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Fernando, quando tenho a indicação de que vc postou alguma coisa aqui eu venho correndo ver pois já sei que tem coisa boa, no mínimo algumas perguntas ficarão no ar, aguardando respostas, sugerindo debates. Como sabes não sou do ramo, não prosseguí na educação formal o que deveria, portanto todas as intervenções que me atrevo são meras especulações de leigo metido à besta. Mas de uma coisa me orgulho: meu bom senso, é êle quem tem me guiado por essa vida à fora e me levado por vezes a sentado à mesas de reunião com engenheiros, arquitetos e/ou técnicos desafiá-los a provar que meu olhar de peão de obras, de homem que sobe no andaime e executa aquilo que imaginaram seja exequível.
Lamento que algumas propostas que vc tem levantado por aqui ou mesmo no Observador fiquem assim meio que pairando no ar e não se aprofundem. Percebo que o pessoal da tua área de atuação meio que foge do debate, às vezes intimidados por nomes de grife, outras vezes creio que por pura preguiça de discutir, É uma pena pois não deixa de ser um canal de discussão e nada melhor que pessoas qualificadas técnicamente e com anos de experiência para fomentar um produtivo debate. No caso presente seria uma excelente oportunidade de expor idéias e opiniões e todos saíriamos ganhando. Puxa, mais uma vez me excedí e acabei fazendo um post ao invéz de um comentário. Me desculpe pois meus dedos coçam.
Grande abraço, professor.
valter ferraz |
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08.10.06 - 3:21 pm | #
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E agora, como é que eu justifico isso para os meus alunos ??? Acho que vou dizer que "...todo Zico tem seu dia de Geraldão..."
PS. Vida longa ao Fiobina !
José Bassalo |
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08.13.06 - 10:53 pm | #
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Seria interessante ver uma perspectiva do passante em relação a implantação no entorno e não fotos aéreas aleatórias que realmente destacam tal volume caixotesco.
Me preocupo mais com a indigência geral(bem colocada por você) do babilônico Parque Cidade Jardim que teima reinar nos sonhos de consumo das dasluzetes paulistanas.
abraço
gugala |
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09.16.06 - 11:39 am | #
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Creeedo... muito horrível! Usando um jargão de banca de Tg : o projeto "aterrissou" no local, nada a ver hein PMR super furada ( e com duplo sentido aqui hehe). Será que não daria pra aumentar a área no subsolo? Tipo o Louvre? Bom, sei lá, nem conheço o loca, mas que a maquete tá um troço, ah isso tá!
Fernando, não suma desse jeito não! Estava cheio de teia de aranha aqui!
£u¢y™ |
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09.26.06 - 9:35 pm | #
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Temos a satisfação de informar que seu blog foi indicado e está a partir de hoje, concorrendo ao prêmio BLOG DA QUINZENA no BLOGNEWS.
Venha pegar o selo para votação no http://newsblog.com.br/ e boa sorte
Equipe Blog News
Equipe Blog News |
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10.01.06 - 2:11 pm | #
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boa noite!Qto tempo. Em breve começamos masi uma obra... dessa vez an praia... E a casa grande de seu filho? bjks Dalva
Dalva |
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10.28.06 - 10:42 pm | #
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hehehe .. interessante..
sequer houve uma tentativa de charme ..
simplesmente enfiaram esse excremento cubóide no meio...
Edson |
11.08.06 - 1:59 pm | #
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Que bom!!
Fiquei feliz de encontrar um blog sobre arquitetura!! Gostei muito da seriedade como vc tem tratado seus "posts".
Quanto a torre sugerida pelo nosso amigo... não gostei tampouco da proposta. Quero também acreditar que tal obra não venha a ser executado... Apaixonada pela arquitetura do MBA... acho que se fosse ter que construir alguma extensão... teria que se estudar muito até encontrar alguma forma que não agredisse tanto a arquitetura original. Não me agrada a inclinação de alguns colegas projetarem somente para "pedestre" ver. Existem vários angulos que devem ser considerados... Principalmente dos prédios altos que existem em torno do MBA. Enfim... "Que seja livre o rumorejar da minha voz..."
