INTERREGNO

Gravatar D.Sebastião, esse enorme mito nacional! Será que ainda faz sentido acreditar em valores tão altos como o sebastianismo e V Império!? Eu serei ainda dos pouco utópicos que por aqui andam?


Gravatar Caro Pedro Ferreira
Uma mão invisível guia a sequência deste interregno e se verificar bem encontra a resposta para as suas dúvidas nos dois textos anteriores, de autores diferentes mas com a mesma mensagem: somos pequenos, nascemos com limitações várias, mas houve gente que quis dar outra, outra dimensão à nossa exiguidade primordial. Uma questão de vontade e ambição. Publiquei este texto porque traz algum realismo e equilibrio ao clássico juízo lusitano: o incenso ou o bota abaixo, dependendo se se ganha ou perde! E faz justiça ao Rei e à sua política. Política de risco, naturalmente, porque fazer qualquer coisa, incluindo política, comporta um risco. Só os povos colonizados, alguns sem o saber, é que não fazem nem podem fazer política. Outros a fazem, por eles.
Hoje cabe-nos viver no presente e interpretar esses gestos de grandeza dentro da nossa realidade.
E já estou como o outro, podem proibir-nos de tudo, menos de sonhar.
E se não sonhamos...só alguma herança de um tio rico que nos calhe em sorte, inusitadamente!
Um abraço.


Gravatar (...)mas houve gente que quis dar outra profundidade, outra dimensão à nossa exiguidade primordial...
Assim é que está certo.


Gravatar Infelizmente os "ses" de sempre...

No entanto, não deixa de ser bom sonhar com Portugal SE um destes SES (à imagem de tantos outros pela nossa história) não tivesse sido um SE.

abraço


Gravatar Caro amigo JSM tivesse eu sabido da existencia deste blogue e já por cá teria deixado algumas palavras.
Prometo uma visita (fisica) para breve.

Sobre o tema: creio que se não têm sido todos os problemas em torno d'O Desejado, inclusive, arrisco eu, a morte do seu pai, e Portugal teria tido uma sorte diferente e seria, hoje, um Portugal diferente.

E pergunto eu: não terá sido a coroa entregue cedo demais? que trabalho estava a fazer D. Catarina? e não terá sido o Rei teimoso demais?

Mas isto digo eu que pouco ou nada percebo do assunto...


Gravatar Caro Condestável
A redução dos 'ses' faz-se em cada época consoante a ambição e a vontade dos homens de cada época.
D. Sebastião enfrentou a realidade do deu tempo com poucos 'ses'! Perdeu porque foi a jogo. E nós? Qual é o nosso jogo! Ou seremos meros assistentes do que se passa à nossa volta!
A vida condicional é precisamente essa: se eu tivesse ido a jogo...mas não fui.
Um abraço.


Gravatar Caro Gonçalo
Não sabia mas já sabe. Quem diria que uma nulidade informática conseguiria erguer um blog, minto, dois, mantendo-se ainda uma nulidade informática! Palavra, até eu estou admirado comigo próprio!
Muito bem, aqui tem uma casa às suas ordens.
Um abraço.


Gravatar Meu Caro JSM:
A História nunca é caridosa para com os vencidos, mas a ituição popular da espera reabilitadora, com todos os seus pequenos ridículos, mas com a grandeza da Fidelidade, não engana.
Abraço.


Gravatar Caro Paulo Cunha Porto
Concordo e por isso concordei em publicar este texto que de forma original explica a grandeza estratégica da política Sebastianista, tentando, e ao fim e ao cabo, conseguindo, manter o Turco longe do nosso flanco sul. Pelo contrário, também permite revelar alguma mesquinhez e ambição por parte de Filipe II, que poderia e deveria ter ajudado o seu sobrinho. Não o fazendo, acabou por herdar as nossas posições africanas, que com excepção de Ceuta e Tetuão, se perderam posteriormente em favor em favor do Reino de Marrocos.
Mais valia ter-nos ajudado.
Um abraço.


Gravatar Más correcto hablar de Sultanato de Marruecos que de Reino de Marruecos. Para más inri, aparición del impostor abulense Gabriel Espinosa, el pastelero de Madrigal......


Gravatar D. Sebastião era um idiota:
http://tapornumporco.blogspot.co...d-al- malik.html


Gravatar o meu blog




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