www.academicacoimbra.com
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(correcção)
Caro MPS
Sim, sabia que a época de ouro da Académica coincidiu com a abertura ao profissionalismo ( ) e terá sido consequência dessa mesma mudança. De outra forma dificilmente poderia ter atingido tal sucesso. Profissionalizou-se, ou seja, passou a haver uma relação contratual entre jogadores, treinador e a AAC.
Mas descaracterizou-se?
Não me parece, e baseio-me no ar respirado pela minha família (que já vai na terceira geração de Academistas), em que só senti uma degradação da sua relação com a AAC a partir da “mudança de sexo’’, e apesar ta tal ilusão/esperança sentido nos anos 80, instalou-se um desconforto em relação a esta A.A.C. Vão aos jogos, acompanham (uns mais do outros a vida do Organismo Autónomo de Futebol) mas sinto que o fazem mais por hábito do que por amor. Alguns amigos meus, mais radicais, desligaram-se deste OAF e acompanham a outra AAC (está nos regionais, certo?). Tal não se passou com a profissionalização dos anos 60/70 (inicio).
Quantos Academistas, conhece nestas condições?
Porque será?
Acho que o senhor deu a resposta, quando se referiu a uma aristocracia profissional e intelectual que envelheceu e não foi substituída, ou aliás, foi substituída pelos semi-educados, meio homem, meio PVC, a caminhar para o homem plástico que se molda a tudo. É isso que me assusta, é isso que questiono.
Não o profissionalismo vs amadorismo, mas sim qual o tipo de profissionalismo a seguir?
Liderado porque que pessoas? Que pensam? Como se comportam? Que aspiram?
Alguns dos comentários aqui registados, deixaram-me ainda mais incomodado com o futuro.
(Não conheço o grupelho dos 21. Se existe mesmo não me surpreende, até porque se uma Instituição tem algum tipo de influência, é alvo de cobiça de arrivistas, parasitas etc.)
Cump.
Pedro MC |
01.24.08 - 11:10 am | #
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Caro MPS
Sim, sabia que a época de ouro da Académica coincidiu com a abertura ao profissionalismo ( ) e terá sido consequência dessa mesma mudança. De outra forma dificilmente poderia ter atingido tal sucesso. Profissionalizou-se, ou seja, passou a haver uma relação contratual entre jogadores, treinador e a AAC.
Mas descaracterizou-se?
Não me parece, e baseio-me no ar respirado pela minha família (que já vai na terceira geração de Academistas), em que desde a “mudança de sexo’’, e apesar ta tal ilusão/esperança sentido nos anos 80, instalou-se um desconforto em relação a esta A.A.C. Vão aos jogos, acompanham (uns mais do outros a vida do Organismo Autónomo de Futebol) mas sinto que o fazem mais por hábito do que por amor. Alguns amigos meus, mais radicais, desligaram-se deste OAF e acompanham a outra AAC (está nos regionais, certo?).
Quantos Academistas, conhece nestas condições?
Porque será?
Acho que o senhor deu a resposta, quando se referiu a uma aristocracia profissional e intelectual que envelheceu e não foi substituída, ou aliás, foi substituída pelos semi-educados, meio homem, meio PVC, a caminhar para o homem plástico que se molda a tudo. É isso que me assusta, é isso que questiono.
Não o profissionalismo vs amadorismo, mas sim qual o tipo de profissionalismo a seguir?
Liderado porque que pessoas? Que pensam? Como se comportam? Que aspiram?
Alguns dos comentários aqui registados, deixaram-me ainda mais incomodado com o futuro.
(Não conheço o grupelho dos 21. Se existe mesmo não me surpreende, até porque se uma Instituição tem algum tipo de influência, é alvo de cobiça de arrivistas, parasitas etc.)
Cump.
