Gravatar Excelente artigo.

Parabéns!

Em Cristo,

Filha da Mater Ecclesiea Católica,

Julie Maria


Gravatar É isso aí! ótimo texto! Ilustrando um pouquinho: O desvendamento do Código Genético trouxe conclusões tão incômodas para os "evolucionistas" que seus resultados sequer foram publicados na mídia de massa. Alguns deles foram: - o ser humano é uma raça única; - Toda a humanidade teria descendido de um único homem que teria vivido no norte da África; Entre outras. Ou seja, toda vez que a Ciência avança com profissionais sérios, ela se aproxima cada vez mais dos relatos bíblicos. Porém a grande imprensa prefere os mitos evolucionistas à realidade bíblica.

Abração!


Gravatar teste


Gravatar e então?
o deus parou o sol como disse Josué?


Gravatar voces morrem de medo de morrer!


Gravatar Ilustre Fanático Urbano,
são oito horas da manhã, aqui na Grande Aracaju, da janela de minha residência posso observar a lua no céu.
E então, Ilustre Fanático Urbano?
A lua não é mais o “luzeiro” criado por seu deus para iluminar a noite?
Ela está desobedecendo seu deus ou namorando com o sol?
Vives na antiguíssima ordem da ignorância religiosa humana mundial?
É o seu medo de morrer, que lhe impõe este ridículo cultural em pleno século XXI, meu ilustre Fanático Urbano?


Gravatar são sete horas e quarenta minutos, para ser mais exato.


Gravatar Ei, jsa,

Me diga onde há contradição no fato da lua ter sido criada para iluminar a noite, e estar, também, presente durante o dia?

Medo de morrer eu não tenho. Tenho medo é de ter um raciocínio como o seu, e pensar é que são os outros que vivem na ignorância.

"Ridículo Cultural" é achar que por estarmos "em pleno século XXI", preciso deixar de refutar um cristão com dados, fatos, informações, lógica e evidências e simplesmente apelar para a retórica mais previsível, presunçosa e tosca.

E eu não perguntei que horas são.


Gravatar Edson, a contradição esta, EXATAMENTE, no fato de que, por sua ignorância, na qual você acredita, ela teria foi criada para ser ativada à noite e não ao dia. Já que durante o dia, o outro “luzeiro” estaria em ação. Assim entendiam os seres humanos que imaginaram essa “explicação” para a realidade física que não compreendiam cientificamente. E se você ainda não sabe, saiba que a lua não é nenhum “luzeiro”, ela não emite luz, apenas reflete a luz emitida pelo sol.


Gravatar E sobre seu deus ter parado o sol para Josué ganhar uma batalha entre duas tribos de ignorantes? Fez-se de esquecido? Faça a sua defesa do geocentrismo!!!!!!!


Gravatar Em nenhum momento a ciência se arroga a capacidade de ser plenipotenciária em pontificar verdades. Pelo contrário, ela defende justamente que todo conhecimento é parcial, uma verdade provisória e temporária, até que mais dados e mais informação, e mais evidências, permitam melhorar, ajustar ou modificar esse conhecimento. Ela defende a confiabilidade relativa de seus conhecimentos, não sua natureza absoluta.
Se existe quem se arvore ser capaz de apresentar verdades e pontificar alegações, são justamente as religiões!
Aspectos concretos, deste universo físico, são melhor explorados, melhor compreendidos, a partir da ciência. Aspectos subjetivos, que podem ser importantes para seres humanos mas que não fazem a menor diferença para o universo ou sua compreensão, são objeto da filosofia. E resta à teologia, às religiões, tentar ocupar lacunas nessas duas ferramentas criadas pelos seres humanos para compreender sua existência e a existência de tudo. Vampiros do conhecimento, poderíamos dizer, se arrogando serem fonte de verdades, e não o que são realmente, parasitas intelectuais de nossa espécie.
(estas palavras não são minhas, se bem que poderiam ser)


Gravatar Quando o astrônomo e matemático francês Pierre-Simon de Laplace apresentou seu Tratado de Mecânica Celeste a Napoleão Bonaparte, o imperador estranhou uma ausência naquela laboriosa aplicação da física de Isaac Newton ao movimento de planetas e estrelas. Por que, quis saber Napoleão, Laplace não mencionava Deus? “Eu não precisei dessa hipótese”, foi a resposta do astrônomo.


