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permita-me que recomende a leitura das seguintes postas do José na GLQL
http://grandelojadoqueijolimiano...no-
abrupto.html
http://grandelojadoqueijolimiano...-nos-
blogs.html
am |
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21.04.06 - 3:30 pm | #
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Muito bem, Lutz. O Pacheco Pereira parece ter o vício de aplicar aos outros uma infinidade de julgamentos morais que nunca estende a si próprio. Lembra-me sempre os bons velhos tempos da inquisição. Mas até um inquisidor, em princípio, procurava obedecer a Deus, e não apenas ao seu alto critério individual.
Luis m. Jorge |
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21.04.06 - 6:30 pm | #
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Caro Lutz.
Não é ao contrário do Luís. É no mesmo sentido porque o meu texto tem exactamente essa carga. É escrito com o meu estilo de gozo, mas parece-me claro.
Agora sem estar a gozar. O JPP não me indigna por escrever seja o que for. Nem aqui, nem no Público.
Aliás para ser ainda mais claro.
O JPP não tem capacidade para me indignar. Ponto final.
Um abraço, Lutz.
LNT |
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21.04.06 - 6:33 pm | #
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O gajo tem a mania que é CULTO, que Portugal sem ele é uma Coisa amorfa. Há que termos paciência com gente desta,aliás pessoalmente parece manso.
Recordo um conselho de Millor Fernandes: uma pessoa é a razão entre o que é, e aquilo que pensa que é.
Um nickeiro.
Carlos Indico |
21.04.06 - 7:14 pm | #
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Luís, peço desculpa por não o ter compreendido à primeira. Abraço.
Lutz |
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21.04.06 - 7:32 pm | #
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Obrigado pela sua simpatia.
Beijos
Sabine |
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21.04.06 - 11:39 pm | #
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"Deu o corpo ao manifesto" ao elencar nomes de comentaristas. Caí o Carmo e a Trindade (e também a sta engrácia) pois todos gostamos de um ou outro dos elencados. E depois critica-se o facto de que "fulano" não é o que ele disse. Fragilizou a competência do argumento assim. Mais nada. Peço desculpa, eu recordo 4 dos nicks que ele referiu e que lembro ter cruzado por aí(euroliberal, sarney, anti-comuna, acho que habituais no blasfémias dos tempos em que o miranda ainda não dizia que os soldados nazis tinham combatido pela democracia na europa, ou seja quando eu ainda lia com atenção o blog; e a zazie, claro). Honestamente, se conheço o blog da zazie e o acho óptimo e a acho uma grande espalha-brasas nos comentários (ainda que às vezes a ache exagerada e até chata), acho os outros completamente transviados. Agora se lhes conhecesse blogs (se calhar têm) se calhar acharia outra coisa. Mas do que lhes leio (lia) nem vou aos links deles, aquilo é inenarrável. Visto a pele do troglodita constante e depois queixo-me que me dizem "eh, seu troglodita?".E nós, que achamos absurdo os comentários, como é o jpp que escreve que são absurdos os absurdos dizemos que é o jpp o absurdo?
Há uma coisa que não percebo em ti. Se falarem nos jornais de quadros técnicos oriundos da ue imigrados em portugal nos jornais tu achas inadmissível? achas que não se pode falar de ti e do teu "grupo" (em sentido descritivo, não orgânico) no jornal porque tu não tens acesso ao mesmo jornal? se opinarem que os arquitectos portugueses são bons e não é preciso estrangeiros tu achas inadmissível terem dito isso no jornal porque tu naõ tens acesso? ou porque naõ concordas? A questão é o acesso ao jornal? [friso o relativo paralelismo que encontro, tu imigraste para a minha terra, eu imigrei noutra - o que se digo de ti serve para mim.]
Ontem houve um encontro de bloguistas no palácio de galveias. Se alguém lá tiver dito que o jpt é um chato eu protesto porque não tenho acesso (Ainda para mais retrospectivo) ao palácio de galveias (ninguém me convidou, mais que naõ seja)? [atenção, um encontro de bloguistas não é bloguismo] - e se tiverem dito que o QeP é chato também?
Eu peço desculpa mas acho muito fraco. Se alguém escrever num jornal qualquer, ou noutro media qualquer, que o ma-schamba (e o seu bloguista) é maluco por isto e aquilo eu posso entender responder ou não. Se me recusarem a resposta posso protestar. Mas é o que faltava fazer fronteiras entre meios. É tão legítimo (o que não quer dizer acertado) dizer mal de algo do bloguismo no jornal como dizer bem [em termos gerais ou individuais]. Ou zangas-te quando há um destaque no dn (é lá que há, não é?) a um blog? Ou achas que há legitimidade para dizer bem mas não para dizer mal? Que raciocínio é este? Escrevo literalmente o meu raciocínio: "que raio de raciocínio é este"?
jpt |
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22.04.06 - 2:11 pm | #
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Depois há outra coisa. O jpp escreve de alguém que é meio louco. Esse alguém que responda se quiser. Se for o sr. Arquitecto Bruckelmann, personagem benquista na comunidade, o jornal muito provavelmente põe a tua carta. Se for o dr. Pimentel Teixeira, até imigrado nas àfricas, idem (idem no muito provavelmente). E se não o fizerem nós protestamos e, pelo menos essa recusa minimiza (ou anula) o efeito das críticas. [releio isto e já sei que vão gozar com os títulos, mas é assim que isso aí funciona. mas se for o senhor José Silva o argumento coloca-se na mesma].
Mas se o correspondente (até aí visado) for o "hans" ou o "gestapo" ou o "checkpoint charlie" ou o "velho colono" "angola é nossa" ou "mpla" a credibilidade é muito menor. E aí o tal acesso é muito mais difícil. Aqui está a diferença entre assinar ou naõ. Opinar em público (o bloguismo não é a esfera do privado é algo da do público, aidna que haja gente que não o queira (ou possa) perceber) sem nome não é só desmerecedor. É, e vê-se agora, desvalorizador. Tu se fosses director de jornal davas crédito a uma carta indignada de um "troglodita sanguinário" a protestar com o JPP (ou outro) que dissera que alguém que assina assim e diz o que diz deve ser meio maluco? Quem não assina não tem tanto acesso aos media? Pois ...
Li, de elo em elo, um visado (não lembro qual) que gemia "se pessoa e sand tinham direito a pseudónimo eu também". Pois, é porreiro ser sand e pessoa em casa, ainda que enfim .... Pois, mas já agora, estamos no domínio de se saber quem é o dono do pseudónimo ou não? E, muito mais do que isso, estamos no domínio do pseudónimo (ou heterónimo, já agora) para criar ou para andar a dizer que o socrates ou o barroso ou o jpp ou o cavaco ou o lutz ou o fjv são uns escroques, uns fdps?
jpt |
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22.04.06 - 2:28 pm | #
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o terceiro longo comentário não entrou e perdeu-se. paciência. tinha alguns defeitos e pelo menos uma qualidade. Estava assinado. E queria insistir na recusa dos rodriguinhos diante da maluquice cobarde alheia
jpt |
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22.04.06 - 2:47 pm | #
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Eu nao concordo com o jpt, mas nao estou surpreendida com a sua opiniao. Tal como o jpp, o jpt gosta de se armar ao educador e disciplinador.
Eu prefiro o viver e deixa viver. Na blogosfera há espaço e é fácil fazermos finta ao que nao gostamos. Chateia-nos os anónimos? Nao falamos com eles. Chateia-nos blogues em que se faz a apologia do neo-liberalismo? Nao vamos lá. Chateia-nos estar a discutir com a Zazie? Diz-se boas tardes e desliga-se a net. Pra quê os sermoes a cada virar de esquina? Mas, enfim, fazer fintas a sermoes tb é possivel.
Penso que é uma asneira querer normalizar, formatar a blogosfera. Cada um deve ter a liberdade de ser anónimo, ter nick, por o nome escarrapachado até aos tetravos, ter caixa de comentários, nao ter. Depois cada um serpenteia e dita o que quer para o seu blogue e com quem quer falar. Será assim tao dificil? Porque uma das vantagens da blogosfera é esta facilidade de escolher. Quando estou cara a cara a discutir um assunto c/ alguem, tenho mesmo de aturar um prepotente idiota, talvez seja dificil ignora-lo, mas aqui?
Gabriela |
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22.04.06 - 5:50 pm | #
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O mal nem está em o jpp escrever sobre os comentaristas. Eu quando soube da crónica, soube-a por segundos, e levei o assunto: oh pronto lá está o jpp, enfim se anima as hostes... Mas quando li o texto achei-o asqueroso. Se alguém escreve no jornal uma crónica sobre arquitectos estrangeiros em Portugal e diz que eles sao uns doentes mentais e poe no mesmo texto o caso do arquitecto esloveno que usou os desenhos de projecto para sufocar a senhora de limpeza que lhe foi limpar o atelier... Espera aí, que merda é esta?
Gabriela |
Homepage |
22.04.06 - 6:00 pm | #
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Mas a piada das piadas das piadas é que o jpp fala dos parasitas que escrevem dos textos alheios e ele, ele, ele tem um blogue que parasita os outros. O blogue dele é basicamente fotografias e opinioes alheias. Até onde a hipocrisia?
Gabriela |
Homepage |
22.04.06 - 6:05 pm | #
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Eu penso que a opiniao e o respeito que alguem merece ter na blogosfera nao diminui com o facto de ter nick ou n. É uma questao de se conhecer a pessoa. Eu tenho quase um ano de blogosfera e eu já conheço alguns e valorizo e desvalorizo a opiniao de uns e outros, pelo que já disseram, pelo que já discutimos, etc e tal.
Exigir que a blogosfera seja como o resto é para mim uma forma de a desvirtuar.
Gabriela |
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22.04.06 - 6:10 pm | #
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Anónimos, que se exprimem onde e como querem, ofenderem-se porque são citados, é no minimo paradoxal, não acham?
Helena
helena |
22.04.06 - 7:17 pm | #
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http://kropotkine.blogspot.com/2...os-
annimos.html
MP-S |
22.04.06 - 7:18 pm | #
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há gente tão mongo que imagina que pelo simples facto de ler um nome viável: tipo "José Marmeleiro" ou "Helena de Auschwitz" eles existem de facto com esse nome e a sua identidade é acompanhada de BI, morada e telefone.
Não lhes passa pela cabeça que um josé ou um anti-comuna ou uma zazie, uma Sabine, etc, sejam reconhecidas nos seus locais de trabalho, nas suas relações públicas apenas porque não usam publicamente no meio desta corja toda, um desses nomes "viáveis" com apelido viável para quem imagina tudo à escala da sua aldeiazinha.
Entre entre milhões de pessoas que circulam na net estas aves raras e de QI a rebentar as costuras, acreditam que podem reconhecer um parceiro idóneo, apenas porque assina com nome tuga e apelido tuga- entre os milhões de possibilidades dos mesmos.
E apenas por este facto, baixam-se a 4 e repetem os zurros do burro-mor. E pior ainda, olham de soslaio para os devassados na praça pública como se fossem gente menor que eles.
Bem podem limpar as mãos à parede e andar aos saltinhos atrás que não passam do que são: uns pategos de capoeira.
Zazie |
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22.04.06 - 7:37 pm | #
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e se até aqui não estava para dar o meu nome a quem não tinha grande confiança, porque assédio por mail e até público já tive de sobra, agora é que nmuito menos.
Antes o JPP a fazer figura de palhaço escrevendo estas merdas no jornal que dar azo a que estas porteiras me venham cheirar à porta.
Distância, distância é o que mais quero de poltranices armadas ao pingarelho.
Zazie |
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22.04.06 - 7:41 pm | #
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já agora: tive conhecimento desta "crónica da merdaleja" no meu local de trabalho, quando me informaram que vinha no jornal.
A coisa é tão merdosa que só mesmo merdosos idênticos ainda podem achar que há um pingo de dignidade nela.
Zazie |
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22.04.06 - 7:48 pm | #
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Helena,
eu nao fui citada, mas quando li o texto do JPP fiquei chocada. Coisa mais ácida, azeda, mesquinha há muito que nao lia.
Ainda que ele tivesse razao, perdeu-a com aquele opúsculo.
Ele nao deu o corpo ao manifesto, ele deu o corpo à mesquinhez.
Nao estou em defesa de ninguem em particular. Estou em defesa de uma certa correcçao. Aqueles nicks têm pessoas por trás e nem todos andam por aí aos saltos a insultar. Além disso, o jpp até nem é o insulto que o incomoda. É que as pessoas usem as caixas para desejarem-se boas festas e juntarem-se.
Estou a começar a antipatizar profundamente com o homem.
Gabriela |
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22.04.06 - 7:59 pm | #
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até digo mais: quem me informou da crónica da merdaleja foi o meu patrão.
O que vale é que é um Senhor, aos calacanhares do qual nem um JPP chega, quanto mais estas Helenas de Ausschwitz ou estes Josés Africanders
Zazie |
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22.04.06 - 8:03 pm | #
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Há bloguistas um pouco contundentes demais, é verdade, mas é assim tao tenebroso?
Zazie!
Gabriela |
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22.04.06 - 8:03 pm | #
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Mein Gott. 
Gabriela |
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22.04.06 - 8:04 pm | #
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vou indo, não chateio mais. Caso contrário o homem ainda é obrigado a fazer um seriado. Era giro: todas as semanas um crónica do grande educador a botar os nicks ordinários no Público. Como são tantos talvez precisasse de colaboradores. E, pelos vistos, alminhas dessas sabujas não faltam


Zazie |
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22.04.06 - 8:10 pm | #
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O Far West da Rede
foi esta expressão que mais me agradou, que eu sou do tempo dos cow boys e índios 
cbs |
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22.04.06 - 8:11 pm | #
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e como em todos as histórias de cowboys há sempre um Rantanplan de serviço; um empata para a ajudar o xerife e uma beatona com medo que desencaminhem todos no bordel
Zazie |
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22.04.06 - 8:20 pm | #
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bem, peço desculpa por ter chamado corja nem sei bem a quem mas a verdade é que a blogosfera quando não andava atrás de vedetismos tinha muito mais piada.
Dantes colaborava-se nos blogues, faziam-se coisas bem engraçadas porque todos se achavam "colegas". E nunca ninguém veio para aqui achar que tinha a missão de lavar a honra de um político europeu ou de um Barroso. Acho mesmo que se alguém o dissesse o mais que podia era cair no ridículo.
Só faltaria descamisar-se peranto um insulto ao Bush ou quiçá ao Santana Lopes. Era coisa tacitamente aceite como caricata.
Vá-se lá saber como, o vedetismo ou os complexos ideológicos podem levar alguns entes a imaginarem-se em aldeias e terem de defender o chefe. Neste caso a faladura de um tipo que os trataria de igual modo a pontapé se para aí estiver virado.
Foi mesmo esta caricatura de bajulamento imbecil que me incomodou. E é pena. As pessoas até são interessantes e até se davam de forma bem mais saudável antes de julgarem que a "banda pode tocar para elas".
Zazie |
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22.04.06 - 9:13 pm | #
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Cada vez mais amiúde dá a impressão que o JPP lê as coisas pela rama e nem sempre presta atenção ao que diz. Como se ficasse contente e lesto logo ao esboçar de uma ideia. Esta frase do seu texto seria mais um caso: "No caso português, os comentadores não parecem ser muitos, embora a profusão de pseudónimos e nick names, dê uma imagem de multiplicidade [pergunto eu o que é que isto quer dizer, são poucos mas com profusão de nicks? como sabe?]. São, na sua esmagadora maioria, anónimos [são???], mas o sistema de nick names permite o reconhecimento mútuo de blogue para blogue [ah, então o JPP também...! e pela caladinha...]."