Pedro MC |
01.24.08 - 10:46 am | #
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Deste excelentíssimo trabalho de Jorge Martins, gostei particularmente do retrato que fez das alterações da Geografia do país e, sobretudo, de Coimbra. Já por aqui surgiram comentários muito interessantes, mas continuo com o mesmo cepticismo em relação ao futuro. Evidentemente que só com um modelo profissional haverá sustentabilidade. Agora, não consigo imaginar uma Académica sem a existência de, pelo menos, um cheirinho, do que a fez diferente de todas as instituições do país, um lugar onde, acima das prestações desportivas, estavam os valores humanistas. Hoje já há, infelizmente, muitos sinais, quer entre a massa adepta, quer entre os dirigentes, de uma cultura "pimba". Como será daqui a umas décadas, quando a geração que transporta o tal "DNA" desaparecer?
João Ruas |
01.24.08 - 10:12 am | #
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Caro Pedro MC
Discordo de si.
Sabe porque é que os comentários do Apx são bugalhos? Porque o Post do Martins é acerca de alhos. Ou seja O post é acerca de uma coisa e o Apex está a falar de outra. Sabe porquê?
Porque se ler com atenção os magníficos posts do Martins compreende que a profissionalização da Académica começou há muito tempo, na sua época de ouro.
Celestino (defesa direito que marcou o 1º golo da final de 67 contra o Setúbal, num livre directo) era profissional; Vieira Nunes o defesa central quie fazia parelha com Rui Rodrigues era profissional; Ernesto, o 2º melhor marcador da Académica nesse ano era profissional; Serafim, um grande extremo esquerdo, que colocava a bola com precisão milimétrica na cabeça do Artur Jorge, era profissional; o Toni, (preciso de lhe dizer quem era (e é!)) era profissional. Estamos a falar de 5 jogadores fundamentais da equipa que ficou em 2º lugar!
E não sei se sabe, Mário Wilson, treinador da Académica ganhava na altura um ordenado principesco, só ultrapassado pelos treinadores de Sporting, Benfica e Porto, que era pago por alguns dos sócios com mais dinheiro da Académica.
Sabia disto, Pedro MC?
Já nessa altura esta questão do amadorismo versus profissionalismo era muito discutida.
Sabe como é que eu sei isto Pedro MC? Eu estava lá! Sei os nomes de alguns dos sócios que pagavam os ordenados de Mário Wilson e assisti a muitas destas discussões.
O que é histórico, é que foi precisamente quando a Académica se começou a abrir ao profissionalismo, que atingiu a sua época de ouro. Que não se prolongou porque a abertura não continuou, porque veio o 25 de Abril, porque os mecenas, da "aristocracia profissional e intelectual" de Coimbra envelheceram e não foram substituídos por outros de igual calibre.
É isto que os Apexes, os reticências e os anónimos - que são a vanguarda do grupelho dos 21 (sabe quem são Pedro MC?) - não querem que os mais novos ou ingénuos saibam. Para poderem continuar a mistificar e para poderem ter acesso (era o que eles queriam!) a um tacho pequeno, à medida das suas ambições das suas necessidades de falhados provincianos.
Estes comentários apenas querem desviar as atenções do que não querem que se perceba.
MPS |
01.23.08 - 8:04 pm | #
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Os comentários do Apex estão longe de serem bugalhos, são constatações de factos que indiciam alguma forma de pensar desta Direcção, sendo a sua interpretação dos mesmos bastante consistente.
O episódio do autocarro é demasiado ridículo, porque representa um profundo desprezo pelo que foi ( passado …) a AAC, o que a fez ser querida por muitos. Ainda mais ridículo é, porque representa uma migalha no financiamento da AAC. É revelador.
Estamos a falar de uma paixão, que tem de ter romantismo, que tem de ter valores, e claro que não vive do ar, precisa de gerar dinheiro para ser competitiva. Mas chegar a este ponto?
Como escrevi ontem, por mais que forcem nas explicações (e por vezes a roçar a imbecilidade) estão criar um clube que apesar de se chamar AAC, é outra coisa, nada tem a ver com a AAC que apaixonou multidões.
Deste debate, começo a dar razão a alguns amigos meus, que são apoiantes da secção de futebol da AAC e não este OAF…começo a perceber que mais importante ser genuíno … do que apenas competitivo.