Gravatar Ilustre Edson,
já que admiras citações de Dostoievski, segure esta:

"Tenho de proclamar a minha incredulidade. Para mim não há nada de mais elevado que a ideia da inexistência de Deus. O Homem inventou Deus para poder viver sem se matar."
Fiodor Dostoievski


Gravatar Ele pulou aquilo sobre a relatividade do movimento, ou o que o dicionário diz sobre 'luar', e ainda as questões sobre epistemologia, além de péssima exegese.


Gravatar Matheus,
O Jsa pulou tudo. Ele só pula.
Obrigado pela visita e comentário.
Abraço.

Jsa,

Você não percebe que, por mais que a lua tenha sido criada para iluminar a noite, não há contradição alguma com esse propósito o fato dela ser visível ao longo do dia. Gênesis 1:16 diz claramente que não é a lua que "governa" o dia. Contradição seria se apenas o sol aparecesse a noite, e a lua, somente durante o dia. Releia os trechos bíblicos sem as lentes da tosquice existencial e filosófica dos ateus, meu caro.

Ignorância é achar que a essa altura do campeonato, após séculos de disputas, esse suposto “erro da Bíblia” em relação à lua ainda seria uma objeção válida para o cristianismo. É muita ingenuidade, é desconhecer por completo a história dos debates entre cientificistas e teístas cristãos. Sem falar você apela para a “ciência”, sem saber que o princípio epistemológico de toda a ciência empírica, a lei da causalidade, é um dos mais fortes argumentos para a existência de Deus.

Aí você diz: assim entendiam os seres humanos que imaginaram essa “explicação” para a realidade física que não compreendiam cientificamente...

Se assim entendiam, esse não é um problema da Revelação, que, para se fazer compreendida pelos homens, se adapta em várias ocasiões ao conhecimento limitado deles, quando ocorrem os chamados “antropomorfismos”. Era um problema dos homens.

E se você ainda não sabe, saiba que a lua não é nenhum “luzeiro”, ela não emite luz, apenas reflete a luz emitida pelo sol.

O que eu não sabia é que existe um baluarte da ciência falando tamanha novidade aí em Aracaju...

Goste ou não, a palavra luzeiro pode se referir sem problemas a qualquer elemento do espaço que emita, ou passe a impressão que emita luz. Por mais que não emita luz, a lua funciona como um luzeiro, e para a função que o contexto da passagem bíblica alude. Fora que o termo pode ser muito bem traduzido por “luminar”, “luminares”, como, de fato, apresentam quase todas as traduções bíblicas.

Aí vem você:
E sobre seu deus ter parado o sol para Josué ganhar uma batalha entre duas tribos de ignorantes? Fez-se de esquecido?

Bem, veja em que pé está a discussão sobre o assunto. Veja o relato de Harold Hill, sobre as pequisas da NASA, por exemplo. E não se esqueça que não é só a Bíblia, entre os escritos antigos, que relatam sobre “céu ter parado”. Claro, estariam todos os ateus certos, e todos os povos antigos, além da NASA e o cientistas da Universidade de Estocolmo errados, em seus depoimentos e cálculos.


Gravatar Nada mais caricato que um ateu alheio aos grandes debates da ciência.