Ao contrário do JPP, tenho a impressão de que a presença dos comentadores com blogues é muito elevada e, mesmo que não seja quantitativamente a mais elevada, torna-se muito expressiva. A tal ponto que é mesmo a comunidade de bloggers comentando entre si aquilo que me parece fazer a aldeiazinha e o sistema do scratch my back, I'll scratch yours. Seja ou não usado o nome civil dos autores do blogue.
Para lá do tiro grosso que é juntar numa só fila os nomes que elenca, que a querer fazer-se a classificação da "fauna" mostra uma incapacidade notável de diferenciação nas situações e nos comportamentos (que percorrem do mais espúrio ao mais correcto o estilo dos comentários), há uma desagradável sobranceria no modo como JPP fala dos comentadores, para . Mas, pergunto eu, os comentadores têm uma subcondição na blogosfera?! Um blogger tem uma cidadania mais inteira ou respeitável na blogosfera?! Que ridícula e narcisista convicção.
E o facto de serem anónimos, será tão relevante? A identificação por pseudónimo ou ortónimo não contribui, na minha opinião, para o que quer que seja de respeitabilidade de quem escreve, como autor do blogue ou como comentador. Pode-se usar um pseudónimo para actos de cobardia, claro. Também se pode usar o ortónimo para actos de fanfarronice ou para alimentar um ego carente de reconhecimento, ou simplesmente para avançar o primeiro sinal de que se é criatura de hábitos piedosos, ou apenas como passaporte seguro para o sistema da manteiga cruzada.
Por outro lado, o JPP não tem caixa de comentários e nunca me apercebi que ele deixasse comentários nos blogues que visita, que sim, parece que visita. Ocorre-me, por isso, que talvez seja de alargar a fauna que crê ter delimitado.
Acho que é de criar uma nova categoria, a do visitante silencioso, de que JPP, proponho, será visto como o primeiro e mais luzidio exemplar. Ele afinal lê os blogues dos outros (enfim, da Zazie e da Sabine parece que não, ou então é um sonso e não um mal informado), mesmo quando não vai lá identificado. Mas não comenta, ao que parece. E não admite comentários no seu blogue. Não necessitava de fazer nenhuma destas coisas para falar do que se passa nos comentários dos blogues, é certo. Não deixa é de ser isto um elemento na taxonomia do visitante viscoso.
E, para finalizar, há tantas incongruências no texto de JPP qu
Susana Bês |
Homepage |
22.04.06 - 9:41 pm | #
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CONTINUO:
E, para finalizar, há tantas incongruências no texto de JPP que me interrogo se ele queria mesmo escrever sobre comentários nos blogues - ou seria sobre blogues com comentários, ou seria sobre blogues? E era mesmo um artigo, ou um post abrupto, como geronte já um pouco cansado numa blogosfera cada vez mais viva?
Susana Bês
Anonymous |
22.04.06 - 9:55 pm | #
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Gosto do Jpp, li o texto muito ao correr, como faço com quase todos os ciber-textos longos, e além de me parecer mais ou menos adequado ao faroeste virtual (que realmente é a "esfera"), pareceu-me logo que ia dar molho - lembram-se das famosas leis dele? parece que se confirmam...
mas para quê enfiar a carapuça Zaz?
vou muito mais vezes ler-te que a ele (e aprecio o sujeito), és muito mais interessante no Faroeste que ele, já te vi ganhar tantos duelos ao pôr do sol... e a ele nem vê-lo, não se expõe.
o mesmo pra ti susana.
pra quê ligar a estas tretas? a não ser pelo gozo Zaz, ok... mas atão era preciso que o biccho reagisse.
cbs |
Homepage |
22.04.06 - 10:00 pm | #
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Susana:
Clap, clap, clap!
Lutz |
Homepage |
22.04.06 - 10:01 pm | #
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Lutz, o teu sistema de comentários obriga-me a ser anonymous!! infâmia... mas thanks pelos claps!
Vinha só dizer que a Gabriela (Abrunho) já tinha encontrado o nome do bicho viscoso que faltava na taxonomia pereira: o espreita. bem visto.
Susana Bês (que usa este nome porque não depende da glória pública, que de resto não tem nem pretende, para fazer a sua vidinha... isto não é uma indirecta para o jpt, que é sensível ao assunto e por isso ressalvo; é só um comentário limoso
Anonymous |
22.04.06 - 10:07 pm | #
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caríssimo comentador e blogger cbs:
a Zazie não está mas creio que posso responder por ela.
Em tempos a zazie convidou-me para fazer de porteiro no seu primeiro estaminé. Chamava-se precisamente: UCL= União dos comentadores livres da blogosfera. Tinha como causa a luta contra o imperialismo blogal e a implementação de adubo para ajudar à multiplicação de caixinhas de comentários.
A sub-comandanta Paulina Bonaparte presidia nas reuniões, eu oferecia as bebidas ou punha na rua alguns cretinos e ainda tínhamos a ajuda preciosa da camarada xangai-Lina, para exterminar alguns indigentes que nos chateassem a molécula.
Por isso, meu caro, dá para entender que ela esteja mortinha para aproveitar a ocasião e dar umas boas bengaladas à corte dos Pereiras.
E é claro que o shrink não a aquece nem a arrefece, o que lhe costuma fazer comichão são os panhonhas que vêm logo atrás todos feitos betos de aldeia a segurar a capa ao patrãozinho a ver se apanham a boleia (sabe-se lá para onde mas a fantasia é um bem precioso).
Por mim até acho uma injustiça o Público não contratar este tipo de semi-pereiras para abrilhantarem as crónicasda merdaleja virtual. Passavam a alternar. Uns faziam de bufos e espiavam por aí os trolls, outros procediam à catalogação. Ele pode haver muitas variantes de semi-trolls: os trollo-intelctuais e trollo-ditas ou trollo-mongos, os trollo-pitecos e até as trollo-moças. Classificada a coisa a rigor, elegiam o escriba pereira da semana para fazer a crónica e, podes crer, que era desta que passávamos a ter uma imprensa verdadeiramente abrangente e colorida.
musaranho-coxo |
Homepage |
22.04.06 - 10:21 pm | #
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Já vi o blogue da zazie e reparo que tem uma dupla personalidade. Ao contrário do que mostra nas caixas de comentários, onde revela um destrambelhamento preocupante como se pode ver pela forma como se comporta aqui em cima, no blogue é "erudita", doce e bem disposta, embora a fixação por mostrengos permita reconhecer a zazie das caixas de comentários...
helena |
22.04.06 - 10:24 pm | #
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JPT:
Há aqui quem bloga e comenta como anónimo, de forma educada, decente e inteligente, pretendendo de e conseguindo construir uma reputação que, é verdade, só fica associada a um ‘nick’, mas é uma reputação de blogger que para ele tanto vale como a tua de blogger sob ou teu nome verdadeiro, para ti.
Por isso, ou é um desleixo merecendo um pedido de desculpas ou é uma pulhice incluir pessoas como estas, e alguns dos incluidos são pessoas como estas, na apreciação sumária de cobardes, egomaníacos, ressabidaos, mal-educados, e intelecualmente inválidos.
Não acho que uma pessoa ao usar pseudónimo prescinde com isso do direito ao bom nome, mesmo sendo ele neste caso só o bom nome virtual.
Lutz |
Homepage |
22.04.06 - 10:45 pm | #
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Agora a Helena antecipou-se, mas mais vale tarde do que nunca:
O que faz uma pessoa educada quando ouve ou vê alguém portar-se mal em público? Faz de conta que não reparou, para não criar escândalo e não ampliar o mau-estar. A coisa repete-se, a (não-)reacção também. Mas há um momento em que é preciso uma chamada de atenção, senão a falta de decência instala-se de vez e torna insuportável a convivência.
Zazie, a tua apelidação da Helena como Helena de Auschwitz foi de inqualificável foleirice. Pelo menos.
Estás bem-vinda aqui, mas quando queres ser mal-educada com outras pessoas, queria que não o fosses aqui.
Lutz |
Homepage |
22.04.06 - 10:57 pm | #
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a zazie não está mas posso garantir-lhe que tanto quanto sei Auschwitz é uma terra com habitantes muito dignos. Uma Helena de Auschwitz não há-de ser menos que um Zé da Merdaleja. Pelo menos vive numa terra mais rica.
Mas estes detalhes politicamente correctos são tarefas para o vosso grupo de estudos. Fica pelo menos mais esta hipótese.
Será insulto chamar-se habitante de Ausschitz a uma pessoa? pode-se esquiparar um Franz de Auschwitz ou uma Marlene a um preto? ou a pencudo?
só coisas que me atormentam mas agora tenho ali outro grupo menos teórico à espera.
inté
musaranho-coxo |
Homepage |
22.04.06 - 11:12 pm | #
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Lutz, calma... Estamos contigo, amigo.
Gabriela |
Homepage |
22.04.06 - 11:20 pm | #
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Este musaranho, para coxo, é muito lépido e versado em geografia...
Mas ainda sobre os nomes, quem sabia era a Julieta (pesquei da Wikipedia, a propósito do que é um nome):
'Tis but thy name that is my enemy;
Thou art thyself, though not a Montague.
What's Montague? it is nor hand, nor foot,
Nor arm, nor face, nor any other part
Belonging to a man. O, be some other name!
What's in a name? that which we call a rose
By any other word would smell as sweet"
Ora bem.
O cheiro a rosas, em as havendo, que as há, e a Helena é uma delas, é o que conta.
Susana Bês |
Homepage |
22.04.06 - 11:45 pm | #
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OK Musaranho
mesmo assim não vejo a necessidade de fazer a vontade ao Jpp e desatar tudo à paulada (que por acaso só doiem a quem lhe toma as dores)
mas prontos, tá bem,
o bicho humano é muito social,
dantes era à lareira,
agora é por aqui 
cbs |
Homepage |
22.04.06 - 11:47 pm | #
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mas quem te disse que esta cena é com o JPP?
se ainda não percebeste aguarda um pouco que eu vou botar poste no estaminé. A entrada é livre, incluindo a galinhas, mesmo nos casos mais visivelmente clitorianos
musaranho-coxo |
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22.04.06 - 11:56 pm | #
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mas tu percebeste pá, há quem goste de lhe tomar as dores e a malta aí dá uma ajuda, né? temos de ser uns para os outros

musaranho-coxo |
Homepage |
22.04.06 - 11:57 pm | #
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Este musaranho é bem apanhado... Mas não em tanta graça quanto a zazie. Talvez por ser coxo. É assim uma espécie de semi-zazie...
helena |
23.04.06 - 1:18 am | #
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Lutz: eu comentei o teu texto. Está lá uma ideia. Ou eu não percebo o que leio ou dizes que te indignas devido a uma escrita no jornal, dado o desiquilibrio de poder (jpp "tem" o jornal os outros não). Se tiveres paciência para isso hás-de dizer se sim se não, quanto a essa minha interpretação. Porque o teu comentário em resposta (Que agradeço) tem sinal outro. Daquilo que eu primeito entendo é que até concordas com algo do que jpp diz mas que é inadmissível fazê-lo no "público" grande, fora da blogosfera: "indignei-me de ler isto no Público e não só no Abrupto." Repito, estou a comentar o teu texto. A discordar de quando dizes: " não pude deixar de concordar com muito da sua análise e de sorrir com algumas observações certeiras.
Mas ao contrário do Luís, indignei-me de ler isto no Público e não só no Abrupto. ... achei de elementar falta de decência elencar uma série de comentaristas para desancar neles num meio de comunicação em que não terão qualquer hipótese de resposta."
Estou a falar da relação entre formas e meios de comunicação, de fronteiras (neste caso éticas) entre eles. Não estou a falar do direito ao bom nome das pessoas (nome virtual ou burocrático-admninistrativo). Se eu seguir o teu texto depreendo que é uma coisa eu dizer "o lutz é um huno" no ma-schamba e outra dizer "o lutz é um huno" na gazeta de avintes. Eu discordo, e muito. Foi disso que falei (o que ultrapassa, e em muito, a maluquice ou não de cada um). Se quiseres argumentar ou contra-argumentar uma opinião de um leitor sobre um texto teu óptimo, se não tiveres paciência paciência e não me vou daqui ofendido. Mas faz-me o blogofavor de rebater o que te rebati e não outra coisa qualquer. Têm os comentadores direito ao bom-nome? Têm? Mas só no jornal ou também no blog? Não concordo com a tua opinião primeira, não discuti outra opinião posterior. Ainda que aceite que na discussão possam surgir (com naturalidade) outras opiniões. Mas ao menos registemos as modificações, evoluções.
Lá em cima, pela tardinha, a Helena disse: "anónimos, que se exprimem onde e como querem, ofenderem-se porque são citados, é no minimo paradoxal, não acham?". Acho que acaba um bocado com a discussão, é uma absurda contradição. Passar a vida a dizer impropérios contra tudo e contra todos e depois aparentar-se virgem ofendida porque são cutucados é absurdo. Atenção, acima já disse, há exemplos referidos que eu secundo outros que não, e portanto acho que o referir nomes enfraquece o argumento do jpp. [há um texto pungente no abrupto de uma senhora (de que nunca li comentários, portanto não posso pensar sobre a justeza da sua inclusão na lista de "Wanted. Dead or alive") a explicar porque não assina. é tão humano que quase invalida um argumento que acho justificado sobre uma fauna de comentadores (nao a totalidade de comentadores, claro)] É um enfraquecimento estratégico, acho eu, não conceptual.
jpt |
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23.04.06 - 1:29 am | #
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A gabriela diz, a propósito do meu comentário: "Eu nao concordo com o jpt, mas nao estou surpreendida com a sua opiniao. Tal como o jpp, o jpt gosta de se armar ao educador e disciplinador.". Eu não vou contradizer, acredito (sinceramente, não estou em retóricas, como muito recentemente, ali em post abaixo critiquei) que aquilo que sobre nós constroem (De boa-fé) tem sempre algum fundamento. Eu ao espelho não me vejo disciplinador e educador, mas os nossos espelhos são sempre um bocado mágicos, e juiz em causa própria enfim...
mas é particularmente interessante, pois esse argumento sobre a minha posição é face a uma crítica minha a um texto teu que é particularmente ético: disciplinador e educador. Os meus comentários têm, evidentemente, um fundo ético. É interessante ver este tipo de raciocínio: o jpt é desvalorizado pela mania de ser disciplinador e educador porque critica uma opinião que é fundamentalmente disciplinadora e educadora (não se deve criticar gente bloguista fora do circuito interno a que eles têm acesso - eu repito, foi sobre isso que eu falei, e isso está cristalino). Ou seja, o Lutz com quem eu concordo propõe uma disciplina e uma educação mas não é disciplinador nem educador, o jpt com quem eu não concordo, não concorda com o lutz porque ele (jpt) é disciplinador e educador. honestamente, onde está a lógica deste raciocínio? apenas a de que o gajo com quem eu não concordo tem os defeitos de que eu não gosto, o gajo com quem eu concordo tem as qualidades de que eu gosto. É porreiro pensar assim, é porreiro botar assim. Nao faz mal a ninguém nem ao mundo. Mas de que vale?
jpt |
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23.04.06 - 1:45 am | #
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quanto aos muito "cool", que acham natural que cada um faça o que quer, que do anonimato opinativo ninguém tem nada a ver, é interessante este caso, devem achar também de educador e disciplinador. PAra a manuela (que é a única coisa que sei dela, dado que temos um amigo comum) eu sou
agora o "africander", que ela quer significar apoucamento, achincalhamento, menosprezo. eu tenho nome e perfil no blog (e nos comentários). e ela usa isso para metáforas ou metonímias, que quer insultuosas (está lá, vivo em áfrica, ao pé da ras, então "leva lá com o "boer"", com a carga negativa ou impersonalizadora que ela deseja). Ela aqui é anónima (apesar do chefe saber que é a zazie e lá no grupo de amigos gostarem disso), é anónima no espaço público, do bloguismo. É culta, e percebe exactamente a transposição que faz, a do privado de amigos e conhecidos para a agressividade anónima do público. Usa os perfis alheios (públicos) para insultar, apoucar, enquanto vai dizendo que é mero debate, troca de ideias: o judeu, o alemão, o africander, o gozo com os nomes. Quem está do outro lado não pode responder no mesmo registo, se o quiser,mesmo que com isso se apouque. Não se sabe o nome, onde vive, se é judia, alemã, afrikaans, gorda, alta, magra, as iniciais, etc. Se se quiser responder no mesmo registo de imbecilidade não se pode. Não é uma opção de elevação, é uma impossibilidade por desconhecimento. Pode recusar-se a responder, pode responder noutro registo, mas não se pode entrar no mesmo registo. Pois se fala com uma entidade virtual que goza, insulta. Isto não apenas uma histriónica aos gritos. Isto é pura cobardia (mesmo que o chefe e os amigos de sempre saibam que é ela que anda por aí, e se calhar até gostem). Há quem ache piada à tontinha da blogoaldeia. Há apenas quem não tenha paciência. Se é tontinha que alguém a cure. Mas eu não a acho tontinha. Acho-a uma boa merda, cobarde [mentirosa, também, já agora: "eu nem te leio", "fulano escreveu" logo a seguir]. És uma mera merda manuela. 1 nojo
jpt |
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23.04.06 - 3:42 am | #
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Faço minhas as palavras do comentador jpt.