Pedro MC |
01.23.08 - 6:17 pm | #
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Caro P. Oliveira:
É por comentários como o seu que me orgulho de ser da Académica. Para si vai um FRA mas daqueles carregados de irreverência !! 
Brise Continuo |
01.23.08 - 3:50 pm | #
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Seria interessante saber qual a opinião de Jorge Martins sobre qual o caminho a trilhar pela Académica.
Pedro MC |
01.23.08 - 12:00 pm | #
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É espantoso ver que aqueles que dizem defender os valores tradicionais da Académica são os primeiros a cair na maledicência, no insulto e na arruaça. Desta vez o MPS não pode ser acusado disso e até foi um dos que apresentou ideias mais interessantes. Mas lá tinha que vir ao de cima o ódio de estimação pelo homem.
Em vez de discutirem o excelente post do Martins, parecem interessados em deitar abaixo o seu trabalho. Porquê?
Será porque desmente a tese de que o actual presidente é a origem de todos os males da Académica?
D66 |
01.22.08 - 10:53 pm | #
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Quando uma direcção, quando uma direcção, quando uma direcção... o Martins a falar da Académica e da sua história, e o Apex a falar de bugalhos! Mas há uma coisa que eu explico bem, que é essa do nome da Academia: 1. O campo de treinos mantém, tanto quanto percebi, o nome do Dr. Francisco Soares; 2. Caiu o nome global de Briosa XXI, um bocado piroso e a cheirar a lagarto, sempre o pensei, e ficou o "naming" Dolce Vita por n anos e 2 razões: porque era preciso arranjar massa para pagar aquilo e do lado da malta das tradições não pingava nada, e em homenagem à antiga boémia coimbrã. Pela pequena parte que me tocou desta, fiquei tocado, e para quem lá trabalhe deve ser compensador chegar a casa fatigado e dizer que passou o dia na Dolce Vita.
P. Oliveira |
01.22.08 - 9:39 pm | #
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Enfim...,
profissionalismo, competência e respeito pelo nosso passado como já aqui opinaram Académicos mais sabedores do que eu.
Mas eu tinha um desejo, quiçá um repto sem querer desvirtuar o tema em questão.
Haverá algum Académico capaz de contar um pouco da nossa história e dos nossos muitos títulos nas outras modalidades...,talvez seja empresa demasiada, mas como amante da Académica adoraria vêr tal feito, até porque de monocultura já nos chegam todos os Benfikas.
Quem consultar o Belenenses e a Académica na wilkipédia, por exemplo, dá-se conta de uma diferença abismal em nosso desfavor sendo nós muito maiores.
Ao Académico Jorge Martins não peço mais, faço é a devida vénia.
Briosa para sempre
Sarabia |
01.22.08 - 9:05 pm | #
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Lê outra vez o meu comentário Apex, nomeadamente:
"Tens todo o direito de criticar os artigos do Martins. Mas dizer mal por dizer...Não!
Depois lê o comentário do "E esta hein ".
Finalmente, lê os posts todos do Martins...mas até ao fim!!!
Vais ver que facilmente concluis que às vezes mais vale estar calado!
MPS |
01.22.08 - 7:24 pm | #
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Acho que o receio de muitos Academistas, é dessa tal profissionalização criar uma ruptura total com a origem da AAC.
Os tempos são outros, e é evidente que tem de haver adaptações, mas estas devem ser de forma e não de substância.
A ligação à Universidade, aos estudantes e à cidade tem de fazer parte da MISSÃO da AAC. Caso contrário é outra coisa, por mais que se queiram convencer que não, é outra coisa.
Pedro MC |
01.22.08 - 7:10 pm | #
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Por favor, o excelente trabalho de Jorge Martins, não merece este tipo de comentários em que até as características físicas servem de arma de arremesso.
Pedro MC |
01.22.08 - 6:34 pm | #
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Correcção:
Já percebi porque é que este MPS é um ressabiado.
Nunca teve oportunidade para ser estudante da ilustre UC, nem mesmo agora quando está careca de todo. Mesmo que o quisesse, não tinha inteligência, nem responsabilidade suficiente para assumir tal compromisso pois faltam-lhe neurónios.
