Comente: Compartilhar é bom PrasCabeças!!!
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Os tempos são outros e a farmacologia evolui. Ainda bem, né? abração
D. Afonso XX, o Chato |
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26.01.06 - 9:45 pm | #
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Olá. Muito bacana o seu blog...Parabéns!
www.auto-ajuda.com
Webmaster |
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26.01.06 - 5:40 am | #
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Estou aqui em Tiradentes, na 9ª Mostra de Cinema. Um espetáculo que depois comentarei em um post. Mas não resisti e, neste final de tarde, passamos aqui numa lanhouse (apesar de ser do século XVIII, Tiradentes tem internet e um milhão de atrativos: só não vem aqui quem é bobo!).
Os comentários estão excelentes e estimulantes.
O mais recente, de meu pai Soié, então está up to date: beijar é bom pra saúde e... bom PRAS CABEÇAS, não? hehehehe Até a volta!
Cláudio Costa |
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25.01.06 - 6:36 pm | #
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Em aditamento ao meu comentário anterior, acrescento:
Beijar é o melhor remédio
para curar depressão.
Temas de músicas de sucesso e de cenas inesquecíveis no cinema, o beijo é tazmbém objeto de melhor terapia para certos males, porque estimula a parte do cérebro que produz bem-estar.
Eis a manchete do jornal Estado de Minas de hoje, 15/01, na página 20 do 1º caderno.
Abrços do pai,
Soié
Ismael Cirilo da Costa -Soié- |
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25.01.06 - 9:49 am | #
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oi! nessas drougstores tb vendem a felicidade, alguém esqueceu de te contar. eu não acredito na medicina tradicional, ocidental, feita de "tinturas", graças a você descobri a palavra certa para essas coisas. eu acredito no equilíbrio, na alimentação correta, no bom senso, na energia de cada ser humano.
marita |
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24.01.06 - 6:00 pm | #
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Cláudio, tenho uma vaga e leve desconfiança de que a ligação entre corpo e mente ainda é subestimada ou pelo menos sub-divulgada. Se as pessoas fossem educadas quanto aos estragos mentais,espirituais ou qualquer outra coisa mais metafísica causados por hábitos atrelados ao mundo físico as pessoas teriam outra postura ante algumas escolhas como o que comer, fumar ou não e por aí afora.
Marco Aurelio Brasil |
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24.01.06 - 3:58 pm | #
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Fora as " farmácias " que muita gente tem em casa. Para tudo que se epensar .Sabemos de gente que anda com uma malinha repleta de drogas da felicidade e legais.Eu não tenho nem remédio para dor de cabeça. Não que não tenha loucuras mas me permitem viver bem.Seu texto está excelente e foi bom lembrar as origens gregas dos pensadores que são atuais.
Blogue da Magui |
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24.01.06 - 3:36 pm | #
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Esse post Cláudio, é uma verdadeira aula para todos que estão cursando as universidades de ciêcias médicas. Revistas da área deveriam publicar comntários desse timbre. Profisionais e leigos haveriam de aproveitar muito.
Bênçãos do pai,
Soié
Ismael Cirilo da Costa -Soié- |
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24.01.06 - 1:41 pm | #
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Claudio pe cultura. Gosto demais de vir aqui. Bjkª da Elza, uma paulista em São Paulo
Elza do Blog do Beagle |
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24.01.06 - 10:30 am | #
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Vou te contar uma história que presenciei logo que comecei a trabalhar no CERSAM. Um paciente escreveu um bilhete e entregou ao Márico Candiani com dos dizeres mais ou menos assim: "Dr. Márcio, não quero mais tomar um monte de remédios; quero tomar UM COMPRIMIDO SÓ que sirva: pra parar de fumar, pra não ouvir vozes, pra acalmar, pra não impregnar e pra fazer dormir". Ô meu Deus! E como eu queria que realmente existisse esse comprimido pra dar a ele e a tantos outros! Seria o mesmo que a pílula da felicidade.
E o que vejo em outras especialidades é que o paciente, quando procura um médico, quer de qualquer jeito sair do consultório com receita! Se não levar receita, o médico é péssimo!
Beijos e adorei o post.
Jacque |
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24.01.06 - 9:51 am | #
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(ops, errei)
O que sempre me desperta curiosidade na relação entre médicos e a indústria farmacêutica é a absoluta "fé" que os profissionais depositam nessas drogas. Quando se menciona medicamentos naturais, há um sorriso condescendente; mas quando se prescreve drogas novas (que mais tarde precisam ser recolhidas devido aos efeitos colaterais) há uma confiança cega e inabalável. rsrsrsrsrs
Ótimo blog, parabéns! Abs!
