Gravatar Me identifico plenamente com esta divisão acrescentado que me dá uma coceirinha nestes projetos mais 'mirabolantes' e bem bolados por pura inveja mesmo.
Já sobre os projetos ruins, estou numa fa$e que não me importaria muito de ser autor de uns pares deles (depois com mais calma reformava, ahahaha)
abração


Gravatar Pois então,colega,essa perplexidade diante dessas novas arquiteturagens em que ficamos, é fruto de uma história ou viagem de cada um. O que importa é o que colocar o importante nessa mala de viagem, e tirar o impostante.
Dê uma olhada nisso:
http://www.moma.org/exhibitions/...gs/ index_f.html
Ab.


Gravatar Fernando, começou bem, divisão perfeita, exceto que , como disse o Guga, certas nece$$idades nos levam a sonhar com um pedido de um neo-rococó-clássico entrando pela porta.
Mas, seus exemplos serão importantes para aprofundarmos o papo.
abração


Gravatar Oi, Peri,
perfeita, ou não, é o que me parece ao ver esses caminhos/descaminhos, sendas tortuosa (ops!) para onde segue a nossa Arquitetura.
Defendo-me, oras!
abs
fernando cals


Gravatar E, claro, Guga e Peri,
benvindos sejam os neo-rococo-clássicos que pretendam "estuprar" nossos pruridos arquitetonicos.
Apenas devemos saber onde pisamos.
abraços
fernando cals


Gravatar Boa separação, xará Zanforlin,
podemos nos debater entre o importante e o impostante, desde que saibamos a diferença.
Sem esquecer da hora!!!
abs
fernando cals
ps: fui lá no link...tem de tudo.
fc


Gravatar Oi, Guga,
de fato, muitas vezes fico invejoso de ver que existem caras que pensam o impensável, pra mim.
abração
fernando cals


Gravatar Xará Cals, com prazer trocaremos impressões sobre os Rs e os Ss da importância dos elementos da arquiteuta.Minha opinião é que a impostância,só serve para ter um adjetivo,"Louco pacas".
Mas essa impostância de badulagues é só um momento,daqui uns 20 a 30 anos vai estar tudo demolido, para outra.
ab.


Gravatar Pois é, Xará!
Foram-se os tempos em que as coisas necessitavam ter um valor, digamos, mais atemporal.
Agora, como o lance é o consumo, a exposição à mídia e a sua posterior, quase imediata, devastação, para que outra impostância possa ser sugerida, é isso ai.
abração
fernando cals




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