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LdA:
E dizer tú que estás pouco inspirado...
Um post que junta Giuseppi Verdi, o Sporting , as palavras do seu lema eterno e um dos maiores poetas mundiais de sempre...
E o melhor de tudo é que não soa nada ridíulo.Antes pelo contrário. A mim fez-me... Suspirar de paixão.
Só mesmo o nosso Sporting! 
Gde Abraço!
Virgilio |
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07.01.09 - 11:05 pm | #
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Eh pá Virgilio, para um gajo timido como eu, fazer uma declaração em publico, de joelhos e tudo... 
E depois, tu sabes como é aquela sensação que fica quando falamos do Sporting: dizemos mt coisa e fica sempre tanto por dizer!
leaodealvalade |
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07.01.09 - 11:15 pm | #
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LdA: Concordo plenamente! 
Conheço bem essa sensação. É que para além de apaixonante, o Sporting é tema inesgotável!
Virgilio |
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07.01.09 - 11:20 pm | #
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A ideia está porreira e tal como tu também eu acho que ser do Sporting num dia destes envolve um envolvimento emocional, pena o Verdi. Adoro música, mas detesto Verdi, sorry. Na ópera prefiro mil vezes Wolgang Gottlieb Mozart- O grande compositor de ópera de sempre, a galáxias de qualquer outro. É o único cujas óperas não são uma representação da vida- são a própria vida. Comparar quem quer que seja a Mozart fica complicado- daí que apenas goste das óperas de Mozart. Gostos.
Bom já que estamos a parlare d'amore, e de Mozart, cá vai disto :
"Non più andrai, farfallone amoroso,
Notte e giorno d'intorno girando,
Delle belle turbando il riposo,
Narcisetto, Adoncino d'amor.
Non piu avrai questi bei penacchini,
Quel cappello leggiero e galante,
Quella chioma, quell'aria brillante,
Quel vermiglio donnesco color!
Fra guerrieri, poffar Bacco!
Gran mustacchi, stretto sacco,
Schioppo in spalla, sciabla al fianco,
Collo dritto, muso franco,
Un gran casco, o un gran turbante
Molto onor, poco contante.
Ed in vece del fandango
Una marcia per il fango.
Per montagne, per valloni,
Con le nevi, e i solioni,
Al concerto di tromboni,
Di bombarde, di cannoni,
Che le palle in tutti i tuoni,
All'orecchio fan fischiar.
Cherubino, alla vittoria!
Alla gloria militar!"
Um hino ao amor, a baco, à vida, à esperança e à glória militar. Muito adequado ao espírito do nosso Sporting, pelo menos assim o sinto hoje( passei parte da tarde a ouvir as Bodas de Figaro enquanto trabalhava... Deve ser disso). A letra é do tipo mais perverso da história da música, um libretista genial chamado Lorenzo da Ponte, um devasso do nível de um Casanova- um personagem digno de um romance. O seu encontro com Mozart foi talvez o encontro mais feliz da história da música- aquele onde se aliou a fome á vontade de comer:
http://www.youtube.com/watch?
v=n...feature=related
Fica a minha homenagem ao nosso Sporting.
Um abraço
Ps: O Cantor que canta esta area, o Guiseppe Taddei, é talvez um dos melhores cantores de ópera de sempre. Vale a pena verem o video nem que seja por isso.
Pedro Pita |
07.02.09 - 12:00 am | #
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Por acaso há uma música de Garbage - #1 Crush - que fica bem no contexto. A parte da boémia fica a meu cargo já que a música, se estou bem recordado, não faz menção a isso.
"Quantas vezes lhe juramos amor eterno para de seguida "a" repudiarmos com todas as forças?"
Ainda ontem estava mais perto do repúdio que do amor. Hoje já não.
jvl |
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07.02.09 - 12:14 am | #
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Eh eh eh, pois é, amigo jvl. São estes sentimentos contraditórios que fazem a nossa vida mais rica.
Há ainda outra que expressa isso muito bem, não dos Garbage, mas dos mais antiguinhos Joy Division( uma das melhores bandas de sempre, my opinion):
"When the routine bites hard
And ambitions are low
And the resentment rides high
But emotions wont grow
And were changing our ways,
Taking different roads
Then love, love will tear us apart again
Why is the bedroom so cold
Turned away on your side?
Is my timing that flawed,
Our respect run so dry?
