Gravatar Caro J Sarto,
Já tenho hereges modernistas que se dizem sacerdotes validamente ordenados a comentar no meu blog.

Veja isto!

http://emdefesadelefebvre.blogsp...omo- sempre.html

o herege manifesta ódio explícito à missa de sempre e à tradição católica.

são as pérolas do sacerdócio católico pós conciliar.

Se a árvore é má, poderiam ser bons os frutos?


Gravatar Grande notícia, Caro JSarto. A "Chiré" é fundamental e só faltava estar on-line.
Abr.


Gravatar Caros amigos,

Sou um católico "normal", daqueles que vão às missas paulinas e ficam plenos, porque acreditam que aí vão ao encontro de Cristo.

Confesso que fico um pouco incomodado com o tom agressivo com que os católicos tradicionalistas se expressam às vezes...Mas pronto, gostaria de compreender melhor os vossos pontos de vista. Em parte será ignorância minha, sem dúvida.

Eu diria que a Missa tem tudo o que precisamos. Jesus está lá. Tudo depende agora da forma como o adoramos e recebemos. É claro que se formos à Missa para exercer a vaidade de cantar no coro, está tudo errado. Mas se formos à Missa em silêncio interior, com humildade, adoração e amor, então de certeza que não deixamos de receber o nosso Senhor de forma menos digna do que no ritual tridentino.

Mas bem, gostaria de vos fazer um pedido. Para a maior parte das pessoas (como eu) é difícil encontrar a informação necessária para compreender a questão da Missa tridentina. Assim, gostaria de vos fazer um desafio: porque não escrevem um texto conciso onde um "leigo" possa encontrar a justificação para a importância que atribuem ao rito tridentino?

Dou algumas sugestões de questões que deviam ficar esclarecidas de forma simples e directa:

1. O que distingue as duas Missas? A diferença na forma tem uma correspondência clara numa diferença de conteúdo?

2. Não se poderá celebrar a Missa tridentina em português? (Porque não? Ou vão dizer-me que é importante ser em latim?)

3. No momento da comunhão Cristo não se oferece da mesma forma, independentemente do rito?

Sugiro ainda que se fizerem este texto (ou, claro, se conhecerem algum muito bom que responda a todas as perguntas), então que o coloquem num link, em destaque permanente no vosso blog.

Obrigado pela vossa atenção. Acreditem que o meu esforço de compreensão é sincero.

Com os melhores cumprimentos,

Rui Guerra


Gravatar Aplaudo a intervenção de Rui Guerra.
Comungo das ideias que expõe e associo-me ao mesmo pedido que ele faz.
De facto, como católico assumido que pretendo ser, gostaria de ver esclarecidas, de forma cristalina, as questões que ele próprio coloca a respeito da liturgia tridentina.
Confesso que me tem causado alguma confusão toda essa "agressividade" em relação à Missa pós-conciliar, dita paulina, por parte dos defensores da liturgia pré-conciliar.

Devo dizer, a bem da verdade, que sinto maior interiorização e recolhimento, numa Missa sem grandes cantorias (por vezes exageradas) como as que se vêem agora por aí - penso que numa tentativa de "chamar" à Igreja a gente mais jovem.

Também me incomoda um pouco a "moda" dos abraços e beijos a meio da Celebração, o que, penso, distrai do essencial, pois transformou-se numa coisa barulhenta, banal e sem significado autêntico.

Porém, o que mais me perturba é o que se passa habitualmente na Colecta, quando da recolha dos donativos, por ocasião do Ofertório. É que, por via de regra, esta recolha dos donativos prolonga-se durante a Consagração, momento único e o mais especial da Missa. E o que sucede? Quando os fiéis deveriam estar absolutamente concentrados na transubstanciação das espécies e a viver esse momento único e transcendente, em que Nosso Senhor se vai dar a todos nós - o que sucede?
A bolsa vai passando pelas pessoas, que se aprestam a depositar o seu óbolo, e... que fica dessa ocasião sobrenatural da Consagração?

Já falei com alguns sacerdotes sobre esta situação - que acho verdadeiro atentado à Majestade de Nosso Senhor, quiçá, autêntica blasfémia!

Penso que o que verdadeiramente interessa é a Adoração que devemos fazer a Nosso Senhor Jesus Cristo. Se a Liturgia deve ajudar a fazê-lo, então qual a mais adequada?

Agradecendo penhoradamente os vossos esclarecimentos,
Ad majorem Dei Gloriam.