Limita-se pois a vomitar umas larachas virtuais de vez em quando que é o mesmo que dizer que se masturba mentalmente desta forma.
Que tal comprares um capachinho para ver se te estimula o crescimento de neurónios, seu atrasado mental.
IDH |
01.22.08 - 5:46 pm | #
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Já percebi porque é que este MPS é um ressabiado.
Nunca teve oportunidade para ser estudante da ilustre UC, nem mesmo agora quando está careca de todo. Mesmo que o quisesse, não tinha me inteligência, nem responsabilidade suficiente para assumir tal compromisso pois falta-lhe inteligência. Limita-se pois a vomitar umas larachas virtuais de vez em quando que é o mesmo que dizer que se masturba mentalmente desta forma.
Que tal comprares um capachinho para ver se te estimula o crescimento de neurónios, seu atrasado mental.
IDH |
01.22.08 - 5:44 pm | #
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Obrigado.
apex |
01.22.08 - 5:40 pm | #
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Caro apex:
A época a que se refere está incluída no 2º. post alínea e).
E esta hein |
01.22.08 - 4:57 pm | #
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Caro MPS,
Espantado fiquei ao ler o seu comentário.
Emiti uma opinião e com todo o direito para o fazer.
Considero importante realçar esta época de 60 a 74, uma vez que actualmente a AAC atravessa uma tenebrosa situação.
A Académica meu caro MPS, não vive dias de excelência.
Os valores de outrora devem ser exalados ao tutano, para que a nossa identidade não se perca na memoria de uns!
E porque acredito que devemos olhar para o futuro sempre! Será ainda mais importante lembrar o passado.
Porque é com ele que se aprende com os erros e com as vitórias, quer desportiva quer administrativamente.
Quando uma direcção da Académica, retira de um complexo desportivo o nome de uma das maiores referências da Académica – Dr. Francisco Soares – é porque a época de 60 a 74 não foi bem lida.
Quando uma direcção da Académica, dispensa atletas estudantes é porque a época de 60 a 74 não foi bem estudada.
Quando uma direcção da Académica, permite que uma universidade que não a Universidade de Coimbra, patrocine o autocarro da Académica, é porque a época de 60 a 74 não foi bem aprendida.
Quando uma direcção da Académica, permite que se discuta as cores da Académica – Preto, Branco e por que não cinzento -, é porque a época de 60 a 74 não foi bem compreendida.
Quando uma direcção da Académica, afirma num jornal publico que pode perfeitamente desvincular da DG/AAC voltando ao CAC, é porque a época de 60 a 74 não foi bem mencionada.
Quando uma direcção da Académica, é acusada de mentirosa por um Secretário de Estado – ex-estudante e atleta de Coimbra - é porque a época de 60 a 74 não foi bem relembrada.
E quando Academistas como o meu caro MPS, vem para aqui dizer que não posso falar, emitir uma opinião, discursar, relembrar a história da Académica… é porque não percebe nada disto.
E guarde os seus insultos para pessoas que lhe abrangem.
apex |
01.22.08 - 4:13 pm | #
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Não. O MPS não é truculento. O MPS É ATRASADO MENTAL.
... |
01.22.08 - 2:44 pm | #
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Ó Apex
Se queres mais detalhe compra o livro dos autores Santana & Mesquita.
Tens todo o direito de criticar os artigos do Martins. Mas dizer mal por dizer...Não!
Concordo contigo quando dizes que não és saudosista. De facto, tu ou és estúpido, e não compreendeste os objectivos da série de artigos, ou és mal intencionado. E neste último caso vai...
PS
Muitas vezes sou aqui criticado por ser truculento. Às vezes sou-o de facto e, por isso, procuro sempre que possível, moderar-me. Mas não me peçam que pactue com energúmenos como este Apex, que ataca sem qualquer motivo, razão ou justificação uma excelente série de artigos que o Martins publicou.