Yet theres still this appeal
That weve kept through our lives
Love, love will tear us apart again
Do you cry out in your sleep
All my failings expose?
Get a taste in my mouth
As desperation takes hold
Is it something so good
Just cant function no more?
When love, love will tear us apart again"
Ian Curtis.
http://www.youtube.com/watch?v=4...h?
v=4yTIpcwBTTs
Um tema eterno de uma banda maior que a vida. Tão eterno quanto o nosso Sporting!
Um abraço
Pedro Pita |
07.02.09 - 12:30 am | #
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Ah e para além da música há sempre um texto que recordo neste dia, um texto de um grande sportinguista, Joel Neto, escrito nas vésperas de um Benfica-Sporting, e que vem muito a propósito do carpir das nossas mágoas:
«Começamos a enervar-nos sempre que se aproxima um Benfica-Sporting, e esta noite, concluído o jogo com o Marítimo, o nosso calvário voltará. QUEREM QUE VOS DIGA «SOBRE» O QUE É O SPORTING, HOJE EM DIA? É «SOBRE» O BENFICA. SE A PRIMEIRA METADE DA NOSSA HISTÓRIA É O RELATO DOS NOSSOS TRIUNFOS, A SEGUNDA É A PENOSA RECORDAÇÃO DOS NOSSOS SUCESSIVOS DESASTRES. E TUDO ISSO DESAGUA NUM BENFICA-SPORTING. Nós já fomos o alvo a abater, entretanto passou a ser o FC Porto – e, desde então, é como se um fatalismo se nos tivesse colado à pele. Julgo que tudo começou quando Eusébio apanhou o avião errado, mas posso estar enganado.
Se não houvesse Benfica, tudo era mais fácil. Éramos o nosso próprio termo de comparação, a medida da nossa glória intrínseca. Assim, não. Hoje, Sporting contra Benfica é o confronto de humildes derrotados contra vencedores implacáveis. São os perseguidos contra os favorecidos. É lealdade contra palmarés. Benfica contra Sporting, pelo contrário, é o mundo inteiro contra um cantinho de Portugal. São cem anos de bem-aventurança contra cem anos em que, vá lá, o coração resistiu batendo. É o desperdício da abundância contra a gestão de mercearia. É Steven Spielberg contra Woody Allen.
«O Real é a Disney. O Atlético é mais autêntico, mais frustrante, mais sobre esperança e emoção – é lindo, horroroso e ternurento», dizia um adepto do Atlético de Madrid à FourFourTwo, revista inglesa que escreveu nestes mesmos termos sobre o Real Madrid-Atlético. Eu aproprio-me da fórmula. Para o Benfica, ganhar é uma obrigação – para o Sporting, é uma bênção. O que nos move é um sentimento – a eles, movem-nos os resultados. Eles querem que nós percamos – nós queremos que o avião deles se despenhe. Um adepto do Benfica celebra o triunfo em todo o seu esplendor – nós ficamos ali, a saborear aquela vitória em tudo o que ela tem de abismo.
Tal como o Atlético, o Sporting é o terceiro clube mais bem-sucedido do país – mas a felicidade desse estatuto rapidamente se dilui na própria etimologia da palavra «terceiro». O melhor ano do Benfica foi 1961, aquele em que ganhou tudo – o do Sporting foi 2005, aquele em que quase ganhou tudo. No centenário do Benfica, celebrado antes do tempo, cantou-se We Are The Champions – no do Sporting, que se arrasta sofrido pela pior época em muitos anos, devia cantar-se You Can’t Always Get What You Want. «Para o ano é que é», eis o nosso lema – lamentar o nosso destino, o tema das nossas segundas-feiras.
De forma que, sábado que vem, quando entrarmos naquele estádio gigantesco que nos esmaga, devíamos levar uma camisola a dizer «Sofredor». Foi isso que o Atlético fez: começou a rir-se de si próprio – transformou o fracasso numa estética, a auto-ironia numa bandeira, e tudo mudou. Lembram-se daquele ir
Pedro Pita |
07.02.09 - 12:38 am | #
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(Cont.)
Lembram-se daquele irlandês do Seinfeld que, na ânsia de ser reconhecido como judeu, suspirava: «Foi o sentido de humor que permitiu ao meu povo sobreviver durante estes cinco mil anos…»? Pois nós estamos a chorar há cem – e foi com dificuldades que sobrevivemos. Se nos rirmos durante os próximos cem, vai custar muito menos.»
