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NÃO HÁ NOVIDADES????????????????????????????????????????? ??????????????????????????


Eu estive presente neste jogo.
O Joãon Santana, autor do livro Académica História do Futebol, foi no carro do meu tio.
Na sua dedicatória, referiu este facto.

Foi um jogo que nunca mais vou esquecer.

Já o relatei em pormenor ao meu filho (também ele sócio da nossa Académica), pois convém ter memória académica colectiva.

Saudações académicas

Pedro Duarte


Bem lembrado...

Vem muito a propósito, pela circunstância do estágio e pela necessidade que há de reavivar na memória dos mais esquecidos o academismo que não há muitos anos( quando quiseram acabar com a Académica) se vivia com tanta paixão.

Não fui a Celorico era bem miúdo, mas lembro-me bem de estar colado ao rádio e ouvir o relato do jogo e infelizmente deste terrível ambiente.

Um dia histórico onde se viu bem o orgulho académico.


30 autocarros e centenas de automoveis quando a equipa jogava na 2ª divisão e onde nem havia condições para ver o futebol. Hoje somos cada vez menos e o clube está cada vez mais distante da cidade.

Recomendo também a todos os académicos que comprem o livro do João Mesquita e do João Santana. Uma autêntica maravilha para se ir recordando e aprendendo à medida que se lê.


30 autocarros e centenas de automóveis.
Nesse tempo é que era mágico...
Quem me dera...


De facto.
Esse Alfredo Farinha chegou ao ponto de num jogo no Calhabé contra o Benfioca o José Luís levantou a pata e deu um valente pontapé na cabeça de um jogador do CAC, propositadamente.
No dia seguinte na sua crónica na Bola esse sujeito alegava que o jogador do Benfica tinha umas pernas muito compridas e como tal, sem intenção, tinha tocado o jogador do CAC.
Eu estive nesse jogo de Celorico da Beira.
Há ultima da hora fui para a sede do CAC nos arcos do jardim e cinsegui arranjar uma boleia num carro.


João só de ver o nome dessa canalha já fiquei mal disposto para o resto do dia.
Esse gajo tinha um ódio a Coimbra e à nossa Briosa (CAC nesse tempo.....)
Esse foi um episódio marcante na minha vida! Ainda era puto (16 anos) mas o que eu e a minha familia também sofremos...


lol
ao que a pardaleira chegou, que ate contestam o jantar-convivo em condeixa!

Definitivamente eles nao sao da academica!


Quem viveu isto, como eu e a minha família, não esquecerá nunca. Valeu a pena, porque para além de muitos ensinamentos que dali retirei em termos de comportamento de massas e academismo, passei a conhecer um indigente que se auto intitulava jornalista. Chamava-se alfredo farinha ( letra bem pequena ). (Pouca)paz à sua (inexistente) alma.
Ao relembrar este episódio, as actuais guerrilhas pardaleiras, são migalhas.




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