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Este post mostra claramente que a descaracterização da Académica começou com a sua passagem para o CAC. A partir daí, nada pode ser como dantes. Temos é que assumir isso com naturalidade, embora possamos continuar a preservar a nossa ligação aos estudantes.


Sim.


"...começam a criar-se condições para o regresso à “casa-mãe”, visto como a solução para resolver os problemas do clube e recuperar a mística perdida. Uma doce ilusão que o tempo se encarregará de desmentir!"

É que caro Martins tratava-se de uma CONDIÇÃO NECESSÁRIA, não de uma CONDIÇÃO SUFICIENTE!

É isto que, sobretudo, os saudosistas não percebem:
a universidade não é a mesma, a AAC não é a mesma, os estudantes não são os mesmos e a sociedade em que vivemos também não é a mesma.

Há que começar por definir quais são os objectivos da Nova Académica para, a seguir, tendo em conta os meios disponíveis e o ambiente económico, social e institucional envolvente, traçar uma linha de rumo para o futuro.

O grande problema é que é particularmente difícil definir os objectivos porque, entre os adeptos da Académica, encontram-se ainda hoje:
- muitos adeptos da Académica de 60-70
- os comunas que quiseram acabar com ela em 74 e que continuam a ser comunas
- os oportunistas que eram comunas em 74 e hoje estão no bloco central dos interesses, usam fato e gravata e pregam moralidade
- as gerações que só conheceram uma Académica pequena e profissionalazida travestida sob a forma de CAC (ou não!)
- os falhados do costume, que gravitam em torno do futebol ocupando os insterstícios que nele permanecem ao abrigo da lei e dos bons costumes.

É portanto tarefa prioritária definir o que é a Nova Académica e duvido, francamente, que essa definição nasça da discussão interna. Sabem porquê? Porque eu, por exemplo, nunca aceitaria sentar-me à mesma mesa com os comunas que tentaram acabar a Académica, com os oportunistas que foram comunas quando lhes deu jeito ou com os falhados do costume que se servem do futebol.

Algum de vocês aceita?


É que, furibundo anónimo, quanta dessa "canalha", que realmente nos pôs em perigo nessa altura, não corresponde agora a circunspectos cavalheiros mais ao menos estabelecidos na vida em torno do tal "bloco central". É tudo relativo, e não vale a pena enxofrares-te.


O poste está bom. Do lado dos comentários é que está um bocado doentio.


Como é possível que, perante todo o estendal que constituiu a rebaldaria protagonizada pela canalha - com risco seriíssimo de a Académica, pura e simplesmente, ser riscada do mapa!!! - ainda se admitirem comunas, bloquistas e quejandos, armados em idealistas de primeiríssima água!...


O que o Martins branqueia, e vou dizê-lo sempre, é o facto do seu dono, o arguido Simões jamais ser falado na História da AAC. Como isso é um facto indesmentível, e foi um êxito o lançamento do livro do Mesquita e Santana, e nem uma palavra o arguido Simões testemunhou, aparece agora o Martins a dar voz ao dono acabando por mais tarde ou mais cedo por falar dito arguido. É isto que é miserável e tem que ser denunciado.
A memória é grande.
Não serás esquecido, traidor Martins.


Nem hoje...eheh


Este gajo é mesmo burro. Não percebeu que esta parte do texto só vai até 1984. Nessa altura ninguém sabia onde andava o Simões. Lol!


Onde se encontra aqui o arguido Simões?
A torcer pelo Benfica...
Ah pois é...




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