O texto intitula-se a estética do looser. Acho que aquele adepto do Atleti disse tudo ao dizer: «O Real é a Disney. O Atlético é mais autêntico, mais frustrante, mais sobre esperança e emoção – é lindo, horroroso e ternurento». Sendo do Sporting e do Atleti identifico-me ao quadrado com este sentimento.
Um abraço
Pedro Pita |
07.02.09 - 12:42 am | #
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Bom, outra sessão musical... De vez em qd tb acontece a Norte... 
E os protagonistas costumam ser os mesmos. Agora temos o excelente contributo do Pedro...
Pedro, Mozart foi um génio, é verdade. Mas o facto de gostar de Mozart não é incompatível com gostar, igualmente de Verdi. Não gostas de 'Nabucco'? Arrepio-me, sp que oiço a área com o coro dos escravos hebreus. Acho uma das coisas mais sublimes que a Ópera produziu!
Qt a Ian Curtis. Bom, subcrevo inteiramente. Um mito da musica!
Hoje o meu colega de trabalho resolveu ouvir um tributo a Zeca Afonso... E foi um prazer recordá-lo.
Abraço.
Virgilio |
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07.02.09 - 12:47 am | #
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O Joel Neto! Comprei um livro dele num destes Agostos passados em Altura. Foi na feira do livro que por lá acontece sp na 1.ª quinzena.
Chama-se 'Todos nascemos benfiquistas (mas depois alguns crescem)'. E recomendo. São pequenos contos muito pessoais, mas muito deliciosos. Devorei aquilo num instante!
'A estética do looser' é um desses relatos, Pedro!
É curioso associar-se o SCP ao Atlético de Mdrid... Qd era miúdo, ainda antes do Futre ir para o Atletico, já sentia uma aproximação pelo Atleti... Odiava o Real, pq morando junto `a fronteira via mt a tv espanhola, principalmente a bonecada. E até na porra dos programas infantis se vangloriava a merda do Real. Mas de uma forma nauseabunda. Achava aquilo tão injusto, que ganhei uma tamanha aversão ao RM que ficou para o resto da vida...
Abraço!
Virgilio |
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07.02.09 - 12:59 am | #
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Virgilio,
"Pedro, Mozart foi um génio, é verdade. Mas o facto de gostar de Mozart não é incompatível com gostar, igualmente de Verdi. Não gostas de 'Nabucco'? Arrepio-me, sp que oiço a área com o coro dos escravos hebreus. Acho uma das coisas mais sublimes que a Ópera produziu!"
O meu problema são as comparações. É que comparar Mozart ao resto fica complicado, e em geral acho a ópera italiana algo gongórica, falsa e artificiosa( e Verdi é o expoente máximo disso)... Mozart distingue-se pela verdade que há na sua ópera. A trindade das óperas da dupla Mozart/da Ponte( As Bodas de Figaro, o Don Giovanni e o Cosi Fan Tutte) são um episódio de tal maneira grandioso na história da música que quase que diria esgotam um género- e vulgarizam tudo em seu redor, fazendo um efeito tipo eucalipto. Mas são gostos, e aí admito que o meu gosto é bastante faccioso, e porventura injusto e preconceituoso para com os compositores italianos...
Quanto ao Joel Neto também tenho o livro. O meu problema é que ando há meses para lê-lo, mas por entre livros de direito( o trabalho), as obras completas do Dostoievsky e do Lorca( o lazer), e o regresso ao Don Quixote( ainda o lazer), que releio pela terceira vez sempre com renovado prazer, isto para já não falar nos livros de xadrez( o desporto), confesso que não lhe tenho dado a devida atenção. Está visto que tenho mesmo que lê-lo!
Um abraço
Pedro Pita |
07.02.09 - 1:19 am | #
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Para mim, fã desde garoto de U2, há um tema deles q associo ao SCP. O título diz tudo, mas tb tem algumas passagens que definem muito o sentimento antagónico q o futebol e a relação próxima que se estabelece com o clube do nosso coração proporcionam.
