Gravatar Nossa, que triste, tem um filme que fala sobre isso é o "Três formas de amar". É lindo, é triste, portanto, é real.


Gravatar Adorei o blog! Parabéns!


Gravatar "-me perdoe a pressa, é a alma de nossos negócios.
- ah não tem de quê, eu tbm só ando assim."

Flavimar, não sei nem qtas vezes já disse ou redigi cartas parecidas com essa. Essa nossa nostalgia precoce, né?! Me senti lendo o livro de cartas de Caio F - Claro que com a sua caligrafia. Reconhecemos a pressa dos dias e dos encontros que se desfazem em esquinas movimentadas, mas não deixamos nunca de sentir por isso, né. Acho q a coisa é depender tanto a vida das relações - e é assim mesmo. Não entendo aquelas pessoas que dizem ir pro mato inóspito para se acharem - A gente sempre se acha no outro! Mesmo se for uma descoberta atrasada, a gente sempre se vê na cara do outro.


Gravatar bora tratar de escrever, sôr!


Gravatar "Recebo cravo e colante dinheiro pago embrulhado
Em papel carbono e barbante até cabelo cortado
Retrato de três por quatro pra batizado distante
Mas isso aqui meu senhor é uma carta de amor"

É louco quem levar o mundo e não for lá!

Lindo blog! Parabéns!


Gravatar É forte a frase né? "... Por mais que não... eu sei que sentirei sua falta para sempre".
Eu travei.


Gravatar Se não fosse pela história triste que culminou na escrita dessa carta, gostaria de receber uma igual a essa.

Parabéns, Flavimar!
Adorei o seu texto!

E não se preocupe. "A vida só se dá prá quem se deu." - Vinícius de Moraes

beijo.




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