INTERREGNO

Gravatar Excelente visão sobre a emigração. Partilho da sua opinião quanto ao tratamento a dar por Portugal às suas colónias (riquíssimas em recursos naturais). Tem que se ajudar esses países a que se desenvolvem e não a abrir as portas do nosso país para que venham para cá.

abraços e votos de continuação de um trabalho muito muito bom


Gravatar Condestável, obrigado pela sua "incursão". Um dia destes irei a Vila viçosa, terra de meus antepassados.Defenda-me isso dos castelhanos, mas cuidado com alguns que se dizem portugueses. Explique a situação aos seus alunos.
Um abraço.


Gravatar PÁTRIA
Foste um mundo no mundo,
e és agora
O resto que de ti
Já não posso perder:
A terra, o mar e o céu
Que todo eu
Sei conhecer.

Foste um sonho redondo,
E és agora
Um palmo de amargura
Retornada.
Amargura em mim
Também nunca tem fim,
Por ter sido comigo batizada.

Foste um destino aberto,
E és agora
Um destino fechado.
Destino igual ao meu, amortalhado
Nesta luz de incerteza
E de certeza
Que vem do sol presente e do passado.

O Poeta de S. Martinho d'Anta
28 de Abril de 1977


Gravatar Grande momento de inspiração e verdade (como sempre) do Poeta. Devia ter-me lembrado desta poesia para a publicar em "Postal" com letra grande.
Vai a tempo.
Um abraço e mais colaboração, porque neste recanto português, sinto-me como o presbítero junto às margens do Crissus "enquanto os valentes fugiam". Exagerei (como sempre).




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