Ricardo Diz |
23.04.06 - 7:38 am | #
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jpt,
nao te pronunciaste só sobre onde o jpp expos as suas "ideias". Le lá outra vez o que escreveste. Porque se fosse só isso eu nao tinha comentado, porque para mim o que me enoja é o texto, sendo secundário o ele ter escrito no jornal.
O teu erro foi aquele primeiro parágrafo que denota ao que vens. E depois os argumentos: o e se ele escrevesse sobre arquitectos? (meu ponto de vista: e ele misturar alhos com bogalhos?), e se as pessoas nao andassem escondidas atrás de nicks? (meu ponto de vista: os nicks fazem parte da fauna blogosférica, nao acho mal a sua existencia).
jpt, lembra-te o primeiro parágrafo denuncia-te. Um conselho: coloca a tua ideia principal logo no início se nao queres que te interpretem mal.
O meu primeiro parágrafo é sobre o teu espirito educador e disciplinador. Está-se a ver ao que eu venho. O meu raciocinio nao inclui o Lutz. Como digo, onde o jpp colocou o seu texto é para mim secundário e nao me interessa, porque o próprio texto é inválido onde quer que seja. Até num jornal do Tibete onde ninguém saiba ler portugues. É uma porcaria per se, ainda que sem testemunhas. É uma porcaria como grafitti.
Gabriela |
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23.04.06 - 9:19 am | #
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Mas prontos, já que o jpt mo lembrou:
Oh Lutz, concordaste com muita da sua análise? Muita? Observaçoes certeiras? Podias esmiuçar um bocadinho para eu te criticar melhor?
E sim, o jpt tem razao, nao é só ele o da retorica disciplinadora. O Lutz quer tb educar-nos. Talvez o Lutz escape de eu lhe chamar coisas no nariz porque ele escreve assim muito geral, assim sem pormenores, assim eu concordei muito, assim coisas certeiras. Isto é demasiadamente escorregadio para eu lhe pegar.
Gabriela |
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23.04.06 - 9:35 am | #
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JPT,
Obrigada por ter tido a paciência de tentar explicar coisas que são óbvias para um epírito normal mas que parecem dificeis de entender para certa categoria de "comentadores", que o JPP identifica e define no seu artigo (JPP não fala de todos os comentadores, fala dos que sob anonimato invadem as caixas de comentário dos blogues mais lidos, delas fazendo sala de estar e que ai destilam raiva, odiozinho, invejas). Infelizmente, e como se vê de seguida, não vale a pena. É literalmente tempo deitado à rua. Acham bem andar pelas caixas de comentários, sob anonimato, a insultar e disparatar. A parasitar. Não querem é que ninguém os critiqe a eles.
A única "critica" que se pode fazer ao texto do JPP sobre o assunto é que as caixas de comentário são apenas um retrato fiel da humanidade, só que a quente e em directo.
helena |
23.04.06 - 11:28 am | #
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JPT:
Vou tentar clarificar:
Há duas coisas que acho indecente no artigo do JPT:
A primeira e uma que coloco num plano diferente, pois entendo ela mesmo da ordem da decência elementar, e que não tem a ver com a questão jornal, blogue, ou conversa em presença física:
1. Que atribui publicamente defeitos que lesam a honra a pessoas em concreto, que objectivamente não os têm. Caso da Sabine, o que sei ao certo, e creio de alguns outros onde no entanto me falta conhecimento para dizê-lo de forma peremptória.
2. Que o faz usando o jornal e não só o blogue, emiscuindo-se assim do contraditório no foro onde publicou as suas apreciações ofensivas, acho, sim, indecente. Este ponto dois obviamente não existia sem o ponto 1.
Isto baseia-se no meu entendimento de que uma pessoa que assina com pseudónimo, tem direito a dignidade, se se comporta com tal.
Há uma terceira fonte de irritação para com o JPP. Não a enumero porque para sustentá-la seriamente teria que escrever mais e melhor do que tenho paciência aqui e neste momento:
Como a sua interpretação classista do mundo da comunicação virtual que, reconheço, o ilumina duma forma proveitosa e engraçada, é feita na perspectiva do combatente, a do de cima. Enoja me o discurso moralista, querendo aparentar a posição de observador descomprometido, que não é. O moralismo com laivos aristocráticos de quem não mostra mais decência, só mais inteligência e poder, do que aqueles, vá lá: alguns deles, que critica.
Lutz |
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23.04.06 - 12:05 pm | #
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Ora cá estamos nós outra vez a discutir - e ainda bem - a liberdade de expressão. Na sua vertente mais difícil e importante, que é a que está em causa quando os pontos de vista dos interlocutores se apresentam de início como inconciliáveis e quando, na economia das ideias de cada um, existe uma padrão de comportamento cujo desvio merece censura.
Não estou com esta atitude a pretender colocar-me num ponto "neutro" e desinteressado da discussão. Estou, quanto a esta discussão, do lado do Lutz, da Helena, da Gabriela e do JPT (na parte em que dialoga com estes outros). Nem estou propriamente imbuída de um espírito messiânico a deitar brandura sobre as coisas. Sinceramente acho que estão a ser tocados assuntos muito difíceis (escorregadios, parece-me dizer a Gabriela) e importantes. E mesmo com a veemência posta, isso está a ser feito de maneira válida - difícil adjectivar porque o adjectivo aqui é circular.
Susana Bês |
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23.04.06 - 12:13 pm | #
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CONTINUO:
Aquilo que vem dito como comportamento educativo e disciplinador toca, quanto a mim, no ponto. Que é a da ética ou da "deontologia" nos debates. ~
Gosto mais de dizer, para colocar a questão logo no local da realidade a que acredito que ela pertence, que o ponto é o das regras protocolares, procedimentais da discussão.
As regras podem começar logo por requisitos quanto aos intervenientes: quais são os intervenientes qualificados, apenas os "devidamente identificados" ou qualquer um que se apresente como voz. Primeiro ponto.
Depois, as regras do jogo propriamente dito: podem ser formulados num debate válido todos os pontos de vista? Isto é, pode ser remontado, "ultrapassado para trás", o último ponto de convergência dos participantes, aquele a partir do qual se inicia a diversidade de pontos de vista? Qual é esse ponto inicial, qual é o tema do debate?
Depois: é aceitável trazer para o debate a potencialidade crítica sobre os indivíduos concretos, a formulação de juízos sobre os indivíduos, em particular se eles também são participantes do debate, incluindo, portanto, apreciações que são apenas a concretização do que está em discussão? Como: estou a disctir o que acho que é o comportamento honesto e o meu interlocutor tem outra ideia - posso incluir no debate a afirmaçao de que ele é desonesto? Pendo a achar que não, embora admita que possa ser dito "considero-te desonesto porque tal e tal", o que, com ajuda do estômago do interlocutor e do bom ambiente do debate, pode passar como forma de expressão e situar a referência no plano do debate e não no campo de um julgamento do interlocutor (o que é incompatível com a ideia de debate).
Susana Bês |
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23.04.06 - 12:15 pm | #
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Ultrapassando o protocolo formal e passando ao miolo: é ou não é, mais uma vez, aqui a questão central a questão que já aqui passou como de "netiquette"? Eu acho que sim.
Mas não é porque seja importante o maneirismo e a pose no comportamento, que isso é a infra-civilidade dos grupos autoritários.
Sim porque quanto maior é a pretensão de tudo livremente pensar e debater, mais importante é o elemento procedimental.
Discordo com frequência do modo como o JPT equaciona, em abstracto, a franqueza, o amor à verdade e a coragem, o que me leva a discordar também de casos em que ele age, com toda a evidência, segundo a sua pauta.
Reconheço-lhe, no entanto, por inteiro, a base ética desses casos em que, no pensar dos meus botões "judicativos", ele se (me) apresenta disciplinador e educador. Isto faz dele um interlocutor válido; algum excesso fica sanado, se bem o compreendo já, chamando à liça o princípio porque ele se rege.
A tendencial convergência de pontos de vista que tenho com o Lutz leva-me, é certo, a uma menor susceptibilidade nos casos em que ele possa beliscar as regras procedimentais do debate (o que acho que nem costuma fazer). Também o Lutz está interessado, parece-me, na ética procedimental do debate.
No entanto, isso não significa que se usem dois pesos e duas medidas. Uma secundária - e posta como sempre reversível - mais leve revisão crítica dos pontos de vista, num caso, por oposição à persistente consciencia da divergência dos pontos de vista, no outro caso, não transforma todas as discussões em exercícios ad hominem ou de amiguismo. Não me atrevo a dizer que esse risco não existe, mas só pode ser considerado controlável. De outra maneira, não vale sequer a pena ir para a ideia de debate, vamos directamente para o tribalismo ( que é aquilo que eu tenho como o ponto da ignomínia, a que não gostaria de me ver nunca ceder).
Já vou muito longa e salto: há, é verdade, nos debates um elemento de refrega que pode ser levado com mais ou menos ímpeto, fazendo com que no nosso espírito o interlocutor passe a adversário e daí a inimigo. Nesse ponto, acaba o debate. É quando se atiram as pedradas à pessoa, quando se manda para partes inóspitas, quando se manda dar banho a isto ou àquilo, quando se torpedeia o que é o ponto inicial, que é a de que o outro não vale enquanto indivíduo, enquanto interlocutor. "Disciplinarmo-nos" e "educarmo-nos" de modo a não depender desses esquemas é um ponto de higiene social importante. Quem tem ideias sobre isto promove o bom debate sempre que as usar e explicitar, ou mesmo, como faz a Gabriela, quando detecta nos outros essa preocupação e a suscita.
Mas voltando ao que é o miolo: os comportamentos que favorecem a discssão prestam, os outros, não.
Susana Bês |
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23.04.06 - 12:25 pm | #
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lutz, então agora eu escrevi um artigo indecente? chocado com o acto falhado/lapsus linguae retiro-me deste espaço, vou almoçar
jpt |
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23.04.06 - 12:38 pm | #
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Traduzindo a Susana, se bem a compreendi, e juntado o "meu ponto":
1. Podem anónimos ser interlocutores válidos num debate de ideias?
2. Podemos dizer tudo o que pensamos num debate de ideias?
3. Podemos usar no debate de ideias qualificativos/valorações pessoais sobre os nossos interlocutores? Insultá-los, apontar-lhes características pessoais negativas para desvalorizar as suas ideias, insinuar que são desonestos ou que sabemos coisas sobre eles que lhes podem ser prejudiciais?
O problema é o anonimato e o seu uso para os fins referidos em 3. Se alguém não é capaz de dar a cara pelas suas ideias e, como acontece por exemplo com a zazie e pelos vistos com o seu partenaire "musaranho coxo", desata a expelir impropérios e insultos, é para mim evidente que não temos reunidos os requisitos mínimos para um debate de ideias.
Outro tipo diferente de questão é o dos comentadores que espelham pelas caixas de comentários acusações, insinuações ou longos textos sobre conspirações, ou um que faz diagnósticos sobre a saúde mental dos bloggers. Aqui não há debate.
Finalmente, não me parece nada que o assunto tenha a ver com liberdade de expressão. Nem o JPP, nem o Lutz nem o JPT querem calar ninguém. Antes, têm uma opinião sobre quem fala e como fala, e exprimem-na.
helena |
23.04.06 - 12:42 pm | #
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A mim parece-me que a questao do anonimato e', em grande medida, irrelevante. O que esta' em causa sao os procedimentos "terroristas" de comentadores (anonimos ou nao, e' indeferente) que, intencionalmente ou nao, torpedeiam o debate. E, se nos lembrarmos dos varios debates que aconteceram aqui, como noutros blogues, o mesmo(a) comentador(a) ja' enriqueceu e torpedeou, em diversas ocasioes, diferentes debates.
A liberdade de expressao tambem nao e' muito relevante nesta refrega - a nao ser na sua vertente mais trivial. A saber: sou livre ou nao de insultar os outros; ou posso redefinir os termos e os consensos do grupo quanto ao que e' (ou pode ser) interpretado como insultuoso. Eu acho uma perca de tempo andar a insultar os outros, e acho pouco inteligente quando se tem falta de estomago para admitir que se podera' ter ultrapassado a linha do razoavel. Nao do razoavel escrito em quaisquer tabuas do universo, mas da mais que obvia (a partir de certo momento) incomodidade dos outros comentadores ou do dono do salao. Enfim, mas isso e' apenas uma questao de educacao ou de etiqueta, e o proprio que arque com as consequencias. Que, neste caso, sao apenas virtuais (nem vejo porque deveriam ser de outro tipo).
A liberdade de expressao e' um topico mais subtil, intimamente ligada 'a liberdade de pensamento (capacidade de pensar pela propria cabeca) e aos varios modos de enquadrar, dar enfase, contextualizar as questoes em discussao. Julgo que misturar com questoes de etiqueta (ate' porque a mesma ideia pode ser dita e defendida de n diferentes formas) presta-se a obscurecer essa (muito mais interessante) discussao.,
MP-S |
23.04.06 - 1:07 pm | #
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Quando falo em etiqueta estou a falar nas regras processuais dos debates válidos (o nome não interessa, protocolo, etiqueta, procedimentos, ética, tanto faz, interessa é que tem a ver com o 'modo' de participação no debate). Quando falo em liberdade de expressão, estou a falar da amplitude de ideias que é legítimo exprimir. Admito, no entanto, que situar nesse plano mais geral a questão que aqui se discute tem um interesse limitado. Para mim vale como "arrumação das ideias", apenas mas tanto quanto isso.
Susana Bês |
Homepage |
23.04.06 - 1:21 pm | #
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"a sua interpretação classista do mundo da comunicação virtual que, reconheço, o ilumina duma forma proveitosa e engraçada, é feita na perspectiva do combatente, a do de cima. Enoja me o discurso moralista, querendo aparentar a posição de observador descomprometido, que não é."
Sim, e' curioso que o JPP tao radical na defesa da "liberdade de expressao" (caso dos cartoons) se sinta agora incomodado com o que sai da pena virtual dos comentadores proletarios.
Na verdade, e' muito facil de descodificar e e' como tu dizes: a perspectiva do combatente que procura passar por observador descomprometido.
E, por outro, acho que o JPP e' um bocado assim como o Capitao Cap. O tipo quer la' saber das etiquetas blogosfericas ou dos anonimatos, nao gosta e' que lhe pisem os calos! 
