Comente: Compartilhar é bom PrasCabeças!!!
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Ei Cláudio,
Eu adorei o pongar! As memórias da infância, contadas com encantamento, são mesmo uma beleza! Obrigada por ter colocado a foto de Lyon. Quando a ví, fiquei muito alegre e imaginei mesmo que tivesse sido você.Ainda vou aprender como fazer. Aguarde notícias do meu último passeio: Côte D'Azur!!!
Um abraço,
Kátia |
16.11.04 - 6:02 pm | #
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Ah, eu nunca fui de pongar, menina medrosa. Mas gostava de pegar caronas em bicicletas quando eu estava de patins. E sobre essa coisa de carona, é interessante como isso mudou. Eu dou carona para alguns colegas da faculdade e muita gente me pergunta porque eu não cobro um vale, ou 1 real. E eu pergunto, carona não é de graça? Carona é quando eu passo perto da casa do sujeito sem desviar meu caminho, daí, por que cobrar não é mesmo?
Bianca |
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14.11.04 - 11:43 pm | #
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caro, quanto tempo! eu volto esta semana com mais tempo, e ler tudo, com o cuidado que vc merece.
tany |
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14.11.04 - 8:29 pm | #
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Pongar????
Pongar é pegar carona na traseira de caminhão, carro, trem-de-ferro e até carroça, sem o dono saber ou com sua permissão. O sinal era dado pelo dedão "tinino" permintindo a façanha. Bela lembrança que o tempo finge ter apagado de nossa memória. Mas essas aventuras, felizmente, estão vivas como se tivessem acontecido agora, há pouco: "-Acabei de pongar agorinha mesmo na corroça de Zé Dias e o velho ficou puto da vida!" Hahahahahahahah!
Ilídio - Vitória-ES |
14.11.04 - 7:31 pm | #
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Pongar é bom demais. Faltou uma regrinha: não comer, não beber e principalmente não fumar dentro do carro. 
Abraço,
Claudia |
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13.11.04 - 3:04 pm | #
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Lembranças gostosas não? tinha 16 anos e fui de carona para a Argentina...creio ter vivido naquelas férias a minha maior aventura...e as vezes o que tocava ia Renato e seus Blues Caps, a Sula Miranda...claro os clássicos comerciais sertanejos....
mas dicas anotadas....
beijos excelente feriadão
Tânia |
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12.11.04 - 8:47 pm | #
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Oi Claudio, tudo bem? Nunca sei se seu nome tem acento..rs Bom, estava lendo teu post e lembrei que, o que aí vocês chamam de PONGAR, aqui nós chamamos de "pegar rabeira". Pelo menos foi assim que aprendí. às vzs acontece com alguns patinadores, eles aproveitam a traseiras de ônibus e caminhões para o transporte rápido... Vivendo e aprendendo..
òtimo final de semana, beijos!
Márcia |
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12.11.04 - 4:31 pm | #
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Eu gostei muito do seu comentário no meu blog. 
Mônica |
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12.11.04 - 10:18 am | #
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Dr. Cláudio,
Pungar era perigoso, por isso excitante. Perigoso, hoje, é simplesmente andar pela cidade, seja durante o dia, seja durante a noite. E isso está longe de ser excitante. Os paradigmas mudam. Quem dera, hoje, pungar fosse perigoso. Acho que pungando eu seria um pouco mais feliz.
Quanto às dicas ao caroneiro, faça-me um favor, pregue esta lista no quarto de Angelo, frisando, sobretudo, o item IX da mesma.
Abraços, Rafinha.
Rafinha |
11.11.04 - 10:27 pm | #
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Acho que "pungar", perguntado aí em cima pelo papai, tem a ver com punga, que o Houaiss define assim: "Punga =s.f. (a1958 cf. MS10) 1 arte ou característica de punguista 2 furto praticado com destreza v s.2g. cr. 3 batedor de carteiras; punguista, trombadinha, carteirista 4 p.met. a vítima do furto praticado pelo punguista 5 p.ext. o produto desse furto ¤ etim para AGC, de um plat. punga, que Nascentes identifica como lunf. punga; este, segundo Nei Lopes, intermediário entre o voc. port. e o étimo afr.; o autor cita como étimos prováveis: no quicg., mpunga 'chegar, vir às mãos', e bonga 'roubar'; no suaíle, punga 'diminuir'; no quioco, punga 'reunir ou pôr de lado pequenas quantidades de coisas' ¤ sin/var ver sinonímia de larápio". Mas, se no dicionário não há o verbo pungar... a gente inventa, ora!
Cláudio Costa |
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11.11.04 - 9:01 pm | #
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Fiquei emocionado com a descrição do papai que, já na década de 30, "pongava" nos trens da EFCB e, mais tarde, nos caminhões que resfolegavam morro acima, nas estradas poeirentas daquele tempo. Uma lembrança puxa outra e as emoções se alastram como rastilho de pólvora. Esta aí o melhor do PrasCabeças: provocar emoções e poder compartilhá-las. Assim, cada comentário acima evoca, em cada um, lembranças que me proporcionam o privilégico de experimentá-las com cada um. Grato. Abração, Cláudio.
Cláudio Costa |
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11.11.04 - 8:56 pm | #
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Jack, Papai e aos outros...