Sobre o geocentrismo, Jsa, você me faz rir e mostra que não sabe absolutamente nada dos atuais conceitos da ciência. Como diria Alfred North Whitehead (que é quase certo que você não faça a mínima idéia de quem seja -googla aí, vai.): “Galileu dizia que a Terra se movia e que o Sol estava fixo; a Inquisição dizia que a Terra era fixa e que o Sol se movia; os astrônomos newtonianos disseram que ambos se moviam. Mas, atualmente, dizemos que ambas as afirmações são verdadeiras, desde que se defina o sentido de ‘repouso’ e de ‘movimento’ de acordo com a afirmação adotada”. (“Science and the modern world”, The Free Press, págs 183-184).

Se a ciência tem um conhecimento tão provisório, tão passível de revisões e correções assim, porque você a usa como se ela possuísse os argumentos cabais contra a fé?

Para quem se diz entusiasta do supostamente frio, neutro, isento e objetivo método científico (eita lendinha mais fajuta!) você é realmente muito seletivo, pouco objetivo e despreza as evidências históricas mais elementares quando, ao citar Laplace, faz menção às crenças pessoais dos cientistas. O dado histórico mais elementar é o da fé cristã como a maior fomentadora, o maior incentivo cultural e existencial para os cientistas. Sem ela não seria possível o surgimento da ciência moderna. Só se poderia crer na regularidade e na racionalidade presente na criação se a fé em um Regulador Supremo e Racional estivesse bem consolidada. Dos antigos aos renascentistas, passando pelos incansáveis pesquisadores medievais, o que menos há são ateus. De Aristóteles a Einstein, passando por Bacon, Galileu, Descartes, Kepler, Pascal, Newton, Pasteur, Mendel, Faraday, Boyle, Plank e Heisenberg, nenhum deles era ateu, e quase todos foram cristãos. E há ainda muito mais nomes de cristãos, incluindo clérigos...

Falando em Laplace, astros, céu, porque você não vai estudar sobre o Princípio Antrópico?

Quanto à citação de Dostoievski, se vê quem é ignorante. Quem cita sem ler, quem cita sem conhecer a trajetória intelectual e espiritual de alguém que começou anarquista, revolucionário e terminou cristão, tratando o ateísmo como ele realmente é: a fuga da moral, a ânsia torpe pela licenciosidade, a recusa à evidência mais comprometedora para todo e qualquer ser humano: que há um Deus para o qual todos terão de um dia prestar contas.

“Não é como criança que creio em Jesus Cristo e o confesso. Meus hosanas nasceram de uma fornalha de dúvidas”.
Fiodor Dostoievski


Gravatar Edson, nobre humano,
em minha busca pessoal contra essa minha ignorância humana, lá pelo meus onze anos, tomei conhecimento de uma fala de Krishnamurti referindo-se a minha BIBLIA SAGRADA, meramente, como “o livro dos cristãos”!!!
Fiquei uma fera, transtornado com tamanha desfaçatez, como poderia alguém se dirigir tão insolentemente à “PALAVRA DE DEUS”, aos onze anos, eu tinha essa mesma visão psico-cultura-científica hebraica, que domina a sua mente de adulto alienado.
Então, Nobre Edson, sinta-se à vontade ao comunicar-se comigo através do seu teclado. Hoje eu entendo que “o livro dos cristãos” vale tanto quanto “o livro dos muçulmanos”, “o livro dos judeus”, ou qualquer outro “livro religioso” (de qualquer outra civilização ou povo de ontem, hoje ou amanhã), ou o livro que o próprio Krishnamurti considerava “sagrado”, obviamente.
Porém, Nobre Edson, afirmo que jamais me ocorreu pretender maltratá-lo em sua fé cristã ortodoxa. Entendo que você necessita desta fuga da realidade, esse seu infantilismo existancial-psico-cultural (prefiro continuar com os tremas) domina todo esse seu inconsciente de cultura hebraica, afinal a alienação começa na própria família quando os pais impõem as suas ignorâncias, ou seja, as suas versões do que lhes disseram serem verdades absolutas indiscutíveis. E assim vive-se nesta idiotia generalizada.
Você tecla o que acha que deve dizer, e é apenas isto o que eu faço, nada de pessoal. Não imagine que eu esteja, nem de leve, melindrado, ou preocupado com as fogueiras (bons tempos, não?).
(pretendo continuar).
Abraços a você e ao nobre Matheus (perdido em epistemologias e exegeses, meros termos de dialética humana)


Gravatar O pior ou mais engraçado é a análise psicológica que os ateus fizeram dos cristãos. Só falácias -falácia genética, afirmar o consequente, etc. Há até um texto do Plantinga traduzido sobre isso na internet.