MP-S |
23.04.06 - 1:23 pm | #
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Eu penso que os anónimos podem ser interlocutores válidos. É claro, há anónimos e anónimos. A minha posiçao é que este meio permite que uma pessoa finte os indesejáveis. Concedo que eu possa ser uma pessoa mais paciente que outros. 
Dos anónimos com nick que o JPP refere identifico 5. Dois deles sao sabotadores no blasfémias (anti-comuna e Euroliberal). O assunto é sobre futebol, eles postam sobre a guerra do Iraque. Quando eu comentava no blasfémias eu começava a ler por baixo e se apanhava o nome deles saltava. Nunca lia os postes deles. Outra (Cris) tb é do blasfémias e comenta profusamente, mas sem má-educaçao. Outra é a Zazie, que é inteligente, boa argumentaçao, mas muito mal educada. A Sabine, que parece um doce. Mas talvez ela tenha o síndrome Jekyl & Hyde, eu é que nunca apanhei a fase monstro.
Com esta minha amostra nao penso que o mundo dos comentários seja tenebroso, mas eu nunca fui aos comentários do Espectro, do Aspirina B, do Bichos Carpinteiros, nao andava cá na altura do Barnabé. Nao sei. Falta-me informaçao, experiencia?
Eu compreendo completamente, Helena, que te sintas insultada pela Zazie. Se fincares muito o pé ela aparece a pedir desculpa, mas amanha retorna ao mesmo. É a Zazie um interlocutor válido? Acho mesmo que depende da paciência de cada um.
Este é um assunto de difícil generalizaçao. As regras sao postas por cada um de nós. Cada comentarista é um caso. O mundo continua a ser um wonderful place e é divertido falar convosco. 
P.S.: o jpp pode escrever o que quiser, mas com textos daquele, ele passou na minha imaginaçao do velhote opinativo de barbas, para o dom pereira, o espreita azedo. Em que mundo perverso, ácido, infeliz, ressentido é que ele vive? Além de que aquele texto está muito mal escrito. Uma vergonha para alguém cuja profissao é escrever.
Gabriela |
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23.04.06 - 1:47 pm | #
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O JPP espreita caladinho e depois ataca e é ainda capaz de dizer q é por amor à ciência. Sabe muito bem identificar o mal, porque identificamos sempre muito lucidamente partes de nós nos outros. Assim não me custa nada pensar: qual daqueles anónimos que JPP referiu será ele?
sara monteiro |
23.04.06 - 2:18 pm | #
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gabriela, obrigado pelo conselho (o da clareza) - confesso que tantas não me percebo quanto mais posso exigir percepção aos outros (não é ironia, não é reclamação de superioridade por via de complexidade. é mesmo literal).
ainda que nos comentários aqui não me pareça ter caído (muito, pelo menos) nesse defeito. o 1º parágrafo está lá a minha crítica à estratégia retórica do jpp (não tivesse ele posto os nicks e tudo seria mais pacífico de aceitar - muitos haverá que concordam na maluquice que os comments por vezes são). E essa 1º parte serve para enquadrar a minha crítica ao Lutz - e o cerne do meu comentário aqui é a discordância quanto ao post do lutz, não o texto do jpp. mas teria de dizer da minha opinião quanto ao texto origem para que se pudesse compreender sem subentendidos a minha crítica a este post do QeP
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 2:34 pm | #
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só para terminar de vez com esta porcaria.
Eu dou o nick e respondo pelos meus actos. Se alguém se sentiu insultado por mim é favor apresentar queixa oficial que na altura lhe facultarei a identidade.
É de lei e faz parte da defesa dos cidadãos.
Não me esquivo em nada aos meus actos.
Chamei galinhas a umas galinhas que não são mais do que isso e que andam por aí com dichotes de galinhas atrás de mim.
Apenas isto. Não havia debate porque não se podem debater tricas de galináceos mesmo quando falam inglês ou se armam em "filósofas"
Nada disto se equivale com os insultos por gente que não responde por si. Ainda agora tive de moderar os comentários do Cocanha porque atrás destas peixeirices do JPP vêm logo as galináceas para aproveitar a confusão e insultarem-me pura e simplesmente.
Insultar é isso- pegar em coisas pessoais para achincalhar as pessoas.
Nunca o fiz mas já fui alvo delas. Uma das quais até ficou tristemente célebre aqui na blogosfera porque foi feita por vedeta que aparentemente é só saúde e livrinhos e colóquios e boas maneiras.
Quando digo tristemente célebre é mesmo assim, todos os bloggers mais antigos sabem o que sucedeu e foi do mais rasca que se pode fazer.
Serviu o facto para eu cortar de vez com o Pastilhas e ainda mais com tudo o que possa ser antro de mulherio cusca.
Que agora haja quem não tenha uma única ideia na cabeça e aproveite esta merda para se masturbar é com eles. E se para além da masturbação pública que andam a fazer, quiserem mandar as actas para o JPP, força.
Podem até incluir o apanhado como uma reflexão de sábado primaveril dos bloggers de boas-maneiras- acerca da Zazie.
Aposto que se enviarem ele é capaz de na próxima crónica os incluir.
Uma coisa tenho dúvidas:
é que se os incluírem a vocês não há-de haver tanto blogue de renome e tanto blogger decente e verdadeiramente respeitável a limpar-lhes a honra ou a defendê-los como me fizeram a mim.
O vosso problema é apenas este. Nem com muitas falinhas mansas têm estaleca seja para o que for.
Nem cabeça, nem ideias, nem estilo nem arte.
Podem ficar com os nomezinhos publicozinhos e untarem-se mutuamente na vossa mediocridade.
É claro que o que acabo de dizer não inclui pessoas decentes como o
MP-S nem o Lutz, nem a Gabriela, nem o cbs, nem o am nem o Luís Jorge que também andaram aqui pelos comentários.
nem mesmo o JPT que deu em semi-pereira.
Por exclusão de partes fica-se a saber a quem se destina este meu último comentário no blogue do Lutz.
Passem bem.
Talvez assim isto fico tudo mais rico e inteligente e sem contraditório que isso é que é preciso.
Para o que é papagaio basta.
zazie |
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23.04.06 - 2:37 pm | #
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«A Sabine, que parece um doce. Mas talvez ela tenha o síndrome Jekyl & Hyde, eu o por sé que nunca apanhei a fase monstro». Obrigado pelas suas palavras. Também sei ser mazinha, sim. Por isso digo: das duas uma, ou se acabam com os comentarios nos blogues ou, a partir do momento em que se pede a opiniao a alguem nao se pode exigir que todos os comentarios respeitem escrupolosamente as regras de etiqueta!
Nota: Eu gosto do tom e do conteudo dos comentarios da Zazie, independentemente do que se pense dela!
Sabine |
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23.04.06 - 2:38 pm | #
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O artigo de JPP nao tem profundidade nenhuma! Limita-se a fazer generalizações!
JPP limitou-se a ir ao Blasfemias e ao Aspirina B ler a lista de nomes e concluir que somos todos uns parvos. Ele nao quis conhecer ou discutir com seja com quem for. Há de facto pessoas mal-educadas, mas nem essas podemos dizer que sao doentes (como JPP insinuou). Este texto é uma tentativa de resposta a quem faz generalizaçóes a partir do proprio umbigo.
Sabine |
Homepage |
23.04.06 - 2:41 pm | #
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Deixo aqui um link onde explico a minha posiçao:
http://
grandelojadoqueijolimiano...o.html#comments
Sabine |
Homepage |
23.04.06 - 2:42 pm | #
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gabriela, ainda isto, e sem pruridos linguísticos ou semânticos, mas para melhor esclarecimento. nada no meu 1º comentário "denota" o que eu penso sobre o texto ou outra coisa relativa: o 1º parágrafo é explícito. Ora o que é explícito, voluntaria e conscientemente, não denota mas afirma. Pode ser um "erro" como afirma, mas isso já é outra coisa. É um "erro" de quê? de compreensão? ou de estratégia retórica? Para comentar uma crítica a um texto acho fundamental explicitar o que penso do texto em questão. Isto é um "erro"? Acho o mínimo aceitável para entrar no assunto. Portanto a imputação de "erro" só pode ser quanto à minha opinião, a de concordância com o teor (não a forma, mas o teor) do texto de jpp. Tenho portanto, para si, um erro de "opinião"? Não é isso que depreendo do seu texto, mas é o único "erro" que posso reconhecer.
Ainda, acho que nada me "denuncia" nesses comentários. Não está lá nada escondido, não tem subtexto. O que é que pode denunciar o que já lá está afirmado.
Desculpe lá, mas essa constatação do que me "denota" e "denuncia" parece que eu apresentei algo escondido na manga. o que me parece um "erro" da sua leitura. eu acho que v. está muito explícita no que aqui diz. faça-me lá o favor de achar que o que aqui ponho é explícito - pode ser confuso, pode ser mal-pensado, pode ser errado. mas não há subterfúgios denotáveis ou denunciáveis
jpt |
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23.04.06 - 2:47 pm | #
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«Nada disto se equivale com os insultos por gente que não responde por si. Ainda agora tive de moderar os comentários do Cocanha porque atrás destas peixeirices do JPP vêm logo as galináceas para aproveitar a confusão e insultarem-me pura e simplesmente»
Cara Zazie: tem a minha solidariedade! Alias, é por isso que eu obrigo todos os que vao ao meu blogue a registar-se. Um nick é sempre melhor que nada! 
Sabine |
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23.04.06 - 2:47 pm | #
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É pá, José Flávio, apresento as minhas mil desculpas, que me vale o Dr. Freud!

Lutz |
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23.04.06 - 2:50 pm | #
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gabriela, o jpp escreveu sobre determinada comportamento de gente com nicks, não sobre toda a gente que escreve sobre nicks. mais uma vez, isso é explícito no texto dele, é explícito nos meus comentários. há gente que escreve com nicks que é inenarrável - afirmar que essa consideração é sobre o uso de nicks é tresler o homem (e o meu comentário, de semi-pereira, como acaba aqui de comentar a zazie).
jpt |
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23.04.06 - 2:51 pm | #
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lutz, pode-se analisar o bloguismo? pode-se olhar para a escrita pública (em post ou comment) como significante? pode-se utilizar metáforas para apresentar uma perspectiva sobre essa prática de escrita puública opinativa, ou sobre parcelas dessa prática?
(insisto, se não houvesse nicks no texto tu, irritação com o jpp à parte, tu não te restringirias (em post ou sem post) àquela alguma concordância até risonha que o teu texto indica?
vou passar, porque daria azo a uma discussão interminável e sem acordo, sobre a questão da "honra" em "concreto" (aspas de citação e não de ironia) de nicks anónimos - repito, erro de imputação no texto dele talvez, ilegitimidade de fundo não me parece
jpt |
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23.04.06 - 3:00 pm | #
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a suzana bês tem um grande paleio
billgates |
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23.04.06 - 3:06 pm | #
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gosto do texto da suzana bes mas a helena esteve bem ao dizer que não se discute a liberdade de expressão
billgates |
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23.04.06 - 3:07 pm | #
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Caro JPT: nao percebo a sua atitude: primeiro, relembra no seu blogue os tempods do anonimato do "O meu Pipi". Depois, começa a achar que agora é tudo uma matilha que se comporta muito mal & etc. Eu fui a esse blogue 2 vezes e acho que o tom dos comentarios nao difere muito fdos que hoje em dia se encontram em blogues muito frequentados como o Blasfemias e o Aspirina B. Será como esta como o JPP que (nao diz mas pensa): no inicio eramos todos uma elite e por isso eramos todos muito bonzinhos. Agora, como ha mais gente, é tudo escumalha!
Sabine |
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23.04.06 - 3:09 pm | #
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Já nao via tanto elitismo desde as actas do 1º encontro nacional de blogues!
Caro Lutz: ao contrario da Zazie eu nao vou deixar de aqui vir nem de comentar. Gosto destas discussoes cheias de contraditorio (e "de palavras que nao se devem dizer"), das pessoas que as fazem (Susana Bês, Rui RCB, JPT) e sobretudo de si e da sua escrita.
Sabine |
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23.04.06 - 3:12 pm | #
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espero ter-me feito compreender. o problema não está no uso do nick, suzana bês. está no que se faz com ele [o bill gates de acima é o jpt, claro]. eu prefiro quem assina as opiniões, está dito. mas o problema não é o nickómetro, o problema são as invectivas sobre tudo e todos (políticos, pessoas publicas, bloguistas) sem assinar, impunes. e pior quando histriónicas. desculpe a repetição de argumentos mas é só para dizer que eu não coloca a questão em abstracto, "amor à verdade". pelo contrário, é pragmática. em abstracto acho muito bem o anonimato - o maschamba começou com vontade de ser um blog reflexivo, crónicas, textos longos, olhar sobre moçambique. era incógnito (não anónimo porque via email eu identificava-me a quem o queria). como falhei nesse projecto mais burilado, como passei a opinar e até a polemizer pendurei o meu nome. não tem nada de abstracto, como vê.
jpt |
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23.04.06 - 3:13 pm | #
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«insisto, se não houvesse nicks no texto tu, irritação com o jpp à parte, tu não te restringirias (em post ou sem post) àquela alguma concordância até risonha que o teu texto indica?»
Certo, JPP - ahem, JPT. Irritação e processo (meu) de intenções à parte, de que ele esteja empenhado em reforçar as distinções de classe na blogosfera.
Lutz |
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23.04.06 - 3:14 pm | #
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Obrigado, Sabine!
Lutz |
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23.04.06 - 3:19 pm | #
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bill gates, arranjas-me um emprego?
(estou a brincar, desculpem, o cansaço dá-me para isso).
JPT, não havia nada de mal no amor à verdade, e claro que o q interessa é o que se aponta para a prática.
Susana Bês |
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23.04.06 - 3:24 pm | #
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Sabine, "por amor de Deus" onde é que eu disse, alguma vez, que é tudo uma matilha que se comporta mal? o que disse, até nesta caixa, é que há alguns comentadores em alguns blogs que correspondem ao tipo delineado por jpp. Nesta caixa já disse, acredito que alguns dos visados não correspondam ao perfil traçado. Já disse que me tinha cruzado com 4 deles (em leitura) e que de 3 tenho essa ideia (porventura limitada, por não lhes conhecer outros textos) e da zazie não (posso-me discordar e irritar com as práticas dela, com os dizeres, mas não a meto no mesmo caldeirão dos outros que "conheço" e foram apontados). Porque é que me diz que eu acho que são todos assim? Comento em vários blogs, alguns muito, alguns de passagem, alguns deles são anónimos (ou incógnitos) outros não. Troco recomentários com gente identificada ou nickada. Como o faria se achasse que são todos maus.
CAramba, isto é simples. Há no mundo dos comentários alguns indivíduos, normalmente sobre nicks, que são inenarráveis. E colonizam blogs, vários, com afirmações identicamente inenarráveis. Não são sequer a maioria, nem nada que se pareça. E é legítimo espantarmo-nos com essa gente. E sobre ela falar.
Agora sem puxar galões. V. aponta a hipótese de eu achar que no bloguismo antes era a elite agora não. Tenho um blog há 2 anos e tal e algumas vezes escrevi sobre a então ideia de uma "comunidade" bloguistica e a depois ideia de uma hierarquia bloguistica. Nao me vou justificar sobre isso [de quem aqui vem talvez o lutz já me lesse na altura, invoco-o, à condição (desculpa lá), como testemunha de nada mais longe do meu pensamenteo do que essa ideia das elites e isso. Não tome isto como arrogÂncia (tipo "vá lá ler-me") msa se quiser comprovar (se achar interessante) atrevo-me a recordar um texto sobre formas de tratamento no bloguismo que meti para aí em finais de junho de 2004 ou principios de julho (a proposito de uma festa do causa nossa para bloguistas no lux). O que eu penso sobre uma "elite" bloguistica está lá.
jpt |
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23.04.06 - 3:26 pm | #
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Confirmo as alegações do JPT sobre o seu comportamento de bloguista em relação a questão de blogo-elites.
