INTERREGNO

Gravatar Caro JSM,
Concordo com a sua análise. Independentemente de se gostar dele ou não ele é o único que diz a verdade num regime que está totalmente podre pela corrupção que ele próprio gerou e da qual necessita para sobreviver. Li o artigo de Alberto J. J. no último "O Diabo" e reconheço as críticas que faz ao regime actual são pertinentes no entanto onde discordo dele é quanto à questão do presidencialismo que considero fruto de alguém que tem um bloqueio anti-monárquico, isto apesar de ele no artigo declarar que não concorda com a imposição na constituição da forma republicana de governo. O presidencialismo JAMAIS funcionará em Portugal, como de resto a curta experiência do Sidónio o demonstrou. É fundamental a existência de um absoluto ao estruturar um sistema politico e isso SÓ pode ser conseguido com a Instituição Real, tudo o resto são utopias. A realidade melhor do que mil palavras encarregar-se-à de o demonstrar.
Saudações monárquicas.


Gravatar Caro António Bastos
Estou de acordo em absoluto, pois desde o início que chamei a atenção para a faceta jacobina do homem da Madeira. Faceta que de certa maneira obscurece a sua virtude. Também não estaria naquele cargo se não fosse assim.
Terá que evoluir, e descobrir por si, que no tabuleiro da política falta uma peça essencial - o Rei.
Saudações monárquicas.




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