Gravatar Nobre Edson,
quando eu era criança perguntei à minha mãe sobre como teria nascido. Nativa da região de Itabaiana, Sergipe, uma indiazinha analfabeta, ela me respondeu com a verdade cultural desta região: que eu teria sido trazido por uma cegonha! E claro que eu acreditei em minha mãe. Talvez, se D. Lurdes fosse uma sexóloga, uma obstetra, uma bióloga (quero dizer, uma pessoa com cultura hodierna, mas sem dilacerantes imposições culturais religiosas), talvez, ela pudesse me oferecer outra explicação.
Foi, também, através de meus familiares que tomei conhecimento do Papai Noel. E também acreditei. Como não acreditar em meus entes queridos? E foi a minha mãe quem primeiro me falou sobre Deus (e foi Deus com D maiúsculo!!), coisa séria de se falar e ouvir!!! ELE morava no Céu, tudo via, sabia, e cobraria de mim atitudes erradas. Como não acreditar em minha mãe?
A questão, nobre Edson, é o que sabia a minha mãe? E o meu pai? E meus outros adultos queridos? O que sabiam eles sobre essa natureza? Meus pais saberiam mais que meus avós?
A sabedoria humana está no passado? Que sabiam meus bisavós, trisavós, tetravós, etc, em fim, sobre essa natureza? Sabiam, exatamente o que a mãe do jesuíta que veio na caravela portuguesa lhe teria ensinado.
Você deve estar se questionando o quanto eu deva ser um sujeito simplório! Estou, apenas, dizendo o óbvio: a fé é passada de gerações em gerações, pelos que nada sabem para os que são absolutamente ignorantes (!!), por ser a total ignorância (a falta do conhecimento) a condição inerente aos novos.
Esta é a alienação cultural à qual eu afirmo ser prevalente em todo o planeta!
Vive-se, ainda, em total idiotia generalizada.



(Teria Plantinga se libertado de suas heranças culturais?)


Gravatar Na realidade, Plantinga crítica as asneiras dos ateus.

"Matheus,
O Jsa pulou tudo. Ele só pula.
Obrigado pela visita e comentário.
Abraço."

De nada, Edson.
Abraço.


Gravatar Edson,
Seguindo suas “orientações” eu encontrei essa jóia rara de ignorância humana hebraica, leia esse trecho e veja que rídiculo a alienação cultural é capaz de impor ao ser humano, no caso um suposto religioso de uma escola dominical, certamente uma criação literária de algum criacionista de plantão:
“Os técnicos então alimentaram os computadores com os novos dados (cuidadosamente fabricados no "dia perdido" de Josué), e as máquinas uma vez mais passaram a funcionar perfeitamente -- ou quase. Os computadores subitamente pararam, mais uma vez, porque eles não haviam descoberto um dia completo; alguma coisa estava faltando. Aparentemente (assim diz a história) os computadores encontraram somente 23 horas e 20 minutos. Em outras palavras, 40 minutos ainda estavam faltando. Mas o cientista da escola dominical sugeriu a resposta a esse enigma. Ele lembrou-se que na Bíblia, em 2 Reis 20, havia uma narrativa em que o Rei Ezekias, tendo sido prometida a suspensão da sua morte, teria pedido um sinal do céu. Deus então fez o Sol se mover dez graus para trás – ou exatamente 40 minutos! Essa informação foi colocada nos computadores, e a partir de então eles passaram a funcionar normalmente.”
(essa eu não sabia, descobri graças a você, obrigado)