Ricardo Goothuzem |
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24.01.06 - 9:17 am | #
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O que sempre me desperta curiosidade na relação entre médicos e a indústria farmacêutica é a absoluta "fé" que os profissionais depositam nessas drogas. Quando se menciona medicamentos naturais, há um sorriso condescendente; mas quando se prescreve drogas novas (q
Ricardo Goothuzem |
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24.01.06 - 9:15 am | #
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Olá, Claúdio. Seu blog continua sendo um recanto de inteligência e utilidade pública eu diria.
Vivemos de fato atualmente esta grande compulsão por remédios, e de médicos também nada éticos que receitam até o que não está em sua própria área para manter o cliente. No mundo todo a realidade dos remédio para depressão e ansiolíticos se agrava. Sinal dos tempos? Do desespero humano atual, da falta de tempo até para reconetar com algo melhor e mais saudável?
O fato é que a ciência avançou tanto no sentido dessas drogas (o que é fantástico porque há os que de fato precisam, e se beneficiam, levando uma melhor qualidade de vida), e ao mesmo tempo as grandes cidades ficaram tào estressantes e violentas, que nós, pobres mortais, cidadãos sem tempo muitas vezes para integrar uma comunidade religiosa, e grana para tentar as beneces de uma psicoterapia acaba sucumbindo aos mais fácil. É uma questão, sim, de saúde pública, e uma boa campanha neste sentido poderia alertar. Assim como melhoria das nossas faculdades de medicina, pois o vem sendo formado por aí é um perigo aos brasileiros.
Bem, há muito a comentar sobre o tema. Gostei mesmo, um grande Abraço.
tania barros |
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24.01.06 - 6:04 am | #
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Sócrates já sabia de tudo isso a tanto tempo e quem sou eu pra discordar! (rs*)
Penso que se a pessoa não quer frequentar um consultório psiquiátrico, deveria respeitar a sua natureza. Mas as vezes a química do cérebro não está bem dosada, daí ter que se optar por meios artificiais.
Boa semana! Beijus
Luma |
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23.01.06 - 6:13 pm | #
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Erika, o tratamento dos transtornos psiquiátricos evoluiu muito e podemos creditar ao uso de psicofármacos grande parte deste avanço. Nos idos de 1950, descobriram-se as fenotiazinas (amplictil, neozine, melleril, etc), os ansiolíticos (diazepan e assemelhados) e isso possibilitou que se evitasse a maioria das internações psiquiátricas, iniciando-se o processo de desospitalização. Com o advento dos antidepressivos (anafranil, tryptanol, tofranil - os tricíclicos) na década de 60 e dos mais modernos (fluoxetina, citalopram, sertralina, etc), muitos dos que padeciam de depressões se viram livres do sofrimento sem fim. Por isso, não se podem descartar o arsenal terapêutico disponível, cada vez com menos efeitos colaterais. Por outro lado, é necessário que se tenha uma visão abrangente do ser humano. Se temos um cérebro com sua complexíssima estrutura e quase misterioso funcionamento, é claro que a neurofisiopatologia se tornou uma ciência respeitável. Há e haverá, ainda, muitos avanços. Assim como abusos, infelizmente. Afinal, somos seres-de-linguagem, essencialmente angustiados pelo conhecimento da morte e em constante conflito interpessoal, moral, etc. Há que ser artista todo aquele que se dedica à Psiquiatria. Eis o meu desafio cotidiano...
Cláudio Costa |
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23.01.06 - 12:58 pm | #
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Sempre fui contra estes tipo de drogas, Claudio.. minha mãe teve um episódio sério de depressão há uns 10 anos atrás... e até hoje toma remédios... e eu não vejo mudança...ela adora o médico dela.. e eu até acho que ele seja uma ótima pessoa, mas como médico, tenho lá minhas dúvidas... eu só a vejo dependente daquilo tudo.. e sem melhoras evidentes, sabe... mas, enfim.. cada um é cada um, né? Vai entender...
Eu ainda acho que um bom par de palavras faz mais milagres que dois comprimidos pela manhã.
Beijo
Erika |
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23.01.06 - 6:58 am | #
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Um grande prazer retornar ao seu blog! É verdade, as pessoas hoje em dia procuram as fórmulas mágicas. Eu realmente não acredito nisso, acho que a questão está mais no fundo, vai ver que é por isso que eu faço (e acredito) em terapia. Bjs.
Luciana |
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01.03.05 - 8:51 am | #
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Agora entendi porque esse blog se chama Pras Cabeças.
Avery |
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28.02.05 - 4:20 pm | #
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eu estou de acordo, embora ache que sou feliz quase sempre.
abraço
grzl |
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27.02.05 - 3:23 pm | #
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E a felicidade estava encapsulada...