Lisboa, vinte e três de Abril do ano dois mil e seis.
Lutz Brückelmann
(Portador de Cartão de Residência de Nacional de um Estado Membro das Comunidades Europeias, nº 40982)
Lutz |
Homepage |
23.04.06 - 3:38 pm | #
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Vou confessar: já fui várias coisas neste blogue (e também noutro).Já fui eu própria, já comentei com um nick e já fui anónima(poucas vezes e sempre dentro dos limites do bom comportamento: é que mesmo anónima para os outros não o sou para mim própria). Ser anónima ou ter um nick e ao mesmo tempo comentarmos com o nosso nome dentro da mesma caixinha sem ninguém saber é fascinante. Podemos contradizermo-nos ou apoiarmo-nos, e jogar também um bocadinho com o comentário dos outros. Lembro-me de uma discussão com a Zazie em que o tema era a tristeza e as pessoas tristes e em que eu era a Macha K. - compreensiva perante a tristeza - e de repente queria defender a posição da Zazie (que nalgumas coisas tinha razão), mas sem concordar com ela e sem perder de vista a minha própria posição. Apareci então eu, Sara Monteiro, e já não sei o que escrevi, mas pude dessa maneira defender dois pontos de vista contraditórios sem me virem cobrar coerência.
O anonimato, os nicks, são absolutamente libertadores alargam bastante o espaço mental, e desde que não sirvam para achincalhar ninguém são bem-vindos. Pois não há nada melhor que podermos pensar e dizer coisas diferentes sobre o mesmo assunto. Porque ter a opinião certa sobre tudo e mais alguma coisa - não é fácil.
sara monteiro |
23.04.06 - 3:40 pm | #
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cidadão portador de documentação, obrigado pelo testemunho
jpt |
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23.04.06 - 3:48 pm | #
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Sabine, sobre o meu pipi. O blog era o que era, os comentários eram o que eram. "Ame-o ou deixe-o", não havia meio-termo. Acho muito normal que alguns o achassem horríveis (recomendei-o a algumas pessoas que o detestaram). Mas desculpe, por mais ordinários que fossem os comentários (e houve alturas em que alguns comentadores descambaram aquilo para a mera pornografia) não implicavam (que me lembre) ataques pessoais às tais pessoas "públicas". Ou seja, não só os comentários estavam (aqueles que eu referi positivamente) no registo jocoso (ordinário mas jocoso) do blog como não implicavam uma "crítica" pessoalizada à sociedade. Era uma "javardice" (para simplificar)? Talvez. Mas não era uma "javardice" ofensiva.
Depois, deixe-me explicar, já que diz que não me percebe. Estou em post e em comentários a dizer que desvalorizo algumas práticas de comentários, que estão associadas ao anonimato. Não reduzem o anonimato (o nick) a si próprias mas vivem com o anonimato. E digo que em determinado momento também comentei anónimo (o "outing" é irónico). Não pode ver que isso é uma afirmação explícita que o mal não é o comentário anónimo mas sim formas de comentar, e em particular, quando anónimas? Quer que se seja mais explícito? Quer que seja menos JPP, "ahem...", mais jpt?
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 3:49 pm | #
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lutz, concordo. o jpp está, por via deste texto, a demarcar sociologicamente o tecido da blogosfera. Ele próprio, intelectual. a classe média (não há registo de nenhuma aristocracia/elite/Burguesia no texto; terás que traçar por via dos relativamente raros destaques que ele faz quem é que considerará mais "elevado"); e o lumpen.
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 3:55 pm | #
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jpt,
tu denotaste nos meus textos uma acusaçao de subterfúgio do qual eu nao tinha intençao. Tu indicas (se preferes assim, nao me tinha dado conta que denotar tinha uma conotaçao tao negativa) a tua concordancia com o jpp. Eu discordo. Eu começo exactamente o meu texto a discordar contigo no que aquele parágrafo indica. O texto subsequente deixa claro que o que eu discordo é o texto do jpp.
Nao há erro de opiniao. Há discordancia. Eu discordo. É isto que escrevo.
Agora eu estou confusa porque é que te queixas na tua primeira resposta a mim? Que eu em vez de discordar contigo quanto ao assunto principal do resto do teu texto, tenha decidido discordar sobre aquele primeiro parágrafo? Chateia-te que eu discorde no intróito?
Anonymous |
23.04.06 - 4:00 pm | #
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Penso que se denota que eu sou a anónima detrás.
Gabriela |
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23.04.06 - 4:01 pm | #
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Gabriela não me chateia a discordãncia assim. "Fez-me espécie" a constatação de auto-"denotação" e auto-"denúncia" no meu comentário. Acho que fui explícito. Não tem a ver com o conteúdo das opiniões mas com o que me pareceu (E poderá parecer a quem ler tudo isto) ser forma explícita de afirmar subtexto nos meus comentários iniciais. Ou implícita. Ainda bem que não
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 4:12 pm | #
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Agora vou dar uns exemplos do que me chateia no texto do jpp, porque é o texto dele que me chateia.
Nomeia num mesmo texto crimes de internet com comentários na internet. Comentários num blogue em que o autor assassinou uma criança com os comentários na net portuguesa. O unabomber. Se alguém tivesse usado a net no caso da Casa Pia ele tinha colocado no texto.
"A caixa de comentários tornou-se numa espécie de chat, que parasita a notoriedade do blogue, como já acontecera no Espectro com os seus finais 494 comentários, onde as pessoas se encontram numa pequeníssima “aldeia global”, que tomam como sua."
O teor do texto é este. Ele nao acusa os comentaristas inenarráveis, ele acusa os comentaristas usuais. Assim, eu, nós aqui agora, a usar a caixa de comentários do blogue do Lutz. Nós estamos aqui numa espécie de chat, habitamos agora esta caixa de comentários pelo tempo em que ela se mantém aberta. Talvez no final a gente se cumprimente, o que também é um sinal da nossa pequenez intelectual. Vai lá jpt, le, estás lá tu no mesmo parágrafo que com os inenarráveis.
Nao jpt, ele nao aponta o dedo aos comentaristas inenarráveis, ele aponta o dedo aos comentaristas. Os inenarráveis também estao lá, é só isso.
Nós somos a plebe da blogosfera. E sabes porque? Porque estamos aqui a discutir uns com os outros. Porque temos a desfaçatez de achar que podemos ter razao, que se calhar, quem sabe, a verdade nao é dos célebres que escrevem num jornal. Somos invejosos do que o jpp representa. Nascemos num sítio viscoso e só teremos redençao se lhe mandarmos fotografias e as nossas opinioes, as quais ele recenseará e assim poderemos ser perdoados.
Nós somos parasitas, estamos aqui parasitas agarrados a esta caixa de comentários.
Os inenarráveis preenchem os dois últimos parágrafos.
Gabriela |
Homepage |
23.04.06 - 4:22 pm | #
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Claro, há o facto dele nomear nicks. É o pior. É. Principalmente porque como já expliquei dos 5 que conheço ele cometeu uma injustiça em os ter nomeado e salientou que o ataque nao é aos inenarráveis. É 'a plebe a que eu pertenço, com orgulho.
Antes de ter lido o texto completo tinha lido algo no http://timoneiroperdido.blogspot.com e discuti com o Joao Melo Alvim sobre o assunto lá. Na boa, discordei, mas nunca me passou pela cabeça iniciar alguma cruzada. Opá, o jpp nao me chateava minimamente. É um dos da blogosfera, com as suas particularidades. Vive e deixa viver. Tou na boa. Peace.
Mas aí li o texto completo.
Gabriela |
Homepage |
23.04.06 - 4:27 pm | #
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A Gabriela não está sem razão.
Eu agora tenho de ir embora. Até mais tarde...
Lutz |
Homepage |
23.04.06 - 4:28 pm | #
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Gabriela: como já disse o que eu queria dizer, venho aqui apenas assinar por baixo!
Sabine |
Homepage |
23.04.06 - 4:49 pm | #
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"...o mundo muito próprio dos que escrevem sobre textos alheios nas caixas de comentários dos blogues ou de órgãos de comunicação em linha."
Esta frase é deliciosa porque encerra o jpp. Há um sarcasmo mal escondido, um despeito. Eu sou uma pessoa que ama frases, que as esquarteja e as admira quando pequenas mostram tanto. Nao me aparecia uma peça de toucinho destas há muito tempo.
Gabriela |
Homepage |
23.04.06 - 4:49 pm | #
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está a chover imenso (também por isso, e sem retirar o sempre agrado do chat do lutz, estou para aqui meio ressacado dominical sozinho em casa, há já horas), e portanto fiquei sem net um bocado (é habitual). então venho aqui após o intervalo para dizer que a gabriela não está sem razão.
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 4:51 pm | #
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ainda que .. ainda que ... não seremos nós um bocado malucos?
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 4:52 pm | #
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"falo por mim, claro" ...
agora vou à família (o remorso, o remorso ). hei-de voltar para protestar, logo madrugada
jpt |
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23.04.06 - 4:53 pm | #
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Somos jpt, completamente.
Eu estou para aqui entediada a tentar alinhavar a minha tese e acabo por vir sempre aqui a ver como andam os comentários.
Eu por mim já sei que até acabar esta merdaleja vou estar completamente fora de mim e de uma vida normal. Uma pessoa mete-se em cada uma.
Gabriela |
Homepage |
23.04.06 - 5:00 pm | #
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A família vai esperar um minuto: a gabriela diz que "Eu sou uma pessoa que ama frases, que as esquarteja e as admira quando pequenas mostram tanto". óptimo, mas tem os seus riscos. tem razão? hum ... fui ver o texto do homem, que tem os seus quês. Mas lá diz, em parágrafo não esquartejado, e, penso, significante:
"Mas os 644 comentários empalidecem face aos portugueses 1321 comentários do Semiramis cuja anónima autora teria morrido de morte súbita, suscitando as mais contraditórias versões na própria caixa de comentários do blogue. Deixando de parte a polémica sobre as caixas de comentários abertas ou moderadas, ou sobre a sua própria utilidade e valor, deixando de lado também a história pessoal inverificável do que aconteceu à sua autora (ou autor?) anónimo, o interessante é registar que o que há nesse blogue é uma comunidade que aproveita o “lugar” para se encontrar. A caixa de comentários tornou-se numa espécie de chat, que parasita a notoriedade do blogue, como já acontecera no Espectro com os seus finais 494 comentários, onde as pessoas se encontram numa pequeníssima “aldeia global”, que tomam como sua."
Peço muita desculpa mas assim não vale. Sacar frases tiradas do conjunto dá-lhes outro sentido - ele está a falar de quem continuou a utilizar a caixa do semiramis sobre a morte da autora (aquilo é coisa inacreditável, é ir ver), e sobre quem continuou a conversar num Espectro terminado. Pega nesses exemplos para abordar um mundo de comentadores compulsivos (sim, que toma os textos alheios como palco de moralizações ou invectivas [um bocadinho como nós aqui, mas só um bocadinho, espero]).
Peço desculpa, assim é citar para mudar o sentido. A gabriela está sem razão. E, chamem-me disciplinador e educador se quiseresm, mas repito-me, assim não vale (ou, pelo menos, não vale a pena)
(tem alguma razão na conjugação de "desvios" que o homem faz, desde o unabomber ao maluquinho do nick. Mas ele está a falar sobre "A Rede fica indissociável da nova identidade das coisas, como se entre o mundo virtual e o real a teia fosse completa. E, se calhar, é.", talvez por isso agregue exemplos díspares. É esse o objecto do texto, acho eu, não tanto os unabombers bloguisticos.
Até
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 5:09 pm | #
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"não seremos nós um bocado malucos?"
Presente!
MP-S |
23.04.06 - 5:09 pm | #
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é isso gabriela, teses e trabalhos esperam-nos. até
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 5:10 pm | #
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Sim, um bocado, JPT. Antes malucos do que convencidos. Instalados na vida. Eu antipatizo profundamente com o JPP e o seu blogue (o dele, não o seu). Olhe, JPT, são duas coisas (ele e o Abrupto) que me dão sono (recorda-se da lista que faz os olhos ficarem pesados?) Esta antipatia de estimação já vem de tráse consolidou-se na altura em que ele cofessou publicamente que teve de mudar de casa para poder ter consigo todos os livros (30.000 ou 40.000 se não estou em erro) que possuía acrescentando a seguir que os tinha lido a todos. Depois de uma declaração destas o que é que se pode esperar do homem? Quando me deparo com uma pessoa assim (que reúne praticamente tudo o que detesto) a melhor coisa é não ligar. E já viram como ele se exprime? O tom da voz? A maneira como inclina a cabeça, como olha, o que faz às mãos (as mãos deixam muito a desejar)O dito senhor pensa que está acima do comum dos mortais, que é uma espécie de deus português. O que ele escreveu é perfeitamente coerente com aquilo que ele é. E não é grande coisa.
A menos (porque somos malucos) que eu reapareça por aí com um nick qualquer a dizer que a pose é só para disfarçar a timidez e que ele no fundo é um homem terno e sensível, que só deseja ser amado. (Também deve ser verdade.)
E eu estou a escrever isto tudo só porque me encontro debaixo da influência de comprimidos por via de um dente infectado.
sara monteiro |
23.04.06 - 5:23 pm | #
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Isto já vai um pouco afastado do JPP, mas eu volto à base. O Homem, que já se pôs num pedestal, agora quer uma Estátua!!! Está nas entelinhas.Como o Manuel Alegre, e o cónego Melo . Ainda vivo.
Já não se pode ser invejoso.
Carlos Indico |
23.04.06 - 5:31 pm | #
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Bem, mais um efeito que o artigo do JPP teve, para além de nos pôr todos a falar no assunto, foi fazer a zazie provar do seu próprio remédio, tendo que pôr um filtro nos comentários do seu blogue... Não é paradoxal, mais uma vez? (além de muito divertido, convenhamos...)
Quer ir ás caixas de comentários dos outros fazer aquelas figuras tristes que fez nuns comentários ai acima, mas quer filtar quem comenta no seu blogue.
E outra coisa que não percebo é que se sintam muito ofendidos por terem sido referidos num artigo de jornal quando afinal de contas os vossos pseudónimos ou nomes artisticos ou lá o que são, são conhecidos de todos os que lêm blogues (e pelos vistos não só). Se não querem ser falados e citados, porque aparecem?
Gente estranha, hein?
helena |
23.04.06 - 5:55 pm | #
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Seria interessante saber porque é que os posts em defesa das posições do JPP estão a ser cortados em vários blogs muito defensores da liberdade de expressão?
gulp |
23.04.06 - 6:13 pm | #
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O Pacheco Pereira nunca disse que tinha lido os 30.000 livros. Isso é mais uma frase falsa que circula para o atacar. Diga lá Sara Monteiro onde a leu?
Alberto Sumavielle |
23.04.06 - 6:15 pm | #
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jpt,
tu queres ler o texto do jpp segundo o que pensas. 'A vontade.
É que eu acho que lendo o texto completo o que eu digo espraia-se. Ele fala dos comentaristas inenarráveis e narráveis. Tu ves o que queres.
"...o mundo muito próprio dos que escrevem sobre textos alheios nas caixas de comentários dos blogues ou de órgãos de comunicação em linha."
A frase que eu acho fantástica é fantástica pelas palavras que ele usou. Isto nao é só aqui. É por todo o lado. Mas esta frase encerra o jpp, como eu já disse. Isto é o início do texto sobre a fauna. É aqui. mundo MUITO PRÓPRIO. textos ALHEIOS. Vamos pensar. Estamos a escrever um texto sobre os inenarráveis. É assim que comeÇamos? Nao temos o cuidado de separar o trigo do joio? Este homem é um profissional da palavra. Este homem sabe de palavras. Este homem sabe do que quer falar. Agora cada um ve o que quer.
