INTERREGNO

Gravatar ... a talhe de foice, bem que gostaria de saber - se se puder saber - onde se pode comprar ou manda fazer a Bandeira da «Antiga Lusitana Liberdade».


Gravatar E a propósito de chineses, e falta de iniciativa dos portugueses:
Vai fechar o mítico salão de jogos jardim cinema (sito na av. Pedro Alvares Cabral). Foi comprado por chineses, para aí abrirem mais uma das suas lojas de quinquelharia.


Gravatar Caros amigos
O problema não é dos chineses, é nosso, somos nós. O papão da China não me preocupa, depois de ter visto desmoronarem-se como um castelo de cartas, falsas identidades, como a Juguslávia, impérios fictícios, unidades construídas sobre areia movediça! E o mais que veremos.
O que me preocupa, é o presente e o futuro, meu e dos que habitam na mesma esperança de um mundo melhor, mais civilizado, mais humano, mais justo.
Saudações monárquicas.


Gravatar Porque reparo que não respondi ao primeiro comentário, aqui fica uma sugestão: não sei quem possa fabricar ou reproduzir uma bandeira alternativa a esta bandeira republicana, que vai passando por bandeira nacional. Já me pronunciei sobre as cores de Portugal inúmeras vezes neste interregno e não vou portanto repetir-me.
Entendo no entanto que seria possível começar a produzir em Portugal, aquelas bandeiras portuguesas que estiveram presentes nos mais importantes teatros da nossa história, que passariam assim a ser divulgadas nos eventos onde Portugal estivesse representado, e por quem as quisesse usar. Seria uma maneira de recordarmos acontecimentos que cimentaram a unidade, e não a divisão, entre portugueses.
É uma ideia. Uma espécie de equipamento alternativo, dito na única linguagem que é hoje perceptível!
Renovo as Saudações.


Gravatar Já tinha pensado nisso, caro JSM. É uma boa ideia. O mais que se vai vendo são coroas na parte de trás dos automóveis.


Gravatar Mas, meu Caro JSM, se eles é que têm as estrelas na bandeira, nós é que as vemos por inteiro.
Abraço.


Gravatar O problema das bandeiras é nosso. Mais uma vez não vislumbramos um nocho de mercado. Pelo menos acho que o negócio dos restaurantes está abortado devido ás repostagens exibidas na TV.


Gravatar Caro JSM

Não sou leitor assíduo deste seu «Interregno», mas sobre as cores nacionais - o vermelho, o verde e o amarelo, tantas vezes esquecido, mas simbolicamente tão ligado à função solar/anunciadora de Portugal (lembra-se do Galo?) - gostaria apenas de recordar que não se tratam de cores republicanas, nem monárquicas, nem sequer vinculadas a nenhum tipo de regime.

Referindo apenas o verde e o vermelho, é bom que nos lembremos que as referidas cores remontam - no contexto das armas nacionais - à Inclítica Geração e à Dinastia de Avis.

Em 1505, o frontspício iluminado manuelino da Crónica de D.Afonso Henriques, de Duarte Galvão, apresenta escudos bicromáticos de verde e vermelho, carregados das respectivas esferas armilares (Matos, J. - A Heráldica Nacional Portuguesa, Evolução Histórica e Tradição Hermética, Revista Graal, 2000).

O Verde e o Vermelho não têm portanto idologia nem sistema, pois eles são a expressão cromática da essência/alma profunda da terra portuguesa.

Cumprimentos
Rui Vasco Silva


Gravatar Quando escrevi «é bom que nos lembremos que as referidas cores remontam - no contexto das armas nacionais - à Inclítica Geração e à Dinastia de Avis» queria antes dizer...

«remontam PELO MENOS há Inclíta Geração».




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