Gravatar Sócrates acusado de "corromper a juventude", de usar a razão como medida das coisas " (imagine que crime), e o pior (imperdoável) de “honrar outros deuses que não os da cidade" foi julgado e condenado à morte, tendo que beber um cálice de cicuta.
Giordano Bruno, um mártir do livre-pensamento, e um símbolo da intolerância da Contra-Reforma liderada pela Igreja Católica, considerado ateu e com o aval do Senhor Jesus (através da infalibilidade papal) foi assado pelas chamas da Inquisição Romana no ano de 1600.
Baruch Spinoza, cuja filosofia é considerada uma evidente resposta ao dualismo da filosofia de Descartes , Spinoza considerado ateu , teve melhor sorte foi , apenas, excomungado pelos rabinos defensores das tradições hebraicas.
Sócrates, Giordano Bruno e Baruch Spinoza três mentes brilhantes no sentido de não sucumbirem às idiotias impostas pelo meio ambiente cultural de origem.
Qual a necessidade que existe hoje em dia de um cidadão submeter-se obrigatoriamente a códigos religiosos dogmáticos para ostentar uma respeitabilidade social?
Pelo menos na chamada “civilização ocidental” a muito se separou a igreja do estado.
O código civil não é suficiente e necessário?
E que tal a carta dos direitos universais do ser humano?
É bem mais ampla defende todas as minorias, é determinantemente contrária à escravidão, não a aceita ou procura justificar como fez Paulo, entre outros.
Protege ás mulheres (do machismo do ignorante)e à criança (dos pais ignorantes e dos pedófilos pederastas e não-pederastas).
O problema é o medo da morte, não?
A necessidade instintiva animal de se manter vivo mesmo após a morte física, não?
Este seu instinto de sobrevivência, meu caro, mantém a sua fé outorgada, imposta deste a sua primeira infância.
E esse seu egoísmo, esse seu imenso amor por você próprio, é o seu verdadeiro amor a deus.
Cada um com as suas necessidades existenciais, rezem, orem, a religião existe para esse fim, é apenas uma instituição humana por sinal bem lucrativa.


Gravatar Pelo jeito, ele não "viu" a epistemologia, o que já está tornando a tagarelice falaciosa idiota dele repetitiva.


Gravatar Estou saindo. Desculpem a minha ignorância humana. Sejam felizes.


Gravatar Não, Jsa, volta aqui...

Sócrates era teísta. Como bem observou o filósofo Peter Kreeft, ela não conhecia o Deus Verdadeiro, mas sabia que os de Atenas eram falsos.

Que tal usar a razão e se tornar teísta como Sócrates?

Giordano Bruno era frade, e foi queimado por heresia, era bruxo. Até um ateu como Levi Strauss sabe dos efeitos da bruxaria. É de Bruno a frase:

"Neguem a dimensão espiritual, dizia ele, e acabarão se negando a si mesmos."

Fica o aviso dele para você.

Spinoza era panteísta - já é melhor do que ser ateu. Se você leu uma ou outra linha que ele escreveu, sabe disso.

Aliás, esses três podem te dar algumas boas orientações sobre epistemologia. Se você tivesse lido em Platão os diálogos de Sócrates, não teria escrito tantas asneiras.

Você é divertido. Primeiro, se comportou como o "científico", o heliocentrista e tal. Depois, jogou no lixo a epistemologia, reduzindo toda e qualquer crença a mero condicionamento cultural.

Mas, se você crê que homens podem romper com os condicionamentos culturais e descobrirem uma verdade que transcende a cultura, as tradições, e os costumes humanos, já deu um passo importante para crer em Jesus Cristo.

Mas você tá indo bem. No comportamento você já está melhorando. Agora me chama de "nobre Edson". Antes era o "Ilustra Fanático Urbano".

Antes era o porta-voz da "ciência".
Agora, já inventa rótulos unindo termos como "científica" e "hebraica". Tá aprendendo, gurizão!

Fico feliz por você. Você deu uma melhoradinha. Leve, mas deu.