Ennio da Liguria


Gravatar Caros Rui e Ennio

Antes de mais, sugeria que dessem uma vista de olhos ao tríptico sobre a Missa publicado pela "Gazeta da Restauração" - http:// gazetadarestauracao.no.sa...fleto_missa.pdf

Podem aprofundar a questão, ouvindo este magnífico conjunto de programas da Rádio Convicción, de Santiago do Chile - http://conviccionradio.cl/OnDema...estra- Vida.html -, bem como visitando os excelentes sítios da "Permanência - http://www.capela.org.br/indice.htm -, do "Stat Veritas" - http://www.statveritas.com.ar/Li...ia/ Liturgia.htm - e, ainda, como é evidente, o da Fraternidade de São Pio X - http://www.sspx.org/SSPX_FAQs/ q5...5_novusordo.htm

E, por agora, penso que já terão muito que ler e reflectir.


Gravatar Caros Rui e Ennio,

Podem ainda consultar:

www.voltaparacasa.com.br/ explicacao_da_santa_missa.htm

www.missaest.hpg.ig.com.br/62razoes.htm

e aconselho também vivamente a leitura da carta dos cardeais Ottaviani e Bacci, enviada ao Papa Paulo VI, contra a promulgação do novus ordo missae. Está aqui:
http://gazetadarestauracao.blogs...- ottaviani.html

boa leitura!


Gravatar "A naja é uma serpente terrível. Ela cospe seu veneno a dois metros de distância. Apontando para os olhos da vítima, cega-a, temporária ou definitivamente, e assim essa se torna presa fácil.

Desde as nossas origens, a serpente tem o triste privilégio de representar o demônio, em razão da malícia e da mordida mortal que a caracteriza. Parece no entanto que, passados alguns séculos, a técnica demoníaca evoluiu. Não contente em nos morder o calcanhar, como a víbora, descobriu um veneno que nos cega. A víbora tornou-se naja. Vejamo-lo.

No início do Cristianismo, o demônio atacava a fé suscitando heresias. Mas a Igreja valeu-se dessas negações fazendo delas ocasiões para proclamar seus dogmas, ainda com mais clareza. "Oportet haeresses esse", é preciso [conveniente] que haja heresias (1 Cor. 11, 19). Para fazer surgir almas e uma Igreja negadoras do objeto da fé, seria preciso cegar a inteligência humana, tornar-lhe impossível qualquer contato com o verdadeiro. Assim fazendo, a fé se diluiria no relativismo, as almas se perderiam sem o saber.

Como é fácil de constatar, o atentado obteve êxito.

Quem nunca fez a seguinte experiência: falar durante uma hora com uma pessoa com o propósito de levá-la de volta à Igreja; argumentar com toda a sabedoria; responder claramente a todas as suas objeções; e, no entanto, ouvi-la dizer ao desperdir-se: "Tudo o que você disse é interessante, mas é a sua verdade. O que importa é estar bem onde nos encontramos"? Ou: "Muito bem... tudo isso é verdade... no passado".

Essas reflexões revelam um mal profundo e universal. De fato, dizer que a verdade é subjetiva é atentar contra a nossa própria inteligência, na sua estrutura íntima e nos seu exercício natural. É interditar qualquer conhecimento verdadeiro.

Nesta análise, seguiremos o Papa S. Pio X na sua Encíclica Pascendi (8 de dezembro de 1907). Sua Santidade enxergou numa falsa teoria do conhecimento - o agnosticismo - o ponto de partida do modernismo (§6). E assim resume suas causas: "Trata-se da aliança da falsa filosofia com a fé [cega], as quais, ao se misturarem, formam uma massa [densa, opaca, gigantesca e mostruosa] cheia de erros, danificando o sistema da fé" (§5.

Entre os remédios contra o modernismo, S. Pio X destaca, como "o melhor", "o ensino da filosofia que nos legou o Doutor Angélico" (Santo Tomás). E advertiu os professores "de que desprezar Santo Tomás, sobretudo nas questões metafísicas, traz prejuízos graves" (§63). ".

(A VERDADE , Ir. Jean-Dominique, O.P., Edições Santo Tomás, 2003.)


Gravatar Caros amigos JSarto, Magdalia (e também Pimenta pela explicação implícita),

Muito obrigado pelas vossa indicações. Vou segui-las com toda a atenção. Isso provavelmente irá demorar algum tempo. Depois voltarei ao vosso contacto para, pelo menos, vos agradecer de novo.

Bem hajam,

Com os melhores cumprimentos,

Rui Guerra


Gravatar A quem interessar possa: obras para download gratuito em português.
1) Gilson, Etienne - A Filosofia na idade media.part1.rar (15.69 MB)
http://www.mediafire.com/?4o0xmm4mkys
1a) Gilson, Etienne - A Filosofia na idade media.part2.rar (15.69 MB)
http://www.mediafire.com/?dwenmmlj9um
1b) Gilson, Etienne - A Filosofia na idade media.part3.rar (12.32 MB)
http://www.mediafire.com/?70xzmzhgnt3
2) O Século do Nada - Gustavo Corção http://www.4shared.com/file/4385...n_Bloy.html? s=1
2a) Patriotismo & Nacionalismo - Gustavo Corção http://www.4shared.com/file/3870...freyre.html? s=1
Tenho alguns livros digitalizados que são do interesse dos católicos; caso queiram é só me enviar um e-mail.