Eu ponho aqui excertos depois de ter lido o texto inteiro e todas as palavras e todas as escolhas de palavras e todos os sentidos. O texto está lá para todos lerem e verem e pensarem. Ele só está a falar dos inenarráveis?
Se só está a falar dos inenarráveis o jpp escreve mal que empesta. O que só pode significar que é mau profissional.
Gabriela |
Homepage |
23.04.06 - 6:17 pm | #
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gabriela todos lemos os outros segundo o que pensamos. há formas de controlar a poluição dos textos alheios pelas nossas pré-opiniões. uma das formas é não citar truncado de modo a reforçarmos a nossa posição/oposição/apoio. francamente, sobre isto não me vou por a discutir, é elementar
não se gosta do jpp por isto ou aquilo ou aqueloutro (a sm é explícita). mas o que é que isso tem a ver com o texto X ou Y. Só tem se se ler de acordo com o que se pensa sobre o autor do texto (é vaidoso, é comunista, é corrupto, é bonito, é sexy, é parolo). passo. é ontológico, mas também é controlável (relativamente)
e isto já não é discutir o texto do jpp, chão que deu uvas. passo para outro chat
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 6:30 pm | #
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Alberto Sumavielle: não li em lugar algum. Nem tudo o que é dito aparece escrito. Mas ele disse-o na televisão, enquanto mostravam a casa para onde ele e os 30.000 se iam mudar. Se é uma frase que circula para o atacar, foi ele que a pôs a circular. Convenhamos também que não é nada de grave.
O que já é bem mais grave é que eu me queixei aqui de dores de dentes e o JPP diz que nas caixas todos se cumprimentam e desejam boas-férias pelo que eu deduzi que se precipitassem a desejarem-me as melhoras, estou à espera e nada. Mas que caixinha é esta?
sara monteiro |
23.04.06 - 6:42 pm | #
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A minha opiniao sobre o jpp vem do texto e nao o reverso. Antes desta confusao o jpp era o senhor do abrupto. Ponto final parágrafo. Nem gostava nem desgostava.
A objectividade com que se lê um texto é controlável e deve ser controlável. Pode nao ser perfeita, porque nao somos perfeitos. Mas se queremos discutir algo e chegar a algo penso que é necessário ler o mais objectivamente possível.
Quando eu copio excertos eu faço-o de boa mente. Nao pretendo enganar ninguem. Posso errar e errei neste caso. [Devo dizer que aqui ofendeu-me]
Errei porque nao fui ao Semiramis e nunca me passou pela cabeça que ainda houvesse pessoas a comentar lá. Aquele presente do indicativo "parasita a notoriedade do blogue" deu-me a entender uma passagem para o geral da blogosfera. Mas nao, há pessoas hoje a comentar no Semiramis quando o poste é de 2 de Fevereiro. Surpreendeu-me. Errei e assumo-o. Agora jpt vá ofender outros, nao me julgue por si.
Porque é que ele nao usou os nicks de quem comenta lá?
Gabriela |
Homepage |
23.04.06 - 6:43 pm | #
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a ler
Carlos V. |
Homepage |
23.04.06 - 6:46 pm | #
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"Mas que caixinha é esta?"
E', de facto, imperdoavel, Macha! Desejo-te as melhoras. Eras tu a estalajadeira no Sossego?
MP-S |
23.04.06 - 6:49 pm | #
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No caso português, os comentadores não parecem ser muitos, embora a profusão de pseudónimos e nick names, dê uma imagem de multiplicidade. São, na sua esmagadora maioria, anónimos, mas o sistema de nick names permite o reconhecimento mútuo de blogue para blogue. Estão a meio caminho entre um nome que não desejam revelar e uma identidade pela qual desejam ser identificados. Querem e não querem ser reconhecidos. É o caso da “Zazie”, do “Euroliberal”, do “Sniper”, do “Piscoiso”, “Maloud”, “Bajoulo” “Xatoo”, “Atento”, Dasanta”, “José”, “e-konoklasta”, “Cris”, “Sabine”, “José Sarney”, “anti-comuna”, etc,, etc, Trocam entre si sinais de reconhecimento, cumprimentam-se, desejam-se boas férias, e formam mini-comunidades que duram o tempo de uma caixa de comentários aberta e activa, o que normalmente dura pouco. Depois migram para outra, sempre numa tempestade de frases, expressando acordos e desacordos, simpatias e antipatias, quase sempre centrados na actividade de dizer mal de tudo e de todos.
Imaginam-se como uma espécie de proletariado da Rede, garantes da total liberdade de expressão, igualitários absolutos, que consideram que as suas opiniões representam o “povo”, os “que não tem voz” os deserdados da opinião, oprimidos pelos conhecidos, pelos célebres, pelos “sempre os mesmos”. São eles que dizem as “verdades”. Mas não há só o reflexo do populismo e da sua visão invejosa e mesquinha da sociedade e do poder, há também uma procura de atenção, uma pulsão psicológica para existir que se revela na parasitação dos blogues alheios. Muitos destes comentadores têm blogues próprios completamente desconhecidos, que tentam publicitar, e encontram nas caixas de comentários dos blogues mais conhecidos uma plataforma que lhes dá uma audiência que não conseguem ter.
Gabriela |
Homepage |
23.04.06 - 6:49 pm | #
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Ele realmente mistura tudo e faz um cocktail.
A conclusao que eu tiro é que eu nao conheço os meandros escusos da blogosfera. É possível ser um autentico maluco desta coisa e nao encarar os inenarráveis. Pergunto-me porque chateia tanto algo completa e facilmente evitável. Parecem as beatas a gritarem contra as mulheres da vida.
Aqueles dois parágrafos sao entao os dedicados aos mais "normais".
Há os criminosos, há os inenarráveis, nós e isto é uma luta de classes. O jpp é o cronista. Nao tem a minha admiraçao. Mantenho o que digo anteriormente com a excepçao do excerto que, sim está mal enquadrado. Escrevo isto com as minhas capacidades objectivas no máximo. Nao sou nenhum jpt.
Gabriela |
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23.04.06 - 6:57 pm | #
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Gabriela ofendi-a como? não é nenhum jpt é óbvio que não o é (lá está a bela da impessoalização, o jpt agora é uma mole, um magma, uma possibilidade colectiva).
Repito, ofendi-a como? V. argumentou aqui, sobre citações. o lutz e eu concordámos com o argumento, da minha parte pode ver boa-fé: um bom argumento alheio, até contrário à minha interpretação, por que não aceitá-lo?. fui reler e aqui botei que v. truncou, e com isso modificou o sentido. v. fez isso, diz que é erro seu, e que o fez de boa-fé. ok, pode-me dizer "educador" e "disciplinador" mas por favor não me venha com "juiz" nem "adivinho". truncou, paciência, não me vou por a dizer por que o fez, acho tão normal que o tenha feito como o disse. mas digo que assim não me vale como argumento. Onde está a ofensa?
Mais, diz-me que leio e entendo por preconceitos. E eu digo-lhe que sim, sempre, ainda que os procure controlar, mas que tal é ontológico, incontornável em termos absolutos. há formas de controle e uma delas, que não a mais importante decerto, é ter cuidado com as citações (que moldam o raciocínio de quem nos lê, e que nos moldam o próprio raciocínio). a ofensa está onde? o trampolim para a despersonificação, a colectivação do interlocutor está onde? para a minha "des-objectivação" total"? porque discordei?
Pelo que depreendo do seu último comentário v. escreve com as suas capacidades objectivas no máximo ao contrário de mim (que sou um dos tais "jpt"), pelos vistos a escrever com as capacidades objectivas no mínimo (por alteridade). Ou se calhar porque não as tenho, ás tais capacidade objectivas.
Francamente, tem isso daí alguma lógica? O reclamar-se ofendida? o tipo de invectivas seguidas?
São, é óbvio, perguntas retóricas. V. decidiu azedar, paciência. Eu e os outros jpt vamos jantar, e desistimos, subjectivos, de procurar a objectividade desse seu lado. Nao que duvide(mos) que ela seja encontrável. mas para coisa azeda acho melhor sofrer uma que tenha real fundamentação
jpt |
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23.04.06 - 7:42 pm | #
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O Grande Ditador
É mais do que expectável que alguém que publica seja comentado. É mais do que certo que nem todos os comentadores valem o mesmo, porque não há duas pessoas que, em qualquer situação da vida, tenham idêntico valor. Penso que os intervenientes num debate têm inteira liberdade de revelar ou não os seus nomes civis, mas até aceito que haja quem ache o contrário. Já defendo, porém, que deveria haver pudor em atacar os comentadores habituais da blogosfera, quando não se tem caixas de comentários abertas. Não se trata de Democracia, que é sistema que rejeito, nos moldes da que, hoje, como tal se intitula. Trata-se, sim, de garantir o contraditório, quando se faz acusações; e de desportivismo, dois conceitos que estimo.
Censurar as empatias que se geram entre identidades blogosféricas é sempre susceptível de ser encarado como despeito de quem não tem a liberdade de gozar as que provocasse, em virtude de a sua reputação, fora do meio, inculcar sempre a suspeita de serem interesseiros os elogios e motivados por odios à actividade pública as críticas.
Dizer que o hábito de comentar é compulsivo vira-se contra o próprio que a formula. Quem fala não singrou na Vida pública pelo talento de historiador que porventura tenha, mas pela notoriedade no comentário público que o catapultou. Os remoques que debita contra o comentarismo circundante, fazendo tanto sentido como os que lhe fossem dirigidos por ser pago por redigir os seus, ou por ancorar um esboço de carreira partidária neles, acabam, portanto, reduzidos a caneladas entre colegas, pouco importando o grau de reconhecimento de um ou de outros.
Só para exemplificar as várias artimanhas de que uma intervenção deste género vive, devo salientar a junção do que interessava a uma realidade que com ela não tinha conexão e a outra que é inverificável. Falo do cometimento de um crime por um blogger, no primeiro caso, bem como da qualificação de acidez, infelicidade e ressentimento à generalidade dos comentadores, aos anónimos, pelo menos, no outro.
O principal defeito está, como é óbvio, na generalização e na falta de fundamentação. É sempre fácil falar em integrantes de grupo, em abstracto, sobretudo para um homem de formação marxista. O que evita ter de adoptar um certo cuidado nas atribuições e reprovações que se instila, por não se ter de ser rigoroso na descrição dos traços que subsumam um indivíduo a um modelo.
Mas quando, num único caso, se atira meia-dúzia de nomes para a fogueira, sem detença na razão por que refere cada um deles, apenas para condimentar o caldo, além da insinuação ardilosa, escarrapacha a asneira desqualificadora: refiro-me ao momento em que o nickname da Autora do que, para mim, é o melhor blogue português é amalgamado a outros a quem são assacadas as piores tendências. Sempre sem desenvbolvimento no caso concreto.
Num passado recente, tive ocasião de defender este comentador dos comentadores de um juízo pouco abonatório deixado numa caixa de comentários. Mais, dis
Carlos V. |
Homepage |
23.04.06 - 7:48 pm | #
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Mais, disse que sigo com interesse as suas intervenções e que lhe credito a melhoria de nível de debate das questões públicas. Sinto-me pois com inteira liberdade para lhe dar um conselho: deixe-se de tentar impor aos intervenientes na net regras diversas das de ética universal. E de tentar orientar o público para lhes colar motivações psicológicas medíocres. É que o feitiço pode virar-se contra o feiticeiro...
Paulo Cunha Porto, 4/20/2006 08:48:00 PM
Carlos V. |
Homepage |
23.04.06 - 7:50 pm | #
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ler aqui:http://calmapenada.blogspot.com/2006/04/o-
grande-ditador.html
Carlos V. |
Homepage |
23.04.06 - 7:51 pm | #
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A Sara continua a mentir. O Pacheco Pereira já disse mais do que uma vez que essa frase é falsa, e só se fosse parvo é que dizia tal enormidade. Atacar com falsidades não fica bem.O ónus da prova é seu.
Alberto Sumavielle |
23.04.06 - 7:56 pm | #
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jpt,
no poste jpt | Homepage | 04.23.06 - 5:09 pm | #
o que diz é que eu trunquei de má fé. Eu sabia que o sentido era outro, mas fiz o jogo de maneira a sair-me bem. Assim nao vale, diz. A forma como se expressa é em tom acusatório.
Quanto ao jpt nao ser objectivo está dito pelas suas palavras. Nao vou citar. Pode-se ler.
Quando dizem que eu faço algo de má fé, eu azedo.
Gabriela |
Homepage |
23.04.06 - 8:00 pm | #
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O ónus da prova é meu?! Só se eu for escarafunchar os arquivos da RTP e depois encontrar-me consigo para lhe mostrar a cassete. Aliás, sabe quanto custa uma coisa dessas? Um balúrdio! que eu já me informei. É você o JPP disfarçado?
sara monteiro |
23.04.06 - 8:06 pm | #
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MP-S: obrigada pelas melhoras. Assinado: Ex-Macha K.
sara monteiro |
23.04.06 - 8:07 pm | #
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Caros Alberto Sumavielle, Helena & Etc.: se a ideia é ir ao blogue da Zazie insulta-la sistematicamente, usando as palavras de JPP ou outras, só posso ser solidaria com ela. Chamem-lhe "censura", chamemem-lhe o que quiserem! Convido-vos a irem ao meu blogue insultar-me: vao é ter de se registar.
Sabine |
Homepage |
23.04.06 - 8:14 pm | #
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Tudo isto é de uma intolerância infinita. Quem defenda o Pacheco Pereira do linchamento que lhe fazem é imediatamente censurado e insultado. É Portugal do melhor, fosse o Abrupto um blog sem audiência e nada disto acontecia. Todos os que se salientam nalguma coisa, são linchados pela inveja , só são bons depois de mortos. Basta ler toda esta discussão para ver a confusão dos argumentos, a má fé, os processos de intenção, as falsidades (como a dos 20.000 livros lidos).
Alberto Sumavielle |
23.04.06 - 8:32 pm | #
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"Peço muita desculpa mas assim não vale. Sacar frases tiradas do conjunto dá-lhes outro sentido - ele está a falar de quem continuou a utilizar a caixa do semiramis sobre a morte da autora (aquilo é coisa inacreditável, é ir ver), e sobre quem continuou a conversar num Espectro terminado. Pega nesses exemplos para abordar um mundo de comentadores compulsivos (sim, que toma os textos alheios como palco de moralizações ou invectivas [um bocadinho como nós aqui, mas só um bocadinho, espero]).
Peço desculpa, assim é citar para mudar o sentido. A gabriela está sem razão. E, chamem-me disciplinador e educador se quiseresm, mas repito-me, assim não vale (ou, pelo menos, não vale a pena)"
Peço [muita] desculpa, assim não vale/assim é citar para mudar o sentido ... (ou, pelo menos, não vale a pena) - São essas as expressões que utilizei. V. quer opinião mais matizada do que esta? Eu penso(ava) que está textualmente explícito que através desta forma de citar naõ se chega a lado nenhum e afirmo-o, com muitos rodeios para não lhe estar a imputar más-intenções. Sem ironia, regresso ao que disse antes, lendo o(s) parágrafos, neste caso os do meu comentário, talvez o sentido que encontra no texto seja diferente do que lhe atribuíu.