Depois eu volto. Quero discorrer mais acerca de seus comentários.


Gravatar Edson, é você que é o editor do novo MSM ou é um homônimo?


Gravatar Muito bom o texto sobre evolução. Gostaria de salientar que, na evolução, o propósito sempre aparece depois do surgimento da coisa, o que é algo muito curioso. É como se, de repente, aparecesse uma orelha sobre a relva. Milênios mais tarde, duas moléculas bêbadas resolvem juntar-se para formar uma cabeça e - BINGO! - descobrem que aquela orelha pode servir para alguma coisa. Talvez de alimento, quem sabe? Mas não. Uma orelha pode servir para... ouvir! Isso, ouvir! É de uma capacidade de raciocínio que me deixa perplexo. Não tenho um pingo de inveja disso.

Dawkins conseguiu provar que do caos é possível haver ordem. Sem dúvida, ele comprovou que é preciso haver um criador, uma inteligência para ordenar as coisas. Tanto é fato que o software que usou para demonstrar sua teoria foi criado por ele mesmo. Eu diria que foi um tiro no próprio pé.

Agora, o comentarista JSA precisa estudar um bocadinho mais. Tá fraquinho. Deixo uma pergunta básica: JSA, você consegue pensar no inexistente?
Se consegue, parabéns! É o único além de Deus.
Agora, não entendi o seguinte:
Ele nega a existência ou afirma a inexistência de Deus?

Confundir a passagem de Josué com geocentrismo é o cúmulo do desprezo à inteligência. Não adianta citar mil referências que não mudará a realidade. Dizer que a cultura judaico-cristã é alienante é sapientíssimo! Do alto da sua ignorância ele revela-se como um baluarte na defesa do não-saber. Olha para o espelho e estabelece um diálogo!

Ele diz: "a fé é passada de gerações em gerações, pelos que nada sabem para os que são absolutamente ignorantes (!!), por ser a total ignorância (a falta do conhecimento) a condição inerente aos novos".

E ampliando o pensamento, eu diria que os velhos podem continuar ignorantes tendo fé no próprio conhecimento sobre coisa nenhuma.

Diria até que JSA, tendo nascido, não existiu, porém viveu e foi autor de muitos comentários neste blog, embora nunca tenha escrito nenhum. Vivendo em Aracajú, onde não reside, tem grande influência sobre ninguém, o que o tem tornado famoso em lugar nenhum por suas opiniões radicais sobre nada, que, no entanto, abrangem tudo e muito ao contrário.

Perfeitamente, JSA, continue assim que seu futuro está garantido!

Confessa aí, vai, você comprou sua biblioteca nas Casas Bahia...


Gravatar Olá Nobre Edson,
Cheguei atrasado na discussão que terminou, com certeza, no escelente comentário do Oliveira Jr. Digo que o todo merece parabéns, inclusive o JSA que teve a coragem de mostrar sua ignorância e deixar ainda mais claro o texto base.

Parabéns a todos.
abraços


Gravatar Olá, Rafael,

Sim, sou eu mesmo, o novo editor do MSM. Graças ao incentivo do Julio Severo e a confiança do professor Olavo de Carvalho.

Olá, Oliveira Jr,

Obrigado pela intervenção. Ando meio sem tempo para corrigir/refutar/desmentir figuras como o JSA.

Caio, velho de guera

Junto a você, dou meus parabéns a todos e fico muito grato pelas visitas e comentários.

Abraço a todos.

Edson Camargo.


Gravatar Ahá! Então é você o novo Editor da MSM? Quanta honra, hein?!

Meus parabéns! Ficou muito boa e mais ‘leiturável’. Aliás, já comentei isso com o Olavo também.

Quanto ao JSA, penso como o Olavo quando se trata de refutações a argumentos como os apresentados. Muitas vezes temos que ser incisivos, senão ficamos a debater ineficazmente; quase uma guerra de travesseiros. Porém, enquanto usamos o nosso com penas, o do adversário é recheado com bigornas.

