Lúbrico, não? rs

Tsc... acho que todo mundo já provou da sensação que esse texto parece descrever - se não provou, provará: é inevitável. Eu não gosto desse vácuo que fica quando se faz aquilo que achamos ser o melhor e, portanto, que deve ser feito, e que, depois de feito, percebemos que as coisas estão como antes, afinal, a empregada que falta não deixou de existir, as contas não desapareceram misteriosamente e nem mesmo o cheiro de mofo, perceptível até para quem não tem "nariz absoluto", não deu trégua. A grande verdade me parece ser que nem tudo vale a pena... só valerá se pelo menos nos fizer esquecer por alguns instantes o mundo que nos cerca e se nos fizer deixar de lado o lingüista que analisa tudo aquilo que é dito pelos mais diversos interlocutores e nas mais diversas situações. "Bonitinho", a mim, tb soa engraçado e bastante irônico - pelo menos, eu uso assim. Acho até que pode ser dito sem essa carga pesada sobre sua pobre semântica, mas acho que a gente deixa de ver a inocência nos outros quando perdemos a nossa própria... e talvez seja assim com tudo aquilo que deixamos de ver e de crer existir no outro.




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