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Gravatar Em contrapartida, Norberto Lobo e Cabo San Roque, na ZDB, foram excelentes.


Gravatar Os Rage Against The Machine deram um granda (sim, com "a") concerto.
Lamento imenso, mas é verdade.


Gravatar os rage deram um grande concerto para quem está musicalmente parado à mais de 10 anos... diz que..


Gravatar Não discuto. Nada do que aqui é escrito é para ser lido como uma verdade. São apenas opiniões. E a minha opinião foi a que eu dei, sabendo ainda assim que os largos milhares de pessoas que lá estavam aos pulos terão adorado o concerto. Também achei parolo o revivalismo ao pormenor da imagem dos H&LA, mas houve quem tivesse adorado...
E eu até gostava de partes do primeiro dos RATM quando era chavalito (já não conseguindo suportar o que se seguiu). Ontem, nem sequer o efeito de nostalgia me fez gostar do concerto.


Gravatar Concordo plenamente em relação aos RATM.

Desculpa lá, mas Gogol Bordello é mau demais para ser verdade. Nunca ninguém ouviu falar em Mano Negra?!

Nos National, achei que a voz não estava nos seus melhores dias, principalmente na primeira metade do concerto.

Dos Hercules só vi as duas últimas músicas e achei que tinham qualquer coisa de acid jazz de inícios de noventas. Mas a "enguia" de azul era vistosa...

Mas como só lá fui para ver Spiritualized, só posso ter ficado muito satisfeito. Pena a hora do concerto, que não lembra ao diabo!


Gravatar O parar musicalmente 10 anos no tempo é de um relativismo gritante.
Ninguém diz que ir à reunião dos Specials (que eu conto ir, a v€r vamos) é estar parado no tempo, ou bronquice nostálgica.
Rock, reggae, soul, blues, ska, tudo parado no tempo, se não se sentir quem os interpreta.
É claro, a minha opinião.
É, sendo assim óbvio, por isso que gosto deste blog: porque tem opiniões - algumas, nem concordo nada.
Outra coisa que gosto aqui é que não é muito vulgar julgar quem está à frente ou atrás no tempo da música.
Mas CrF, tu estás à frente - e agradeço-te por isso.
Mudando de assunto, hoje vou lá ouvir o Dylan, coitadinho... prái 30 anos lá atrás. Se tudo correr bem vou sair de lá afirmar que foi um granda concerto.


Gravatar pp, eu não achei que os ratm fossem entediantes, foi isso que eu escrevi, por terem ficado parados no tempo ou por se tratar de uma reforma do grupo. Eu nunca gostei de crossovers do metal com o rap (no caso deles) ou com o funk (no outro caso, então esse de fugir ainda mais, dos rhcp). No primeiro álbum havia, contudo, algumas malhas que tinham uma certa garra. E, se calhar, o que talvez tivesse ainda sido mais importante para mim, aquela atitude revolucionária e quase comunista numa América em que o Bush pai dava continuidade às políticas de laissez-faire do Reagan. Ontem, até isso não parecia mais do que uma mera encenação de imagem, comum à dos miúdos que andam com o Che na t-shirt, mas posso estar enganado. A única coisa que eu sei é que o achei profundamente entediante.
E essa dos Specials é novidade para mim. Boa, boa. Ou má, mas logo se vê.


Gravatar Pá n quis relativizar nada e talvez me tenha saído brusca demais a expressão, mas o quis dizer vai na linha do que o vitor diz aqui atrás, e considero que ver RATM hoje em dia é antes demais um acto de revivalismo juvenil.


Gravatar E Spiritualized? Não cheguei a tempo... (pulseirinhas dum raio!...)


Gravatar Não vi, pois fiquei a ver os Vampire Weekend até ao fim e depois preferi esperar pelo início dos MGMT. Não sou especialmente fã da versão Verve dos Spiritualized especialmente patente no último álbum...


Gravatar OUÇA,

COM BASE NAS SUAS OPINIOES, SO POSSO PENSAR QUE VIU O ALIVE DA VARANDA DO CRISTO REI...


Gravatar gaita, fui apanhado.


Gravatar gaita, fui apanhado

:D

Oh Vítor, histerias nos National? Desta vez é que não vi mesmo nada... Ao meu lado, por exemplo, estavam uns moços que passaram o tempo todo do concerto a falar de baquetas e palhetas de guitarra...

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