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... a talhe de foice, bem que gostaria de saber - se se puder saber - onde se pode comprar ou manda fazer a Bandeira da «Antiga Lusitana Liberdade».
macmahon |
06.23.06 - 12:57 am | #
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E a propósito de chineses, e falta de iniciativa dos portugueses:
Vai fechar o mítico salão de jogos jardim cinema (sito na av. Pedro Alvares Cabral). Foi comprado por chineses, para aí abrirem mais uma das suas lojas de quinquelharia.
Tiago Bianchi |
06.23.06 - 9:47 am | #
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Caros amigos
O problema não é dos chineses, é nosso, somos nós. O papão da China não me preocupa, depois de ter visto desmoronarem-se como um castelo de cartas, falsas identidades, como a Juguslávia, impérios fictícios, unidades construídas sobre areia movediça! E o mais que veremos.
O que me preocupa, é o presente e o futuro, meu e dos que habitam na mesma esperança de um mundo melhor, mais civilizado, mais humano, mais justo.
Saudações monárquicas.
JSM |
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06.23.06 - 7:07 pm | #
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Porque reparo que não respondi ao primeiro comentário, aqui fica uma sugestão: não sei quem possa fabricar ou reproduzir uma bandeira alternativa a esta bandeira republicana, que vai passando por bandeira nacional. Já me pronunciei sobre as cores de Portugal inúmeras vezes neste interregno e não vou portanto repetir-me.
Entendo no entanto que seria possível começar a produzir em Portugal, aquelas bandeiras portuguesas que estiveram presentes nos mais importantes teatros da nossa história, que passariam assim a ser divulgadas nos eventos onde Portugal estivesse representado, e por quem as quisesse usar. Seria uma maneira de recordarmos acontecimentos que cimentaram a unidade, e não a divisão, entre portugueses.
É uma ideia. Uma espécie de equipamento alternativo, dito na única linguagem que é hoje perceptível!
Renovo as Saudações.
JSM |
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06.23.06 - 7:32 pm | #
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Já tinha pensado nisso, caro JSM. É uma boa ideia. O mais que se vai vendo são coroas na parte de trás dos automóveis.
FSantos |
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06.23.06 - 10:36 pm | #
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Mas, meu Caro JSM, se eles é que têm as estrelas na bandeira, nós é que as vemos por inteiro.
Abraço.
Paulo Cunha Porto |
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06.24.06 - 3:05 pm | #
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O problema das bandeiras é nosso. Mais uma vez não vislumbramos um nocho de mercado. Pelo menos acho que o negócio dos restaurantes está abortado devido ás repostagens exibidas na TV.
Pedro Ferreira |
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06.26.06 - 1:39 am | #
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Caro JSM
Não sou leitor assíduo deste seu «Interregno», mas sobre as cores nacionais - o vermelho, o verde e o amarelo, tantas vezes esquecido, mas simbolicamente tão ligado à função solar/anunciadora de Portugal (lembra-se do Galo?) - gostaria apenas de recordar que não se tratam de cores republicanas, nem monárquicas, nem sequer vinculadas a nenhum tipo de regime.
Referindo apenas o verde e o vermelho, é bom que nos lembremos que as referidas cores remontam - no contexto das armas nacionais - à Inclítica Geração e à Dinastia de Avis.
Em 1505, o frontspício iluminado manuelino da Crónica de D.Afonso Henriques, de Duarte Galvão, apresenta escudos bicromáticos de verde e vermelho, carregados das respectivas esferas armilares (Matos, J. - A Heráldica Nacional Portuguesa, Evolução Histórica e Tradição Hermética, Revista Graal, 2000).
O Verde e o Vermelho não têm portanto idologia nem sistema, pois eles são a expressão cromática da essência/alma profunda da terra portuguesa.
Cumprimentos
Rui Vasco Silva
Rui Vasco |
06.29.06 - 10:33 am | #
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Quando escrevi «é bom que nos lembremos que as referidas cores remontam - no contexto das armas nacionais - à Inclítica Geração e à Dinastia de Avis» queria antes dizer...
«remontam PELO MENOS há Inclíta Geração».
Rui Vasco |
06.29.06 - 10:42 am | #
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Commenting by HaloScan
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