Quanto à subjectividade acho, honestamente e sem ponta de acinte, que é desconversa sua. Francamente, falei-lhe de uma subjectividade da qual nunca nos podemos libertar totalmente, ainda que a possamos (tentar?) controlar. Às vezes mais outars menos. V. tira daí conclusões para alimentar questiunculas (v. sim é objectiva, eu nunca, até o digo). Isso assim não vale a pena. E acredito (quero acreditar, correndo o risco de lhe imputar opiniões) que fora de uma caixa de blogs v. concordará, pelo menos em princípio, comigo sobre este ponto. Aliás, espero que concorde
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 8:38 pm | #
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Parabens Alberto! Do modo como isto está é preciso coragem para dizer o que disse, e que é o que muita gente pensa mas não está disposta a meter-se neste tipo de processos sumários, com sentença dada de antemão.
gulp |
23.04.06 - 8:40 pm | #
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e assim, os comentadores "não compulsivos" passam um dia inteiro em comentário non-stop acerca dos comentadores compulsivos catalogados pelo guru-mor
Carlos V. |
Homepage |
23.04.06 - 8:42 pm | #
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o menos compulsivo é o comentador africano que consegue passar um dia a falar sem dizer nada.
Carlos V. |
Homepage |
23.04.06 - 8:44 pm | #
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A Sara disse: "Esta antipatia de estimação já vem de tráse consolidou-se na altura em que ele cofessou publicamente que teve de mudar de casa para poder ter consigo todos os livros (30.000 ou 40.000 se não estou em erro) que possuía acrescentando a seguir que os tinha lido a todos. Depois de uma declaração destas o que é que se pode esperar do homem?"
depois de lhe terem pedido prova da frase disse:
"não li em lugar algum. Nem tudo o que é dito aparece escrito. Mas ele disse-o na televisão, enquanto mostravam a casa para onde ele e os 30.000 se iam mudar. Se é uma frase que circula para o atacar, foi ele que a pôs a circular. Convenhamos também que não é nada de grave."
É verdade ou não? E então zanga-se com o homem e depois diz que não é grave?
João Proença |
23.04.06 - 8:44 pm | #
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Mas afinal estão aqui já muitos defensores do JPP! O Alberto desceu a fasquia: agora escreve 20.000. Eu continuo a dizer 30.000 ou 40.000. Se calhar é tudo mentira e a reportagem que eu e outros vimos era forjada. O homem não tem livros, os que tem cabem-lhe no bolso.
Agora uma novidade para os defensores do JPP: o homem dispensa ser defendido, não precisa de vocês para nada, estes comentários não beliscam nem ao de leve a sua aura.
João Proença: eu não me zanguei com o homem, é apenas uma antipatia de estimação. Não gosto do estilo, assim como não gosto do estilo de muitos outros, o que não quer dizer que esteja zangada com quem quer que seja.
Grave? Era o que faltava! Grave é esta dor de dentes e só o MP-S me ter desejado as melhoras.
sara monteiro |
23.04.06 - 9:11 pm | #
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Talvez neste momento o JPP esteja aqui a espreitar, a tomar notas, deliciado com o sururu que causou, a ver a fauna actuar em directo depois de ter sido dissecada. Grave? Para mim não.
sara monteiro |
23.04.06 - 9:14 pm | #
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"só o MP-S me ter desejado as melhoras."
SO'?!?! Ora essa, posso ser apenas um, mas sou dos bons!!
PS: deste-lhes a novidade demasiado depressa, nao sei se quem ja' salivava pelas margens da caixinha a idealizar linchamentos vai conseguir reprocessar...
MP-S |
23.04.06 - 9:16 pm | #
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Não me importo nada. E sabe porquê? Porque, ainda que possa parecer mentira, não dou valor a Pacheco Pereira. A minha praia é outra.
sara monteiro |
23.04.06 - 9:19 pm | #
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o problema da esquerda vendida é que julga que por tirar um olho é rei. O arrependido maschambino já não tem nenhum de sobra para o fazer.
António Pedro |
Homepage |
23.04.06 - 9:23 pm | #
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MP-S: ainda não tinha acabado de escrever a frase e já me tinha arrependido. Vi logo que ia ser mal interpretada. Não era nada disso, claro. Não és dos bons, és dos melhores e tanto assim é, que as melhoras já se fazem sentir. Queres mais que isto? Curas à distância? Eu cá acho impossível.
sara monteiro |
23.04.06 - 9:24 pm | #
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se lhe perguntassem os favores que deve ao Pacheco ficavam a perceber porque motivo passa um dia a defendê-lo contra todo o bom-senso.
Há quem tenha um olho e se julgue rei e há quem o tire para fazer pela vidinha.
António Pedro |
Homepage |
23.04.06 - 9:33 pm | #
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Sara: mas isso e' fantastico!
E eu nao me esqueco de quem me recebeu e prestou abrigo no Hotel numa noite em que ja' trazia as pernas gastas da caminhada.
MP-S |
23.04.06 - 10:00 pm | #
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sara monteiro |
23.04.06 - 10:06 pm | #
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o "homem das elites do lux" também gosta de se fazer passar por billgates quando está a ser desmontado por uma mulher.
O problema é que se esqueceu de apagar o link
http://www.haloscan.com/comments...9715215/
#290756
António Pedro |
Homepage |
23.04.06 - 10:43 pm | #
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Bem, volto aqui desde hoja a tarde. Grande conversa. As vezes azedou, o que está Ok para mim, se uma pessoa no debate se excita ou se sente pessoalmente atacado.
Mas não tenho paciência nenhuma para quem aparece aqui, não contribui com nem uma tentativa de argumento, só para ofender com ataques ad hominem.
Sr. António Pedro, volte quando aprendeu maneiras e tenha algo a dizer.
Lutz |
Homepage |
23.04.06 - 11:04 pm | #
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Sara: Também de mim as melhoras!
Bjs
Lutz |
Homepage |
23.04.06 - 11:08 pm | #
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No meio disto grave são as dores de dentes da Sara Monteiro. Mais grave ainda é o facto do sporting ter empatado. As melhoras SM, que para nós não há hipóteses de tal.
jpt |
Homepage |
23.04.06 - 11:33 pm | #
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A Sara óbviamente está certa. Estão a tentar desviar os alvos para ela , quando óbviamente continua a ser o JPP, não o visto na TV, mas o com antepassados Nobres e Lutadores da Pátria, ele continuando A Casa, a Linhagem, a Estirpe, acima de nós reles plebeus. Eu compreendo a responsabilidade, o peso da História a partir da Invicta e do Povo da Serra da Estrela, Viriatos absolutos.
Nós pebeus, rudes e esfaimados, aproveitamos a anónima blogosfera para despejarmos a insidia, o despeito,a inveja, a nossa medicroidade contra que tem 3 colunas nas imprensa escrita,um permanente na TV ( que existe só pelas mensagens que atiram, nada entre eles), zero no parlamento,este e o europeu, e no blogue "pessoal" - disse-o apenado pela probeza eminente, à M.J. Avillez. Que emite Nada, ou seja , só os comentes que lhe fazem o favor de ser plural, de resto fechado, logo censórios.
Façam o favor à sanidade mental e fisica da blogofera, reduto ultimo da liberdade de expressão, os "Livros de Cordel" comtemporãneos, de não ligar ao Marquês de Pacheco que os abomina evidentemente, orque são rascas e de faca e alguidar, enquanto ele é cromadinho,literato com 50.000 livros lidos!, hipersensível na pele intelectual, enjoado com o esgoto humano das nossas ruas, recolhe-se para o Bom Povo da Marmeleira ou os Camaradas de Bruxelas.JPP é um produto menor, apesar da espectatular, da Nova Ordem do Pensamento Totalitário. É o António Ferro da Democracia. Mais pequeno, contudo. Não é Berlusconi quem quer ser, como o Santana, nem Ferro como o Pacheco. Nas democracias os diletantes não duram muito,excepto em França,só os convictos.
Carlos Indico |
23.04.06 - 11:47 pm | #
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Pelos visto há mais gente que pensa o mesmo que o Pacheco Pereira:
http://bomba-inteligente.blogspot.com/
e não é unica.
João Proença |
24.04.06 - 12:41 am | #
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O que diz a Bomba:
"A malta da caixa
José Pacheco Pereira disse, no seu artigo no Público, o que qualquer pessoa saudável e decente pensa a respeito de um certo tipo de comentadores anónimos, frequentadores assíduos de caixas de comentários alheias, cuja função na blogosfera consiste em insultar e difamar o próximo. Fez muitíssimo bem e no local mais que apropriado. Agora anda tudo muito aborrecido por o seu nickname ter sido mencionado no jornal. Ora vamos lá a ver se percebo: o chiquinho34 está chateado porque o nick de que tanto se orgulha é citado no jornal, como fazendo parte de um grupo de débeis mentais. Repitam comigo: o chiquinho34 está chateado. Coitadinho do chiquinho34, que é conhecido pela família e pelos amigos que o consolam com palavras como: "Ó chiquinho34, o gajo não sabe que tu és muita porreiro, pá! E és tão boa pessoa. Toda a gente sabe disso, meu." No trabalho, é apoiado com pancadinhas nas costas: "Ó chiquinho34, não há direito o gajo ir falar de ti para o jornal. Então, mas fala-se assim das pessoas? Não se pode falar assim das pessoas, nem chamar nomes! Quem é que esse gajo pensa que é? Deixa, ouve, ele não sabe que tu és boa pessoa, pá." Assim estamos, com dois pesos e duas medidas. Parece que não se pode falar mal da malta da caixa. E, ainda por cima, ser pago por isso. Bravo, JPP!"
João Proença |
24.04.06 - 1:00 am | #
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E o Da Literatura também.
mp |
24.04.06 - 1:10 am | #
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Só com muita sorte é que essa escapa de lhe recordarem as cenas tristes que andou a fazer nas caixinhas de comentários.
Chegou a levar corrida de 3 em pipa. O Proença-maschambino está bem acompanhado. Deve ser efeito das elites do lux
antónio costa |
Homepage |
24.04.06 - 1:17 am | #
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A questão de fundo destes ataques contra o JPP explica-se muito bem aqui
http://ablasfemia.blogspot.com/
2...ortugal_23.html
Enquanto o JPP estiver á frente há todo um conjunto de pessoas que nunca lhe vão perdoar. Estar há 3 anos em primeiro lugar, gera toneladas de inimigos, muita inveja e muito despeito. Como dizia Vergílio Ferreira é Portugal no seu melhor e não é de agora.
João Proença |
24.04.06 - 1:20 am | #
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Esqueci-me de dizer ainda outra coisa. O JPP vem de fora, é um político, publica livros, é reconhecido como especialista numa área da história e portanto não precisa "disto" para nada. Isso dá-lhe independência para expor as opiniões que entende, porque não depende do meio. É por isso que lhe chamam arrogante.
Noutras coisas não terá razão, no artigo do Público acertou na mouche como se vê pela chusma de protestos e dos sítios de onde nascem.
João Proença |
24.04.06 - 1:26 am | #
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a vingança serve-se fria
http://bomba-
inteligente.blogspo...e.html#95438173
bomba super inteligente |
Homepage |
24.04.06 - 1:28 am | #
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Obrigada, obrigada.
JPT, também eu sou sportinguista (por herança, lembra-se?).
sara monteiro |
24.04.06 - 1:37 am | #
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http://varetafunda.blogspot.com/...-meu-
poste.html
vareta grossa |
Homepage |
24.04.06 - 1:48 am | #
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No texto do jpp existe tal mistura que permite que cada todos tirem o que querem e assim se sintam contentes e descontentes. Os que ficam contentes podem dizer que o seu unico pecado foi a generalizacao. Nao falo dos que baseiam a sua opiniao no gosto ou desgosto que o jpp lhes provoca e para os quais o texto é secundario.
Reli uma outra vez o texto e continua a enojar-me. Contudo, deu-me a conhecer uma nova espécie blogosférica, que é a que habita o Semiramis. Surpreendente. A sua existencia e a forma como é descrita no texto aumenta o caracter de Policia das Virtudes que já antes emanava na postura da escrita. O comportamento dos ocupantes do semiramis chateia se formos ao semiramis. Caso contrario, a nossa vida blogosferica pode decorrer pacificamente sem que tenhamos sequer ideia da sua existencia. Mas para um Polícia das Virtudes nao é o facto das pessoas se intrometerem na vida dos outros que chateia. É a sua própria existencia. Eles nao sao virtuosos. Eles nao sao normais.
Isto existe na vida real e de uma forma grave, pois os Polícias da Virtude fazem questao de se intrometer na vida das pessoas que nao se enquadram na sua ideia de virtude. Nao interessa que a vida dessas pessoas nao cruze a deles. É a sua existencia que os chateia.
No mundo virtual, felizmente, estamos só em conversas. Esperemos que nunca tenhamos que ser perseguidos pelo Cao Policia da Virtude. Aí, aí sim o caso ficará sério.
Gabriela |
Homepage |
24.04.06 - 10:10 am | #
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A má fé e a duplicidade da Gabriela é total, porque no entender dela, criticar é policiar. Todos podem criticar, todos podem insultar, que é o que muitas vezes só que fazem ao JPP, mas se ele critica, é o "Polícia das Virtudes". Começa logo a dizer que o texto do JPP a "enoja", em vez de dizer que discorda. É por isso que em Portugal só "politicamente correctos" ou matilha dos insultos e o garnde mérito do JPP é dizer o que pensa, sem cuidar nem de uns nem de outros. É isso que não lhe perdoam.
João Proença |
24.04.06 - 10:50 am | #
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http://www.garfos.letrascomgarfo...lemica-abrupta/
mp |
24.04.06 - 10:55 am | #
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Eu nao digo que discordo porque nao há nada a concordar ou a discordar. Na minha óptica, as pessoas, desde que nao incomodem os outros, podem fazer o que bem entenderem. O jpp está a avaliar a "virtude" (ele usa mais a palavra doença) das pessoas com base em comportamentos que ele reprova. Se isto nao é ser policia das virtudes nao sei o que seja.
Ele diz o que quer. Eu enojo-me quando há caso pra isso.
Gabriela |
Homepage |
24.04.06 - 12:11 pm | #
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Com base em comportamentos que ele reprova, mas que nao o afectam, a nao ser que ele o procure. Saliento bem isto.
Gabriela |
Homepage |
24.04.06 - 12:25 pm | #
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A Gabriela demonstra que é pessoa bem formada. Não está aqui a tomar partido por ninguém. Está a defender princípios de educação. Ao contrário de muito outros que aproveitaram a ocasião para ajustarem contas privadas.
Esquecem-se que, para o PP, são iguais aos que saíram no sorteio. Podiam ser eles os escolhidos.
Pelo menos uma atenuante ainda tem: não conhece os que escolheu. Ao contrário de muitos que, não só os conhecem, como agora se apoiam nele para ilustrarem os exemplos pela caricatura.
Há pessoas muito reles. Por muito que tenham andado a disfarçar, deixaram cair as máscaras
Luís JA |
24.04.06 - 12:36 pm | #
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Nao consigo publicar no meu blogue!!!!!!
Será o JPP?
brincadeirinha
Gabriela |
Homepage |
24.04.06 - 1:21 pm | #
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A segunda, pq eu realmente nao consigo publicar. Detesto o blogger.
Gabriela |
Homepage |
24.04.06 - 1:21 pm | #
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O JPP é um mestre.
A sua mestria vê-se por esta caixa de comentários que não pára de o citar e o Lutz consegue ter o Blog-Chat mais concorrido do universo poruguês.
Isto é um gozo. Já viram a quantidade de endereços de Blogs que aparecem nos textos destes comentários?
O nosso alemão quase português devia cobrar taxa de publicidade.
LNT |
Homepage |
24.04.06 - 1:27 pm | #
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Há uma avaria que não deixa publicar Posts nos Blogs.
Felizmente temos a caixa de comentários do Lutz para dar à estampa durante a hora do almoço.
Sempre mata o vício...
LNT |
Homepage |
24.04.06 - 1:30 pm | #
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Lutz
Posso publicar aqui uns Posts que não consigo publicar lá no Tugir?