Avery |
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27.02.05 - 2:06 pm | #
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"Tinturas" e "objetos luminosos".não são imprescindíveis, mas para quem não abre mão deles, a confiança já é importante passo em direção à cura. Drogas são uma droga, mas também têm seu papel na nossa procura (e obtenção) da cura. O que não se pode fazer é abdicar de tentar. Mas essa exposição intensa de drogas (e drugstores) à nossa pobre vista não faz bem a ninguém, à exceção dos mercadores de ilusões. Feliz final de semana!
tesco |
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27.02.05 - 2:37 am | #
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Claudio,
Temos a mania de responsabilizar outas pessoal pelo nosso sucesso ou fracasso. As vezes vamos buscar solução nas drogas. Não se pode transferir para drogas, tinturas e outros objetos a solução de nossos problemas.
A solução está dentro de nós mesmo.
Participei de dois seminários com o Dr.Lair Ribeiro, aqui em Vitória e o tema é centrado no poder da mente. Na capacidade de raciocínio e decisão de cada um.
Ontem, na CST, numa reunião de segurança da ANDES MONTAGENS INDUSTRIAIS,salientei que cuidar da Saúde é fundamental. Portanto atenção na alimentação e qualidade de vida. Assim podemos ficar longe das farmácias.
A comparação que voce usa para explicar facilita a compreenção do problema.
Um abraço.
Ismael Jose da Costa |
26.02.05 - 9:52 pm | #
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Da-lhe Araujo Drogaria e Drugstore!
Estou de volta, tentando manter meus comentarios concisos porém valiosos.
Estou completando 2 meses sem internet banda larga, o que me fez me "ausentar da net".
Estive doente também recentemente, e tive o desgosto de procurar uma "drugstore" à la dorgaria araujo em Paris. Alguma que esteja aberta depois das 19h? Praticamente impossivel. Talvez nos aeroportos, pois nem na maior estaçao de trem da europa, nao havia.
Saudades da época em que era soh pegar o carro e comprar um remedio na araujo mais perto de casa (e de quebra o resto que o claudio comentou - e quem nunca fez isso???).
No final, entre o texto e a realidade catesiana francesa das 35 horas de trabalho semanais, devo admitir que estou a favor do consumismo!
Abraços
Thiago |
26.02.05 - 9:19 am | #
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Loba, concordo com vc. A grande questão é que estamos tão "atolados" em nossas necessidades diárias que não temos tempo nem discernimento para visualizar uma saída.
Quem sabe, alguém olhando de fora nosso panorama talvez tenha melhores respostas, dicas e veja melhores caminhos para nós que os que nós mesmos vemos?
Seria tipo um personal trainer da nossa vida, exigindo sacrifícios e buscando resultados que nem ousamos sonhar.
Gesiel |
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25.02.05 - 8:50 pm | #
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Os ideais hedonistas da nossa cultura infelizmente são passados de geração em geração e ficamos cada vez mais dependentes de um modelo estético em detrimento da saúde física e emocional. Romper este círculo não é fácil. Exige coragem para contestar o convencional e abrir seus próprios caminhos. Pra isso é preciso ter um outro olhar e valores que, ampliando em outras direções, parecem não ser o que guia a maioria das pessoas. Infelizmente. Meu beijo e um ótimo fim de semana.
Loba |
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25.02.05 - 6:58 pm | #
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Volto para te dar felicidades (sem prozac) e parabéns. Tudo de bom Cláudio.
Reginaldo Siqueira |
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25.02.05 - 6:54 pm | #
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Linkei você no chá. Adorei o comentário sobre Gonzo 
Danicast |
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25.02.05 - 6:01 pm | #
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Que mal lhe pergunte:
Platão não é o que pedimos no almoço, só que queremos quantidade maior?
Sócrates não é aquele jogador famoso por seus passes de calcanhar que depois virou médico?
Por falar em tintura, a que eu uso é Rivotril... estou sempre com cara de "não sei o que, não sei quando, não sei por que". É a minha maneira de suportar.
Queria ser alvo (branco), não precisar de tintura, mas isto é um sonho distante, pelo meno para mim.
Gesiel |
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25.02.05 - 1:38 pm | #
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Sem remédio ou com remédio ...
O importante é ter a mente saudável como a sua, caro sogrão !
MUITAS FELICIDADES PROCÊ. DESEJO TAMBÉM MUITA SAÚDE !!!!!
Parabéns pelo seu dia ...
Feliz Aniversário !
Abraços.
Daniel
Daniel Caborges |
25.02.05 - 1:18 pm | #
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Muito bom texto, pai.
