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Supreendente?
De forma alguma.
Esqueceu-se de acrescentar que Joana D'Árc foi queimada viva na fogueira, (depois de longamente interrogada e torturada pelos sequazes da santa madre Igreja que assim demonstrou, mais uma vez, a impostãncia dada às Mulheres).
Foi queimada viva acussada de bruxaria e de herseia porque... o seu pacto com o diabo era a única forma de explicar as suas vitórias militares ( como poderia uma reles mulher ter capacidades de comando militar e carisma para aglutinar exército???) e dos seus autos d eacusação, como prova da sua característica demonáica conta que... usava roupas de homem...
Raafel, não seja brincalhão.
Bluesmile |
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06.01.06 - 1:52 pm | #
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Supreendente?
De forma alguma.
Esqueceu-se de acrescentar que Joana D'Árc foi queimada viva na fogueira, (depois de longamente interrogada e torturada pelos sequazes da Santa Madre Igreja que assim demonstrou, mais uma vez, a medieval importãncia dada às Mulheres).
Foi queimada viva acusada de bruxaria e de herseia porque... o seu pacto com o diabo era a única forma de explicar as suas vitórias militares
( de que outra forma poderia como poderia uma reles mulher ter capacidades de comando militar e carisma para aglutinar exército???)
e dos seus autos de acusação, como prova do seu carácter herético, consta que... usava roupas de homem...
Exemplar, de facto.
Bluesmile |
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06.01.06 - 1:55 pm | #
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A Importãncia dada pela igreja e o estatuto social da Mulher antes da Modernidade está exemplarmente visível no processo e na morte e Joana d´Arc:
"Durante o sacrifício de Joana d’ Arc, em Ruão, a 3O de maio de 1431, na praça Vieux Marché, podia ser lido num poste, em grandes letras:
" Joana, que se fez conhecer pela Donzela, mentirosa, perniciosa, abusadora do povo, adivinha, supersticiosa, blasfemadora de Deus, presunçosa, malcrente na fé de Jesus Cristo, jactaciosa, idólatra, cruel, dissoluta, invocadora de diabos, apóstata, cismática e herética"
A 09 de janeiro de 1431 da-se a ordenação de abertura do julgamento de Joana d’ Arc. Pierre Cauchon, Bispo de Beauvais, lê :"
"A todos quantos virem as presentes palavras, nós, Pedro, pela misericórdia divina Bispo de Beauvais, e o irmão Jean de la Maistre, auxiliado pelo mestre Jean Braverant, Inquisidor da fé e da perversidade herética no Reino da França. Saudamos em Nosso Senhor Jesus Cristo. Foi desejo da Divina Providência que uma mulher, comumente chamada de Donzela fosse capturada...esquecida da dignidade própria do seu sexo...de toda a vergonha...vestindo por singular e monstruosa deformação trajes insólitos, convenientes somente aos homens..."
O Tribunal Eclesiástico de Pierre Cauchon é diabólico. Conhece os instrumentos universais da cobardia. Usa-os contra Joana. Hierarquiza o sofrimento de Joana, passando pela tortura psicológica, passando pela física e, por fim, armando um processo fraudulento. Fracassando nos interrogatórios e, não conseguindo dobrar Joana nas péssimas condições da prisão, a cargo dos ingleses e não dos franceses, o bispo de Beauvais arma um espetáculo público. A massa assiste à admoestação de Joana e lhe pede que se poupe.
Joana "abjura". Assina o termo de abjuração
"Eu, Joana, prometo nunca mais, no futuro, usar armas, traje de homem e cabelo curto; declaro submeter-me à determinação , ao julgamento e às ordens da igreja".
O termo da "abjuração", de seis a sete linhas, será falsificado por Pierre Cauchon...
Joana volta à prisão dirigida pelos ingleses. Não tem direito a uma guarda que seja mulher. Negam-lhe roupas de mulher. Tentam violentá-la. Exaurida, Joana recorre às antigas roupas de homem, pois não poderia ficar nua.
Assim procedendo renega à "abjuração".
Torna-se uma herética. Será entregue, portanto à "justiça secular"- A Inquisição.
A renegação à "abjuração" é espalhada por todos os ventos.
Em Ruão, a 30 de maio de 1431, Joana padeceu sob chamas da fogueira. Houve a pressa premeditada. Mal se leu a sua condenação e os ingleses já acendiam a fogueira.
Por ordem deles as cinzas de Joana foram jogadas no rio Sena, de cima da ponte Mathilde."
