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Lucia, uma coisa que não entendi é se ele era o único cientista no mundo que anunciou ter feito a clonagem das células embrionárias, ou se há outros que já fizeram também (mas no caso dos outros não foi mentira). Bjs,
Leila |
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12.18.05 - 5:27 am | #
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Lúcia, muito interessante este post. Sempre penso sobre isso: o tal do poder!
Como disvirtua o ser humano, e acho que é intrinseco. Para qlq lado que vc olhe, ciência, política, economia, educação, vizinhança, qlq coisa, tudo gira em torno de se ter poder. Uma coisa muito louca que parece uma tracinha que corroe uma galera. Penso sempre nisso, qdo vejo os roubos! Para que tanto dinheiro? Na minha teoria é tudo para se conseguir o PODER. Seja ele qual for.
Tem hora que me sinto dentro do desenho do Pink e o Cérebro! "E vamos dominar o muuundo"
Beijoks
Flavia |
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12.18.05 - 7:47 am | #
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Tudo essa disputa entre Nature e Science, me lembrou muito um filme que assistimos quando estudamos ética jornalística na faculdade: "O quarto poder" com John Travolta eDustin Hoffman. Porque por mais que a Nature estivesse certa, é claro que o que queria era desmerecer o artigo publicado pelo cocorrente. Quanto ao cientista, é triste saber que tudo era mentira. Não só pelos coreanos que tiveram seu "ídolo" derrubado, mas para todos que tinham esperanças nesse projeto( que claro, não deve acabar) para um futuro -não para amanhã, mas para daqui a meia hora- onde muitas famílias com pessoas doentes(caso da minha, pois tenho uma tia com Alzheimer e tava feliz em ver os "progressos" da Coreia) faziam suas apostas.Voltando a ética, faltou isso à Nature por difamar o cientista sem provas, falhou a Science(por ser um jornal, qq q seja, faz parte da imprensa) por não apurar melhor o que publica e principalmente o Dr....é isso. :-(
Manu |
12.18.05 - 8:13 am | #
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Leila, até quando ele publicou o artigo de 2004, ele era o único que tinha conseguido clonar células-tronco, embora haja diversos lab mundo a fora q estudem células embrionárias e busquem a mesma tecnologia. Mas desde então, lembro de ter lido sobre um grupo americano de Boston q estava tentando fazer linhagens a partir de adultos tbm. Não sei o quão bem-sucedidos eles foram. Mas o q Hwang fez foi sem dúvida um grande breakthrough na época.
Flavia, a musiquinha diz tudo: "The Pink and the Brain/ One is a genius/ The other is insane!" Como o desenho é do Spielberg, minha opinião é de q esses personagens são na realidade as duas faces da cabeça de qqer um... 
Manu, a guerra não-declarada entre Science e Nature é quase uma coexistência pacífica. Ambas estão lutando pela fatia de mercado delas, mas as insinuações da Nature foram uma prova para mim de q a isenção jornalística não está muito em voga para certos temas. Lástima total.
Beijos às 3! 
Lucia Malla |
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12.18.05 - 10:48 am | #
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Ha muita pressao para resultados, especialmente quando ha esperanca para extensao de vida e saude. Hubris eh a segunda razao para esses auto-enganos. Porem, a ciencia eh auto-corretiva porque uma experiencia importante geralmente vai ser repetida e, ai, vem chumbo grosso se uma experiencia nao dah o mesmo resultado. Ate fisicos se autoenganam e sao descobertos na sua encenacao. Mas, a desconfianca do publico foi despertado, como Pharyngula apontou.
Wayne e Denise |
12.19.05 - 12:09 am | #
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Commenting by HaloScan
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