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Saiu, sem dúvida saiu.
Ah, li seu post sobre o Ciúmes, e adorei.
Bjos, boa semna.
Priscila |
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26.09.05 - 6:32 pm | #
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ola claudio, passei por aqui pra te desejar uma otima semana!!!!!!!
abracos ate ........
adriana |
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26.09.05 - 1:12 pm | #
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Lá vou eu de novo!!
(O post da Lize – Nós por Nós – está seguindo a linha inversa).
Depois de namoros e de morar junto, com os homens que estão por aí, acho que prefiro a instabilidade do ficar, ou um namoro light, sem cobranças, cada um na sua casa.
Sou independente financeiramente, sustento minha casa e meu filho, e acho que não estou a fim de ter outro para “cuidar”.
Tá, eu faço o serviço da casa (alguns, pois tenho uma secretária para a limpeza) depois de uma jornada no trabalho.
Mas acho que não tenho mais paciência para queixar pela enésima vez pela luz deixada acessa, ficar fazendo contas e dividir as despesas, ficar horas no fogão fazendo pratinhos gostosos, me depilar todos os dias para ficar lisinha enquanto o cara vai para frente da TV...
Acho que a revolução era inadiável. Só não contávamos com a apatia dos homens e a falta de entendimento.
Infelizmente temos que conviver com isso. Conquistamos nosso lugar no mercado de trabalho e perdemos a cumplicidade com os homens.
Mas depende de nós, mulheres, que tivemos filhos, mudar esta situação para as futuras gerações que estão por aí.
Sandra |
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26.09.05 - 10:46 am | #
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Cláudio, o texto e a análise contrariam as estatísticas de casamentos: algo em torno de 750.000 por ano, e mantendo-se relativamente estável ao longo dos últimos anos (IBGE). Sempre que vejo falar sobre a liberação feminina pergunto: de quais mulheres estamos falando? De uma pequena classe que tem acesso à modernidade ou à grande massa de mulheres pobres que sequer jornal lêem para saber o que é liberação? Ou daquela maioria que pega ônibus as quatro da manhã, pega pesado o dia todo e retorna para casa, muitas vezes, altas horas da noite? Te parece que filhos dessa gente têm condições de ficar "mamando" até alta idade? Que nada, é gente que precisa trabalhar para comer; é gente que nunca viu um DVD na vida (a citação ao DVD deixa bem claro a qual classe de mulheres essas análises se referem, isto é, pouquíssimas). Os "muitos jovens adultos" que atendes em teu consultório - ou que podem freqüentar um consultório - são uma minoria. E é a partir dessa minoria que se generaliza uma análise social. abs
Afonso |
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26.09.05 - 1:17 am | #
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Concordo com a Yvone em tudo o que ela disse.Quem viveu como eu a adolescencia em plenos anos 70 percebe claramente as diferencas.E o que aconteceu com nos mulheres e que nos evoluimos e os homens continuam na mesma posicao,infelizmente.Trabalhamos,estudamos como qualquer homem e ainda educamos e cuidamos dos nossos filhos,nesse quesito so ganhamos quem perdem sao os homens que nao participam dessa coisa maravilhosa que e formar um outro ser humano.Tambem nao abro mao de viver esses tempos,beijos
Bete |
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25.09.05 - 9:51 pm | #
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Claudio, se existe uma coisa que me deixa extremamente chateada é quando ouço alguém falar que o tiro saiu pela culatra no que diz respeito ao feminismo. Lutamos pelos nossos direitos e no frigir dos ovos temos que cuidar da casa, dos filhos e além disso trabalhar e estudar. Ora bolas, o nome disso é indenpendência. Se os homens não são sensíveis o suficiente para dividir tarefas, isso é problema deles. Nós, mulheres, estamos cumprindo com as nossas obrigações realizando um monte de incumbências. Que pena! Quanto à disponibilidade sexual, queremos sexo e parceiros para compromissos ou uma noite de amor sem grandes conseqüencias. Isto também é um preço a ser pago por sermos livres. Não abro mão de viver esses tempos em nome de nada. Beijocas
Yvonne |
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25.09.05 - 12:59 pm | #
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Acredito que sim.
E já passei por uma situação hilária de um ex-namorado meu me perguntar, todo temeroso, quais as minhas intenções com ele. Ri muito e perguntei: "Vc tá achando que quero casar?" E ele respondeu: "é natural que a mulher pense nisso, né?" Respondi: "mas só temos 1 mês de namoro e essa idéia de casar ainda tá muito longe de mim". Ele então suspirou aliviado e riu. (pode uma coisa dessas! Mal começamos a nos conhecer e ele já pensava que eu queria casar?!). Eu só queria namorar, conhecê-lo, compartilhar e ele ali, morto de medo pensando que eu iria colocar a argola no dedo?!
É bem isso que vc falou Cláudio. Acho que saiu pela culatra sim! Mais um namorado desses e vou ter que usar a tática da chinelada no bumbum! (hahaha).
Um abraço.
Jacque |
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25.09.05 - 12:27 pm | #
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Estava lendo uma matéria sobre as diferenças no tratamento resevado às mulheres por cristãos e mussulmanos. O artigo alegava que o verdadeiro temor é o papel da mulher dos filhos de Alah, concluindo que o atual conflito entre ocidente e oriente não passa de uma guerra sexual.
Lendo o teu post, uma velha questão bate à minha porta: quando é que deixaremos de ser homem e mulher, branco e preto, cristão e mussulmano e passaremos a ser somente seres humanos?
(Se bem que eu gosto da diferença homem/mulher) 
Allan |
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25.09.05 - 2:51 am | #
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Oi Cláudio, esse tema é muito avançado para mim, entretanto, de acordo com o meu raciocínio, o Perktolde tem razão, parece que o tiro saiu pela culatra.
Abraços
ISMAEL CIRILO |
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24.09.05 - 11:29 pm | #
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Commenting by HaloScan
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