O Jornal 30.05.95
Bluesmile |
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06.01.06 - 2:12 pm | #
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Prezada Bluesmile,
A sra já ouviu falar da historiadora, especialista em Idade Média, Régine Pernoud?
Antonio Haroldo V. Gomes Jr |
06.01.06 - 6:51 pm | #
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Salve Maria!
Esse tipo de pensamento que destaco a frente, hoje está difundido –desgraçadamente- em algumas (paróquias e conferências) por aqueles que não compreenderam e não compreendem o papel da Santa João Darc no seio da Santa Igreja Católica e a Idade Média. Joana Darc esta mulher valente guerreira e Santa. E porque Santa ? -já que acusam-a de: ((torturada pelos sequazes da santa madre Igreja )). Existi uma diferença entre os sequazes que cometem e cometeram erros extrapoladores que passam a não corresponder com os atos da Santa Igreja Católica, dos membros autênticos católicos). Desta forma, com esta linha de pensamento –acusador- hoje vemos e ouvimos o slogan: Igreja Católica ((Santa e Pecadora)). É triste, muito triste saber que realmente essa linha de pensamento é disseminada no seio da Igreja Católica, sendo que a Igreja é sempre Santa e Una e nunca pecadora. Outra coisa, há algum tempo atras noticiou-se na mídia (ZENIT) que as Cruzadas –atacada por esta linha de pensamento que saliento- historiadores chegaram a conclusão que foi, a Cruzada muito MAIS um ato de Defesa da Santa Igreja Católica aos que a atacavam, do que propriamente Ataque. Honestamente e francamente não sei como se pode ser católico a repudir a Idade Média dizendo: “Está foi uma idade de vergonha para nós católicos”. (Certa vez li isso de um seminarista, que disse chegar essa conclusão em conjunto com seu Bispo (?)). Incrível não ?... Não importa que Idade: primitiva, média... contemporânea a Igreja de Cristo Rei passou, ela é sempre –SANTA e UNA- nunca, jamais pecadora. Sedes firmes na promessa de que Cristo nos deixou ((as portas do inferno não prevalecerão contra ela))...ou acaso devemos ser católicos temerários e covardes ? –NÃO!!!-
-Levantai-vos soldados de Cristo, sus Correi, sus Voai a Vitória, Desfraldando a bandeira de Glória, o pendão de Jesus Redentor-
Fiquem com Deus
Viva Cristo Rei! Viva o Papa!
Ad majorem Dei Gloriam
Rodrigo |
06.01.06 - 8:12 pm | #
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É triste, mas também proveitoso para compreendermos a sua "catolicidade" e o "ethos" que a anima, verificarmos que a Blue não perde uma oportunidade, num tom que mistura o chocarreiro com o mesquinho e o odioso, para denegrir e caluniar a Igreja. No caso concreto, por pura má fé, não atinge que o Bispo Cauchon, sequaz do partido inglês, agiu abusivamente para alcançar os seus ambiciosos fins pessoais e políticos, e à revelia da Igreja, como quase de imediato o reconheceu formalmente o Papa então reinante Calisto III. Não procede pois o caso da Blue de que o tratamento dado a Joana d'Arc é exemplificativo do que sucedia então à mulher medieval. Santa Catarina de Sena, nunca deve ter ouvido falar…
Quanto às mulheres da "modernidade" bluesca, estamos falados: feministas tresloucadas freudo-marxistas, anticoncepcionistas e aborcionistas, são a negação de todo o sentido feminino e cristão da vida, que tem em Nossa Senhora a sua mais sublime expressão.
Por caridade, escusamo-nos a falar dessas outras mulheres, também elas fruto directo da modernidade niilista que nega as leis divina e moral: as "trabalhadores da indústria do sexo", "libertadas" em actividades que compreendem o campo vasto e "edificante" que vai desde a pornografia mais sórdida até à prostituição mais abjecta… Mas na Idade Média, a que os verdadeiros católicos também chamam Cristandade, é que as mulheres eram oprimidas. Pois, alguém aqui anda a brincar e não é o meu amigo Rafael...
JSarto |
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06.02.06 - 3:44 am | #
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Noutra perspectiva, podemos ainda recordar Santa Isabel de Portugal, Santa Isabel da Hungria, Santa Brígida da Suécia, ou Santa Margarida da Escócia.
JSarto |
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06.02.06 - 8:19 am | #
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Vejamos então.
A vida de Isabel de Aragão, nascida no século XIII, rainha de Portugal é um exemplo paradigmático do estatuto social e da vida das mulheres nobres na Idade Média.
