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“… mas o que melhor me sabia era o tempo do recreio”. Costuma terminar assim, acompanhada de um sorriso cúmplice, a longa dissertação aos netos e bisnetos sobre os benefícios do empenho no estudo, de um senhor de 88 anos, que na escola pública portuguesa apenas andou quatro anos e que a aprendizagem na faculdade da vida tornou num excelente autodidacta. Nessa época, a palavra de ordem (secreta) para quem não tinha poder económico era “queremos estudar”. Apesar do bizarrismo deste quotidiano, apetece-me ainda assim dizer que é demasiado leviano ajuizar quem está definitiva e manipuladamente deslocado!
salomé |
09.21.06 - 4:47 pm | #
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