Poliane Latta |
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12.04.06 - 4:47 pm | #
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Eu não entendo porque as pessoas criticam tão apaixonadamente o projeto do Parque Cidade Jardim..
Puxa vida.. um arquiteto estuda, trabalha, faz tudo certo na vida aí um dia tem a oportunidade de desenvolver um projeto grande e isso causa IRA das pessoas. TEM TANTO PRÉDIO FEIO NESSE MUNDO, construções da década de 60 que mais mereciam ser demolidas.. mas ninguém liga..
O estilo Neo-Clássico caracterizado nas torres.. É de alguma forma uma característica dos prédios de São Paulo.. ou seja.. com uma foto eu sei dizer se o prédio é de SP ou não.
Tem gente que quer comparar edifícios de litoral com edifícios de cidade sem praia... são coisas diferentes... o segundo não prioriza tanto a varanda, o fluxo de ar etc.
Eu acho que muita gente pega "rabeira" no sucesso da obra (pq se fosse pra criticar deveriam criticar várias outras coisas) como a imensa criatividade dos governantes cariocas em criar nomes para edifícios públicos... onde fica evidente o preconceito... os que são "para pobres" são todos no aumentativo e feios..
BRIZOLÃO
PSCINÃO DE RAMOS
ENGENHÃO
mas as vezes isso vai para o lado da classe média também
FRESCÃO
e daí por diante...
isso pra mim é muito criticável..
mas brigar com a princesa diana sempre foi melhor do que brigar com um pixador de rua... por isso eu acho que é de muito má indole quem escreve contra esses condomínios pq não são públicos...
constrói quem quer... compra quem tem dinheiro...
COMPRA QUEM GOSTA..
quem não gosta.. RESPEITA. ou então.. constrói um melhor.
Esse é meu recado.
Max |
06.18.07 - 12:06 pm | #
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Sinceramente,o nosso grande mestre Paulo M.Rocha, poderia simplesmente tomar mais cuidado com o que divulga. Ele é referência - não estamos tão bem preparados como ele, imagina se fossemos nós os "simples mortais" a cometer tal deslize...certamente estariamos vagando sem rumo que nem cachorro perdido de mudança. Abraços
Luis Alberto |
09.15.07 - 4:30 pm | #
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Concordo. Desnecessário esse mal gosto.
Jakeline Dutra |
10.15.07 - 5:47 pm | #
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Concordo com a crítica, onde já se viu atrolhar uma torre medonha dessas, dentro do vazio de um prédio equilibrado e antigo? Trata-se de um erro grosseiro.
Gil Jacobus |
10.05.08 - 10:42 am | #
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Olá Fernando, estava atrás de fotos do projeto de revitalização do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e acabei esbarrando em seu blog.
Envio um link de uma entrevista com o próprio Paulo Mendes da Rocha e sua conceituação sobre intevrenção em edifícios preé-existentes ou antigos.
Sou estudante de aruqitetura e considero a ação do projeto radical, mas contundente. Entre deixar uma edificação morrer, perder a vida ou revitalizá-la, eu fico com a segunda opção.
A opinião de um arquiteto muito influente na área, Ciro Correa Lira, é que se pode demolir ou intervir em qualquer edificação, contanto que se faça algo melhor em troca.
Como disse, considero este um projeto com um ação radical. Mas um belíssimo suspiro novo para a cidade do Rio de Janeiro.
Quanto ao gabarito da edificação, acredito que o arquiteto não se refere às les vigentes na cidade, mas sim do gabarito das edificações existentes. Afirmando estar contextualizado dentro do entorno.
Considero que o projeto de revitalização do museu será um grande ganho para a cidade do Rio de Janeiro.
http://genius-loci.blogspot.com/...s-da-
rocha.html
Abraço
Lorena Furuzawa |
03.26.09 - 9:09 pm | #
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