Como qualquer mulher de famílias reais o seu valor como pessoa não tinha qualquer significado. Era apenas um joguete nas estratégias políticas e económicas de buscas de alianças entre casas reais. Como todas as mulheres da sua classe social, o seu casamento foi acordado pelos políticos do seu país sem que para tal ela fosse tida nem achada.
Uma criança, com apenas onze anos, saiu da sua terra natal e do aconchego da sua família para ser entregue nas mãos de um desconhecido que nunca tinha visto. È assim forçada a iniciar a sua vida sexual e a cumprir a sua função de reprodutora do reino.
Teve apenas dois filhos, o que em grande parte é explicado pelo enorme desinteresse que o marido tinha por ela. Mas, o desinteresse conjugal real era vantajoso pois permitiu-lhe viver até aos sessenta e cinco anos, provecta idade para a esperança média de vida das mulheres do seu tempo. De facto, a maior parte morriam antes dos quarenta anos, vítimas de doença infecciosas, fome, violência, partos e abortos.
Foi esse também o destino de muitas outras rainhas portuguesas que morreram ao darem á luz , algumas ainda umas crianças.
Durante o seu reinado teve de suportar um rei temperamental, violento e escandalosamente adúltero, mesmo para os padrões da época, que a presenteou com uma série de filhos ilegítimos. Algo normalíssimo paras as mulheres nobres casadas de então, visto que o estatuto da mulher casada era de total submissão ao marido e o adultério masculino ( ou a violência sobre as mulheres e filhos) considerado absolutamente normal..
Como todas as mulheres nobres casadas, ainda que rainhas, Isabel não podia dispor livremente de qualquer património, ainda que tivesse trazido o seu dote real aos cofres portugueses. Mesmo quando apoiava os pobres com esmolas, fazia-o às escondidas do marido ( a lenda do milagre das rosas resulta deste facto) Reza a história que teve de vender as suas jóias para acudir ao povo faminto, ( de quem a realeza pouco se importava. )
Por esta inusitada preocupação com os pobres , á revelia do seu real marido e senhor, ganhou fama de santa, ainda em vida.
Os adultérios reais tiveram consequências políticas muito sérias.. Com cinquenta e um anos Isabel de Aragão teve de intervir pessoalmente para impedir uma guerra civil em Portugal e impedir que o rei entrasse em conflito som o seu filho legítimo e herdeiro do trono. Tudo porque o rei preferia um filho ilegítimo para seu herdeiro.
O facto de Isabel ter conseguido impedir uma guerra civil em Portugal (quando essa guerra já tinha sido declarada) revela bem o seu carisma e a sua coragem.
Quando ficou viúva, Isabel encontrou alguma paz. Como era hábito da Idade Media, muitas mulheres nobres viúvas, sem qualquer estatuto pessoal, eram obrigadas a recolher ao conventos. Isabel teve, a partir da viuvez, acesso aos seus bens patrimoniais ( Enquanto o marido fosse vivo, nenhuma mulher tinha direito a qualquer propriedade).
Pouco depois da morte do marido, Isabel recolheu a um convento franciscano em Coimbra (Santa Clara-a-Velha) vestindo o hábito de Clarissa mas não fazendo votos (o que lhe permitiu manter a sua fortuna usada para a caridade).
Em suam – o estatuto jurídico e social das mulheres de sangue real na Idade Media caracterizava-se por: não ter qualquer autonomia, direitos pessoais , jurídicos ou de propriedade. Não poder dispor da sua vida , nem sequer do seu corpo.
Eram usadas como moeda de troca em jogadas de estratégia política. Apenas tinham valor “procriativo” como os an8imais.
Deviam ser completamente submissas aos marido, de quem deviam suportar violências várias, adultérios e filhos ilegítimos. Isto porque a ideia de conjugalidade na idade Média nada tinha a ver com actual ideia de conjugalidade fundadao no amor entre os esposos ( uma invenção da terrível Modernidade) .
Eram casadas ainda meninas, por vezes com sete e oito anos ( por vezes com homens velhos ) e assim eram forçadas a iniciar a sua vida sexual e reprodutiva precoce e brutalmente.
A maior parte morria de aborto e parto, muito antes de completarem quarenta anos.
ERA esta a vida e os estatuto social das mulheres nobres da Idade Média ( e, se a vida das classes privilegiadas era esta, imaginem a a vida das mulheres da plebe)
É possível que ianda haja alguns energumenos que tenham saudades deste estatuto feminino...
Mas, Graças a Deus, tudo mudou.
