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Os gritos desesperados dos caminhos fechados consomem-nos
Teresa Durães |
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10.28.08 - 5:54 am | #
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deslumbrante como as dunas. e a sua solidão. ou as miragens do deserto. perdidas. na poeira dos trilhos.
muito belo.
beijos
heretico |
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10.28.08 - 11:48 am | #
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a lucidez das tuas palavras...
belas!
beijos
maria |
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10.28.08 - 12:25 pm | #
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Desculpas!
Mas não resisto à imagem, que me veio à mente ao ler-te.
O drama de uma reforma antecipada no tempo e na vida.

melgadoporto |
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10.28.08 - 12:31 pm | #
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A face do tempo.
Abraço
jrd |
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10.28.08 - 1:51 pm | #
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o deserto faz.nos tão mínimos....
(como eu.....quando aqui venho)
.
piano.
Anonymous |
10.28.08 - 2:57 pm | #
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Quando o grito se perde na solidão das horas. Expressivamente.
licinia quiterio |
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10.28.08 - 4:53 pm | #
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Já de volta das minhas mínimas férias, a compensação é a possibilidade de ler-te, Helena.
Beijos.
fred matos |
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10.28.08 - 6:03 pm | #
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...escutados, partilhados,pelo silêncio de quem te
escuta!
Ad astra |
10.29.08 - 2:48 pm | #
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Com prazer leio estes belos textos. Obrigada.
lu |
10.29.08 - 3:54 pm | #
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Urge um oásis. Onde os gritos possam ser escutados. E absorvidos.**
vida de vidro |
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10.29.08 - 6:23 pm | #
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sentido grito, Helena!
Susana Barbosa |
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10.29.08 - 8:35 pm | #
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palavras - gritadas!
outro abraço.
batista filho |
10.30.08 - 6:20 am | #
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Commenting by HaloScan
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