Desconheço os motivos do JSA, mas aqueles argumentos demonstram um atraso terrível quanto ao tipo de conhecimento que ele pretende usar. Bem, podem ser apenas algumas boas doses de uísque...

Quanto à igreja, para mim, falta-lhe mais estudo clássico, sério e coerente para poder desmentir essas coisas com total naturalidade. Alguns já escreveram que conhecimento é soberba; a estes, então, respondo que Deus seria o maior soberbo do universo, pois sabe tudo. No entanto, foi humilde o suficiente para vir aqui, como um de nós, andou como servo e se sacrificou por nós numa cruz humilhante. A soberba não está no conhecimento, mas em quem o detém, como se fosse um mistério incompreensível, somente explicável por esse detentor. Quando o conhecimento é divulgado de forma simples, como você faz aqui, não há soberba nele, mas sabedoria que espalha entendimento. Para mim, não é possível haver fé sem entendimento.

Entendo que o homem tem apenas dois modos de pensamento: conforme o que Deus revelou ou conforme a distorção do que Deus revelou. Não há um terceiro modo nem meio-termo entre os dois citados. Quem aceita partes de ambos, anda com um pé em cada canoa, sujeito a tombos e, possivelmente, a vomitados afogamentos no futuro.

É evidente que não podemos conhecer completamente dos contos de fadas à teoria quântica, mas devemos ter conhecimento suficiente para podermos entender até a própria Bíblia, que não é um livro tão simples como dizem. Sua mensagem imediata é simples e acessível a todos, mas não pára por aí. Há toda uma cosmovisão que precisa ser compreendida pelos que a pretendem seguir, e sem esse conhecimento é impossível responder aos questionamentos e sofismas que têm sido levantados ao longo dos últimos séculos.

Como diz Rm.12:2, aquele era o ‘presente século’ de Paulo. Hoje, vivemos o século futuro em relação àquele tempo, o nosso ‘presente século’, e precisamos conhecer bem o tipo de pensamento vigente para podermos compreender as diferenças e entendermos qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus, mudando o nosso modo de pensar. Muito embora, penso eu, todos os pensamentos distorcidos partam da mesma mentira contada pela serpente: Deus mentiu; vocês são cegos e burros (acreditem em mim!). Deus sabe que, quando comerem daquele fruto, seus olhos serão abertos (uma pré-redenção sem pecado, não?) e serão conhecedores do bem e do mal. A árvore causava dicotomia: um fruto contendo antagonismo em si mesmo – conhecimento do bem e do mal. Por isso, o pensamento humano não tem uma


Gravatar Continuando:

Por isso, o pensamento humano não tem uma terceira via – ou é conforme Deus diz ou é conforme a distorção do que Deus diz. Não há dicotomias na cosmovisão cristã.

De qualquer forma, precisamos aprender ambos os lados para podermos fazer a genuína defesa da fé com sabedoria e mansidão. Mansidão nem sempre mansa no sentido popular do termo, mas firme, decidida, coerente e capaz de tapar a boca dos que tentam sofismar a verdade.

Por isso, Edson, aceite meus cumprimentos pelo seu trabalho e pela divulgação do seu conhecimento que tanto nos tem auxiliado na compreensão da cosmovisão que necessitamos ter. Só vejo um ponto complicador para mim: perco horas aqui, porque não consigo parar de ler matérias tão interessantes. Obrigado por isso também.

Deus o abençoe grandemente.


Gravatar Prezado Oliveira Jr

Agradeço a exposição de suas reflexões, e o apoio. Você escreveu:

"Só vejo um ponto complicador para mim: perco horas aqui, porque não consigo parar de ler matérias tão interessantes."

Você não sabe o quanto é bom escrever um artigo e receber manifestações de gratidão como esta.

Um abraço,

Que o Senhor te ilumine sempre.
Edson


Gravatar Meus parabéns atrasados pela editoria do MSM!




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