Bluesmile |
06.02.06 - 1:56 pm | #
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Meus caros JSarto e Rafael: gabo-vos a paciência bem como a elegância, fair play e superior conhecimento dos temas abordados que demonstram e, certamente por caridade, se disponibilizem a responder a tantos e tantos disparates.
Um abraço,
JLL
Anonymous |
06.02.06 - 2:04 pm | #
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O JLL disse tudo.
FSantos |
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06.02.06 - 9:40 pm | #
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Obscurantismo pagão que nada tem a ver com o Cristianismo. Deste modo, ficamos a saber que o Apóstolo Paulo era um obscurantista pagão; ou que obscurantistas pagãos foram todos os Papas - João Paulo II incluído - que defenderam estar a mulher natural e primordialmente (ainda que não exclusivamente) vocacionada para a maternidade, a educação da prole, e o cuidado da família e do lar. Estamos realmente sempre a aprender com os próceres da nova igreja progressista, ou quiçá neopagã de facto, que tentou usurpar - sem sucesso - as fundações da Igreja Católica.
Quanto ao mais, é grosseiro o desconhecimento histórico de quem ignora que a única civilização onde a mulher nunca foi considerado uma "coisa", mas sempre um sujeito de direitos, foi a civilização do Ocidente, e por directo influxo do Cristianismo; todavia, mau-grado esse facto, não hesita em contradizer infundamentadamente uma historiadora reputada como Regine Pernoud...
Caros amigos Corcunda, JLL e FSantos - e eu, infeliz e ingenuamente, tardei em compreender isso - , a verdade é que não é possível discutir com quem nega simples princípios; com quem só tem um ódio autenticamente malévolo à Igreja de que se diz membro; com quem não alcança que essa Igreja não é uma instituição meramente humana sujeita aos modismos do momento, mas o Corpo Místico de Cristo; enfim, com quem não tem qualquer lealdade na polémica, e à falta de argumentos tem dificuldade em evitar o insulto, esquecendo-se contra todas as regras da urbanidade de que não está em sua casa, mas na do seu anfitrião.
Em resumo: não pecarei mais por omissão ao condescender arguir com adversários deste género. Por mim, definitivamente, acabou-se, e como forma de salvaguarda da integridade deste espaço, os comentários doravante passam a estar sujeitos aos meus "nihil obstat" e "imprimi potest", isto é, com moderação prévia contra as mentiras dos modernistas, que é como agradaria a São Pio X!
P.S. Caro Corcunda, desculpa ter apagado acidentalmente o último comentário que aqui fizestes, conjuntamente com os insultos da protestante.
JSarto |
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06.03.06 - 2:48 am | #
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O Corcunda compreende, ele é o recordista de apagar comentários! 
FSantos |
Homepage |
06.03.06 - 8:56 am | #
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Salve Maria!
JSarto suas palavras no post anterior que o Bom Deus pudesse gravadar, marcar, carimbar no profundo das almas, sejam: ateus, gnósticos, agnósticos, protestantes, judeus, racionalistatas e irracionalistas ou modernistas de todos os matizes.
"...a verdade é que não é possível discutir com quem nega simples princípios; com quem só tem um ódio autenticamente malévolo à Igreja de que se diz membro; com quem não alcança (((que essa Igreja [[CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA]] não é uma instituição meramente humana sujeita aos modismos do momento, mas o Corpo Místico de Cristo)))..."
Viva Cristo Rei! Viva o Papa!
Ad Majorem Dei Gloriam
Rodrigo |
06.03.06 - 5:07 pm | #
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Salve Maria!
Salve Maria!
Caro JSarto, das suas palavras do post anterior bem colocadas. Gostaria de destacar essas:
“...a verdade é que não é possível discutir com quem nega simples princípios; com quem só tem um ódio autenticamente malévolo à Igreja de que se diz membro; com quem não alcança (((que essa Igreja[[CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA]] não é uma instituição meramente humana sujeita aos modismos do momento, mas o Corpo Místico de Cristo)))...” – {Destaques meus ao post de JSARTO}
Que o Bom Deus pudesse marcadar, gravar, selar no mais profundo de todas as almas sejam: ateus, gnósticos, esotéricos, racionalistas, irracionalistas, protestantes, judeus, islâmicos, maometanos...e modernistas de todos os matizes.
- Fora da Igreja Católica Apostólica Romana não há Salvação-
Viva Cristo Rei ! Viva o Papa!
Ad Majorem Dei Gloriam
Rodrigo Salesi |
06.03.06 - 5:22 pm | #
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