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Oh caro JSM, mas que magnífico texto. Bravo Bravo Bravo!
Se todos os monárquicos tivessem a desenvoltura de discurso que o amigo aqui traduz, teriamos melhor acção real em prol da restauração.
Escreveu aqui o tom a que nos deviamos habituar mais vezes. Aquele tom de revolta com dedo na ferida, apontando para o verdadeiro criminoso, rasgando o nevoeiro que paira sobre Portugal e esclarecendo, simples e eficazmente, este Povo que já não se sabe encontrar.
abraço monárquico
Simão dos Reis Agostinho |
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10.06.06 - 9:46 pm | #
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O homem tem feito o possível para que a esquerda e as lojas digam bem dele. Uma atitude verdadeiramente... iniciática. As perguntas pertinentes que o amigo JSM faz devem parecer escritas em mandarim para quem pouco ou nada cura dos superiores interesses da Nação.
FSantos |
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10.06.06 - 11:01 pm | #
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Não pude deixar de destacar este seu notável texto na minha humilde Torre; e, entusiasmado, até alinhei duas ou três ideiazitas.
Bem-haja.
Por Deus, Pátria e Rei — sempre!
Mendo Ramires |
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10.06.06 - 11:29 pm | #
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Meu Caro JSM:
Não votei no homem, como sabe. Duvido de que ele tenha pesado tudo o que implica a ficção da «ética republicana» e que o Meu Amigo tão bem desmascarou. Deve ter pensado: "uma reeleição vale bem uma graxa". Mas nem é Henrique IV quem quer, nem o PS tem fama de ser agradecido. Há-de aprender na própria pele.
Abraço.
Paulo Cunha Porto |
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10.07.06 - 5:42 pm | #
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Caros Amigos e correlegionários
A situação é conhecida: poucos, de entre os portugueses actuais, emprestam a sua inteligência e capacidade a uma ideia que sabem ser útil a Portugal, mas porventura embaraçosa para as suas expectativas de vida. É sempre mais rentável estar com o poder fáctico, que é o mesmo desde há muito. Com pequenas variantes. Salazar, terá tentado enfrentá-lo, mas desistiu rápidamente de o fazer, logo que percebeu que podia arriscar a sua situação nesse lance.
Lembro-me de nunca se ter discutido no Liceu que frequentei, nos idos de sessenta, a questão das vantagens e desvantagens concorrenciais entre os dois regimes! A título meramente académico, ressalve-se!
Prevaleceu sempre o embuste, a desculpa, todos os expedientes serviram para acabar por afastar a juventude da política, e ela afasta-se logo que percebe que não está na aula, mas numa sessão de propaganda. Foi sempre assim. Esta terceira república, os tempos também são outros, parecia mais aberta no que concerne à abordagem deste tema. Pura ilusão, fechou a Constituição a veleidades, e no ensino, optou por embrutecer a população com os dislates de Abril, e muito MFA. É o desastre! Hoje, e como diz o nosso FSantos, falar deste assunto a jovem, de qualquer extracção social, é o mesmo que estar a falar 'mandarim'...sozinho!
Continuo a pensar que fazem falta verdadeiros monárquicos no Parlamento, eleitos com esse estatuto, para partirem a loiça, e prepararem o porvir.
E termino este longo comentário com o porvir: pareceu-me ouvir a família Soares a falar de referendo. Concordo, mas desconfio que querem agora responsabilizar os portugueses pelo descalabro, não vá o diabo tecê-las!
Saudações monárquicas.
JSM |
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10.08.06 - 12:11 pm | #
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"Porque se esqueceu da minha representação e porque Portugal não começou em 1910. Mas pode acabar, se continuar assim."
Nem mais meu caro amigo...
A mim não me acusa a consciência porque anulei sempre o meu voto em eleições presidenciais. Limito-me a escrever um "Viva o Rei"!!!
Saudações Monárquicas!
Pedro Ferreira |
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10.08.06 - 10:04 pm | #
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Caro Pedro Ferreira
Agradeço o seu comentário que corresponde ao meu sentir, também no que respeita à eleição do Chefe de Estado. Abstenho-me. Não voto, não colaboro na divisão quando era suposto estarmos a celebrar a unidade!
Saudações monárquicas.
JSM |
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10.09.06 - 12:11 am | #
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Por me parecer importante para a compreensão do pensamento monárquico, transcrevo um comentário (ao meu comentário), que recebi por e.mail, e da autoria de "Takitali". Penso que o ilustre comentador não se importará que publicite o referido texto, onde aliás discorda de uma alternativa que propuz:
"Caríssimo
Falar deste assunto hoje é de facto falar 'mandarim sozinho'...
Não entendo o último parágrafo deste seu comentário, já que no actual contexto, que em nada se desviou da constituição da 1ª república, haver no Parlamento deputados monárquicos não é possível, e na minha perspectiva indesejável, já que coloca os dois regimes num mesmo plano antagónico, e como sabe, não o são.
Essa foi a estratégia do Partido Republicano durante o período da Monarquia Constitucional - ao tempo também se apresentaram no mesmo plano antagónico, e, constatando que não levavam a 'carta a Garcia', optaram pela força, não olhando a meios. Mesmo assim e porque a "força (temporal) não é eterna", prometeram um referendo, que ainda não cumpriram, mas é sempre tempo para honrarem a palavra. E aqui não podem haver 'nós' e 'eles', pois somos todos Portugueses, e um erro não justifica outro erro.
