o apoio que teve. Se não tem humildade, pelo menos fineza no trato não é demais exigir. E eu também assinei a petição, e não me arrependo de o ter feito (mesmo por um idiota português a fumar haxe no médio oriente).
Daniel |
Homepage |
13.05.05 - 2:23 pm | #
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Hiparchia:
Quero realçar uma frase no seu excelente comentário, que acho importante, porque explica onde você - e eu - vê o límite entre solidariedade e responsabilidade:
«...não são só os alpinistas estúpidos nos Alpes que devem suportar as despesas de salvamento (não devendo, obviamente, as acções de salvamento depender dos seus meios para suportar essas despesas)...»
Em relação ao seu último parágrafo: Também senti isso e exprimí-lo neste post.
Lutz |
Homepage |
13.05.05 - 2:24 pm | #
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Que fique bem claro que eu não estou a defender o Ivo, aliás reafirmo o meu primeiro comentáro: é parvo e pronto! O que me incomoda é o resto.
sara monteiro |
13.05.05 - 2:46 pm | #
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Helena,
O meu caso não se reduz às ostras, latas de feijão ou outras latas( que podem ser altamente perigosas). Tenho um volume de 500 páginas que lhe posso entregar, ou ao Highlander. 
sara monteiro |
13.05.05 - 3:30 pm | #
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Um exemplo simplório: no Ano Novo, um tio meu, em casa da minha mãe, ao abrir a garrafa de champagne não calculou bem (que negligência!) a trajectória da rolha, que disparou para cima do candeeiro murano, deixando-o em cacos. Este é apenas um dos casos do 500.000. Seguro contra graffiti? Haja imaginação!
sara monteiro |
13.05.05 - 3:38 pm | #
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Sara,
diga ao seu tio que o meu seguro paga o candeeiro! 
Mas se ele partir demasiadas coisas, aumentam-lhe o preço - ele que veja quais são os casos em que prefere pagar do próprio bolso.
Helena |
Homepage |
13.05.05 - 4:27 pm | #
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Helena,
A questão é outra. O candeeiro continua pendurado no tecto da sala, todo partido. Cada vez que lá alguém entra e comenta, conta-se a história, e de cada vez que se conta, acrescenta-se algum pormenor. Vou mesmo ao ponto de pensar que se inventa, porque de cada vez que a oiço é mais divertida. Ninguém quer um candeeiro novo, porque é uma coisa que vai dar trabalho e custar dinheiro (como não há seguros não se sabe a quem). E ninguém tem paciência para o trocar. Estou a falar de pessoas com setenta anos, do tempo em que as coisas não eram facilmente substituíveis.
sara monteiro |
13.05.05 - 4:42 pm | #
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lutz,
nem imaginas a satisfação que me deste com o teu comentário ao meu comentário - confirmando que não é a amizade mas sim a força muito mais volátil da razão o que faz com que tantas vezes converjamos um com o outro, o que, por sua vez, dá ainda mais significado à amizade
(tu-sabes-quem!)
hiparchia |
13.05.05 - 4:45 pm | #
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Sara,
tem razão - são várias questões.
Estou a ver que nas suas 500 páginas há um capítulo chamado "prejuízos de estimação". Nós temos um desses, uma mancha no sofá amarelo, do dia em que a nossa filha resolveu pintar lá um imenso girassol (o seguro não paga, e nós agora rimo-nos).
Esta conversa sobre copos partidos e quem paga evidencia sobretudo a diferença de mentalidade entre as culturas alemã e portuguesa. Enquanto uma procura segurar tudo, a outra acha que "logo se vê".
Prefiro a leveza portuguesa (enquanto não acontecer uma desgraça...)
Helena |
Homepage |
13.05.05 - 5:23 pm | #
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hiparchia:
agora sei. 
Lutz |
Homepage |
13.05.05 - 5:46 pm | #
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Helena,
É verdade, é sobretudo uam diferença de mentalidades.
Nós, só há bem pouco tempo, é que começámos a perguntar de quem era a responsabilidade, porque até aí não era de ninguém: era do tempo, era Deus que queria, era o azar, e já estava. Conformávamo-nos. Também era esquisito. Mas também é esquisito o contrário. E não são só os alemães. No outro dia, falando com um amigo que vive em França, até me irritei. Se calhar, era porque porque estava a sentir que o meu segurozito que até cobre coisas que eu não tenho, ainda só vai nas primeiras páginas do meu livro... 
sara monteiro |
13.05.05 - 6:11 pm | #
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hiparchia: acho-que-sei-quem-és!
sara monteiro |
13.05.05 - 6:14 pm | #
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A burrice do Ivo Ferreira já tinha sido suficiente. Presentear-nos com aqueles comentários imbecis, foi demasiado. O homem precisa mesmo de uma nanny
NUNO FERREIRA |
Homepage |
13.05.05 - 6:19 pm | #
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Ainda sobre o Ivo Ferreira ler "O Desespero do Artista", no Semiramis.
sara monteiro |
14.05.05 - 11:54 am | #
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