Gravatar Vim aqui te convidar para ler meu último post sobre música, mas caí enceguecido por teus dois últimos posts.

Infelizmente, nada sei de Amadeu Amaral, mas sei demais de Mário de Andrade. O termo Paulicéia Desvairada é muito bom, é uma pena que hoje sirva mais como ironia. Também achei delicioso o tom informal de Mário ao relatar a hostilidade de sua família a certas posturas. Belo post.

O mesmo vale para este de Vinícius. Assisti o filme de forma emocionada, apenas não gostando das inevitáveis declamações. As melhores declamações que ouvi foram dos próprio autores, que, paradoxalmente - vide Drummond -, costumam utilizar-se de alta velocidade. Notei que todos saíram do cinema meio tomados por aquele clima de poesia e leve indecência... Gostei demais da participação de todos os que deram depoimentos, com destaque para Chico e Edu Lôbo.

Abraço. (Puxa, esta visita valeu mesmo!)


Gravatar Acho que o Vinícius merecia um documentário melhor. Me pareceu oportunismo fazer este tipo de trabalho, visivelmente, apressado, justamente no ano em que comemorou-se os 25 anos de sua morte. Mas, enfim...
um abração


Gravatar me disseram que é engraçadissimo ver o vinicius cantando tortinho, tortinho...
e ele canta a musica da galinha com a rica farofinha para depois do amor?


Gravatar bilis, eu também gostei do filme e detestei os chatores.
fiquei com dó das filhas dele. não deve ter sido nada fácil ser filha daquele homem, com velocidade de 10 paixões por minuto.


Gravatar lucia, uma das cenas que mostra bem prá que veio ao mundo esse homem, é quando perguntam como ele queria reencarnar. ele responde que nele mesmo, só que com um pau maior.

já a cena dele tortinho pega.


Gravatar Ele devia viver em estado de extase com tanta paixão !


Gravatar Interessante, Pecus, muito interessante mesmo a história do autor de 'Nature Boy'. O cara vivendo, em pleno início dos anos 60, com a mulher, embaixo do L de Hollywood, é sensacional, né? Um precursor do hippismo!! E a frase dele ao ser abordado pelo policial? "I look crazy, but I'm not. And the funny thing is, that other people don't look crazy, but they are." O máximo!! Agora, faltou dizer que, depois da gravação do Nat King Cole, 'Nature Boy' foi adotado pelo 'gay people' como um hino. Não por acaso, aqui no Brasil, além do Caetano, a música foi gravada pelo Ney Matogrosso...


Gravatar Engraçado é que o Lounge e a Exotica também acabaram criando ligações à Bossa Nova durante os anos 50,60. Gosto de poucas coisas, mas um que outro trabalho de Martin Denny vale a pena. Não estava por dentro da história de Eden Ahbez, mas esse gênero fringe-music tem realmente uma cultura muito peculiar. Botei o link no URL, se estiveres interessado.

[]s


Gravatar Essa música tenho quase certeza que o Caetano já tinha gravado há bastante tempo, nos anos 80, ou no disco "Uns" ou naquele só de voz e violão ao vivo ("Totalmente Demais").

bjs,


Gravatar . ei, obrigada por me apresentar ao abhez!!!! adorei!
. nature boy era uma das musicas favoritas do james dean.
. também vejo o cazuza como um vinicius moderno.


Gravatar Que coincidência, Pecus, postamos sobre o filme no mesmo dia, embora tenhamos assistido em dias diferente.
Obrigado pelo post, eu saí do cinema pensando em resgatar a letra dessa música e você me "deu de presente".


Gravatar Vou ver, com certeza, ainda não vi.
Vinicius inventava amores, a gente faz isto tbm em menor escala


Gravatar Vinicius de Moraes
Poeta e diplomata
O branco mais preto do Brasil
Na linha direta de Xangô, saravá!


Gravatar Pecus, não vi o filme, quando cheguei ao Brasil ainda estava passando, dei bobeira, quando decidi ir tinha acabado, mas vejo depois, em DVD.

Tenho uns MP3 de Vinícus, lendo suas poesias (era um disco com o outro lado de Drummond, fazendo o mesmo), maravilhoso! e encontrei na minha casa, de Olinda, um LP duplo, de Vinicius lendo mais outras da Antologia Poética, mas estou esperando meu irmão digitalizar pra mim é tudo lindo de morrer! Se quiser os MP3, te mando.