Haven't seen you in quite a while
I was down the hold just passing time
Last time we met was a low-lit room
We were as close together as a bride and groom
We ate the food, we drank the wine
Everybody having a good time
Except you
You were talking about the end of the world
I took the money
I spiked your drink
You miss too much these days if you stop to think
You lead me on with those innocent eyes
You know I love the element of surprise
In the garden I was playing the tart
I kissed your lips and broke your heart
You...you were acting like it was
The end of the world
(Love...love...)
In my dream I was drowning my sorrows
But my sorrows, they learned to swim
Surrounding me, going down on me
Spilling over the brim
Waves of regret and waves of joy
I reached out for the one I tried to destroy
You...you said you'd wait
'til the end of the world
Uma versão (Banda sonora de Jusus of Nazareth):
http://www.youtube.com/watch?v=t...h?
v=tUOBUOjhkSw
Hasta!
Virgilio |
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07.02.09 - 1:24 am | #
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Que musicais e inspirados que estavam todos!!
Parabéns a todos os sportinguistas por mais um aniversário do nosso amado clube...
Parabéns ao Leão de Alvalade pela excelente tentativa de explicar o inexplicável...o amor. Seja ele a quem ou ao que for...
Dina |
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07.02.09 - 1:54 am | #
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Pedro:
Não compraria nenhum disco de uma obra de Verdi mas a verdade é que me rendo sempre que tenho a oportunidade de assistir ao vivo às suas obras, com bons intérpretes, claro. A obra de Verdi é, na minha desconhecedora opinião, responsável pela popularidade da música clássica e é natural que no seu percurso tenha feito algumas concessões.
No meu infinito desconhecimento sou um aficionado da música barroca. Bach é o principio e o fim, com poucas paragens pelo meio. Não sendo um "operário" convicto, derreto-me qd tenho a oportunidade de ouvir ao vivo. Foi assim que uma vez ouvi a Magdalena Kozená interpretar Händel com a orquestra barroca de Amesterdão, Tom Koopman "ao volante" no L'Auditori de Barcelona e me converti.
Os Joy Division: bom dir-te-ei que durante anos, antes da era digital, havia 2 cassestes de 90 minutos que me adormeciam dia após dia: Uma o Köln Concert de Keith Jarret e outra com Joy Division, This Mortal Coil, Elisabeth Fraser, Cocteau Twins, Echo & the Bunnyman, etc.
leaodealvalade |
Homepage |
07.02.09 - 10:08 am | #
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Leao de Alvalade,
Para mim na música temos Bach e Mozart como génios superlativos( o pai e o filho simbolicamente), Brahms e Schubert uns furinhos abaixo- e o resto dos mortais a anos luz. Dos barrocos gosto do Haendel e do Purcell, para além do Bach. Mas Bach é Bach. Da sua música disse Göthe: "É deus falando consigo próprio". É o único compositor que superou Mozart em alguns domínios( música sacra, música de tecla, suites para violino e violoncelo, etc). Bach para mim não é barroco, tal como Mozart não é um pré-romantico: São ambos muito maiores que essas balizas feitas para catalogar os comuns mortais. Há no periodo pré-Barroco um compositor, por sinal italiano , que muito aprecio( o único italiano !!! Os italianos são demasiado peturbados e efusivos para fazerem música a sério... ), Claudio Montverdi. O "Vespro della beata virgine" é talvez das melhores coisas que já ouvi na vida. Mas Bach e Mozart são outra coisa, porque ambos foram demasiado grandes para poderem ser comparados com os demais. Tal como não oiço outras óperas que não as de Mozart também não me passa pela cabeça ouvir obras de cravo ou de órgão que não sejam de Bach. É que ambos estão demasiado acima dos outros, como na bola onde Maradona e Péle estão acima dos demais. ( Embora a lampionagem acredite piemente no lugar cimeiro do Eusébio e os Vikingos passem a vida a falar em Don Alfredo )
Quanto às bandas que citaste também gostei delas na adolescência. O que interessa é o que fica- e os Joy Division ficam porque são superlativos. E acrescentaria os Talking Heads e os Smiths à lista das bandas mais influentes dos anos oitenta, bandas que ouvia com 17 anos e oiço hoje na ternura dos trinta...
Um abraço
Ps: Logo ao fim da tarde( 19 horas) todos a Alvalade para homenagearmos o grande, o inesquecível, o colossal Fernando Mamede!
Pedro Pita |
07.02.09 - 10:44 am | #
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Confesso que não conheço nada de ópera mas a música "Love will tear us apart" dos Joy Division é uma das minhas músicas favoritas.
