Gravatar Concordo consigo em quase tudo. Eu quando leio um livro e vejo que é ruim, ponho de parte e passo ao seguinte.

Para se perceber que tipo de autor é Paulo Coelho basta ler alguns parágrafos. Também não gosto da "sua temática auto-ajudesca-esoterística".

No entanto, eu acho que com a internet, fica cada vez mais fácil camuflar um péssimo autor. Porque assim como existem blogues e sites que falam de bons autores, existem outros que promovem os péssimos. Em última instância, dependerá sempre da motivação do leitor se os autores maus são postos de parte ou não.


Gravatar Não acredito ser tão fácil assim camuflar um péssimo autor. Antigamente havia só a contracapa que parecia coisa de cinema - opiniões de críticos que nunca ouvimos falar (as editoras mais picaretas colocavam até críticos fictícios) e citações de coisas como "indicado ao Prêmio Zin Zan Zung da China". Hoje a internet democratizou a opinião. Você vai ao Google e tudo se resolve.


Gravatar muito bom esse texto.

concordo contigo.


Gravatar Concordo com quase tudo. Mas discordo da questão central. "Não li porque é ruim" acho um exagero. Os indícios não são prova cabal de nada. Da mesma forma que "onde há fumaça há fogo" pode não ser verdade. E se for apenas gelo seco?
Além do que há aquela velha história que diz que o que é bom pra mim pode não ser para você, e vice versa.
Em suma, prefiro o bom e velho "não li e nem vou ler porque acho que não vou gostar".


Gravatar Olha Designer Vingador, para mim essa é só uma forma politicamente correta de dizer a mesma coisa. Se o autor escreveu um livro com o objetivo de ser lido e eu cheguei a conclusão que não vou lê-lo pois não vale a pena, então o livro não cumpre seu objetivo, ou seja, é ruim.


Gravatar Leandro,

Mais uma vez, perfeito.

Sobre o Paulo Coelho, apenas um detalhe: eu caí nessa armadilha, há muitos anos.
Li "O Alquimista" apenas para confirmar o primarismo, o oportunismo e a pobreza do tipo de literatura barata que faz tanto sucesso hoje.
Confesso que caí na esparrela do "não li então como posso saber se gosto".

Inclusive, aprecio muito a filosofia oriental (filosofia mesmo, não auto-ajuda) e conheço uma considerável quantidade de textos e histórias no estilo das que o auto-intitulado mago escreve em suas colunas de jornal.

Por isso já pensei diversas vezes em escrever a'O Globo para oferecer-me como escritor de fábulas, histórias e causos orientais recebendo em troca apenas a metade do que hoje é pago ao
nosso imortal.

Um abraço.


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