INTERREGNO

Gravatar Meu Muito Caro JSM:
Claro que o insulto a uma religião inteira me suscita tanta reprovação como a Si. Seja no caso do
dito preservativo, seja no das cacicaturas de Maomé.
O primeiro encarei-o como uma má criação impotente. Deste que está na berra, já falei. Acho que tem base de facto, se entendido como restringido à concepção do Islão pelos radicais que usam o terrorismo, como o creio inadmissível se estendido a todo o Islamismo. Mas, tal como não gosto de generalizações, não aprecio responsabilidades colectivas. A última coisa que gostaria era de ver um governo, ou um Chefe de Estado ocidentais pedindo para serem os Países respectivos desculpados de culpas que lhes não cabem, mas só a um, ou meia-dúzia de súbditos seus.
A culpa é individual, salvo no que enforma a nossa condição desde aq Queda, ensina a Santa Madre Igreja. Mas não é assim entre os maometanos, onde, tradiocionalmente, recai sobre famílias, tribos e países.
Já o perigo invasor de que fala é bem real. Para nós, já se sabe. E também
para a Pobre Mulher do Deserto. Porq


Gravatar cont.
ue se os irmãos dela imperarem também por cá, para onde poderá fugir?
Grande abraço e perdoe a bipartição, mas, inadvertidamente, tevo ter publicado o comentário a meio.


Gravatar Caro Paulo Cunha Porto
Afinal publiquei de imediato 'a minha resposta'. Custou-me apenas um ligeiro atrazo de cinco minutos, ao trabalho, pois claro.
Mas voltemos ao deserto:
Também não gosto de generalizações, mas a generalização foi dos cartoonistas.
Desculpas colectivas?
Tem a ver com ofensas colectivas, e não gosto nem de umas nem de outras. Costumam gerar as guerras.
No entanto o reconhecimento do erro, o acto de contrição, são profundamente cristãos. E Portugal tem essa simbólica no gesto de Egas Moniz, que redimiu não apenas o Conde, mas também o Condado.
As nossas observações sobre a cultura dos outros povos são legítimas, mas têm limitações. Por exemplo eu não estou empenhado em impor a democracia 'tout court' a nenhuma região do mundo. Nem acho que funcione sem o alicerce da Instituição Real. E neste ponto, não podemos estar mais de acordo.
Agora, Você percebeu decerto, qual era, e é, a chave da correspondência que mantive com a mulher das Arábias - a distinção que sempre tenho presente entre inimigos e adversários. A longa clandestinidade política obriga-nos a nós católicos e monárquicos a não descurarem nunca o 'inimigo principal'.
Um grande abraço deste falso sheik, que se sente melhor na pele de cavaleiro cruzado...contra infiéis, os de hoje.


Gravatar Meu caro. Acho que este assunto se deve colocar em dois patamares: O primeiro é aquele em que nós devemos respeitar as crenças dos outros, nas quais quais a barbárie Ocidental se está a marimbar.
O segundo ponto tem a ver com desculpas públicas, as quais não aceito, pois não me sinto, nem culpado nem representado por quem apresenta desculpas em meu nome. Aliás, o que temos de ter em vista são os comportamentos, independentemente das suas consequências.
Eu pelo menos, se não roubo não é por medo à prisão.




Name:

Email:

URL:

Comment:  ? 

 

Commenting by HaloScan