Eu ouvi Nature Boy a primeira vez, com Caetano lá nos idos dos anos 80 e adorei saber a história do autor. Muito interessante.


Gravatar Nature boy é um dos meus hits, há anos. Descobri por causa do meu tio, que amava essa musica, e eu cantava sempre pra ele. Recentemente coloquei a musica no repertorio mais uma vez, e acho linda, de morrer. Adoro a versao do George Benson. Mas esse papo de gay music é um saco! Só faltava essa, até música ter sexo... :P


Gravatar Pecus, Vinicius é um dos melhores sonetistas que eu já vi.


Gravatar Amores dos bebuns! Não tem nada de gay, é outra coisa, mas é amor. Gostei do Tom contando da mulher que quebra a guarrafa de uíque na pia. Aí é a revolta!, diz ele. È isso, é um lado do Brasil. Mostraria mais cenas do Rio antigo, se o filme fosse meu.Mas não é, e gostei!


Gravatar você voltou já ha 3 posts. Não acredito.


Gravatar Milton, eu saí com vontade de tomar o "uisquinho".


Gravatar Julio, não é tão ruim assim.


Gravatar Lúcia, não, e também não a tongadamilongadocabuletê.


Gravatar Anna, que ele deixava um rastro de destruição, deixava.


Gravatar Márcia, e uísque.


Gravatar Márcio, é ruim pra uma canção virar hino. Mas o sujeito devia ser uma figura. O próprio nature boy.


Gravatar Fernando, muito interessante. O Ruy Castro, no "Chega de saudade", sustenta com propriedade que a bossa nova veio do cool jazz da costa oeste, e depois na volta, influenciou toda a música americana. Até, por exemplo, The Doors, a levada do "Break on through".


Gravatar Leila, é verdade. É um disco ao vivo, o tradicional momento violão e voz do show.


Gravatar Helê, comentários sobre o que está nas paradas.


Gravatar Laura, ele em escala industrial.


Gravatar Parangolé, viva a Bahia!


Gravatar Denise, quero sim. Pode por um link lá no SE?


Gravatar Andrea, não conheço a versão do guitarrista patinador, mas deve ser ótima.


Gravatar Jayme, é verdade. Há um comentário ótimo, no filme, se não me engano do Antônio Cândido, que ele cumpriu o objetivo dos modernos de utilizar a linguagem coloquial e os temas prosaicos melhor que muitos, apesar e talvez até porque dominava e utilizava as formas tradicionais.


Gravatar Edu, só bêbado aguenta bêbado.


Gravatar Simy, agora pra ficar, pois aqui, aqui é o meu lugar.


Gravatar pecus, se me permite, eu adoro a tongadamilonga.


Gravatar Vinicius é O cara.


Gravatar Pecus, li 2 biografias sobre Vinicius. De pessoas que conviveram com ele. O chato é que só tem elogios. Será que o filme tb está assim?
Liliane


Gravatar OK! Vou te mandar pelo Yousendit!


Gravatar Pecus, eu acho exatamente isso: o domínio das formas tradicionais impulsiona o uso das formas coloquiais e livres. Vou tentar ver o filme.


Gravatar Deve ser bom apaixonar no estalo! tem que ter competência...morro de raiva quando leio algo sobre esse documentário, só porque ainda não vi. Mas tô indo assim que puder! Uma amiga foi e não gostou do pessoal baterem palmas dentro do cinema. Bizzarices! Beijus


Gravatar Ei Pecus! Ontem vi o filme do Bob Dylan do Scorcese. Pensei que como os loucos adotavam o Napoleão e hoje em dia o Silvio Santos como identidade eu se pirasse de vez teria "virado" o Bob Dylan. eehehe
Estou lendo o Pirandello, "um, nenhum, cem mil" . Já leu?
Abração


Gravatar Jayme, você acha e faz.


Gravatar Luma, no cinema que eu fui não bateram palmas.


Gravatar Dudi, passou na tv, é mesmo, ia rever, esqueci. Você e o Supla pai.




Name:

Email:

URL:

Comment:  ? 

 

Commenting by HaloScan