Este espaço é, com a devida vénia aos caros bloggers, NOSSO! E eu, entendo que devemos defender quem através da qualidade, do esforço, da memória e da paixão pela Académica a defende e a promove.
Foi o que acabei de fazer!
MPS |
01.22.08 - 2:36 pm | #
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Espantoso como a época de ouro da Académica é resumida num único paragrafo...tenho de louvar a sua capacidade de síntese.
Não sou saudosista, o resumo feito é de quem tem dificuldade a ler essa parte histórica da realidade Académica.
Cada um vê a história como melhor pode ler...
apex |
01.22.08 - 9:22 am | #
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E a época de 60 a 74...?Não houve académica entretanto foi?
apex |
01.22.08 - 9:17 am | #
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correcção
onde se lê
Mas é esta profissionalização (e o profissionalismo que lhe deve estar inetrente!) que pode e deve FAZER com a Academia:
deve ler-se
Mas é esta profissionalização (e o profissionalismo que lhe deve estar inerente!) que pode e deve FAZER A PONTE com a Academia:
MPS |
01.22.08 - 1:46 am | #
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...continuando:
Mas é esta profissionalização (e o profissionalismo que lhe deve estar inetrente!) que pode e deve FAZER com a Academia:
- através da criação de cursos de especialização em gestão desportiva com intervenção tripartida da Académica-OAF que dá o estágio, a Fac Economia e a Faculdade de Desporto (não sei sinceramente se é esta a designação!)
- Através da criação de pós -graduações em futebol na Faculdade de Desporto e o estabelecimento de protocolos com a Federação para a leccionação de cursos de treinadores para jogadores em fim de carreira
- Através da criação de especializações em medicina desportiva pela Fac. Medicina, com vista à formação do melhor centro de medicina desportiva da Península Ibérica.
Esta é uma das maiores razões para o meu desapontamento com a gestão JES. O nosso Presidente tem (ou deveria ter!) excelentes relações com o Reitor da universidade - foram colegas. E deveria tê-las utilizado para lançar as bases desta cooperação estratégica entre a AAC-OAF e a Universidade.
Era esta ligação que, por arrasto poderia relançar a AAC-OAF nos braços dos estudantes e vice-versa. Dispenso-me de explicar porquê. Deixo-o à inteligência e criatividade dos meus prezados companheiros de blogue.
Bem hajas por esta ideia Martins. Fazes parte de uma geração, que é a minha, que nunca se esquecerá do que era a Académica. Ainda hoje, quando entro em Coimbra pela antiga estrada nacional nº 1 e vejo, a seguir à curva, a beleza incomparável da nossa cidade, vêm-me imediatamente à cabeça os "Verdes Anos", do Carlos Paredes (as guitarradas que sempre acompanham a entrada da Académica em campo), as camisolas negras a entrarem pelo relvado e recordações sem fim de uma infância e juventude felizes.
"Malhas que o Império tece
Jaz morta e apodrece"
...A Académica da nossa geração!
MPS |
01.22.08 - 1:43 am | #
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Deste último texto do Martins (menos claro, porque menos distanciado está o observador da observação) escolho a seguinte frase como fundamental:
Entretanto, fecha-se o “ciclo do Império”,
Foi o que aconteceu com a Académica. A Académica dos anos 60 foi a Académica do Império. Foi a Académica de um tempo em que ser estudante era, efectivamente pertencer a uma elite. Ser estudante, era o traço de união que ligava em torno da Académica, quem o fora e quem gostava de o ter sido ou que os seus filhos lá chegassem.
Não é o caso hoje em dia. Ser estudante é, nos dias que correm, uma situação normal. Há, entre os estudantes, elites, e essas não estudam em Coimbra.
A Académica, tem por isso que ser diferente. O seu ciclo do Império também se fechou, com a democratização do ensino. O que a distinguia dos outros clubes deixou de o fazer.
É por isso que, continuar a pensar numa equipa exclusiva ou esmagadoramente composta por estudantes e jogadores oriundos dos escalões de formação, é ridículo.
Nos dias que correm, a Académica, para se manter na 1ª divisão TEM de ser um clube profissional e profissionalizado - nisto estou de acordo com o P. Oliveira.
continua....