LNT |
Homepage |
24.04.06 - 1:34 pm | #
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Já uma pessoa não pode ir de fim-de-semana e voltar de gripe, que à blogolândia dá-lhe a tola!
Não li todos os comentários com atenção, mas já deu para entender que provavelmente andaram a falar de mim - o que não me incomoda: "o que Pedro diz sobre João revela mais sobre Pedro que sobre João", e estamos conversados.
Não li o artigo do Pacheco Pereira, só alguns extractos que apareceram por aí, e aviso já que ele não sabe que a procissão ainda só vai no adro.
Por exemplo: curiosamente, apareceu por aqui uma Helena que não era eu.
Qual é o original, qual é a cópia?...
E seu eu assinasse Susana Bês, e incluísse o link do Lida Insana? (Bem, neste caso ia ser fácil de descobrir que era um oportunista qualquer à boleia da fama.)
Mas se a Susana fizer o favor de escrever um desses comentários de clap clap clap, e assinar com o meu nome, agradecidinha. 
Imaginem isto: toda a gente a comentar com o nome dos outros, JPP e link Abrupto inclusivé.
Porque é que não nos lembrámos disto para o primeiro de Abril?
Ando há quase 10 anos nesta vida internética. Habituei-me a estar atenta às palavras e às ideias, e a não dar importância aos nomes.
(Um exemplo: andei várias semanas a ler o Canhoto e a fazer-lhe publicidade, sem me dar conta de quem eram os seus autores...)
Habituei-me também a escolher as pessoas que leio e com quem me interessa falar, e a ignorar as outras - que, obviamente, não precisam da minha atenção para existirem.
Já várias vezes vi cenas inacreditáveis de gente que confunde o ecrã do computador com o espelho, e desata a mostrar a celulite. Embaraçante, mas são os riscos desta vida virtual.
E já que falaram de liberdade de expressão e de etiqueta: quem sabe, sabe. E quem não sabe...
Entre o Quase em Português, o Bombyx Mori e o Dois Dedos de Conversa (sim, fui à boleia) aconteceu recentemente um exemplo de como é possível ter opiniões diferentes sem se faltar ao respeito às pessoas.
É assim que vale a pena!
Helena |
Homepage |
24.04.06 - 1:41 pm | #
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LNT, força, será uma honra!
Lutz |
Homepage |
24.04.06 - 1:46 pm | #
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Ora bem, então aqui vai mais uma experiência de inovação no âmbito do choque tecnológico.
O Post que se segue está pronto para publicação no Tugir mas como ainda não foi possível, dada a concordância do Lutz, ai vai: (já a seguir)
LNT |
Homepage |
24.04.06 - 2:02 pm | #
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[0.499/2006] (quase 500)
Esta coisa das escritas em Blogs
Parece-me útil, embora não necessário, fazer alguns apontamentos acerca dos textos que vou publicando neste Blog. A utilidade advém do facto de alguns que me lêem não me conhecerem o suficiente para saber quando uso ironia ou escrevo a sério, o que por vezes é objecto de más interpretações. Sem querer ser abrupto neste meu texto deixo algumas linhas da orientação porque me tenho seguido nestes três, a caminho de quatro, anos na Blogos.
O direito à diferença
O Tugir é escrito por duas pessoas diferentes que têm uma base ideológica, em princípio convergente, mas que, tanto em aspectos geracionais, como de experiência, ou ainda de formação académica e/ou profissional, têm diferenças substanciais. Daí, muito do que o CMC escreve tem muito pouco a ver com o LNT e vice-versa. Cada um é responsável e exprime o que lhe parece mais correcto. Quando apetece há polémica, mas nem sempre o facto de não haver implica concordância.
Pretende-se ter um espaço aberto, não um catecismo de mestrança e ainda menos um manual de comportamentos. O essencial é a liberdade total de expressão e o respeito pela opinião, o que não invalida o contraditório.
O direito à expressão
Neste fim-de-semana recebi alguns eMails que me acusavam de ter textos politicamente incorrectos principalmente devido a algum sentido machista pouco abonatório da minha condição de militante socialista.
Também aqui o Tugir está à vontade porque:
Em primeiro lugar, os textos são da minha exclusiva responsabilidade e não veiculam a minha condição política ou profissional. São resultado de um estilo literário onde consigo abstrair-me dos meus deveres sociais (podem mesmo chegar a ser anti-sociais, se para aí estiver virado);
Em segundo lugar, a liberdade de expressão, neste caso consubstanciada num estilo literário, pode não reflectir mais do que a liberdade de redacção.
Em terceiro lugar, não entendo a política como uma actividade assexuada.
Em quarto lugar, embora não escreva com pseudónimo (ou Nick como os info-incluídos gostam de chamar) não me sujeito a repressão na escrita criativa em favor de uma lógica da coerência que defendo. Este é um espaço de criatividade.
O direito á citação
Já não é a primeira vez que alguns demonstram perplexidade com citações que lhes faço nos meus textos.
Defendo para a Blogos a tese de que é uma comunidade alargada onde todos têm muito a aprender na troca de experiências, opiniões e contraditórios.
LNT |
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24.04.06 - 2:04 pm | #
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Só saiu metade.
Aqui vai o resto:
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24.04.06 - 2:05 pm | #
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O direito á citação
Já não é a primeira vez que alguns demonstram perplexidade com citações que lhes faço nos meus textos.
Defendo para a Blogos a tese de que é uma comunidade alargada onde todos têm muito a aprender na troca de experiências, opiniões e contraditórios. (nunca uso o termo Blogosfera por entender que o seu espaço não se confina aos Blogs)
A minha formação nestas áreas já vem de longe, do tempo das BBS, Videotex e outros. Estou à-vontade para nem sequer rever na Blogos o deslumbramento das ciências novas e dá-me vontade de rir quando sinto gente que se toma muito a sério nesta forma de comunicação, convencida de que está no centro do Mundo.
É evidente que tudo o que aqui se escreve é comunicação pública, lida e interpretada por todos que lhe têm acesso e como tal sujeita a ressonâncias, manipulação e desinserções textuais. Tem a vantagem de ser registo escrito e a desvantagem de ser possível alterá-lo devido ao seu formato electrónico.
Como qualquer comunidade aberta, compõe-se de gente diversa e nela residem todo o tipo de pessoas, ideologias, intenções e gostos. Há uns que se aproximam mais daqueles com quem se identificam (na concordância ou na divergência) e com eles formam laços de maior cumplicidade. Há outros que se individualizam, que tentam liderar a opinião, que se não misturam nem querem misturas.
Opto pela postura de total abertura e de completa liberdade. Escrevo o que me apetece, permito comentários nos meus textos, respondo a quem me apetece, ignoro quem me apetece. Respeito quem me respeita, brinco com todos e principalmente entendo que esta é uma actividade lúdica com a vantagem de ser pública e como tal comportar também a característica de mensagem muitas vezes dirigida e até codificada.
Gosto de incluir nos meus textos provocações e referências a outros autores que leio e uso citá-los, ligá-los e picá-los.
A esta interactividade construída no hipertexto designo por estilo de escrita mutante, onde muitos dos subentendidos têm ou são respostas contidas nas agulhas das ligações.
(Chamo a atenção à posição dos olhos em alvo fixados no palavrão TICC).
O direito ao absurdo
Quem se convencer que todos os textos publicados são ao correr da pena que se desengane. Também os há, é verdade, e até há alguns que só foram publicados por instantâneos de insanidade. Mas há muito mais, há muito trabalho de elaboração, de pesquisa, de reflexão, de ponderação, de coragem e principalmente muito gozo, até nos subentendidos dirigidos só para aqueles que já conhecem as manhas. Há quem diga haver aqui uma "escrita alternativa", seja lá o que isso for.
Por exemplo, o texto 492/2006 só viu a luz do di
LNT |
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24.04.06 - 2:05 pm | #
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Ainda falta um bocado.
Cá vai:
O direito ao absurdo
Quem se convencer que todos os textos publicados são ao correr da pena que se desengane. Também os há, é verdade, e até há alguns que só foram publicados por instantâneos de insanidade. Mas há muito mais, há muito trabalho de elaboração, de pesquisa, de reflexão, de ponderação, de coragem e principalmente muito gozo, até nos subentendidos dirigidos só para aqueles que já conhecem as manhas. Há quem diga haver aqui uma "escrita alternativa", seja lá o que isso for.
Por exemplo, o texto 492/2006 só viu a luz do dia (ou melhor, só foi estampado na pantalha) depois de horas de pesquisa, tanto de imagem, como de leitura, como de intenção. Cada palavra tem o seu próprio significado e o conjunto uma significância muito para lá do que se apurar se lido em diagonal. Aquilo é uma obra de arte.
Explicado tudo isto (o absurdo) resta-me a consolação de saber que só sou lido por quem o quer fazer. Felizmente o Tugir não é um manual escolar de uma disciplina nuclear.
Acabando no início, há que distinguir a ironia do texto sério. Façam de conta que estão interessados nessa destrinça.
LNT
Obrigadinho Lutz. Deus te pague!
LNT |
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24.04.06 - 2:07 pm | #
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Lutz,
saiu-te o jackpot dos comentários.Imagina isto traduzido por miúdos.
sara monteiro |
24.04.06 - 2:42 pm | #
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O Tugir está numa campanha de ascensão, contando com a colaboração conceptual e tecnológica de alguns leitores. Mas ao vir aos comentários alheios colocar os posts está a perder clics lá no estaminé, preciosos, preciosos ... Assim não vale a pena. Urge disciplina no blogar, LNT, delinear objectivos, traçar estratégias e assumir metodologias. Essa anarquia, volúpia postadora, não o leva, nem ao Tugir a lado nenhum. Lamento, e muito. Tenho que repensar a minha colaboração desinteressada com os seus objectivos.
jpt |
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24.04.06 - 2:57 pm | #
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Mais, têm muita razão os seus correspondentes. Um homem de reconhecida actividade pública e política, de militância explícita, tem que atinar as suas escolhas. Andar a colocar figuras de senhoras conhecidas e a fazer algum humor, mesmo que suave, em seu torno é profundamente erróneo. Machismo, misógino até. Eu surpreendi-me com essa sua vertente. Acredito que outros se tenham desiludido. E que todos nós, fiéis leitores, nos desapontámos.
O erro não é grave. É um erro, apenas. Tem emenda. Meta lá uns rapazes assim giraços, modernos, que vai ver que lhe perdoamos. E até elogiamos.
jpt |
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24.04.06 - 3:00 pm | #
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Rapazes????!!!! Bolas, JPT! Só me faltava essa que não sou homofóbico, ou hemofílico, ou homofónico, ou antropófago ou lá como isso se chama, mas há que ter limites!
Antes uma vida pública política arruinada...
Que raio de conselheiros que fui arranjar.
Quanto ao Post aqui na caixa de comentários do Lutz foi um impulso.
Como postador compulsivo estava a ficar nervoso com o boicote do Blogger (aquilo dos fumos, JPT, dos fumos de louro, seja).
O Lutz ao ver-me nesse estado abriu-me esta janela e zás. Aproveitando o tom sério desta casa em vésperas de feriado, escarrapachei aqui o que não conseguia publicar do lado de lá.
Que se lixem as audiências.
Estou muito mais aliviado, fónix!
LNT |
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24.04.06 - 5:28 pm | #
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o post não tem tradução criativa?
nem resumo alternativo?
Paulo Vasconcelos |
24.04.06 - 5:52 pm | #
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Helena, alguma coisa se passa, embora eu tenha dúvidas de que conseguisse a amena coloquialidade argumentativa dos posts controversos do Dedos de Conversa. É que agora aparece no kinja do Lutz (http://kinja.com/user/arqlutz) um post "meu" (isto é, da lida insana) que é de outro blogue (erro de paralaxe). Não me queixo muito, porque não me importava nada de morar lá nesse blogue...
Lutz, estás com o teu salão em grande. Prepara-te para mudar os documentos de identificação porque eu rebaptizo-te agora Lutz Bruckelmann-Recamier. Oh yes!
Susana Bês |
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24.04.06 - 6:02 pm | #
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Isto já tinha acontecido? Um blogue a albergar outro blogue dentro das caixas de comentários? A dar abrigo a um sem-abrigo (ainda que temporário?)
Que giro!
Será q o JPP já viu tamanha solidariedade?
sara monteiro |
24.04.06 - 6:06 pm | #
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Susana,
és mesmo tu? Tens a certeza que não és a Sara Monteiro?

Sim, parece que este Quase em Português chegou ao momento de É a Hora. Só falta a Agustina vir escrever nesta caixa de comentários um capítulo do novo livro.
Helena |
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24.04.06 - 6:14 pm | #
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Olá meninas! Estamos todas no lugar? 
Depois da tempestade a bonança. Reparam na brisa ligeira e no cheiro das mimosas? Hum!
sara monteiro |
24.04.06 - 6:21 pm | #
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Estou comovido. lembro a atribuição do gandula-chat 2005 ao QeP. Sempre lhe augurei grande futuro nesta dimensão. Mas tamanho desiderato ultrapassa as maiores expectativas. E as melhores. Não só uma revolução como um coro de admiradoras.
A inveja surge já. A ascensão é o início da queda. Tão mais dolorosa esta quando destes píncaros alcançados
jpt |
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24.04.06 - 8:05 pm | #
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Não seja assim, JPT, bem sabe como o admiro e gosto de si.
sara monteiro |
24.04.06 - 9:01 pm | #
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sim, mas aqui do sopé é doloroso
jpt |
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24.04.06 - 9:08 pm | #
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Concentre-se nas grandes frases, como alíás já começou a fazer: "Quanto mais se sobe...etc, etc. (não posso pôr o resto em atenção ao Lutz.) e medite em quão efémera e ilusória é a glória. Depois diga-me se não se sente melhor. 
sara monteiro |
24.04.06 - 10:05 pm | #
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sim dizem que a glória é vã. mas dizem-no aqueles que não a almejam. ah, quem me dera a glória fácil (blogspot)
jpt |
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24.04.06 - 10:15 pm | #
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Assim não o posso ajudar, valha-me deus! 
sara monteiro |
25.04.06 - 1:06 am | #
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Desculpem vir com um assunto que não interessa a ninguém, mais parecido com viagens à volta do meu umbigo, e para mais com atraso (gripe oblige), mas queria deixar bem claro que:
1. A "Helena" que andou aí a comentar (a que assinava quase sempre com minúscula, e sem o meu link habitual) não era eu - embora concorde com muito do que ela disse, e embora ela tenha comprado guerras que eu nunca compraria.
2. A "Helena" que andou a chatear no Cocanha não era eu - mas não sei de que "chatices" estou a falar, limitei-me a inferir de um comentário acima.
3. Calculo que a "Helena de Auschwitz" seja eu, e nem me baixo ao nível de comentar.
Será que as pessoas pensaram que a outra "Helena" era eu, e se dirigiram a mim nas respostas que escreveram? Que situação desconfortável.
Será que este logro dava um capítulo para o livro que o JPP vai provavelmente escrever?
Lutz: obrigada, embora pela parte que me toca não houvesse necessidade.
Susana: se a tal do aroma das rosas era eu, obrigada!
Helena |
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25.04.06 - 11:36 am | #
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Não Helena, nem por um momento suspeitei que fosses tu. Não tinhas link e o estilo não era o teu.
sara monteiro |
25.04.06 - 2:36 pm | #
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É bem feita! JPP?! Nem lá vou. E no jornal passo adiante. É que, sem querer ele entra-me pela casa dentro através do écran, já há muito tempo. E às vezes o zap acerta nele outra vez. Com tanto nível de escrita que por aqui vai para que é preciso JPP ainda? Há minha conta não tem um nickinho de audiência.
Graza |
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25.04.06 - 8:48 pm | #
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Stacey |
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02.02.07 - 7:37 am | #
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