Gravatar Professor, é engano meu ou essa pintura de Rugendas retrata uma, dentre tantas senzalas? A imagem no site não mostra o detalhe acima, mas é uma varanda, com uma "senhorinha" olhando os esccravos. Fiz a observação porque quando passei o mouse por cima da imagem, apareceu "palmares.jpg". Abraço.
Acabei de ouvir uma música bacana no site


Gravatar Gostei do artigo, no entanto, acho que a escravidão deve ser repensada demograficamente, como você fez, em todos os quadrantes da História Social no Brasil.
Além, do livro citado por você, acho "Negociação e conflito", de Eduardo Silva e João José Reis; e "A paz das senzalas", de Manolo Florentino e José R. Góes, dois livros fundamentais. Grande abraço e parabéns.


Gravatar Legal, gostei da imagem...


Gravatar Visitando blogs educacionais encontrei o seu. Estou até começando a gostar de história!
Parabéns pela organização do seu trabalho!


Gravatar Gostaria de me tornar professor de história, porém não sou formado em história e sim em adminstração. Preciso ser formado em história pra ser professor??

Abraço,

André


Gravatar Muito legal o blog, sempre visito e recomendo.
Só lembrando, há novidades em

http://cliojorge.blogspot.com

Um abraço!


Gravatar Essa é uma situação que poucos conhecem, pois muitos cometem um tremendo anacronismo ao querer elevar Zumbi como um herói socialista que lutava pela igualdade e etc, mas ele tinha várias mulheres enquanto o resto dos homens tinham que dividir poucas mulheres.

Ouvi dizer também que para resolver esse problema o quilombo costumava raptar mulheres que viviam como escravas e o mesmo acontecia com homens, fossem eles negros, brancos ou índios, e os homens só ganhavam a liberdade se participassem de tais incursões militares para pegar mais gente para o quilombo. Algum sabe se isso é verdade?


Gravatar Olá Guilherme!!!
Sou estudante de História em Mogi das Cruzes - São Paulo e achei muito bacana encontrar um blog, dedicado a pessoas como nós amantes de História.
Parabéns pela iniciativa seu blog já está nos meus favoritos e indicarei para o pessoal da Universidade que frequento.
"Um povo que não conhece sua História não tem Futuro".
Forte abraço
André Luiz


Gravatar Huuum gostei disso! Acho que adoraria morar em Pamares nessa época e assim ter 5 esposos! Hehehehehe

Mas falando sério, não sabia dessa situação.

E olha só que coincidência! Trabalharei com um livro do João José esse semestre!

Beijos


Gravatar Gostei do post sobre a Irlanda.

Você poderia publicar uma série "Lugares que todo historiador deveria visitar".

Os roteiros históricos das operadoras de turismo são lamentáveis.

Parabéns pelo Blog.


Gravatar Inspirador este teu espaço... cheguei por intermédio do blog Café com História, e adorei.
Virei visitar mais vezes, com certeza.
Abraço!


Gravatar Legal o post, mas eu acredito que essa imagem não é de um quilombo. Não é Rugendas isso aí? Nunca soube do Rugendas visitando um quilombo e no livro do Slenes "Na Senzala uma Flor" essa imagem é analisada como exemplo da vida nas senzalas, não quilombos. De qualquer forma, parabéns pelo blog. Quilombos são um tema e tanto, infelizmente com pouquíssimas fontes.




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