Lembro-me de usar a expressão "fazer farmácia", assim como se fala "fazer supermercado", pois as farmácias de hj em dia vendem de tudo mesmo, e muitas ficam abertas 24 horas! O grande filão descoberto por estes estabelecimentos comerciais foi este da "conveniência". A pessoa entra lá para comprar um antigripal, aproveita e compra uma vitamina, o sabonete que acabou, a ração do cachorro, troca de celular, refrigerante, pão, biscoito... enfim, uma refeição completa. E com isso os comerciantes ganham mais.
A ilusão de que o remédio fará melhorar é uma verdadeira utopia. O que melhora é a mente, o remédio pode até ajudar.
Beijos e Feliz aniversário!!!
Te amo muito!
Ana Letícia |
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25.02.05 - 10:56 am | #
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O consumista quer encontrar tudo em uma loja. Mas não existe lojas que venda a felicidade e esta, está de dentro de nós. Uma droga pode ter um efeito momentâneo, mas não irá consertar nada e a longo prazo poderá trazer mais prejuízo. Beijocas, Luma
LUMA |
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25.02.05 - 10:23 am | #
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Muito interessante o que escreveu e triste também, afinal, as pessoas tentam mascarar seus sentimentos e sintomas. Talvez por isso, o mundo estja de cabeça pra baixo. Beijos.
Nanda |
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25.02.05 - 9:24 am | #
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Ótimo post, Cláudio. Me lembrei da "eficácia do simbólico" do Levi-Strauss. O pscicanalista ou o xamã conseguem "curar" porque as palavras têm o poder de alterar o organismo biológico e até a química cerebral. Mas o caminho simbólico é mais longo e ninguém tem tempo, não é? Então vai uma tintura mesmo com a condição de que cada um se esconda de si mesmo para não atrapalhar o tratamento.
guto |
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25.02.05 - 9:16 am | #
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A saúde mental é tão importante no vigor físico que é comum os relatos de doentes de câncer e aids que praticamente se curam simplesmente pela maior força de vontade e alegria no dia a dia(vontade de viver!)
Grande abraço
Ângelo |
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25.02.05 - 9:04 am | #
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O ser humano precisa conhecer os mistérios do seu interno para poder forjar um destino melhor - as drogas escondem muito a ansiedade de cada um. Muito bom o seu espaço Cláudio. Voltarei mais. Abraços
Marco... |
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25.02.05 - 7:12 am | #
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A história do objeto numinoso me deixou curioso. Quer dizer que aos profanos só se permitiria que fossem reveledas as coisas sagradas depois de iniciados nos mistérios da ciência? Mas com tanta propaganda sobre remédios ainda existe alguém que não seja um iniciado?
Rapaz, talvez fosse melhor que esse tal de Sócrates voltasse a jogar bola.
Ciao
Allan |
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25.02.05 - 12:13 am | #
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Adorei o seu blog! Gostaria de inclui-lo no Super Blogs do portal Spiner (http://www.spiner.com.br). Me contacte por e-mail...
Rodrigo |
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24.02.05 - 9:23 pm | #
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Saúde é harmonia, é inclusão das várias dimensões do ser. Pena - e desastre - é que saúde virou 'produto' de venda e não consciência. Gostei desse post. Um beijo
Fátima |
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24.02.05 - 7:53 pm | #
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O que mais me incomodou, qdo da depressão que tive final do ano passado e princípio deste, foi chegar a um consultório de um psiquiatra e ele dizer: Vc tá sentindo isso aquilo, aquilo outro, não é?
Eu respondí que sim. E ele me tacou um remédio, segundo ele, prá me deixar 'animadinha' que não fez diferença nenhuma no tempinho que tomei, e que não tirou o sofrimento.
O que eu procurava lá era o poder desabafar o que eu tava sentindo... mas não tinha ninguém prá ouvir lá...
Tô com a moça alí, prefiro sofrer tudo a uma máscara de feliz.
Beijokas
Erika |
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24.02.05 - 5:32 pm | #
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Reginaldo, não é isso mesmo. Não se trata de "sacralizar", mas de recuperar as dimensões múltiplas do que é o phármacon. Sem o "escrutínio" da alma, o corpo padecerá sempre.
Cláudio Costa |
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24.02.05 - 12:47 pm | #
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Deus me livre de um sofrimento pleno. Que venha a felicidade falsa.
Cláudio, sua crítica às drugstores podem dar uma idéia errada de defesa da sacralização dos locais de venda de remédios. Sei que não é tua intensão.
Os tempos de hoje dão às pessoas uma idéia errada de poder. Têm acesso à informação, têm dinheiro, logo acreditam que têm passe livre para a felicidade.
E felicidade em si é uma palavra bem ilusionista.
Abraço.
Reginaldo Siqueira |
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24.02.05 - 12:37 pm | #
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Eu prefiro um sofrimento pleno do que uma felicidade falsa.Beijos
Bete |
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24.02.05 - 11:11 am | #
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