Under A Blood Red Sun

Gravatar Éder, mais uma vez vc nos agracia com suas bem colocadas palavras.
Concordo com vc, com a diferença d q não importa-me muito o fato de as pessoas saberem meu nome - apesar de geralmente eu ser marcante devido à quantidade de barulho/bagunça q faço.

Mudando de assunto, desejo aos três amigos do Blog um ano novo com muitos reencontros e muita saúde, pq dinheiro e paz a gente corre atrás!



Beijos, Luiza (Gorda)


Gravatar Meus cumprimentos para a leitora mais assídua deste blog desolado. Minha opinião costuma dizer também que nomes não são muito importantes, mas o que vem junto dos nomes — proximidade, convivência, entendimento, entre outras coisas — costuma ser interessante, apesar de eu admitir que, diante dessas coisas, o nome parece quase irrelevante. Contanto que ela me olhasse com o mesmo olhar, a mulher do mercadinho poderia me chamar de batata, cenoura, beterraba, bigo'dz'inho, ou praticamente qualquer outra coisa, bem como eu poderia chamar os garçons apenas de 'ôu', contanto que os conhecesse da mesma forma. Mas realmente o nome pareceu ter, pelo que escrevi na postagem, um peso maior que esse, de modo que suas observações são sempre bem atentas e eu espero ter esclarecido melhor aqui, apesar de sempre me embolar com explicações.
Beijo com bigodes.




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