INTERREGNO

E agora, João? Temos repetição?


Gravatar Scolari provou que estava certo na sua teimosia!
Já estou um pouco saturado das lamentações e das dicussões sobre arbitragem após os jogos. Perdemos e ponto final! Ninguém morre por isso, e há por aí muitas questões da nação muito mais importantes para preocupar o povinho festivaleiro.


Gravatar Agora, é igual, dificilmente chegaremos ao terceiro lugar. Em 66, jogo a que assisti, a nossa selecção era melhor, os jogadores tinham mais classe, ou seja, pudemos na altura contar com os jogadores africanos, tal como a França, hoje em dia, e só nos vergámos frente a uma Inglaterra a jogar em casa, e que viria ser campeã do mundo, derrotando a Alemanha. Também aconteceu que nesse jogo decisisvo, Eusébio, não estivesse ao melhor nível, implacávelmente marcado por uma carraça chamada Noby Stilles, saarafeiro quanto baste. O homem do jogo foi na altura Bobby Charlton e não Eusébio. Tal como agora foi Zidane, e não Figo ou Deco.
Digo que a selecção de 66 era melhor porque muito simplesmente marcava mais golos e com outra facilidade!
Ganhámos à URSS sem problemas.
Um abraço.


Gravatar Caro Pedro Ferreira
Nem mais. A conversa dos árbitros já chateia e demonstra fome e vontade de comer, irresponsabilidade acima de tudo, característica notória do português actual, embalado nos lindos exemplos que vêm de cima!
Quanto a Scolari, só com Scolari conseguiríamos chegar aonde chegámos. Já o afirmei, os jogadores portugueses são intrinsecamente bons de bola, mas só ganham alguma coisa quando bem enquadrados e, muito importante, reeducados lá fora.
Entretanto, as notícias de hoje dão conta de que Scolari vai embora!?
Um abraço.


Gravatar Caro DS
Para que não subsistam dúvidas quanto ao que quis dizer, quando me referi aos jogadores africanos oriundos das colónias portuguesas, Eusébio, Coluna, Hilário, Vicente, que não jogou a meia-final, Alexandre Baptista, e outros, quis simplesmente realçar o seguinte: as colónias eram um manacial inesgotável de grandes jogadores, ao contrário de hoje, pelos tristes motivos da guerra e da fome, não podem óbviamente ser.
Está explicada a frase que se podia prestar a muitas especulações sobre os juizos que faço sobre o período colonial republicano.
Sou monárquico e sonho com o Reino Unido de Portugal e Colónias, ponto final.


Gravatar Agradeço e concordo com o esclarecimento.
Saudações monárquicas.


Gravatar Meu Caro JSM:
Concordo com a Sua análise; e acrescento: como podemos queixar-nos da falta de um ponta de lança, quando não tivemos lança alguma, antes apresentámos uma faquita romba?


Gravatar Caro Paulo Cunha Porto
Pauleta passou um pouco ao lado deste mundial. É um jogador que precisa de ser lançado, que precisa que lhe ponham a bola à frente, para ele correr. Não sabe jogar de costas para a baliza.
De qualquer modo, neste último jogo, e descontando a parte final, a equipa portuguesa esteve sempre muito recuada, deixando o Pauleta isolado e 'entalado' entre os dois centrais africanos da França! Era difícil.
Mas Caro Amigo, a questão das questões é a mesma: existem aqueles que se superam nos momentos capitais e existem os outros. A talhe de foice, lembro-lhe um grande jogador do Seu pequeno clube, avançado centro por sinal, que tinha sempre prestações na selecção nacional abaixo das expectativas: José Águas!
Um abraço.


Gravatar Senhor João;

Antes de mais, envio-lhe um abraço.

Portugal perdeu bem com a França, tal como perdeu bem com a Alemanha. O objectivo do futebol é marcar golos e os outros marcaram mais do que nós.

Percebe-se bem porquê: para marcar golos, é preciso rematar - mesmo que seja um remate torto. Veja-se o exemplo alemão.

Só um Maniche não chega. Portugal precisa de quem o ensine a querer rematar. No futebol e no resto.

É um acto de caridade para com o "povinho festivaleiro"(a expressão usada pelo Pedro Ferreira é desagrádável. Não é suposto os monárquicos amarem os pobres do seu país? O que começa em não os ridicularizar).

Saudações republicanas....


Gravatar Caro Nuno Capucho
Benvindo a sua casa, ou seja, a uma casa que gosta sempre de receber jovens talentos à procura de um norte...político.
Concordo básicamente consigo quanto ao remate, mas a falta dele, é um problema republicano e explico: Comemorar um quarto lugar
é sinal de fome e fraqueza, continuar em histerismo a seguir a duas derrotas seguidas é sinal de que estamos contentes com o remate que não temos!
Uma rectificação importante, quiçá, um bom remate: os monárquicos não gostam dos pobres, gostavam é de acabar com os pobres, o que é diferente. Quem gosta dos pobrezinhos são os republicanos e por isso eles multiplicam-se!
Não respondo pelos outros mas há-de concordar que este povo anda um bocadinho excitado, precisa talvez de uma boa experiência educativa, para aprender a distinguir o essencial do acessório.
Um grande abraço e abaixo as 'provocações'.
PS. Por conveniência de serviço pode-me tratar por 'jsm'. Obrigado.


Gravatar Caro JSM

Como seria o dia seguinte se Portugal fosse campeão do mundo.
Uma grande bronca para os nossos grandes politicos desta pequena república não das bananas mas das trapalhadas agora tambem jurídicas ...
NÃO SEI ...
Só consigo imaginar o povo na rua com os seus trages de festa as tão tipicas tangas... e os cabelos em pé não do gel mas do resultado do mais famoso choque o tecnológico e todos em fila ordenados no roteiro da inclusão.
O QUE SERIA DA NOSSA POBRE REPÚBLICA

VIVA POTRUGAL.

MM


Gravatar Caro MM
Evidente, ficavam os nossos problemas todos resolvidos. E estivemos quase, pena aquele penalty...injusto, porque afinal nós temos mais necessidades, temos portanto mais necessidade de ser campeões do mundo de futebol.
Paciência, fica para a próxima.
Um abraço.




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