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Muito bem Martins.
Destas fases sublinho o seguinte:
"Nesse período, a equipa tem o estatuto de “quase grande” e arrasta multidões. A simbiose entre a instituição, a Academia e a cidade é quase total e estende-se a outras modalidades, em especial o basquetebol"
Foi rigorosamente assim! Havia casas cheias no futebol, no basket nos jogos de juniores e até nos de juvenis. Acrescento ainda que no final deste período, com o arranque das piscinais municipais, a Académica tem a 2ª equipa de natação nacional´(só superada pelo Algés e Dafundo) e vários campeões nacionais.
Estes FACTOS são importantes porque permitem ir contra a tese infeliz, actualmente defendida por alguns saudosistas, de que o caminho não passa pela bola na rede. O que a História mostra, e está exemplaramente retratado neste artigo do Martins, é que foi quando a Académica teve sucesso desportivo, que conseguiu ultrapassar as fronteiras da Universidade e congregar TODA a cidade atrás de si! Esse sucesso estendeu-se a outras modalidades e dinamizou a construção de equipamentos e a prática desportiva.
Claro que os pressupostos sociais e económicos se alteraram desde então. Mas ensina a gestão estratégica que cada ameaça é simultaneamente uma oportunidade e todos os conservadores inteligentes sabem que é preciso que alguma coisa mude para que tudo fique na mesma!
É com esta mentalidade com que temos que enfrentar o futuro.
MPS |
01.21.08 - 12:43 pm | #
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Jorge, pode nao ser um post que dê muita audiência já (até pelo facto de ser fim de semana) mas daqui a 1 ,2,3,4 anos vai ter o condão de continuar a fazer sentido e de ainda valer a pena comentar. Uma grande mais valia para todos nos que o lemos
Força!
Goncalo Cabral |
Homepage |
01.20.08 - 4:21 pm | #
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A partir de 50, 60 já cá estão mais que viram tudo. É evidente que foi no período aúreo - 64-70 - que se iniciou a deriva para o profissionalismo, menos ou mais encapotado. Houve um conjunto de condições, naquela altura, e JM refere-os, que propiciaram a situação, que é irrepetível agora naqueles moldes. Há aliás uma frase no livro que saiu ontem que expressa bem aquela Académica, que não poderia existir agora, que é quando Mário Torres explica porque não foi para um clube espanhol.
P. Oliveira |
01.19.08 - 7:48 pm | #
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Agradeço os elogios e o tom elevado da maioria dos comentários. Sei que este tipo de textos não dá a audiência que dão os "posts" onde há "sangue". Mas julgo que o exercício vale a pena, pois temos de ultrapassar a fulanização das questões e as questiúnculas de curto prazo.
Quanto à acusação do reticente do costume, é óbvio que não tem pés nem cabeça. Mas sei que o pobre diabo (que nem um nick consegue arranjar)me quer provocar. Podes falar à vontade que ficas a falar sozinho.
Sobre o livro do João Mesquita e do João Santana, apenas quero dizer que, com muita pena minha, não pude estar presente no seu lançamento, pois tive de estar em Lisboa ontém à noite. Por isso, não conheço o livro. E menos ainda a alegada polémica entre os seus autores e o JES.
Jorge Martins |
01.19.08 - 7:35 pm | #
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Como é que é copiadíssimo se este texto saiu antes do lançamento do livro? Há cada um...
P' |
01.19.08 - 6:37 pm | #
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Há frases aqui copiadíssimas do livro do Mesquita e Santana.
É pura e simplesmente vergonhoso o que Martins faz, para esquecer a polémica entre os autores do livro e do arguido Jes.
A memória, essa ficará perene depois das eleições.
Não te vamos esquecer Martins...
... |
01.19.08 - 5:48 pm | #
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devia ser obrigatório todos os atletas da Briosa levarem estes textos para casa e fazer prova de conhecimento do que é a nossa amada instituição.Parabéns!
je |
01.19.08 - 4:40 pm | #
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Simplesmente espectacular. Faz mais pela memória histórica da Académica que muita retórica. E parece-me que coloca o dedo na ferida em algumas questões existenciais da instituição.
D66 |
01.19.08 - 1:01 am | #
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Parabens pelo excelente texto.
ze |
01.19.08 - 12:11 am | #
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Melhor que qualquer históra que o meu avô me tenha contado, faço minhas as palavras do P', "um autêntico documentário ao nível de Discovery ou canal História" 
Francisco Martinho |
Homepage |
01.18.08 - 10:49 pm | #
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Mais um texto de excelente qualidade na linha do anterior.
Chegámos à fase, porventura mais marcante (e que ainda está na retina de muitos) do futebol da Académica: a década de 60. Período de ouro pelos resultados desportivos e também pela marca "social" deixada.
Entre outras coisas adorava ter assistido à final da Taça de 1969, só que nessa altura ainda não tinha completado...quatro anos!
Aguardemos pelo próximo post que, muito provavelmente, vai dar faísca!
No bom sentido, claro...
E esta hein |
01.18.08 - 10:45 pm | #
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E já agora, mesmo sem saber o que está para vir, queria deixar a sugestão de enviarem os textos para o site oficial. Quem queria saber o que é a Académica, e a sua história tem aqui uma oportunidade de ouro.
P' |
01.18.08 - 10:34 pm | #
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Muitos parabéns Jorge Martins, um autêntico documentário ao nível de Discovery ou canal História.
A verdadeira discussão começa agora, na altura em que quase todos os que aqui comentamos vivemos.
Espero ansiosamente o próximo post!
P' |
01.18.08 - 10:33 pm | #
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Commenting by HaloScan
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