A questão é que dou primazia à música ao invés das letras. Há N músicas que gosto mas cuja letra me passa bastante ao lado. Mantendo-me no tema, há uma música dos Smashing Pumpkins do seu melhor álbum, "Mellon Collie & The Infinite Sadness", chamada "Love" e que assenta que nem uma luva na conversa.
Quanto ao texto do Joel Neto, é um bom texto mas não me revejo nele. Atribui uma importância demasiado grande ao slb. E quanto a clubes espanhóis, Barça desde pequenino. Porque no fundo no fundo, eles não são espanhóis, são catalães :P
jvl |
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07.02.09 - 11:27 am | #
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Amigos,
Antes de mais queria pedir-vos desculpa por não ter acompanhado o debate tão frequentemente quanto pretendia... 
Música pelo Sporting, para mim, além da nossa Marcha é a adaptação do "My Way" do Frank Sinatra. Ontem na apresentação dos equipamentos, foi fantástico ver o público todo a cantar por cima do som das colunas.
Hugo Malcato |
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07.02.09 - 12:59 pm | #
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Esta também poderia figurar aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=U...h?v=URvC-
7lcrvI
Ela é uma das minhas vozes preferidas ele um bom fazedor de bandas sonoras.
leaodealvalade |
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07.02.09 - 2:38 pm | #
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Hugo,
Estou completamente perplexo por não ter compreendido o alcance do teu comentário. 
LdA,
Vou ter que esperar por chegar a casa para saber de quem falas.
jvl |
Homepage |
07.02.09 - 3:04 pm | #
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Minh'Alma tá parva, a norte de Alvalade debate-se ópera!!! 
O post é, tal como disse a Dina, mais uma boa tentativa de explicar o inexplicável - o amor que nutrimos pelo Sporting!
SL
RDS |
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07.02.09 - 5:42 pm | #
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RDS, toma lá disto:
http://www.youtube.com/watch?v=4...h?
v=4BZSqtqr8Qk
e mais isto:
http://www.youtube.com/watch?v=b...h?
v=bOCQwHijddE
(Foi só para chatear o Pedro, hehehehe...)
Apesar da mistura não estar lá mt bem conseguida, escolhi o segundo video por ter imagens de um filme simplesmente magnifico: 'O Labirinto do Fauno!'
Os Sportinguistas querem espectáculo. Somos gente de bom gosto e no desporto / futebol o SCP é o exemplo prático e supremo disso!!!!
SL!
Virgilio |
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07.02.09 - 6:31 pm | #
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Pedro:
Recordo-me, qd era puto, de ver uma série q passou na RTP1 (só havia dois canais…) e que retratava a vida de Verdi. Desde essa altura que me interessei pela sua obra.
Mas retornando à série… Tenho a ideia que nessa biografia se refere o papel que Verdi teve na divulgação / projecção da Opera na população comum. Isto é, Verdi teve o mérito de popularizar a Ópera. De certa forma massificou-a, transformando um género de música altamente elitista e restrito, num fenómeno 'mainstream', que também chegou ao povo… Claro que os efeitos visuais e as histórias épicas ajudaram.
Fazendo uma analogia para a contemporaneidade e ‘mal acomparando’ (uma vez que não apreciava nem a musica nem a personagem), diria que foi o Michael Jackson do seu tempo, o compositor mais popular que, até então, tinha existido. Aquele que ‘vendeu’ mais. É pois, muito natural que, como diz o LdA, por vezes tenha concedido, sacrificando a qualidade pelo ‘popularucho’.
O mainstream tem dessas coisas. Mas, de qlq forma, não deixa de, por vezes, conseguir atingir qualidade. Não tenho vergonha nenhuma em dizer que gosto de algumas bandas que são muito seguidas e com fãs em todo o mundo (os U2 são o exemplo acabado disso). Há mt porcaria, mas não sou preconceituoso ao ponto de rejeitar qlq coisa que surja da corrente musical mais corrente.
JVL: Para mim uma canção é uma mistura mt grande entre letra (mensagem) e a sua melodia. Só a complementaridade dessas duas variantes, isto é, só qd ambas funcionam é que permite atingir um ‘ambiente’ tal que se interioriza na minha alma e por lá fica o resto dos meus dias…
Abraços!
Virgilio |
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07.02.09 - 7:14 pm | #
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