Gravatar Ojalá el discurso de los políticos partiera desde dentro como el tuyo.

Feliz día.


Gravatar Correndo o risco de parecer excessivamente concordante, ou, pelo menos, repetitivo, este é mais um dos teus posts com que me identifico. Passo a vida nisso, em curvas e voltas, monólogos, reflexões, construções autodisciplinadoras. Acho que devemos preocupar-nos, sim, quando começamos a ficar cheios de certezas absolutas em relação a algumas coisas. Um aluno ontem perguntou-me se eu nunca me enganava (tinha-o repreendido por estar a ter um comportamento menos correcto). Respondi-lhe "todos os dias, e várias vezes por dia". Acrescentei que, no dia em que não me enganar, é sinal de que ainda estou cá a fazer menos que agora. Calaram-se. Eu, continuei o que estava a fazer antes... (Perdoa a extensão)


Gravatar Sabes bem que sob as tuas palavras está sempre a manifestação do que tu és. E é dessa maneira que damos conta do que vales para nós. Nesses momentos em que pairas, como um bird eye sobre o teu trilho, vais dando conta de um percurso que - afinal - tem pontos comuns com muita gente. Sabes que é precisamente de vórtices e de anarquias tempestuosas que surge o nosso anti-ciclone privativo?

A falar é que a gente te entende.


Gravatar Caramba, como eu gosto de vocês!


Gravatar Se te entiende ferpectamente. Eres como un libro abierto

Abrazo.


Gravatar Soy como un "crimen... ferpecto"! y abierto, claro! ejejjeje
abrazoo


Gravatar Falar, no sentido de desabafar, num fraseado só a nós perceptível, por vezes, pode dar a sensação de nada dizer: puro engano!
Abraço.


Gravatar Sim querido, tudo isto... e tanto mais ainda...

Abraço forte e longo.




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