Pertinentes as observações do Jaques (segurança e amor à vida) e maravilhosas as lembranças de Papai... Década de 30 e "pongando"... Que maravilha arteira... Viver é também arriscar-se... a ser feliz!!!
Um abraço a todos.
Clóvis Costa |
11.11.04 - 8:48 pm | #
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Oi Cláudio,
Acabo de ler Pras Cabeças e gostei muito. Acredito que sempre usei corretamente a expressão "pongar".
Você pongou em caminhão de carvão e em bicicleta em diversas oportunidades.
Nas estradas de Nova Era/Prata; Nova Era/Monlevade e Nova Era/Drumonnd, eu, de bicicleta, agarrava com u'a mão a carroceria dos caminhões e era fácil chegar ao alto do morro, pois o caminhão me rebocava... ponguei? Estou a recordar, também, que quando o "trem-de-ferro" da Central do Brasil começou a circular até Nova Era, muitas e muitas vezes, eu e outros amigos andávamos uns 3 quilômetros linha acima para pegar "ponga" no trem de passageiro ou carga, até a gare da Central, em Nova Era. Na década de 30 a velocidade da "Maria Fumaça" talvez não chegasse aos 20 km/h!
Vejamos agora: Pa - Pe - Pi - Pongar e Pungar. O que é pungar? Eu sei, Com a palavra Cláudio.
Aquele abraço do pai, Ismael.
Ismael Cirilo Costa - Nova Era |
11.11.04 - 8:45 pm | #
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Li também a crônica "PONGAR" e alerto a todos sobre os riscos de acidentes, o qual não foi mencionado, dando a devida ênfase.
Cada qual com seu cada qual, e como sou da área de segurança sempre observo estes pormenores.
No mais a crônica é excelente e me fez recordar de outras passagens por Nova Era e região.
Um abraço a todos...
Jack.
Jaques - Gurupi-TO |
11.11.04 - 8:39 pm | #
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Acho que ia me dar mal pra caramba. Quando pego carona com os amigos, durmo. Se a piada é ruim, fico calado. Pagar gasolina? fala sério! Mas nunca soltei gases ou reclamei do som.
Aqui em Boa Vista havia uns ciclistas que seguravam na rabeta do ônibus em movimento para atingir velocidades mais altas. Era a maior adrenalina.
Edgar Borges |
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11.11.04 - 6:37 pm | #
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Mano Cláudio!!! Esta reportagem do jornal EM fez você retornar longe, hem? (Nem tão longe assim...).
Poisé... Me fez lembrar "pongadas" um pouco mais perigosas, também em nossa Nova Era: "Pongar" no trem, na estação! Lembra? Chegavam as toras para a serraria onde vovô trabalhava e a gente pongava nos vagões...
Lembra quando você pongou no vagão que levava a tora para dentro da serraria e você caiu? E o joelho?...
Lembranças...Maravilhosas lembranças.
Valeu, mano, um abraço...!
Clóvis |
11.11.04 - 3:24 pm | #
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Adorei este post sobre pongar e ja a enviei para alguns "pongareiros" ou serao "pongueiros. E voce pongando Caudio, quem diria!
Marcinha |
11.11.04 - 3:13 pm | #
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hahahaha! Adorei, pai! Pq vc nunca me deixou pongar??? Ah... tal vô tal pai, né? hehehehe
Como boa caroneira que sou, acho q não deixo a desejar em nenhum (ou quase nenhum... hehehe) dos ítens descritos...
bjo
Ana Letícia |
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11.11.04 - 12:17 pm | #
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Ah, eu sempre fui medrosa, mas o Guto, meu "ajuntado", era dos seus. Ficava se balançando em cipós por cima de uma estradinha pela qual passavam constantemente caminhões de cana-de-açúcar. Isso perto de Ponte Nova, na Usina da Jatiboca, onde ele morou na infância. Imagino os sobressaltos pelos quais seus pais e os do Guto passaram com tanta travessura. Mas é legal criança assim, "arteira".
Quando li o trecho "era rota de caminhões cuja dimensão minha pequenez classificava de gigantes.", acabei me lembrando do gramado da casa de minha tia-avó Efigênia. Morava na Cachoeirinha, em BH. Quando pequena, eu achava que aquele lugar tinha as dimensões de um campo de futebol. Depois de grande vi que era um gramadinho bem pequenininho. Preferi continuar fingindo que era um lugar gigantesco.
Agora, diga uma coisa: o que é uma bicicleta tipo "camelo"?
Olha, adorei seu post.
Beijos,
Mônica.
Mônica |
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10.11.04 - 7:28 pm | #
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Oi, Claudio!
Gostei mto do texto de hoje. a proposito, gostei muito da Prosa & Viola! Pode falar com a mulher que a cachaça fez o maior sucesso aqui em Paris! ABraçao
Thiago |
10.11.04 - 10:46 am | #
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Eu ponguei no interior do Rio, Peguei morcego pelas ruas de Copacabana e peguei rabeira em SP. Era o pouco de aventura que se permitiam os meninos na nossa época.
Ciao
Allan |
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10.11.04 - 6:04 am | #
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gostei do blog!! muito interessante o manual dos caroneiros.. vo começar a seguir..hehe.. eu tb naum sabia o significado da palavra pongar naum!!
Rodrigo |
09.11.04 - 11:06 pm | #
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Commenting by HaloScan
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