Gravatar Caro Pimenta,
Obrigada pelas indicações das obras para download!

Dão sempre muito jeito.

Cumprimentos


Gravatar Caros Amigos J.Sarto, Magdália e Pimenta, sem esquecer o Rui Guerra,
a paz e o amor de Jesus estejam convosco.
A todos vós, o meu penhorado agradecimento pelos excelentes contributos, por todos prestado, para a melhor compreensão e aprofundamento de toda esta temática tão essencial à vida do Católico.

Gostaria de saber se há edição em Portugal do livro referido por Pimenta, "A VERDADE , Ir. Jean-Dominique, O.P". Pesquisei na net e só me apareceu edição no Brasil.

Paz e Bem, com a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ennio da Liguria


Gravatar Caro JSartro...o que me diz desta entrevista com um teologo islamico saudita?....Nota semelhanças entre o discurso do teologo saudita e o seu discurso? Ou acha que a visão do Islão expressa pelo teologo saudita nada tem em comum com a visão do cristianismo aqui regularmente expressa por si?
http://www.dailymotion.com/video...dien- vostf_news


Gravatar Excelente indicação, caro amigo. À força de ver na net o Diabo, Chiré perdeu muito tempo e potenciais leitores. Mas mais vale tarde que nunca.


Gravatar Caríssimo Ennio, o que eu tenho é impresso, mas vou ver se consigo este livro digitalizado.


Gravatar A diferença é simples: Ocupar-se cristãmente da polis é militar pelo Império de Cristo sobre os povos e nações; dando-se-nos tudo o mais por acréscimo.
O islã, por outro lado, é a primazia de uma casta sobre todas as outras "confições". E o resto... bom... é o resto: depois da sharia não irá sobrar muita coisa.


Gravatar Para aqueles que possuem sincero e verdadeiro desejo de saber, eivado de sã piedade, recomendo dois textos que - se assim posso me expressar - ensejam a correta postura para adentrar nos caminhos estreitos da verdade.
Hoje, mais do que nunca, somos solapados por um atroz relativismo que nublam a mente e enganam o coração. O inicio será penoso no despojamento das "opiniões" - com certeza - mas não podemos esquecer que as "largas veredas da perdição" são preteridas pela retidão da sabedoria, pelo tropismo da sanidade da boa-fé.
Dêem a si mesmos uma oportunidade de conhecer esta ilustre desconhecida que é a Tradição Católica; se permitam ver a luz da Santa Doutrina na perenidade do Espirito que tudo conforma, apruma e retifica.
Desejo a todos os meus mais profundos respeitos e ofereço a ajuda de um impenitente pecador que sabe e acredita, acima de tudo, na verdade, na bondade e na beleza da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.
http://www.hottopos.com/mp3/ de_m...do_studendi.htm

http://www.cristianismo.org.br/p...g.br/pfp- 03.htm


Gravatar Mais um e-book:
http://www.4shared.com/file/ 1835...rtillanges.html


Gravatar Cara "Sílvia Santos", boa provocação, mas a comparação entre a Tradição Católica e o Islão não passa de uma pura ilusão da sua parte: a Tradição Católica aceita a Divindade de Cristo, o Islão rejeita-a; a Tradição Católica sufraga a existência de dois poderes - o temporal e o espiritual -, o Islão propugna a teocracia; a Tradição Católica incorpora no seu pensamento filosófico e teológico toda a herança cultural clássica greco-romana, o Islão ignora-a pura e simplesmente - rememore o famoso discurso de Sua Santidade em Regensburg. Por todo o exposto, a resposta à sua pergunta é obviamente não!


Gravatar Caro JSartro,
Por falar na Tradiçã Catolica e no Islão....realiza-se por estes dias em França um casamento misto cristão/islamico entre duas figuras publicas de França, casamento esse que tem sido bastante badalado nas revistas cor de rosa.
Segundo o que tem sido divulgado este casamento terá uma particularidade curiosa. Haverá uma cerimonia religiosa cristã em França e depois uma cerimonia religiosa muçulmana em Marrocos. A cerimonia cristã realiza-se numa igreja e é dirigida por um padre, que vai incluir na sua cerimonia cristã, para alem de textos da Biblia, a leitura de textos do Corão....deve andar a ver se deixa desempregado o Imã que em Marrocos vai depois realizar a cerimonia muçulmana.

PS: Será que o Imã islamico vai ler textos da Biblia na cerimonia a levar a cabo na mesquita marroquina?...Não me parece.
http://fr.news.yahoo.com/purepeo...-t- 0111c6b.html


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