Sobre este tema, tem o meu amigo escrito e fundamentado alternativas possíveis..."
(Takitali)
JSM |
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10.09.06 - 12:40 am | #
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O comentário acima fica completo com um Post Sriptum, também recebido por e.mail:
"Post Scriptum"
Todos sabemos que é (seria) possível através de um 'partido monárquico' eleger deputados monárquicos. Passados 32 anos nunca aconteceu, e se mais 77x32 anos passarem, o resultado será o mesmo.
Também tem sido possível e o 'sistema' permite, eleger deputados à boleia de outro partido com assento no Parlamento, verdes, azuis, fadistas, etc. etc.... e todos que por uma vantagem qualquer de propaganda, ou de marketing, possam interessar aos compadres para distrairem o eleitorado. Tudo expedientes ínvios para ultrapassar o veredicto popular.
O insucesso do PPM, além de outras causas, deve-se ao erro original da sua constituição. Estou à vontade por me ter manifestado contra, antes da sua fundação. Resta-me a consolação de SAR o Duque de Bragança ter até hoje honrado fidelíssimamente a Fundação do Reino, contra todos os embustes, entre eles o do PPM.
(ps do PS - por questões de marketing p.f.f. desconsidere o embusteiro PPM).
(Takitali)
JSM |
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10.09.06 - 12:48 pm | #
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Caríssimo Takitali
Não vou, obviamente, abrir nesta caixa de comentários uma polémica útil sobre as razões da discórdia, relativamente ás opções que restam aos monárquicos para fazerem valer a sua causa. E não o faço porque, em primeiro lugar, seria deselegante usar outro meio que não o e.mail para lhe responder. Mas, sobretudo, porque a doutrina que expôe me parece inatacável do ponto de vista dos princípios. No entanto, a inacção vai desesperando muitos, entre os quais me conto, que não vislumbram o fim desta agonia que consome lentamente o fogo pátrio.
Não mudei o meu conceito que fez bem em lembrar: 'quem fez o nó, terá que o desatar' - mantenho. Entretanto o tempo corre...e a paciência esgota-se.
Mas volto ao princípio - não é este o lugar, nem o modo para analisar esta questão.
Agradeço-lhe o comentário esclarecedor que veio sem dúvida enriquecer este interregno.
E por isso o publiquei.
Um abraço.
JSM |
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10.09.06 - 2:54 pm | #
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No dia 5, esperei mais de uma hora pela refeição num restaurante, no Rosário (Moita), porque a gerência optou por satisfazer as exigências do Sr. Duarte de Bragança e do grupo que o acompanhava, numa prova de barcos típicos, descurando o resto do serviço.
Semelhante tratamento fez-me sentir, na carne (neste caso, no estômago), o que seria este país se um grupo de privilegiados transmitisse os seus direitos aos seus descendentes.
Quase cem anos depois, o povo continua a ser tramado pela monarquia.
Escusado será dizer que preenchi o livro de reclamações.
Nuno Capucha |
10.09.06 - 8:39 pm | #
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Em relação a Cavaco Silva.. Escrevi sobre isso no meu blogue.. E mantenho-o:
"Eu fui um dos grandes derrotados desta noite eleitoral, os votos nulos não foram além de 0.79%."
Um artigo de grande qualidade..
Tomei a liberdade de o referenciar no meu blogue.
Saudações monárquicas!
Luís Miguel Costa |
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10.10.06 - 1:39 am | #
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Caro Nuno Capucha
Isso são boas notícias! Então a Moita já foi libertada! Já é uma zona livre da 'cintura'!
Valeu então a pena a sopa fria, valeu a pena o sacrifício da última meia-dose, a Pátria agradece-lhe. Você é que continua com esse mau feitio, com franqueza! Oh homem, afaste esse cálice de amargura, descanse que o Duque de Bragança há-de garantir a sua independência. A Moita já percebeu.
Venha visitar-me para analisarmos melhor essa recaída.
Um abraço.
JSM |
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10.10.06 - 2:25 pm | #
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Caro Luís Miguel Costa
Agradeço-lhe a referência e espero apenas que as sementes de esclarecimento que daqui lançamos, refiro-me fundamentalmente aos espaços monárquicos, espero, que essas sementes frutifiquem noutros espíritos que estão ainda alheados da questão do regime.
E não cessam de dar mostras de uma intoxicação ideológica que roça a irracionalidade. Que isso aconteça nos homens que apanharam com a propaganda em cheio, pessoas que devem ter hoje mais de cinquenta anos, ainda é compreensível, mas em jovens...é preocupante!
Num programa chamado 'pastéis de nata', dirigido por um jovem, eram convidados João Soares, João Braga e uma ainda jovem professora de história; o programa versava a dicotomia monarquia-república num tom humorístico, sem qualquer graça e de mau gosto assinalável! No entanto deu para ouvir os convidados a opinarem sobre as vantagens e desvantagens de ambos os regimes. Isto para dizer que a tal professora de história parecia uma atrasada mental, a léguas de distância das mentirinhas dos outros dois convidados.
Com esta juventude, não há futuro que resista.
Saudações monárquicas.
JSM |
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10.10.06 - 2:47 pm | #
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Ressalvo: 'a léguas de distância das mentirinhas de João Soares, tentando a todo o transe salvar a sua dama, e a léguas de distância da coerência, sem mentirinhas, de João Braga'.
Peço desculpa pelo lapso.
JSM |
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10.10.06 - 2:54 pm | #
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Commenting by HaloScan
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