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Os milhões para a acudir á crise, esgotaram a folga que existia.

A partir de agora, vamos assistir á aplicação de preços de mercado em muita coisa.
Pelo Socrates, se ele ainda lá ficasse, por outro qualquer que o venha substituir.

Ou se aumentam impostos, ou o preço dos produtos subsidiados, ou se acabam com alguns subsídios sociais que, em flagrantes situações já devidamente publicitadas, não passam de sustentar parasitismo social, ou na massa salarial da FP, ou nas reformas dos velhotes.

Nalgum sítio tem que se cortar ou aumentar, consoante o caso.

Mas na questão da água, até sou a favor, por outras razões. "quando a água é de borla, ninguém fecha a torneira". E o desperdício de água e a forma insultuosa para o ambiente como a maioria das pessoas trata um bem tão precioso e caro como a água potável, exige alteração de hábitos. E só conversa não chega. É preciso que doa na carteira.


Por falar em parasitismo lembreime da classe pulítica mais os ex-ministros que ocupam os cargos directivos milionários das empresas e bancos.


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