Comente: Compartilhar é bom PrasCabeças!!!
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Sabe... na minha família, minha mãe sempre exigiu a presença de todos durante o almoço, da mesma forma como o pai o fazia. Esse é um hábito que prentendo levar adiante, pois foi nessas ocasiões que as conversas mais esclarecedoras e proveitosas aconteceram e o resultado delas influenciou em muito na formação de carácter tanto minha quanto de meus irmãos.
Um abraço
Danniella |
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27.08.06 - 3:34 pm | #
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Maravilhoso texto Claudio! Eu mesma já escrevi sobre isso , a mesa da casa da minha avó, aquela cozinha era magica e a mesa era o simbolo de tudo que representa uma familia, grande aconchegante e segura.Tento manter essa tradição ,senão com a mesma regularidade, pelo menos os almoços de domingo que são sagrados.
Familia é tudo ,beijos
Bete |
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26.08.06 - 3:19 pm | #
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Ola Claudio. Sei que deveria chama-lo doutor ou professor, mas neste canal parece que a informalidade no tratamento fica melhor.Quanta sabedoria hein!, por isto faz um bem pra gente vir aqui.Mas também houve uma base chamada Soié, não ? e outras, claro.Fiquei com medo da tal resiliência,nenhum dos riscos para transtorno de conduta, atingem minha mulher, a mim e a meus filhos, mas 35 anos almoçando fora, por causa do trabalho de gerente bancario, contribuiu para meu hábito ruim de nunca estar á mesa com eles.Sei que preciso mudar. Desculpe ter falado tudo isto, mas achei que é uma forma de demonstrar o quanto valorizamos o que expos. Abraços.
Manoel Caetano Donini |
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26.08.06 - 11:03 am | #
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Parabéns Claudio!
Excelente matéria, você tocou num assunto muito importante nos dias de hoje.Abraços, voltarei sempre aqui, gostei muito do seu blog.
orminda maria |
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26.08.06 - 9:12 am | #
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São os vulneráveis criminilógicos!
Thiago Quintella |
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26.08.06 - 5:41 am | #
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Cláudio, nem pedi licença, mas postei algo sobre este assunto.
Citei o seu post, e disse a minha maneira de ver as coisas.
Um abraço
ana pontes |
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25.08.06 - 10:30 pm | #
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finalmente consegui com calma ler esse texto. Olha Cláudio, quanta coisa eu aprendi por aqui viu..... Tomara que se encontrem por aqui muito jovens com resiliência, só assim poderemos acreditar num futuro melhor, não é mesmo????
beijos!!!
Ricarda |
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25.08.06 - 5:22 pm | #
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Claudio, noutro dia eu postei que havida chorado por me lembrar da mesa da casa de meu Pai ao assistir essa novela do Manoel Carlos. Lá, onde morei até os 45 anos, sempre houve uma refeição, ao dia, senão duas, com todos os membros da família. Quando a familia cresceu, era um ritual todos comparecerem aos sábados para uma boa prosa em volta da mesa. Não sei se esse hábito ajudou a forjar meu caráter, mas que tenho saudade, eu tenho. Meus Pais já se foram e eu não tenho descendentes diretos... Bjkª. Elza
O sismbolismo da mesa - lembra-se da Távola Redonda? - é muito forte em nossa cultura. O povo, hoje, corre para as 'mesas de botequim' para beber e 'jogar conversa fora', o que não deixa de ser um arremedo das fartas ou nem tão fartas mesas de nossas famílias. Compartilhar é preciso: alimentos e sentimentos, palavras e sorrisos, planos e prantos...
Elza do Blog do Beagle |
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25.08.06 - 1:16 am | #
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Parabéns Cláudio, mais uma vez toca num ponto importante, hoje já não se valoriza algo tão importante quanto simples, que é o fato, de uma simples refeição feita ao redor da mesa. Quando enquanto comemos, conversamos, olhamos nos olhos uns dos outros.
Como o Valter disse, criamos nossos filhos assim, o nosso neto Erickinho, tb está sendo criado assim, passamos isso para mãe dele.
Eu acredito que o homem é fruto do meio, portanto o que aprende lá fora, pode influenciá-lo, mas o que ele vive aqui dentro tb pode, portanto, esse sentimento de família, de união, é fundamental para o desenvolvimento dos meus filhos. Isso é tarefa, é responsabilidade minha.
Parabéns, o assunto deveria ser mais falado e discutido.
Nós aqui continuamos divulgando a sagrada hora das refeições, ou pelo menos uma. Tem que ser assim.
Um abraço.
Pois é, Ana.Alguns valores a gente consegue manter. Outros, o paradigma cultural vigente acaba 'esfarelando'... Para mim, nada melhor que mesa farta e pessoas compartilhando. O ágape, no sentido pleno.
ana pontes |
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24.08.06 - 3:00 pm | #
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Claudio, escrevi um longo comentário e o Haloscan detonou. Vou resumir: ADORÁVEL. Gostaria de pedir sua autorização para copiar e enviar para amigos que não têm o hábito de ler blogs. Beijocas.
Copie e divulgue! Nem precisa pagar royalties, hehehe
Yvonne |
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24.08.06 - 8:55 am | #
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Cláudio, o seu post leva a várias conclusões e lógico, concordo com suas colocações: a refeição à mesa, todos juntos(com o prato no colo em frente à tv, não vale) é o momento do dia onde se aparam arestas, fazem-se planejamentos, contam-se fatos do dia, até uma notícia ou outra cabe. Fui criado assim e meus filhos tb o foram. Hoje moramos eu e Aninha aqui no litoral, mas meus dois filhos em S.Paulo, jantam juntos todos os dias. É como jornal aos domingos, um costume que implantei há trinta anos e funciona até hoje.
Grande abraço.
É isso, Valter. Outro abraço para você.
valter ferraz |
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24.08.06 - 6:28 am | #
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Muitas famílias têm intuitivamente o hábito de fazer ao menos uma refeição juntos ainda que não conheçam essa teoria. Aqui em casa esperamos uns aos outros para jantar mesmo que seja bem tarde.
Ótimo post, como sempre, Cláudio.
Viva |
23.08.06 - 9:08 pm | #
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Controle de natalidade já! Filho é pra quem pode!
Um casal que tem o número de filhos que cabe no seu orçamento, pode educá-los melhor e não há tv nenhuma que possa influenciá-los. Se não o fizerem é porque não querem, mas aí já é outra história.
gd ab
JULIO CESAR CORRÊA |
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23.08.06 - 6:30 pm | #
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Muito bom Claudião,
Não tem nada mais triste que uma refeição sozinho, ainda mais para uma criança penso eu, e o mundo anda corrido mesmo, com valores novos e nem sempre tão sadios. Mas é claro que isso é parte de um todo. Sentar as familias para comerem juntos não vai resolver as coisas, muito precisa ser feito para que muitas familias estejam "emocionalmente" em condições de fazer isso, senão, vão sentar pra chorar.
junior |
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23.08.06 - 9:48 am | #
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Tudo a ver mesmo, Claudio. E eu acredito mesmo que a família seja a base de tudo.. tanto para ser escolher o bom qto o mau caminho...tem pessoas que já nascem com a índole ruim.. mas têm pessoas que se desfazem até mesmo da índole e se tornam boas... com bons conselhos, com bons exemplos...
Isso está na família..pelo menos prá mim está.. meu grande exemplo é meu pai...
Me pergunto. que exemplo a televisão e os m eios de comunicação hoje dão? Nenhum, no meu ponto de vista...
Beijos
Erika |
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23.08.06 - 8:42 am | #
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Commenting by HaloScan
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