MPS |
01.22.08 - 1:42 am | #
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Mais um post de excelente qualidade. Parabéns, Jorge Martins, por este trabalho que nos ajuda a reflectir sobre a Académica sem necessidade de atacar ninguém.
Em meu entender, temos de assumir o profissionalismo, pois não podemos sobreviver de outra forma. Mas todas as iniciativas que possam reforçar a nossa ligação ao meio estudantil são bem vindas. O problema é que, como refere o JM e outros comentadores, os tempos são outros, pelo que não será tarefa fácil.
D66 |
01.22.08 - 12:00 am | #
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Jorge Martins termina a sua saga com mais dois post's (este e o anterior) de elevada qualidade, felicitando-o desde já pelo trabalho desenvolvido.
Os comentários anteriores já trouxeram à ribalta ideias importantes que terão que ser traves mestras do futuro da Académica: a formação (importante no presente e um garante para o futuro); os estudantes (é fundamental, no meu entender, criar novos incentivos e novas iniciativas que os aproximem da AAC/OAF, pelo menos parte deles).
Mais dois aspectos que realçaria:
- Apoios. Para além dos "métodos tradicionais" seria importante captar antigos atletas e antigos estudantes de Coimbra que já cá não residem mas que têm (alguns deles não duvido) bons contactos onde têm a sua vida estabilizada.
- Credibilidade. Será sempre condição "sine qua non", termos figuras impolutas a dirigir os destinos da Académica. Antes dos projectos é fundamental sabermos quem são as pessoas. E o nome da Académica foi construído por muita gente de bem, que, também por essa via, fez da Académica um clube de referência.
Que o futuro próximo nos faça voltar a trilhar caminhos que são os nossos. A honradez não pode ser uma palavra vã!
Que o pior que nos tem trazido o presente, e nos trouxe também o passado, de há uma boa dúzia de anos para cá, seja apagado quanto antes. Para que o orgulho em sermos académicos permaneça intocável.
E esta hein |
01.21.08 - 10:34 pm | #
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Nem de propósito acabei de ler na "concorrência" que "António Figueiredo, coordenador do futebol juvenil da Académica, defende esta terça-feira a tese de doutoramento em Ciências do Desporto". Cá está!, uma bela maneira de nos ligarmos à Universidade e aos estudantes, pela competência, que era onde eu queria chegar com aquilo de há pouco.
P. Oliveira |
01.21.08 - 10:06 pm | #
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Agora...
"são horas de emalar a trouxa
Boa Noite ó tia Maria=
que os tempos andam em frente
era coisa que não se sabia.
~~~
A Académica é o maior sonho que existiu e existirá no mundo do futebol.
Briosa para sempre
Sarabia |
01.21.08 - 10:05 pm | #
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Bem, em resumo, bom, muito bom , muitíssimo bom, diria mesmo excepcionais, toda a forma e conteúdo objectivo de todos estes postes do Académico Jorge Martins.
Está bem demais!
...mas...
Eu sou da Académica pelo seu lado romântico e gostaria de ter lido episódios, peripécias, coisas insólitas, inauditas, até coisas inventadas e inverosímeis acerca da nossa grandeza histórica, e...lá
terei que encarar a realidade das inevitáveis conciliações.
Mas os anos sessenta e o inicío dos anos setenta não deixam de constituir para aí uns noventa nove por cento do motivo porque existem Académicos perdidos (ou encontrados) por esse mundo fora.
Parabéns!
Briosa para sempre
Sarabia |
01.21.08 - 9:54 pm | #
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O que JM nos demonstra neste poste é que, tal como já outros constataram no passado, o mundo não é necessariamente bom, nem mau, limitando-se a ser ele próprio, e é com isso que temos que ir vivendo. No caso, estando determinada e estabelecida a nossa matriz académica de base, teremos que seguir em frente, mesmo quando a não praticamos amiúde, quase sempre por questões de pura sobrevivência. Um pouco como aliás se passa na sociedade em que nos inserimos, onde, apesar da inegável matriz católica apostólica romana, lá vamos passando alegremente por cima duma série de dogmas, que já nada têm a ver com o nosso modo de vida.
