vc sumiu....

preciso falar com vc... como falamos? bjs

edu.


Ei, vai sumir daqui também? Já nos abandonou no Palimpnoia!!!

E tudo deve dar certo. A Universidade é tão importante, mas é um caminho apenas. O que acontece lá fica pra trás. E as lágrimas são o que guardamos de melhor.

Tímida? eu tb!!!

Um beijo.


Eiii... quem é vivo, sempre aparece, já diz o ditado e eu aqui outra vez!...rs

Por onde andas, moça que não a vejo mais?

Moi, mode on, et toi?

Beijos.
Edu.


Cherry,

meu bem... você arrasará... Eu passei pelo trabalho final... e que posso dizer!? Que tornar a minha tese (de bar, diga-se de passagem) em algo lógico, científico e decente... foi apaixonante e árduo... - rs.
Sorteeeeeeeeeeeeeeeeee!


Beijos (Des)conexos!

*Tenho muuuuuitos filmes que fazem parte da minha vida...:D


enfim, a saudade arrombou meu tempo e me trouxe pra te ler. Tava mesmo com saudades de seus textos - que já estão ausentes muito antes de mim,né?
Eu adoraria ter particpado desta blogagem - o que não signifca que um dia não falarei do filme da minha vida - ou dos. Mas foi delicioso ler aqui sobre as Pontes e relembrar uma das minhas primeiras leituras. Bela escolha pro TCC!
Beijocas. Te amo, viu?


Olá, Aline...
Visitando os blogs participantes desta blogagem coletiva deu-nos a chance de ler sobre os filmes e aumentou a vontade de assistir a alguns e rever outros.
Legal né?!
Também lhe desejo boa sorte e êxito em sua TCC.
Feliz dia das mães.
Muita paz! Beijosssssssssss


"As pontes...", confesso, acabei vendo por causa do Clint, talvez meu ator favorito, vide que já fiz duas postagens sobre o eterno Dirty Harry e o filme me arrebatou, apesar de atípico personagem dele. Está entre os meus 10 melhores filmes de todos os tempos...sublime, afinal quem não teve um amor assim? Afinal, Cherry, é muito bom, ter uma saudade assim, melhor do que ficar como na música da Sueli Costa: "Só uma palavra me devora...o beijo de amor que não roubei..."


ok, babe, you can call me clint


filme da minha vida? pera, xeu pensar... "a minha vida" - pode ser?? :-D vou falar com o john woo pra dirigi-lo... rs.
mas ei: dá pra dar um pulinho na ilha da madeira e trazer de lá um (só um, eu deixo!) bordado ma-ra-vi-lho-so daqueles das bandas de lá? eu QUERO!!!! :-S vou ficar no aguardo, tá? rs :-P
bjo!


As Pontes de Madison deve ser o filme da vida de muitas pessoas, pois é aquele tipo de filme que joga na nossa cara várias verdades, que nos faz rever várias coisas que eram certas. É o tipo de filme que nos mostra que nada é tão certo como parece.
Achei peculiar que você e o Jens escolheram filmes que o casal não fica junto no fim. Ops! Que ninguém ache que quis estragar o post contando o final dos filmes...rs.
Acho que você vai chorar muito em Portugal. E provavelmente vai chorar quando der o ponto final da monografia. Isso tudo é muito grande, querida. Quando uma monografia se desdobra em tantas coisas e nos consome, tudo se torna muito maior. E isso vai acabar um dia e quando acabar aí sim, vira o alívio e o choro do dever cumprido.

E queria saber se você recebeu um email q te mandei no seu aniversário, ou se ele se perdeu nesses caminhos digitais. Era uma semana dura, mas não esqueci do seu dia. Beijos!


Saco esta poluicao visual. Mas acho que da pra entender. Sorry (tirei acentos e cedilha pra nao poluir mais).


Oi Cherry.
As Pontes de Madison tamb ém mexe com os meus melhores sentimentos - por baixo da armadura bate um coração sensível. Além disto, adoro o Clint (hummm...). Não vi O Crime do Padre Amaro. Suspeito, a partir das tuas palavras, que se assistir vou chorar. Quando o assunto é lágrimas, sou um esbanjador - invariavelmente choro naquelas cenas construídas justamente para emocionar. Pois é, os durões não dançam, mas choram (escondidinhos, claro).
Sorte na TCC.
Um beijo.




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