Permita-me um pequeno reparo: por detrás do imperialismo soviético, ou ao lado dele, esteve sempre um outro imperialismo, este menos conhecido dos portugueses. Foi este, no entanto, que arrecadou os despojos.


Mário Soares:

Nova Orleães: dentro de dois ou três anos pretendia ir ao Mardi Gras e fazer uma piccola passeata pelo Mississipi qual Tom Sawyer.
Não alterei minimamente os planos.
Até lá um Jazz, suave, em boa companhia, 'on rocks'

Bem...posto assim de chofre:malgre tout, venha de lá o Salazar



nota: o Algarvio está-se a referir a......não!
Não posso crer!!


Gravatar O caríssimo Algarvio tem toda a razão. Boa parte das plataformas e dos poços petrolíferos em Angola arvoram a bandeira norte-americana, sendo que durante a guerra civil, muitos deles chegaram a ser defendidos por tropa... cubana.


Gravatar Sobre Nova Orleães ainda poderia acrescentar o seguinte: no momento em que a presençs da Guarda Nacional da Louisina se torna mais imperiosa do que nunca para a protecção dos habitantes dessa cidade, a maior parte dos seus efectivos está fazer não se sabe muito bem o quê a quinze mil quiló­metros de distância no Iraque...


Gravatar Apenas um décimo de todas as tropas americanas está no Iraque e no Afeganistão. Não é este o problema.

O problema é a falta de preparação para tragédias em um país que está sempre sob ameaças graves -- e uma tragédia anunciada.

De todo modo, isso também mostra o erro de sempre depender do Estado.


Gravatar Caro M. Alves, claro que o problema foi basicamente de organiza ção e por isso é que atingiu a catástrofe tais proporções. Note, todavia, que em face desta, eu falei apenas na Guarda Nacional da Louisiana e não nas Forças Armadas Americanas...


Gravatar O total das Forças Armadas dos Estados Unidos inclui a Army National Guard e a Air National Guard nos Estados. Apenas pequenas parcelas da National Guard de cada Estado estão no Iraque e nada impede a rápida mobilização da National Guard em vários Estados (como o que ocorre agora).

O problema é exclusivamente o de organização e nada mais.


Gravatar "...está fazer não se sabe muito bem o quê..."

Ó JSarto!
Estou espantado consigo.
Caramba...

Então não se sabe?!



Gravatar Vim aqui só para dar um abraço ao Rafa e ao JSarto, dizer-lhes que estou de volta e congratulá-los pelos últimos posts.
Queria perguntar ainda como se pode encarar o sucedido em Fátima e a possibilidade de reconciliação do da Igreja instituída com o tradicionalismo? Será mesmo possível acreditar numa reconciliação?

Grande abraço


Gravatar Caríssimo Corcunda, a reconciliação é possível, mas há que reconhecer que o caminho que a ela conduz está cheio de entraves e escolhos. De qualquer maneira, não há pressa alguma, como ainda há uns dias recordava o Padre Schmidberger. E, depois, a tradição tem consigo o tempo todo do mundo; os modernistas, ao invés, não.


Name:

Email:

URL:

Comment:  ? 

 

Commenting by HaloScan