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Mas ela deixou uma filhota...que irá dar o mesmo aconchego, o mesmo sentir, estará apenas a crescer de novo.
Como eu vos entendo, aqui em frente ao meu prédio, havia uma árvore linda, grande que albergava centenas de pardais, num dia de tempestade deixou cair um ramo em cima de um carro. Foi chamada a câmara para a poder, e eles assim o fizeram, mas de súbito e maléficamente cortaram-na deixando apenas um toco, que no ano seguinte ainda deu folhas, mas novamente eles vieram e arrancaram-na pela raiz. Fotografei cada passo, e ainda hoje choro o homicidio daquele ser com quem tanto falava.
Jinhos e Força para a pequenina.
Sim, Maria Clarinda, temos a filhota da figueira e ela também irá fazer parte da nossa história.
Lamento pela "tua" àrvore, que maldade!
Bjs
Maria Clarinda |
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04.21.08 - 5:03 pm | #
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Lindo texto! Boa semana pra vc tb!
depois visita meu blog:
www.essamocata.blogspot.com
Obrigada, Luíza.
Gostei muito do seu blog!
Boa semana.
Lu�za |
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04.21.08 - 8:49 pm | #
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Sinto muito por sua figueira... Que bom que tudo também tem sua continuação. Ela deixou-lhe frutos e uma nova geração!
Um abraço
É verdade, Paulo; aliás, ainda tenho na despensa um grande frasco com doce de figos ( o meu marido e filho já me recomendaram-ordenaram-que não os oferecesse a ninguém!). Sim, a figueira terá continuidade....
Um abraço
Paulo |
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04.21.08 - 8:49 pm | #
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Fernanda,
sinto muito pela figueira! O teu texto está cheio de sentimentos, triste porém lindo!
beijos
Obrigada, Letícia. Sim, é triste, como todas as despedidas.
Bjos
leticia coelho |
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04.21.08 - 9:40 pm | #
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Fernanda, se me permite vou trata-la por tu, não será uma falta de respeito mas uma maneira mais calorosa de tratar alguém de quem gostamos, mesmo que seja á distancia.
Para mim será uma amiga pois me vem fazer um pouquinho de companhia lendo meus textos fazendo com que minha solidão seja menos pesada. Prova disso é que aqui estou eu agradecendo alegremente o seu comentário, caso contrário estaria pensando tristemente nalguma outra coisa. Mas devo dizer que o seu texto está lindo. E me faz lenbrar a minha infancia, que quase vivia em cima das figueiras.
Era eu que ia por vezes ás cinco da manhã colher os figos para comermos ao almoço. Quando não havia figos eram as figueiras a minha maior distração pois nelas eu me pendurava de ramo em ramo como se fosse o Tarzam
Até que um dia as freiras mandaram cortar as velhas e enormes figueiras
pois se tornevam muito perigosas. Havia outras mais pequenas mas nunca mais foi a mesma coisa, ainda hoje, aqui na Suiça conto para alguns dos meus amigos que nunca viram uma figueira as minhas aventuras, chego a ter pena deles por não conhecerem uma figueira e desconhecerem por completo o gosto de um figo. Obrigada amiga pela sua partilha e muitas felicidades para toda a familia e para a nova figueirinha.
Dora Coimbra
http://coimbra.romandie.com
http://molelos.romandie.com
Dora, obrigada também por partilhares as tuas memórias; o meu marido identificou-se bastante no teu comentário, pois ele também trepou a figueira vezes sem conta na infância. O nosso filho ainda há pouco tempo pedia que lhe ensinássemos a trepar à figueira. Agora já não será possível.
Bjos
Dora Coimbra |
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04.21.08 - 10:07 pm | #
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Fernanda, que texto lindo!
As lembranças não têm fim e os bons momentos proporcionados pela sua figueira estarão guardados para sempre no coração de vocês.
Beijos e boa semana
Obrigada, Evellyn!
Bjos
Evellyn |
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04.22.08 - 3:15 am | #
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que triste Fernanda, lembro que às vezes gostarias de tirá-la, mas acabaste te apegando, acompanhei a história desta árvore, e agora ela os deixou...
Imagino a falta que ela está fazendo, árvores são amigas acolhedoras que nos brindam com sombras e frutos, sem pedir nada em troca.
Paz junto à tua linda familia, beijos
Jeanne, já me lembrei disso também; das vezes que argumentei a favor do abate da figueira sem entender que o seu tempo se esgotava. Com brevidade.
Bjos, querida!
Jeanne |
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04.22.08 - 4:17 am | #
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Obrigada amiga pelo teu comentário no meu Arco-Iris, fiquei muito contente.
Quanto ao teu filho ele que não desespere nem fique triste, pois hão-de aparecer outras árvores e muitas oportunidades para aprender a subir ás árvores.
Um enorme beijinho para toda a familia
Dora Coimbra
Sim, Dora, o Duarte há-de subir a muitas árvores, se Deus permitir!
Bjos
Dora Coimbra |
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04.22.08 - 6:02 pm | #
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Oi Fernanda, é realmente triste, até eu fiquei tb. Eu não tenho arvores a meu cargo pois moro num predio, temos apenas um jardim a volta do n/ predio, q é publico e um vizinho q trata dele da melhor forma possivel, sem nos cobrar nada pelo empenho e dedicação, esse jardim só tem mm palmeiras, flores e um limoeiro! mas se tivesse um espaço adoraria ter uma figueira, pois adoro os figos acabados de colher, na hora! o sentimento de perda parece q é inevitavel, não é? mas faz parte do crescimento! até à proxima!
