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"grama aparada
palma áspera
alma macia" (alice ruiz)
desculpe-me pelo improviso,
pelo ligeiro,
por este rabisco sem sabor.
Mas de alma macia
agradeço teu vinho, cais e flor.
Agradeço teu traço que desce, acena e se despede feito navio ao vento. E me deixa à deriva assim, mais humana.
raíza |
04.16.09 - 6:47 am | #
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desculpo
o meu coração sinestesiado
pela flor fincada no vento
a flor à deriva
pétala de vinho
desculpo este beijo cais
tão humano e retrô
que esculpes
desculpo
Yara |
04.22.09 - 6:47 pm | #
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"Desculpe-me"
Palavra tão desumana...
Anonymous |
04.23.09 - 4:09 pm | #
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o lee me surpreende a cada poema..........
bruna |
Homepage |
05.14.09 - 2:47 am | #
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Lindo.! =)~
Carla |
07.01.09 - 9:32 pm | #
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Commenting by HaloScan
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