INTERREGNO

Gravatar Temo, neste caso, que mais uma vez tem plena razão na sua previsão.
abraços


Gravatar Caro Condestável: É o fim do regime , não é o fim do mundo. O bloco central e o seu modelo esgotaram-se e esgotaram-nos. Aconselho a leitura do artigo de Medina Carreira no Público de ontem, terça-feira.
Mas Portugal não tem um problema de governo. Tem um problema de regime. E isso ninguém se atreve (ainda) a dizer.
Um abraço.


Gravatar Não sei se consigo ser tão optimista como o meu caro companheiro de sofrimento azul(pastel e real ).
Mesmo que haja um novo regime, como sucedeu em Itália, os velhos vícios rapidamente se reinstalarão, possivelmente com outra roupagem.


Gravatar Bem, nem me diga nada, consócio da desesperança. Tenho que alternar. No Integral sofro. No Interregno tenho fé. Depois troco. Assim confundo-me e sinto um certo alívio.
Um abraço, e se não pode vir o Rei, que venha o Fabio Capelo.


Gravatar Pelo menos, pelo menos, enquanto o pau vai e vem...
Mas de momento, por todas e demais razões, estes trinta anos devem ser terminados. E julgados- não exilados para a Madeira ou para o Brasil.




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