Eu nem gosto de figos; aliás, esta figueira começou por me irritar imenso com a sujidade que fazia na época do amadurecimento dos figos! Entretanto, descobri a sombra e fresca que nos proporcionava, e tb nos protegia dos olhares de quem passa na rua, e isso passou a ter para mim importância capital. Até comecei a fazer doce de figos...para oferecer! Acho que foi assim que me conciliei com ela...
amae |
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04.23.08 - 3:57 pm | #
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Conheço essa dor, Fernanda, e sei como é triste.
Tínhamos um flamboyant na frente de casa, uma árvore linda, mas uma vizinha cismou em dizer e reclamar que as galhadas da nossa árvore a estavam incomodando. Não nos restou muito a fazer, até para não criar um mal estar maior do que estava instalado, então mandamos cortar nossa árvore. Lembro-me que, ao ver aquelas lindas galhadas no chão, chorei e implorei perdão ao Senhor por ter cortado árvore tão linda, além de ter deixado na orfandado os filhotinhos de aves que haviam feito daquele flamboyant suas casas. Foi horrível.
Somo minhas lágrimas à sua dor, amiga.
BeijUivoooooooooooooooossssss da Loba
É triste, Keila, ainda mais quando somos nós os reponsáveis por algo que não queremos! Mas compreendo a tua situação...
Bjos
Loba, a Keila |
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04.23.08 - 4:48 pm | #
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Olá Fernanda
Estou visitando seu blog pela primeira vez e gostei muito, estarei aqui de novo...
Te convido a visitar meu blog também
http://viajandonoblog.blogspot.com
Até mais
Obrigada Adriana, e seja bem-vinda por aqui!
Adriana |
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04.24.08 - 12:53 am | #
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Oi Fernanda.
É triste, mas inevitável. Como tu mesmo disse: tudo tem um começo e um fim. O importante é o que se faz entre estes dois extremos. A tua figueira, certamente, abrigou momentos de alegria e conforto para ti e os teus. Isto é o que importa, ao fim e ao cabo.
Um beijo.
Pois é, Jens, foi mesmo inevitável, mas tão repentino que nem tivemos tempo para nos prepararmos...
Bjo
Jens |
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04.24.08 - 3:15 am | #
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Oi Fernandinha,
Que texto maneiro! Não achei triste, antes achei muito forte e ao mesmo tempo cheio de ternura.
Os budistas dizem que tudo é impermanente, né? o Duarte esta confrontando esta verdade, faz parte da vida.
Saudades querida!
Um grande beijo
Obrigada, Bruna. Saudades tuas, tb!
Bjos
Bruna |
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04.24.08 - 3:56 am | #
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Amiga querida calculo a tristeza, nós aqui na quinta temos um pinheiro com mais de 50 anos, por isso mais velho que nós, e calculo o quanto nós não ficariamos tristes se algo lhe acontecesse. Graças a Deus já temos 3 filhos dele que estão a crescer a olhos vistos.
Um bom feriado e fim de semana.
Beijinhos doces.
Fica bem. Fica com Deus.
Anita (amor fraternal)
anita |
04.24.08 - 5:31 pm | #
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Duro para uma criança aceitar esse começo, meio e fim! Eu tive um abacateiro. Beijus
Começar com uma árvore para entender a evolução da vida até que não é assim tão mau, Luma!
Bjs
Luma |
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04.24.08 - 5:32 pm | #
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Descreves tua figueira como se tua filha fosse...cortou-me o coração!!
Lembrou-me do Pequeno Principe..."tu te tornas eternamente responsável por àquilo que cativas" E cativaste a tua figueira que se foi, pois era chegada a hora dela ir. Mas, ela se foi deixando um lindo futuro pela frente de um lindo jardim que continuará a florescer.
bjs
Beth, o meu marido sentiu mesmo que perdera um familiar. A figueira era a única árvore do nosso jardim, era frondosa, senhora do espaço. Agora ficou um vazio imenso.
Bjs
Beth |
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04.25.08 - 1:10 am | #
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Pôxa, eu estive aqui na segunda-feira cedo e nao vi post algum. E o meu google reader nem me avisou do seu novo post;( Fiquei triste agora;(
Você já tinha uma vez falado dessa figueira e da andorinha lembra?
AH, Fê! É triste mesmo, mas veja ela deixou a filhota como você mesma a chamou e nao somente uma mas muitas, pois vc até a presenteou. A natureza é sábia e fala uma linguagem que muitas das vezes nao entendemos.
Espero que o Duarte tenha entendido bem essa relacao de nascimento, vida e morte. O Daniel tb passou por isso com o seu primeiro coelhinho.
Grande beijo e bom fim de semana
Sim, Geo, o Duarte entendeu bem a constante mutação de todos os seres vivos, simplesmente nunca tinha experienciado.
Bjos
georgia aegerter |
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04.25.08 - 11:20 am | #
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Olá, além do Espiritizar que continua ativo, estou iniciando hoje um novo blog com o nome de Consciência e Vida (http://conscienciaevida.blogspot.com/) para assim poder organizar o novo somente para as mensagens espíritas, e o Espiritizar ficará voltado para estudos espíritas.
Te aguardo na casa nova, beijos.
Jeanne |
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04.27.08 - 11:57 pm | #
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Passando para um abraco e querendo saber noticias de vocês.
Beijao
georgia aegerter |
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04.28.08 - 2:04 pm | #
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Amiga querida agora que começa mais uma semana, também esta mais pequena, não podia deixar de vir aqui deixar-te muitos beijinhos doces como tu e desejar-te uma semana cheia de bençãos e vitórias.
Fica bem. Fica com Deus.
Anita (amor fraternal)
anita |
04.28.08 - 3:03 pm | #
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