INTERREGNO

Gravatar Foi muito grande. Mas, Caro JSM, depois lá tivemos Eusébio...
Entretanto, vai um Requiem pelos Jerónimos?
Abraço


Gravatar Bom:dia caro mestre!Só voçe para se lembrar desse grande futobolista que foi o Matateu.Vindo do nosso tão adorado Bélem.Eu nem ainda vivo era...
Abraço deste que muito lhe quer.


Gravatar Caro Réprobo
Antes do mais queo dizer que tomei conhecimento do repto sobre leitura e responderei com as limitações próprias de quem lê muito pouco, ou melhor, de quem abre muitos livros que depois ficam à espera de ser lidos. Mas agora estou a esforçar-me por ler um , por sinal bem interessante, livro emprestado, e que mal se percebe o nome do autor, talvez, Hugh Owen, e o livro chama-se : "A guerra civil em Portugal" com um subtítulo - 'O Sitio do Porto e a morte de Don Pedro". Ainda pode ler-se que o autor se idenfica - 'Por Hum Estrangeiro' e tem como lema um verso de Virgílio. O livro foi impresso em Londres em 1836. Registo estes dados sabendo que o meu Amigo é um grande coleccionador de livros antigos e quem sabe não o identifica melhor! O autor vivia no Porto na altura dos acontecimentos e desculpa-se por escrever mal em português, o que é um facto, daí as dificuldades de perceber alguns trechos, mas em contrapartida a obra tem a riqueza do testemunho presencial. Sendo inglês é um natural apoiante de Dom Pedro mas parece-me relativamente isento na perspectiva histórica dos acontecimentos. A ver vamos. No mais, ando a rever no Borges Graínha os acontecimentos que rodearam o abandono da maçonaria por parte do Duque de Saldanha. Isto tem também a ver com a morte suspeita de Dom João VI.

Voltando ao Matateu e de acordo com a filosofia exposta no postal, não vale a pena comparar mas tentar compreender e integrar os acontecimentos, neste caso os dois moçambicanos e as respectivas circunstâncias. Uma coisa é indiscutível: quem lhe deu o cognome foram os ingleses vencidos, enquanto sabemos que a 'pantera negra' foi vencida pelos ingleses. São dois factos apenas e entre eles mediaram cerca de dez anos. Outro facto relevante a saber é o seguinte: no último jogo antes daquela histórica vitória, a equipa das quinas tinha sido vencida pelos ingleses, em jogo realizado também em Portugal, pela módica quantia de dez a zero!
Mas como disse, tal como em relação a mulheres, não há que comparar.
Sobre o outro monumento próximo de Matateu, refiro-me ao Mosteiro dos Jerónimos, concordo consigo.
Um abraço.


Gravatar Caro Paulo Santinho
Tem razão, de facto, só eu para me lembrar do Matateu no meio de tanta pirâmide! Até estou impressionado comigo próprio! Mas o nosso Belém merece, e lá ficaram três maravilhas na nossa terra - a Torre, o Mosteiro e o Artilheiro.
Um abraço.


Gravatar Vejam o artigo surpreendente sobre o Norte em
http://monarquico.blogspot.com/


Gravatar Meu Caro JSM,
deve ser a primera edição da obra reeditada e disponível com o tíulo «O Cerco do Porto». É testemunho interessante. Quanto ao Graínha, cuidado, a imaginação tomava muitas vezes conta dele.
Abraço


Gravatar Caro Paulo Cunha Porto
Agradeço a informação sobre o livro do Coronel Hugh Owen e será provávelmente como diz uma primeira edição do "Cerco do Porto". No que respeita ao Borges Graínha a questão limita-se a confirmar a veracidade das fontes enunciadas sobre o assunto que me interessa, nomeadamente: uma carta publicada em 1872 no "Conimbricense" de 27 de Setembro, nº 2627, pag. 3, carta em que o Duque de Saldanha terá renegado o juramento maçónico. A referida carta era dirigida a Reis e Vasconcellos, com Saldanha a desagravar o 1º Duque de Palmela, face a uma notícia de um jornal miguelista que o acusava de estar por trás da morte suspeita de Dom João VI. Nessa carta Saldanha assume o seu conhecimento de causa para negar que Palmela tenha pertencido à maçonaria. Também gostaria de ter acesso ao livro de Saldanha - "A voz da natureza", que segundo Graínha, o autor terá oferecido um exemplar, com dedicatória, ao padre Franco Sturzo, reitor do colégio de Campolide.
Um abraço e bem vindo à sua nova identidade.

Post-Scriptum: Isto, sem qualquer alusão irónica ao Duque de Saldanha que no seu tempo foi acusado de ter cinquenta e uma caras. Como vê os nik names da blogosfera nem se aproximam de tamanha crise de identidade!


Gravatar Caro JSM:
Não seja injusto ou demasiado modesto!
Maior que a crise de identidade do Saldanha, foi uma certa crise de fígado!!!Em treguas,a cada um o seu Saldanha e o livro adredite que está em boas mãos!
Até depois




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