Posto isto, declaro-me a favor da profissionalização pura e dura, assente em 3 vectores, por ordem decrescente de importância: Gestão profissional (feita por académicos), Formação e Gestão técnica e desportiva. A Formação é aquele em que poderemos fazer a ponte com a matriz académica, inculcando-a nos jovens, e o terceiro vector será uma simples consequência do bom ou mau trabalho do primeiro. E os estudantes, onde estão? Confesso-me agnóstico, neste capítulo, mas espero que estudando, na certeza que estarão connosco os que sempre quiseram estar e muitos outros, assim que lhes cheire que o projecto possa vir a ser ganhador. Algo que fosse assim como uma espécie de Critical Software da bola, afinal também ela, de certo modo, saída da Universidade.
P. Oliveira |
01.21.08 - 9:40 pm | #
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Que futuro para a Académica?
Uns acusados de mais nostalgicos, saudosistas e passadistas. Outros mais "realistas", actuais e oportunistas ( sentido de oportunidade).
Todos metidos num cadinho e sai mistifório, seja porque uns comunas, outros liberais, coompetentes e incompetentes, gordos ou baixos, com óculos , vesgos, tudo serve para ser CONTRA.
Procurar o que cada um tem de valido: "JAMAIS".
Correndo o risco, mais uma vez, de virem para aqui dar-me no "toutiço" (antes agradeço que leiam o livro, acabado de sair, Académica - histórias do futebol - ) e no seguimento do que defendi nos Orgãos Socios da Académica e posteriormente, a Académica deve por todas as razões e mais alguma criar fontes de financiamento próprias (ganha autonomia, ganha independência), assim se explica ter ficado "furibundo" quando esta Direcção alienou o Buraco Negro, concessionou o Bingo, aniquilou os Arcos do Jardim, etc, etc.
Assim se explica a razão porque tudo se fez para ter o Complexo Desportivo Dr. Francisco Soares e tudo se fez, paralelamente, investindo na subida de divisão, no arrumar a casa, Revisor Oficial de Contas- ROC -).
Sem querer escalpizar o o passado recente mais não faço do que lastimar que a filosofia seguida não fosse enrequecida posteriormente: ex: exploração do Estádio, criação de mperesas complementares etc.etc. ( Não vou aqui dar nenhuma lição, tão-só ideias cuja programação de aplicabilidade é perfeitamente exequível).
Em suma e porque já vou longe de mais...TUDO JÁ ESTÁ INVENTADO e o que nos falta é a HUMILDADE de reconhecermos que temos que dar todos a mão e MÂO NA MÃO CONSTRUIRMOS E NÃO DESTRUIRMOS, depois....bem, depois é para mim óbvio que, condescendendo aqui,equilibrando com uma reivindicação ali, o PASSADO da ACADEMICA e o FUTURO podem muito bem ser um CASAL PERFEITO, com as sua guerras de alcova que sempre proporcionam uma boa noite de AMOR - com certeza.
Lucílio Carvalheiro |
01.21.08 - 7:36 pm | #
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como lhe já tinha dito estão todos num documento word e sempre que me perguntarem porque sou da Académica, levam com estes textos na caixa de correio, virtual ou real.Parabéns.A Académica do futuro será aquela que os sócios quiserem, mas a idela era o equilibrio das duas: a româmtica e a moderna.Será que alguém tem sabedoria para isso?
je |
01.21.08 - 5:43 pm | #
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Como se aprende 
Mas eu defendo que é possivel conjugar as duas. Porque não se continuam a deixar entrar estudantes no estádio, uma parceria qualquer com a universidade que desse grandes vantagens (mesmo quase de borla)
Seria o manter da tradição, o arrebatar de adeptos e ainda dava lucro financeiro, mesmo que fosse pequeno, são os adeptos que podem fazer a diferença no futuro por exemplo.
Goncalo Cabral |
Homepage |
01.21.08 - 2:29 pm | #
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