www.academicacoimbra.com
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Lucílio, obrigado. No meu caso, a AAC tinha a minha data de inscrição. Na semana que vem, vou inteirar-me no local e comprar bilhete de época.
P.Oliveira |
07.26.07 - 3:41 pm | #
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Zandinga,
Obrigado por verificar só agora que queria "compensar" o P. Oliveira e vai daí utilizar o verbo remunerar em lugar de renumerar. Distrações de teclado? Não. Distração pura e dura.
Quanto à forma verbal não a utilizei, pois não? Não obstante ajudou-me a corrigir o erro havido.
Obrigado
Lucílio Carvalheiro |
07.25.07 - 11:53 pm | #
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renumeraram
Zandinga |
07.25.07 - 11:10 pm | #
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P. Oliveira,
Tendo sido o sócio nr. 1005 deveria ter informado ( e provado) os serviços da data de inscrição como sócio. É que na fase "diabolica" AAC para CAC os registos «foram-se»...
O seu número 1005 foi, pois, como o de muitos, mais por conhecimento pessoal, testemunhal, e como se compreende atribuido por critérios que agora é fácil criticar.
Depois disso na remuneração havida há uns dez anos os critérios já foram outros e "assentou-se"
Nesta remuneração parece que o leque de alguma "injustiça" foi eliminado e teve como base a data da inscrição.
Deste modo a sua data de inscrição, digamos oficial, deve remetê-lo lá para a casa das 8 centenas, não só porque houve alguns "ajustes" assim como quanto menor é o número menor é a "descida".
Mas um simples telefonema à Dona Carmo e ela informa-o de certeza «certa».
Olhe eu só me "contbilizaram" trinta anos de sócio e estou no 1443 já fui o 10884 passei para o 2430 e agora este. Não ajudará muito a comparação mas como ordem de grandeza já o poderá ajudarou talvez não.
Lucílio Carvalheiro |
07.25.07 - 10:43 pm | #
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O Anonymous anterior era eu, tornado episódicamente assim por estranho desígnio computacional e que fica um pouco mais a seu gosto, isto é, um pouco menos anónimo: o sócio ex-1005, agora algo indeciso entre o substracto de ancestral futricidade coimbrinha que lhe correrá nas veias e o seu modesto percurso de académico que se espalhou pelo mundo. Ao comprido, diga-se, mesmo que sem especial fragor. A propósito, a alguém palpitará para que número me terá atirado a futrica renumeração? Quatrocentos e tal, ou ainda menos? Confesso que estou em pulgas.
P. Oliveira |
07.25.07 - 10:23 pm | #
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Na entrevista, de que nem desgostei e me pareceu um exercício de bom senso académico (talvez também um pouco comum), confesso que não consegui descortinar a "salutar evocação do passado", nem as "linhas essenciais de uma proposta de futuro" a que se refere o comentador Nuno Tavares. Talvez apenas um conjunto de verdades que muitos de nós seríamos capazes de enumerar. Enfim, sem qualquer menosprezo pelo entrevistado, com cujas afirmações concordo na generalidade, não me parece que haja ali conteúdo que nos permita aspirar a um movimento para "ir em frente". Parecem-me apenas simples opiniões de alguém sinceramente interessado nos destinos da Académica, e não inflamadas declarações de princípios tão caras a alguns sectores académicos (espero que nem todos, ainda assim, alinhados com a dicotomia expressa na infeliz imagem de virtuosos "académicos espalhados pelo Mundo", em aristocrático contraste com a indesejável "futricada coimbrinha" que vai aos jogos).
Anonymous |
07.25.07 - 10:07 pm | #
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desde de quando é que o Francisco Andrade é da académica. só ser for desde de que onião está para acabar
Anonymous |
07.25.07 - 7:43 pm | #
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Por onde andou, o meu Caro Xico? Chegou agora do estrangeiro e deparou-se com isto?
Como politico que é já lhe cheira que o Eng. José Eduardo Simões vai "cair de podre", e há que marcar posição, já e agora? E o meu Caro Nuno Tavares já se está a pendurar no estribo do comboio?
São tudo bons e excelentes pessoas só não entendo que tomem a Académica como se fosse um partido político e estejam sempre à espera que o "poder" caia de podre para depois se darem a este trabalho.
Enfim.. sempre mais vale tarde do que nunca e depois há sempre umas migalhas que lhes podem cair no regaço.
Infiltrado |
07.25.07 - 7:23 pm | #
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Caríssimo Francisco!
Li, por mero - e felicíssimo!!! - acaso, a tua entrevista. Uma salutar evocação do passado; um exemplar sentido da realidade; e a necessária lucidez na apresentação de linhas essenciais de um proposta de futuro.
Cometeram-se verdadeiros atentados. E, segundo parece, nestes últimos anos, ter-se-á disposto de recursos materiais susceptíveis de permitir a abertura de uma fase nova na história da Académica. Faltou, manifestamente, inteligência para pôr em execução um projecto capaz de dinamizar as sucessivas gerações de jovens estudantes. Sem isso, há risco sério de ver "a Académica" soçobrar sem remédio. Processo complexo e moroso, sem dúvida - por isso mesmo, de desencadear quanto antes. Só que, sinceramente, nos actuais dirigentes não reconheço nem capacidade nem entendimento bastantes - nem, sobretudo após o envolvimento judicial da sua primeira figura - legitimidade de nenhuma espécie. Basta!!!
Bem-hajas, Francisco, pelo teu modelar contributo! Não poderás, depois dele, ficar mais passivo: sabes o que deve ser e o que pretendes para a Académica - terás o apoio necessário para ires em frente, com uma equipa coesa, determinada, susceptível de reconstruir a Briosa, chamando à liça tantos e tantos Académicos dispersos pelo mundo. Que são coisa bem diferente da futricada coimbrinha - cuja presença (nos jogos da Académica), por indesejável, me impede de voltar aos jogos "em casa"...
Um enorme abraço com a velha estima e a admiração deste teu dedicado amigo
Nuno Tavares |
07.25.07 - 5:14 pm | #
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Commenting by HaloScan
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