Comente: Compartilhar é bom PrasCabeças!!!
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Mto bom seu post...
Eu e meu marido jamais discutimos sobre salários...mas certa vez perguntei se ele se incomodaria se eu recebesse bem mais q ele...e a resposta acho q foi coerente...claro q não...só vai acrescentar em casa...E realmente pois nosso dinheiro é divido nas contas...
O crescimento é mútuo...
Bjks
Giuliana |
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04.10.05 - 4:14 pm | #
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O comentário abaixo, anônimo é de Clever Costa, cleveradm@yahoo.com.br.
Clever |
02.10.05 - 11:46 am | #
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Concordo com Yvone, quando diz que para se convier junto é preciso, antes de tudo: querer. Temos que levar o casamento com a vontade de, todos os dias, aceitar o outro para dar certo. Mesmo que queiramos, às vezes, cortar o outro em pequenos pedaços.
Fico oberservando que, a maioria dos jovens, possuem "estopim" muito curto na resistência para aceitar o outro como ele é. Daí, convivencias mais estáveis são cada vez menores. Todo jovem casal, mesmo antes do casamento, não consegue estabelecer uma relação de doação e desejo sem cobrança, e acabam sofrendo mais pois o desenvolvimento intelectual ou a busca da liberdade financeira sobreçai sobare o direito de igualdade, prevalecendo uma competitividade superior entre eles, ameaçando, por toda "longa" vida, a conservação do casamento.
Vale dizer que estou no segundo casamento...cuja convivencia é bem compartilhada.
Anonymous |
02.10.05 - 11:38 am | #
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Pra quem já está no terceiro casamento, devo concordar com a Yvonne: pra dar certo tem que querer que dê certo. abs
Afonso |
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02.10.05 - 9:04 am | #
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Acho que cada casal encontra a sua fórmula. Mas, como disse a nossa sábia Yvonne, não existe casamento que resista se não houver a determinação de ambos para que dê certo. É preciso saber dosar a vontade própria com a abnegação.
Viva |
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01.10.05 - 7:43 pm | #
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Eu sou um dos caras felizes de ter se amarrado à garota certa. Parece que sou um caso meio raro.
Makoto® |
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01.10.05 - 1:58 am | #
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Cláudio, tomei a liberdade de te linkar! Abraço.
Roberta Febran |
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30.09.05 - 2:48 pm | #
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Eu ia comentar algo genial, juro que ia, mas aí eu li o comentário do nosso ilustre amigo Allan (e olha que eu quase me casei na Itália) e agora estou aqui, boquiaberta e com os pêlos todos arrepiados... Depois que me recuperar talvez eu tenha forças para comentar decentemente. Abraços.
Roberta Febran |
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30.09.05 - 12:13 pm | #
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Claudio, vou fazer 23 anos de casada no próximo mês. Existem dias que eu tenho vontade de comprar um revolver e dar um tiro no meu marido, outros eu tenho vontade de cortá-lo em pedacinhos e jogar no mar. Felizmente são poucos dias, rsrsrs. O principal é que nos gostamos muito um do outro. Eu fiz questão de dizer a palavra "gostar" para bem exemplicar os nossos sentimentos. Amar no sentido homem/mulher é uma faca de dois gumes, aceitar e conviver com os defeitos, o lado não romântico de uma relação é que é a grande proeza. Não sei dizer se casamento é loteria, mas posso afirmar que não existe casamento sem a vontade de levar uma vida juntos. Essa última frase está meio boba e óbvia, mas é isso mesmo. Se não tiver vontade de aceitar a pessoa, não adianta nada a paixão de arrepiar os cabelos. Nós, que temos muito tempo de casados, sabemos que essa paixão não dura a vida inteira. Beijocas
Yvonne |
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30.09.05 - 9:20 am | #
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Uma curiosidade: aqui na Itália os casamentos podem acabar antes mesmo de começar (um conhecido casou-se há alguns dias, mesmo tendo brigado com a noiva, com quem não falava há mais de um mês - e continuam sem se falar). Mas é normal que os casamentos durem, mesmo tendo acabado. Vai entender.
Em janeiro completo 19 anos de casamento. E me casaria de novo com a mesma mulher.
Allan |
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29.09.05 - 11:35 pm | #
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Excelente o texto, os comentários e a parte final. Gostei do que disse seu pai. A meu ver, estão mesmo colocando um baita complicômetro na análise do "fenômeno" casamento. Não sei o porquê, mas comigo está dando certo há mais de 30 anos. Receita? Talvez brigar bastante... Sei lá, entende?
Ordisi Raluz |
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29.09.05 - 11:12 pm | #
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Adorei esse post! Principalmente no que diz respeito à escolha do objeto. Já vivi uma escolha narcisista, onde eu a sociável, determinada e arrogante (sou mesmo), competitiva e o outro tímido (vaidoso; egocêntrico), inseguro e fechado. Resultado: como dito no post. Cansei de competir quando vi de verdade que se tratava de uma competição das duas partes pra ver quem caía primeiro. Triste demais isso. A gente roda, roda e não sai do lugar.
Jacque |
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29.09.05 - 8:39 pm | #
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huumm... Confesso! Fui irônica, também!!!! :o
Sandra |
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29.09.05 - 2:21 pm | #
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Amigo, não diria irônica, mas saturada dessa posição inativa (e cômoda) de alguns homens. Mas do incisiva... AMEI!!!!! )
Beijão
Sandra |
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29.09.05 - 2:08 pm | #
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Commenting by HaloScan
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